Como ser mais produtivo? Todo profissional certamente já fez essa pergunta. E ela ganha ainda mais importância em um mundo onde ser multitarefa se tornou necessário para atender a todas as demandas que surgem no dia a dia.

Ser produtivo requer uma capacidade de gerenciamento sobre diversos fatores, como a quantidade de trabalho, o tempo disponível, a possibilidade ou não de delegar tarefas e a estrutura existente para tal.

Para explicar melhor sobre esse gerenciamento, listamos 4 dicas que mostram como ser mais produtivo no ambiente de trabalho. Continue a leitura e confira!

1. Utilize métodos de organização

Com a era digital, surgiram diversas ferramentas para facilitar a organização, como os softwares e aplicativos. Eles representam um método de organização de fácil acesso e que, se bem utilizado, pode elevar a sua produtividade.

Há também a necessidade de estabelecer metas diárias/semanais e, a partir disso, definir prioridades. Se você não sabe o que é mais importante, não saberá por onde começar, o que deve ser feito antes ou depois e assim não conseguirá ser tão produtivo conforme o exigido.

2. Evite as distrações

Assim como a internet pode ajudar, ela pode atrapalhar. Redes sociais, e-mail, aplicativos de mensagens, todos eles contribuem para darmos aquela “espiadinha” que, feita várias vezes ao dia, pode consumir uma boa parte da nossa carga horária.

Para quem deseja ser mais produtivo, o ideal é definir um horário (intervalo, por exemplo) e uma quantidade limitada de vezes para checar essas informações.

Isso vale também para quem usa o e-mail no atendimento aos clientes e precisa realizar outras tarefas ao mesmo tempo. Essa delimitação é necessária, senão nenhuma delas será cumprida com êxito.

3. Tenha um horário preestabelecido

Cumprir horário para muitos é mera burocracia, mas na busca por mais produtividade esse fator é essencial. Se existe uma carga horária definida, é possível fazer mais em menos tempo, especialmente aplicando as dicas acima. Dessa forma, se consegue facilmente aumentar o número de demandas cumpridas em um determinado período de tempo.

Mesmo para quem tem horários flexíveis, é importante definir um número X de horas e cumprir esse cronograma à risca. Caso contrário, corre-se o risco de ser mais produtivo em um dia e menos no outro. Essa falta de padrão pode comprometer o resultado final e a qualidade do trabalho como um todo.

4. Invista no ambiente de trabalho

Para entender como ser mais produtivo é necessário ter em mente que o espaço em que você vai desenvolver as suas atividades é parte importante desse processo. Para quem trabalha home office, por exemplo, é essencial ter um espaço dedicado exclusivamente para as atividades laborais.

Uma dica interessante é buscar locais onde existem pessoas produzindo bastante, como os espaços de coworking. Além desse fator motivacional, há possibilidade de fazer um networking interessante e encontrar parceiros que ajudem na missão de ser produtivo.

Um bom exemplo disso é delegar tarefas para profissionais especializados e que podem facilitar a geração de resultados, como no caso do marketing digital e TI. Aplicando essas dicas, você conseguirá aumentar a sua produtividade no ambiente do trabalho e aproveitar o seu tempo da melhor maneira possível. Por isso, não deixe-as de lado.

E falando em dicas, você tem alguma que ensine a como ser mais produtivo no ambiente de trabalho? Deixe seu comentário e compartilhe conosco suas experiências!

Ser criativo é muito importante para conseguir se destacar na sua área de atuação. Inovar, gerar ideias e se reinventar são parte desse contexto. Mas o que fazer para estimular a criatividade no trabalho?

Não existe uma resposta única para essa pergunta e por isso é necessário ir por partes. Nesse sentido, uma dica importante é fazer parte de um ambiente de trabalho que favoreça essa capacidade de criar. Uma boa solução para isso — e que muitos profissionais já estão buscando — são os espaços de coworking.

Em locais assim, a inovação é constante e se tem muitos profissionais para trocar ideias, compartilhar experiências e ampliar a visão de mercado.

Confira a seguir outras dicas bacanas para estimular a criatividade no trabalho.

Varie a busca por conhecimento

Normalmente buscamos conhecimento em fontes ligadas a nossa área de atuação. Isso é extremamente importante e não deve ser deixado de lado de maneira nenhuma.

A questão é que é necessário dar passos maiores, tais como buscar informações em outras áreas, especialmente aquelas que complementem o nicho de atuação escolhido.

Um arquiteto, por exemplo, pode aprender muito com profissionais de marketing e publicidade, visto que o conceito criativo é necessário em ambos os contextos.  Ele pode também aprender bastante com profissionais de vendas e assim ser mais criativo na hora de apresentar os seus serviços.

Essa variação ajuda o profissional a sair da zona de conforto e a ter mais elementos para atuar de forma criativa e funcional.

