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É possível empreender mesmo já atuando em um empreendimento? Na realidade, não é só possível, como é extremamente positivo que isso aconteça. Estamos falando do intraempreendedorismo. Já tinha ouvido falar sobre esse conceito?

Mesmo sendo criado há mais de 30 anos, o intraempreendedorismo segue sendo adotado cada vez mais pelas empresas, que veem nele uma oportunidade de se manterem relevantes e competitivas no mercado.

Neste artigo iremos te apresentar o intraempreendedorismo, quais são seus benefícios e como coloca-lo em prática no seu negócio.

O que é intraempreendedorismo?

O intraempreendedorismo consiste empreender dentro de uma empresa, enquanto colaborador. Pode parecer uma ideia meio contraditória, mas trata-se de utilizar os princípios do empreendedorismo para apoiar o crescimento de uma organização já existente.

Basicamente, os CEOs e empresários que buscam o intraempreendedorismo procuram por funcionários capazes de agir como empreendedores, resolvendo problemas, propondo soluções e entregando mais do que um funcionário comum faria.

Colaboradores com esse perfil de comportamento acabam se destacando pela vontade de fazer mais do que é pedido, mostram vontade de criar e não demonstram engajamento em atividades dominadas pela rotina. Em geral, profissionais da geração Millennial apresentam essas características, mas isso obviamente não é regra.

Quais os benefícios do intraempreendedorismo?

Esse modelo traz uma série de benefícios, tanto para as empresas quanto para os intraempreendedores. Conheça os principais:

Retenção de talentos

Se a empresa não valoriza a veia empreendedora do colaborado, é bem provável que ele vá deixa-la em troca de outra empresa que o faça, ou até mesmo para abrir seu próprio negócio.

Por isso, permitir que seus colaboradores expressem sua criatividade dentro da empresa é uma forma de reter talentos. Com oportunidades de empreender dentro de um negócio que já fazem parte, esses funcionários se sentirão motivados e valorizados.

Estimular a inovação

O intraempreendorismo faz com que a empresa inove mesmo não contratando uma equipe nova, por exemplo.

Colaboradores com viés empreendedor podem ajudar a identificar novas oportunidades de negócio e também maneiras de melhorar os processos internos.

Com isso a empresa reduz custos e ganha competitividade no mercado.

Exemplos de intraempreendedorismo para se inspirar

Agora que já te explicamos o que é o intraempreendedorismo, que tal se inspirar em um case de sucesso?

Gmail – Google

O Google é uma empresa conhecida pelo intraempreendedorismo. A empresa permite que os funcionários dediquem 20% do seu tempo em projetos pessoais.

Mas o que muita gente não imagina é que o e-mail do Google começou com um projeto de intraempreendedorismo do então funcionário Paul Buchheit, sendo lançado em 2004. A ideia foi inovadora porque aplicou a função de busca do Google à caixa de mensagens, além de oferecer mais espaço de armazenamento. Hoje, é uma ferramenta essencial para usar qualquer produto do Google.

Post-its – 3M

Uma empresa que incentiva o intraempreendedorismo de maneira semelhante ao Google é a 3M. A multinacional permite que seus colaboradores reservem 15% do tempo que passam no trabalho para criarem projetos de motivação pessoal. Foi assim que o ex-funcionário Art Fry criou um dos produtos mais conhecidos da 3M, o post-it que foi lançado em 1970.

Botão “Like” – Facebook

O famoso botão de “like” do Facebook foi criado em um programa de ideias interno da empresa, originado em um hackthon. A ideia é bem simples, mas mudou completamente a forma como os usuários interagem com as publicações na rede social, influenciando outras plataformas.

Como desenvolver intraempreendedores?

É preciso valorizar e estimular a colaboração e a inovação dos funcionários desenvolvendo projetos e ideias. Para essa ação é necessário manter a tolerância a erros e foco nos clientes, compartilhando seus resultados, recompensando seus colaboradores e exercendo uma liderança descentralizadora e celebrando conquistas.

Porém é importante falar que, para que a empresa desenvolva intraempreendedores, é fundamental que ela tenha uma cultura capaz de estimular a participação dos funcionários de todos os níveis hierárquicos. Deixando claro a importância de todos para o  sucesso do negócio.