Valorize os insights

Alguns insights surgem do nada e muitas vezes não os valorizamos. É importante “dar voz” a todos eles, já que várias ideias bacanas podem surgir daí. Uma dica interessante é sempre anotá-los. Seja num bloco de papel ou em aplicativos no celular, o que importa é fazer o registro.

Outro fator importante são as pausas no trabalho. Quantas vezes a solução para um problema ou uma ideia criativa surgem justamente quando paramos de procurá-los e vamos dar uma volta ou tomar um café?

Criatividade e liberdade andam juntas. Então, por mais que exista a pressão para sermos criativos, é preciso driblá-la para estimular a criatividade no trabalho de maneira favorável.

É importante saber que o seu subconsciente tem todas as respostas e que você é capaz de encontrar a solução desejada. Por isso, acredito no seu potencial criativo: isso é essencial para o processo.

Peça opiniões

Independente do seu papel dentro da empresa — ou se você é um empreendedor autônomo —, é importante ouvir opiniões e estar aberto a sugestões. Para quem busca pensar fora da caixa e inspirar a criatividade, é preciso estar atento às diversas formas de ver uma mesma situação.

A visão de um atendente, por exemplo, pode ser bem diferente em comparação com a do diretor sobre determinado problema que existe na empresa. Sendo assim, é essencial buscar esse feedback.

Mas também pode-se ir além: ouvir clientes, profissionais da mesma área e outras pessoas que tenham ligação com o seu negócio favorece a compreensão e é um grande estímulo para a criatividade no trabalho.

Lembra que no início falamos sobre espaços de coworking? Que tal se aprofundar no assunto e conhecer todos os benefícios que esse tipo de local apresenta? É simples: confira nosso artigo especial sobre o tema!

Trabalhar sozinho é o sonho de muitos brasileiros: o home office é prático, tranquilo e pode ser uma forma incrível de concentrar e colocar projetos em prática. No entanto, um dos problemas mais comuns enfrentados é a falta de concentração e procrastinação.

Com a falta de pessoas por perto com quem trabalhar junto, as distrações acabam sendo mais frequentes, dificultando a finalização de tarefas. Pensando nisso, decidimos criar um conteúdo que te mostrará como aumentar a produtividade sozinho.

Quer algumas dicas para otimizar sua rotina de trabalho? Continue lendo esse artigo!

Faça listas e priorize tarefas mais importantes

Organize suas tarefas no dia anterior ou pela manhã, antes de começar a trabalhar. Estruture listas com as prioridades, organizando as mais importantes, as de nível intermediário e as menos urgentes.

Siga essa ordem para conseguir finalizar com antecedência tudo o que for urgente.

E, claro, muito cuidado com um erro básico: muitas pessoas evitam aquelas tarefas “chatas” e acabam postergando a entrega das mesmas. Não as ignore! Enfrente as tarefas menos prazerosas para ficar livre e poder riscá-las da lista.

Existem alguns aplicativos de organização de tarefas e gestão de tempo que são interessantes. Vale a pena buscar algumas alternativas.

Conheça o método Pomodoro

O método Pomodoro ajuda a organizar a rotina de trabalho com uma divisão de tempo que consiste em: definir o tempo gasto em cada tarefa e um pequeno intervalo de descanso entre cada uma delas.

Por mais que, a princípio, esse intervalo de descanso pareça “perda de tempo”, você verá que ele ajuda a clarear a mente e te deixar mais produtivo para trabalhar no seu próximo afazer.

Desligue os aparelhos que podem te distrair

Celular e televisão estão no topo das causas de procrastinação! Durante a realização de uma tarefa, é fundamental que você utilize toda a sua concentração para conseguir finalizá-la de forma mais rápida, com qualidade e com tranquilidade.

Por isso, coloque o celular no modo avião e guarde-o em uma gaveta. Deixe para utilizar o tempo de descanso para conferir as mensagens e interações.

Quanto a atualizar a página de e-mails, deixe para fazê-lo em um momento separado para isso. Ver novos e-mails chegando dificulta a concentração na tarefa atual, reduzindo sua produtividade e atrapalhando suas entregas do dia.

Desenvolva um cronograma e siga o planejamento

Quanto mais planejado for o seu dia, melhor! Aprenda a estipular horários para realizar as mais diversas atividades, tendo o dia cronometrado e organizado.

Divida as tarefas em blocos ao longo do dia, de acordo com a prioridade. Separe horários de almoço, lanche, descanso, checagem de e-mail e muito mais e siga o planejamento.

Após a conclusão de uma tarefa, risque da lista. A sensação de riscar tarefas realizadas ajuda a criar o senso de recompensa, estimulando ainda mais a produtividade.

Ter uma boa rotina de trabalho em casa ou em um coworking não é tarefa difícil. Como vimos, tudo depende de como você se organiza e aprende a otimizar seu tempo descobrir como aumentar a produtividade dentro da sua rotina profissional. Siga nossas dicas e melhore a velocidade e qualidade das suas entregas!

Quer aprender um pouco mais sobre como aumentar a produtividade e conseguir otimizar seu trabalho? Assine nossa newsletter! Prometemos enviar apenas conteúdos relevantes, e nenhum spam!

Trabalhar com equipes remotas é uma prática cada vez mais comum dentro das empresas. Isso se explica por muitos fatores como maior flexibilidade, otimização dos custos, recrutamento de profissionais mais qualificados, entre outros.

Porém, traz à tona uma grande preocupação quanto à produtividade desses profissionais que trabalham a distância. Em certos casos, há inclusive uma grande liberdade de horários, fator que exige muita disciplina de todos os envolvidos.

Para ajudar você a saber como medir a produtividade das suas equipes remotas, listamos 5 dicas importantes neste processo. Confira!

Mantenha sempre um canal de comunicação aberto

Esta é a primeira dica por se tratar de algo essencial nesse tipo de relação: uma boa comunicação. Com a internet, conseguimos estar longe e perto ao mesmo tempo, por isso a distância não é mais um empecilho. Sendo assim, é importante manter sempre um canal de comunicação aberto que pode ser um aplicativo, o Skype, o velho e bom e-mail ou até mesmo o telefone.

Faça uso da tecnologia

No tópico anterior foram citados canais tradicionais de comunicação e outros mais modernos, como os aplicativos. Esse último formato representa um avanço da tecnologia e facilita bastante a comunicação remota.

Além disso, é possível utilizar softwares de gestão para medir indicadores de desempenho, o que é uma mão na roda para quem precisa gerenciar dados que vêm de todos os lados. Há também ferramentas que permitem o monitoramento dos trabalhos feitos pela equipe, trazendo informações importantes como a hora em que o login foi feito e o tempo que permaneceu conectado.

Programe reuniões semanais via aplicativo

Os já citados aplicativos são muito úteis para fazer reuniões semanais. Dessa forma, cria-se uma cultura de prestação de contas e troca de experiências. Dar e receber o feedback sobre as ações executadas é fundamental para medir a produtividade e também qualificar a atuação das equipes.

Atualmente, existem diversas opções de aplicativos que permitem que isso seja feito com uma boa qualidade de áudio e vídeo, o que é bem importante para que as reuniões sejam produtivas.

Estabeleça metas

Estabelecer metas e prazos é muito importante no controle da produtividade das equipes remotas. Ao fazer isso, cria-se um alinhamento com o objetivo final e há um controle maior sobre todas as ações, o que facilita muito o gerenciamento.

Essa definição ajuda também na adaptação dos profissionais que fazem parte da equipe, haja vista que muitos ainda estão se ambientando com essa modalidade, então ter metas ajuda bastante nesse sentido.

Transmita as mensagens de forma clara

Complementando a importância de facilitar o trabalho dos profissionais da equipe, é muito importante  transmitir as mensagens da forma mais clara possível. Com isso, velhas frases como “não sabia” ou “não entendi direito” são evitadas. É claro que as dúvidas são naturais, mas quanto menos elas surgirem, melhor será o trabalho, já que, com a distância, pode se levar mais tempo para que elas sejam eliminadas.

A clareza da comunicação também representa organização, item que é essencial quando se trabalha a distância. A falta dela certamente pode comprometer todo o trabalho que está sendo feito.

Seguindo estas dicas fica fácil saber como medir a produtividade e tirar o melhor das suas equipes remotas, sendo a sua empresa a grande beneficiária de tudo isso.

E você? Quais ações acha que são importantes para ter um controle de produtividade? Deixe seu comentário, ele é muito valioso para nós!

Alguma vez você sentiu que as ações que você aplica em sua pequena empresa não vão de encontro aos seus objetivos? Ou que o retorno do seu investimento está negativo? Então, este é o momento de dar início a um trabalho de marketing para pequenos negócios.

Trouxemos aqui, neste artigo, os pontos mais importantes que você precisa saber para colocá-lo em prática. Vamos lá? Continue a leitura!

1. Faça um planejamento

O primeiro passo para colocar o marketing para pequenos negócios em ação é elaborar um planejamento. Para isso, é necessário levar em conta dois pontos importantes do negócio: os objetivos quantitativos e os qualitativos.

Os objetivos quantitativos são os mensuráveis. Por exemplo: “este ano queremos dobrar o faturamento da empresa”. Esse número deve ser levado em conta para estruturar como o marketing será feito.

Já os objetivos qualitativos são os não-mensuráveis. Por exemplo: “este ano queremos nos tornar a maior referência no mercado”. Isso também deve ser levado em conta para preparar as ações que farão você chegar até lá.

E, para isso, além dos objetivos, é fundamental ter clareza nas metas, isto é, os caminhos que vão levar a empresa até onde se quer chegar.

2. Conheça os canais de divulgação

O segundo passo é escolher quais serão os canais de marketing em que sua empresa estará presente. Para saber os canais certos, basta identificar quais o seu público frequenta, tanto no meio offline quanto no digital.

Portanto, se os seus possíveis clientes costumam ver mais outdoors ao invés de televisão, tenha anúncios expostos nas ruas ao invés de na telinha. Se no online eles acessam mais Instagram do que Twitter, invista mais na rede social que é preferida por eles.

Isso é fundamental ao investir em marketing pois, se você fizer ações em canais errados, sua empresa perderá dinheiro e o seu público não lhe verá.

3. Analise a concorrência

Outro ponto importante é conhecer bem seus concorrentes e o que eles estão fazendo no mercado. E caso sua empresa ofereça um produto que aparente ser único e que, por isso, não tenha concorrência, acredite: ela existe mesmo assim.

Por exemplo: vamos supor que a primeira escola de esperanto surja numa determinada cidade e que não exista outra instituição ou mesmo professor particular que ensine tal idioma nas redondezas.

Isso não aniquila a concorrência, pois um possível aluno que escolhe estudar francês ao invés de esperanto optou pelo concorrente indireto. O mercado não possui apenas concorrentes diretos, isto é, aqueles que oferecem o mesmo produto ou serviço que você.

Por isso, fique atento ao que a concorrência oferece para aderir ao que eles fazem de melhor, descartar o que é pior e, acima de tudo, buscar um diferencial.

4. Acompanhe as métricas

Por fim, é necessário acompanhar as métricas para ter certeza de que as ações de marketing estão trazendo os resultados esperados. Para isso, tenha em conta a meta — que pode ser semanal, mensal, trimestral etc — e o quão próximo ou longe o objetivo final está.

Seguindo esses passos você poderá fazer um bom marketing para pequenos negócios. Ele é crucial e tem extrema importância no desenvolvimento e sucesso de sua empresa.

E então? Como está aplicando o marketing em sua empresa? Deixe um comentário aqui embaixo e nos conte como tem sido a sua experiência.

Organização é fundamental para ajudar a manter a produtividade em alta e permitir a excelência no trabalho realizado. O tempo perdido em busca de um dado ou informação relevante pode prejudicar o rendimento, principalmente para quem trabalha fora da empresa ou em home office.

A tecnologia está aí para ajudar nisso! Confira 5 aplicativos de organização ótimos para tornar sua rotina mais prática e eficiente.

1. Evernote

O Evernote é uma ferramenta muito útil para a realização de anotações, sejam elas individuais ou compartilhadas com as equipes de trabalho. Uma de suas principais vantagens é a possibilidade de armazenamento em tempo real na nuvem, permitindo o acesso aos dados em qualquer lugar e a partir de qualquer aparelho.

Essa ferramente pode ser usada para resenhas de cursos, organizador de rotinas diárias, anotação de atas de reunião, elaboração de relatórios, entre outros.

2. Trello

O Trello é um dos organizadores e gerenciadores de projetos mais utilizados atualmente. Isso porque ele apresenta facilidade de customização, a fim de atender as necessidades do escopo trabalhado.

Assim, pode-se definir um layout diferente para cada tipo de trabalho, atendendo as peculiaridades exigidas caso a caso. Além disso, ele é ótimo para equipes que utilizam trabalho remoto, permitindo a interação organizada entre os membros, verificando o que cada um está produzindo.

Outro ponto positivo para o aplicativo é a integração com outras plataformas, como o Google Drive, o Dropbox e o One Drive, facilitando o compartilhamento de arquivos.

3. Wunderlist

O Wunderlist é ótimo para aqueles que necessitam fazer listas em suas rotinas, tais como “to-do-lists” e também checklists para suas atividades.

Por exemplo, aqueles que necessitam checar informações diárias podem incluir, nessa ferramenta, os pontos de verificação diários e marcar o que foi feito, resetando ao final do dia.

Para quem trabalha gerenciando equipes, é uma importante ferramenta, pois pode-se compartilhá-las com outras pessoas. Assim, é possível conferir também a execução das tarefas dos seus colaboradores.

4. Pocket

Rotineiramente buscamos artigos importantes que sejam relevantes para nossas áreas e que, na correria do dia a dia, não podemos ler naquele momento. O Pocket é essencial para esse fim, pois permite salvar as páginas que interessam para que seja possível ler com calma depois.

Ele também tem integração com o Evernote e permite que você acesse os textos que deseja, até mesmo, off-line.

5. Dropbox

O Dropbox permite a realização de backup de informações na nuvem, evitando a perda de dados importantes, tais como documentos, imagens, arquivos, entre outros, em casos de problemas no seu computador pessoal.

Além disso, ele permite o compartilhamento de pastas com alguns usuários, facilitando o compartilhamento de informações, bem como o acompanhamento de produção e revisão de tarefas, sendo um grande auxiliar para aqueles que dependem de interação em equipes.

Todos os aplicativos de organização que citamos são importantes para você que quer ter uma rotina mais produtiva e organizada, bem como manter uma comunicação mais aberta e mais bem estruturada com suas equipes de trabalho ou, até mesmo, com seus clientes.

Quer mais dicas sobre como melhorar seu cotidiano no trabalho? Assine nossa newsletter e receba as informações em seu e-mail!

O trabalho a distância vem crescendo bastante no país. Um dos motivos é que ele traz benefícios tanto para os empregados e/ou profissionais autônomos quanto para as próprias empresas.

Essa nova possibilidade gera mais flexibilidade e liberdade às pessoas contratadas para realizarem essas demandas. O contratante, por sua vez, consegue uma redução de custos, especialmente em relação à estrutura do local, sem perder a qualidade do trabalho produzido.

Para quem deseja atuar nessa área ou para aqueles que já atuam e querem melhorar a sua performance, é importante conhecer algumas boas práticas para realizar as atividades com êxito. Listamos 4 delas para serem aplicadas no cotidiano do trabalho a distância:

1. Definir um cronograma de trabalho

Aqui precisamos considerar duas hipóteses: quando há exigência de cumprimento de horário ou quando o ganho é por produção.

Na primeira, já que o horário é definido, é preciso estabelecer quais tarefas devem ser realizadas primeiro, considerando o grau de importância de cada uma delas. Isso ajuda a criar uma rotina mais favorável e contribui para a melhoria da produção.

Em relação à segunda, é importante ter em mente algumas regras para não se perder no meio de atividades pessoais ou familiares, já que o trabalho home office gera essa aproximação.

É importante conhecer a fundo a sua rotina para definir os melhores horários e conscientizar as demais pessoas e a si mesmo que aquele é o seu momento de trabalho, dessa forma é possível produzir mais e com mais qualidade.

2. Evitar possíveis distrações

Continuando com a importância de estabelecer regras que favoreçam a realização das tarefas, um dos principais empecilhos que os trabalhadores remotos encontram é o número de distrações.

Não ter um chefe vigiando permite que você navegue à vontade na internet ou verifique as mensagens do seu celular a toda hora. Essa liberdade pode ser interessante, mas também pode ser prejudicial para o trabalho.

É preciso estar atento a esse fato para não deixar que ele se torne um grande problema. Pense bem, se você tem maior liberdade e flexibilidade em relação ao tempo, por que deixar as distrações tomarem conta do seu horário de trabalho? Separe um momento para o lazer e encaixe as demais atividades nesse tempo.

3. Montar uma estrutura adequada

Normalmente, o trabalho remoto não exige uma grande estrutura. Porém, isso não quer dizer que você não precisa dar atenção aos elementos que fazem parte dela.

A principal dica é ter um espaço só seu, exclusivamente reservado para suas atividades laborais a fim de não causar confusão com as demais da sua rotina.

Focar no seu conforto também é importante, então sempre valorize bons equipamentos como uma cadeira adequada e aspectos importantes como a qualidade da iluminação.

Uma solução válida está relacionada aos espaços de coworking, nos quais você já tem uma estrutura montada e pode fugir do isolamento de trabalhar sozinho, fator que incomoda muitas pessoas.

Eles também contribuem para motivar, afinal, você verá diversos outros profissionais trabalhando a todo vapor e não vai querer ficar para trás em termos de resultados.

Ampliação do networking, aprendizado com outros empreendedores, interação social e um ambiente que se molda à sua realidade são outras vantagens desse sistema.

4. Estabelecer metas

O trabalho remoto gera uma preocupação natural com a produtividade, então um dos meios mais eficientes para solucionar isso é utilizando as metas individuais. Quando você já tem uma boa estrutura e um cronograma de trabalho, as metas surgem como a “cereja do bolo” para gerar os resultados desejados.

Você pode utilizá-las não só a favor da qualidade do seu trabalho, mas também para suas questões pessoais. Um exemplo disso é criar a meta de trabalhar um pouco mais por dia para ter a sexta-feira livre.

Caso você trabalhe por produção é possível, em alguns casos, trabalhar mais em um mês para ter certa folga financeira e temporal no outro.

Viu como são diversas as possibilidades que o trabalho a distância permite e como são todas viáveis se bem planejadas e com foco total na produtividade? Seguindo essas dicas é possível melhorar sua rotina de trabalho e resultados!

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Quando os negócios vão bem, com a conquista de mais clientes e de mais projetos, um dos primeiros reflexos da bonança é justamente a necessidade de recrutar mais pessoas. Até aqui, nenhum problema, certo? Mas e se você estiver sem espaço para aumentar a equipe?

O crescimento do negócio deve ser celebrado com ainda mais foco, empenho e motivação — e não com uma grande dor de cabeça por conta das limitações de espaço físico.

Seja por questões burocráticas (como um contrato de aluguel, por exemplo) ou por fatores estruturais (muitas vezes, a planta não permite modificações), o fato é que pode haver dificuldades para acomodar novos profissionais no escritório e atividade.

Mas calma! Existem alternativas bastante úteis e adequadas para resolver a questão de modo eficaz (e até mesmo econômico). Neste post, você vai conhecer duas opções para distribuir sua equipe. Preparado? Confira!

Coworking

Os espaços de coworking ganham cada vez mais a atenção dos empreendedores, no Brasil e no mundo. Com a proposta de oferecer toda a estrutura necessária à atividade profissional (estações de trabalho, salas de reuniões e espaços de convivência, por exemplo), reunindo em um mesmo ambiente diversos perfis e expertises, a modalidade deixou de ser apenas uma alternativa para otimizar custos para despontar, então, como uma opção extremamente viável para alavancar a criatividade e a produtividade do indivíduo em suas atividades funcionais.

Desta forma, além de representar uma possibilidade para alocar a nova equipe com custos reduzidos, o coworking proporciona outras vantagens interessantes. A oportunidade de interagir com outros profissionais, construindo e nutrindo networking, por exemplo, é constante e pode culminar em novos negócios, novas parcerias e novas ideias.

Além disso, vale adicionar que os espaços de coworking caracterizam-se pela ausência de burocracia nos processos de contratação, dispensando fiadores ou seguros. Os planos oferecidos costumam ser flexíveis e certamente não será difícil encontrar um que seja exatamente o que você precisa no momento.

Home office

O home office — que, em tradução livre, significa “escritório em casa” —, diz respeito à modalidade de trabalho que permite ao colaborador exercer suas atividades de sua própria residência, conectando-se virtualmente à empresa.

Dentre as vantagens do modelo, figuram o aumento da qualidade de vida do profissional (já que se elimina o stress do trânsito e se libera mais tempo para a família, por exemplo) e a redução de custos para o empregador (que economiza em benefício de transporte e dispositivos de estruturas, por exemplo).

Mas atenção: é preciso garantir que os funcionários em home office permaneçam focados nas atividades que precisam executar. Quando em casa, o risco de haver distrações é maior, podendo afetar os resultados entregues pela equipe remota.

Diante das alternativas, estar sem espaço para aumentar a equipe nunca mais será um problema, certo? Você está pronto para vender mais, crescer mais e, logo, contratar mais! Bons negócios!

Agora que você já conhece as opções disponíveis e sabe quais são as vantagens de cada uma, está pronto para escolher! Mas antes, que tal verificar para quais profissionais o espaço de coworking é indicado?

Em uma estratégia de vendas, saber o momento exato para se abordar um cliente em potencial pode ser decisivo para o sucesso de um empreendimento. Se tratando de marketing digital, essa prática não é diferente.

Identificar leads, bem como a melhor oportunidade para converter em vendas alguém que busca soluções nos serviços e conteúdos ofertados por você, é uma tarefa que demanda atenção. Para isso, é importante se ater a alguns detalhes.

Preparamos este artigo para colocá-lo por dentro do assunto, explicando o tudo o que você precisa saber sobre leads qualificados! Ficou interessado? Acompanhe!

O que é um lead?

Um lead nada mais é que uma pessoa que demonstra interesse pelos conteúdos, serviços e produtos oferecidos por sua sua marca.

A importância de consegui-los é simples: atrair potenciais clientes — aumentando o número de oportunidades concretas geradas pelo marketing —, melhoria na eficiência de vendas e eventual fidelização dos mesmos, dada a relação de confiança e satisfação estabelecida para com eles.

Como classificar um lead?

A necessidade de se classificar um lead surge no momento em que a equipe de vendas não é capaz de atender a quantidade gerada pela estratégia de marketing digital.

Para lidar com essa sobrecarga é vital criar critérios de separação de usuários. O mais comum entre grandes organizações é distinguir os que possuem clara intenção de compra dos que estão apenas interessados pelo conteúdo compartilhado pelo seu negócio, mas ele pode variar conforme a estratégia adotada pela empresa.

Leads podem ser divididos em dois grupos: MQL, sigla para marketing qualified lead, e SQL, sales qualified lead. O primeiro diz respeito a pessoa que tem consciência de um desafio que enfrenta, e busca a solução para tal no material produzido por sua empresa, enquanto o segundo, SQL, é o indivíduo disposto a adquirir a solução provida.

Embora seja mais importante investir algum tempo em leads qualificados — uma vez que possuem maior probabilidade de compra —, você não deve ignorar os demais. O ideal é reconhecer os perfis de seus clientes para agir da melhor forma possível!

Então, quando abordar um lead?

Diferente do visitante casual, um lead geralmente permite que você estabeleça contato por um meio de comunicação, possibilitando o envio de conteúdos que sejam do interesse dele, facilitando que qualquer dúvida seja sanada e promovendo a interação entre ele cliente e marca.

Muitas empresas não fazem distinção na hora de abordá-los, o que pode resultar em muito mais resistência se ofertado a alguém sem maturidade suficiente para a aquisição.

É possível avaliar a intenção de compra de um lead através do material consumido por ele, diferenciando os que estão em fase de aprendizado dos que estão preparados para a negociação.

Tenha em mente que leads não aproveitados no momento, não são desperdiçados: busque nutri-los periodicamente com emails relacionados a conteúdos que tenham apresentado interesse prévio, dessa forma é possível conduzi-los para a etapa seguinte do funil de vendas.

E então,leitor, gostou de aprender um pouco sobre leads qualificados? Acha que a informação foi útil? Siga nossas redes sociais — Facebook, Instagram e Twitter — e confira mais artigos!

Um bom planejamento financeiro não precisa necessariamente ser difícil, pelo contrário, a simplicidade dessa tarefa ajuda você a se organizar de forma mais fácil e a não sofrer ao realizar esse processo.

Uma empresa bem organizada financeiramente consegue atuar de maneira mais sólida, tendo uma previsão consistente das despesas e demais valores a serem gerenciados. Visando ajudar você a fazer um planejamento simples e eficiente, listamos algumas dicas importantes para tornar essa ferramenta uma grande aliada do seu negócio.

1. Faça um planejamento geral

Muitas empresas montam o seu planejamento financeiro no início do ano, o que é arriscado, visto que o tempo já está correndo e essa tarefa ainda está em andamento.

Uma medida simples é fazer esse processo nos meses finais do ano anterior. Dessa forma, você consegue prever com mais antecedência os investimentos a serem feitos, a expansão de projetos, as despesas fixas e a estimativa de faturamento.

Esses itens se interligam e constituem um planejamento mais geral que, posteriormente, pode ser subdivido em etapas para facilitar o gerenciamento.

2. Tenha um bom controle financeiro

Quantas vezes, ao colocar em prática o que foi planejado, acaba se gastando mais do que deveria resultando em dificuldades financeiras?

Para evitar esse tipo de problema, é preciso ser metódico na hora de acompanhar o seu fluxo de caixa e a origem destinada a esses valores.

Ao fazer esse monitoramento, você consegue ser mais preciso na hora de gerenciar os seus recursos.

3. Utilize a tecnologia a seu favor

Atualmente, existem diversos softwares de gestão financeira que facilitam a missão de planejar e controlar as finanças empresariais.

A organização é um dos pontos principais para se ter um planejamento financeiro eficiente. Por isso, esse tipo de ferramenta auxilia para que seus dados financeiros não se percam por aí e possam ser acessados de forma rápida.

Acompanhar esses números permite que você perceba mais facilmente os pontos que precisam ser melhorados e os que estão indo bem em termos financeiros.

4. Verifique a possibilidade de compartilhar espaço

A matemática é simples, quanto menos você gasta com despesas fixas, mais dinheiro vai sobrar no final do mês. Dentre esses custos, podemos citar aluguel, telefone e internet como itens que pesam bastante no bolso do empreendedor.

Uma solução que vem crescendo é o uso de espaços compartilhados, já que possibilitam uma redução dessas despesas, centralizando tudo em valores únicos, e facilitam o processo de controle financeiro.

Além disso, esses locais são propícios para a criação de parcerias de trabalho, outro elemento fundamental para otimizar processos e gerar economia.

5. Conte com ajuda especializada

Se as questões financeiras da sua empresa são mais complexas de gerenciar e você tem dificuldade em simplificar essa ação, contar com uma ajuda especializada pode ser fundamental para não transformar isso em uma grande dor de cabeça.

Entender a individualidade do seu negócio permite diagnosticar as causas dos problemas e possibilita resolvê-los mais rapidamente.

Uma consultoria tem a expertise necessária para realizar esse trabalho, auxiliando assim na elaboração de um planejamento financeiro simples, eficiente e adequado à sua realidade.

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Hoje fala-se muito sobre leads. Muitas empresas já ouviram sobre esse tipo de estratégia e querem investir nessa tal geração de leads. Mas será que todo mundo sabe como fazer isso?

Um erro comum que encontramos é sobre o que são leads. Algumas pessoas acreditam que todo e qualquer lead já é passível de conversão. E é nesse momento que enfrentamos a maior dificuldade: como transformar essas pessoas em clientes? Como aumentar as vendas da empresa com os contatos cadastrados nas landing pages?

No artigo de hoje, vamos tirar algumas dúvidas sobre esse tema! Vamos lá?

O que são leads?

Para as estratégias de marketing digital, os leads são os chamados consumidores potenciais de uma marca. São pessoas que demonstraram interesse por assuntos que envolvem os seus produtos ou serviços, e para receber informações a respeito, aceitaram trocar dados como nome, sobrenome e e-mail.

Um exemplo é o download de um ebook. Supondo que a sua empresa trabalhe com produtos esportivos, e você fez um conteúdo rico como “Dicas para praticar esportes e ter uma vida saudável”. Esse estilo de vida, descrito no seu conteúdo, é diretamente relacionado ao seu tipo de negócio. As pessoas que estão interessadas nesse tema não precisam ter, necessariamente, intenção de compra no primeiro momento. Mas se nutridas corretamente, podem se tornar clientes reais.

Como os leads podem ajudar a aumentar as vendas?

Quando possuímos materiais ricos interessantes o suficiente para que as pessoas estejam dispostas a trocar suas informações pessoais pela informação que temos a oferecer, estamos recebendo uma imensa oportunidade de negócios: trata-se da chance de educar o mercado, tornar-se referência e conseguir reduzir o custo de aquisição de clientes para o seu negócio.

Os leads possuem vários tipos de classificação — e é aqui que mora a maior dificuldade das empresas que investem nesse tipo de estratégia. Eles precisam ser qualificados para serem induzidos à compra!

Como funciona a qualificação de leads?

A qualificação de leads é fundamental para que a estratégia realmente dê certo. O processo pode ser um pouco delicado, e exige muito cuidado. Testes são necessários para que a sua empresa encontre o que realmente funciona para o seu tipo de negócio.

É preciso identificar quais são os momentos de aumento de interesse dos leads a respeito do seu produto. São necessários vários tipos de materiais produzidos e oferecidos para essas pessoas para que você consiga descobrir quais os níveis de interesse.

A qualificação de leads acontece com esses marcos: leads que fizeram download de materiais mais específicos, por exemplo, são mais propícios à compra do que os que pararam em conteúdos mais genéricos.

Como fazer uma boa nutrição de leads?

Para conseguir qualificar os leads, é preciso nutri-los! A nutrição de leads nada mais é que o oferecimento de conteúdo relevante para o seu público, para fazer com que ele avance no processo de compra.

Nesse momento, com seus leads em mãos, é preciso criar uma rotina de disparos de e-mails com informações que aumentarão o interesse dessas pessoas no seu produto e, por consequência, as chances de compra.

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Estar presente na internet deixou de ser uma opção. Ter estratégias de marketing digital é sinônimo de sucesso para as empresas que realmente querem ter competitividade no mercado.

Ao contrário do que muitos pensam, os investimentos em marketing digital são muito mais em conta do que o marketing tradicional — além de trazer diversos benefícios como a segmentação mais expressiva do público a ser atingido. Dessa forma, todo o investimento feito cai realmente para o público de interesse, aumentando fortemente as chances de conversão.

Você que acompanha esse blog já sabe que os espaços de coworking ajudam sua empresa a crescer com a interação humana e troca de experiências. Que tal agora aprender estratégias de marketing digital para seu negócio também? Acompanhe!

1. Estar presente nas redes sociais

O primeiro passo para promover sua empresa no ambiente digital é estar presente nas redes sociais. Isso porque ela é a forma mais simples e fácil de contato direto que você pode ter com clientes e parceiros.

Ao contrário do que estamos acostumados, as redes sociais permitem um diálogo bilateral entre clientes e empresas, em que tanto os clientes quanto as empresas conseguem expor suas opiniões, apresentar alguns problemas, dúvidas e realmente dialogar um com o outro.

Se a sua empresa tiver uma boa postura nas redes sociais e souber conversar com os clientes e prospects, além de levar a eles todas as informações relevantes, é natural que sua empresa passe a ter uma visibilidade maior, por se tornar referência na para o seu mercado.

2. Fazer parcerias de co-marketing

Ter parceiros para co-marketing também é fundamental. As parcerias ajudam a aumentar o alcance da sua empresa para uma parcela do público que você ainda não tinha acesso.

A quantidade de leads gerados nesses casos será maior, uma vez que as duas empresas divulgarão o mesmo material.

Diretamente, isso pode ajudar sua empresa de duas formas:

3. Ter um blog ativo

Ter um blog ativo com conteúdos relevantes sobre o seu mercado de atuação é fundamental para promover sua empresa online.

Esses materiais ajudarão a transformar a sua empresa em uma referência quando o assunto for o seu mercado de atuação, além de aumentar o alcance das suas páginas — como com a indexação do seu conteúdo em mecanismos de busca.

4. Criar materiais ricos para educar seu público

A criação de materiais ricos também é fundamental para promover sua empresa online. Junto com o blog ativo citado anteriormente, esses materiais mais aprofundados atingirão pessoas ainda mais interessadas no seu negócio e nos produtos e serviços que você comercializa.

Isso significa que, mais uma vez, você se tornará referência no assunto de atuação da sua empresa, aumentando o alcance da sua marca e, claro, o número de leads gerados.

5. Trabalhar um bom networking

Por último, mas não menos importante, a criação de um bom networking online. Nesse momento, é interessante interagir com empresas do mesmo mercado que você, com quem você divide clientes mas que não são concorrentes.

Com isso, você cria uma relação com pessoas que também estão envolvidas no mercado. Essa interação pode ser por meio das próprias redes sociais, fóruns, comentários de blog etc.

O networking também pode ser construído de outras formas. Quando trabalhamos em espaços de coworking, por exemplo, acabamos tendo contato com outros empreendedores que estão no mesmo barco que nós. A parceria, nesse sentido, pode começar offline. Troca de experiências e dicas de gestão e comunicação pode ser a chave para criar laços verdadeiros com empresas que podem se tornar parceiras!

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