Investir na qualificação profissional é imprescindível. Palestras, cursos e intercâmbio de informações entre os profissionais podem ser usados para melhorar cada vez mais a colaboração.

Agora que você já sabe o que é o intraempreendedorismo e como ele pode fazer toda a diferença em sua empresa, ajudando a alcançar níveis mais altos do que o previsto. Significa, cada vez mais aproveitar o capital humano que está à disposição e abrir espaço para novos conceitos.

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A nova dinâmica do trabalho deu espaço para um novo perfil profissional. Trata-se do “E-leadership”, uma figura inspiradora que integra o melhor do conhecimento tecnológico e da liderança institucional.

Não há dúvidas de que a pandemia mudou os paradigmas do mundo do trabalho, onde não só as modalidades foram afetadas, mas também a interação com os colaboradores. Foi assim que as instituições passaram de um modelo de tratamento direto e presencial, para um relacionamento mais indireto e distante, onde a tecnologia desempenhava um papel relevante como intermediária de comunicação.

Nesse artigo iremos te mostrar o que é o E-leadership, quais as suas competências e como isso pode ajudar a sua empresa.

O que é o E-leadership?

E-leadership é um novo modelo de liderança, que possui o objetivo de ajudar as empresas a lidar e potencializar as competências da geração millennial.

Dentre suas propostas, podemos citar questões como: reduzir a hierarquia da empresa para que os millennials se sintam importantes, proporcionar uma maior colaboração e participação, ter uma maior flexibilidade, possibilitar uma maior autonomia.

Esse modelo visa o uso da tecnologia para produzir mudanças de atitudes, sentimentos, pensamentos, comportamentos e desempenho dos colaboradores para que alcancem os objetivos desejados.

Segundo especialistas, o e-líder é um profissional que incorpora os conhecimentos de um TI, junto à figura inspiradora de um líder, sendo a pessoa que consegue integrar os dois conceitos, mudando radicalmente uma empresa.

Quais as competências da liderança online?

Para que sua empresa consiga colocar em prática o e-leadership, o profissional responsável por essa tarefa deve sempre se preocupar com algumas questões essenciais para que esse modelo de liderança seja eficaz.

Dentre elas, podemos citar: se preocupar em manter uma boa comunicação, ter uma gestão de processos firme e bem direcionada, saber se adaptar à mudanças, ter um bom conhecimento técnico e, principalmente, ter um bom relacionamento interpessoal.

Como o E-leadership pode ajudar a sua empresa?

Com um novo olhar sobre os modelos de trabalho que estão sofrendo com constantes mudanças, onde a tecnologia e o trabalho remoto continuam em alta, mesmo pós-pandemia, o E-leadership contribui para que os desafios da liderança moderna sejam superados.

Engajar, treinar e avaliar colaboradores de diferentes faixas etárias, com perfis e habilidades diferentes é uma missão difícil de ser completada, mas com a ajuda da tecnologia e dos softwares de gestão de pessoas utilizados no E-leadership simplificam a rotina.

Tal tem sido o impacto desse novo modelo de liderança que a Comissão Europeia considera que a incorporação desta figura nas organizações pode ser decisiva para a recuperação econômica e para a competitividade na economia digital global.

Para os especialistas, esse novo papel virá cobrir espaços que a virtualidade abriu como: fortalecer a confiança entre as equipes, superar a falta de contato e o isolamento presencial, superar as barreiras da comunicação não presencial, proporcionar certeza diante da incerteza da virtualidade, entre outros aspectos-chave que a nova economia digital enfrentará.

Com tantos modelos de liderança, cada organização precisa definir o que a melhor representa de acordo com sua missão, visão, valores e perfis dos colaboradores contratados.

Ainda assim, o E-leadership pode ser considerado como um modelo democrático, porque vai além das particularidades de cada negócio: está em total conformindade com o movimento do mercado. Pense nisso!

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A Geração Z iniciou no mercado de trabalho durante uma pandemia, o que causou a mudança completa da trajetória e a estabilidade de suas carreiras. Por isso, é preciso entender muito bem o impacto dessa geração no novo modelo de mercado.

Também denominados pós-millennials, ou centennials, essa geração é mais ou menos composta por aqueles que nasceram a partir de 1997. Embora a identidade da Geração Z ainda esteja se formando, é fundamental que as empresas entendam os desafios únicos que essa geração enfrenta e os ajude a dar o pontapé inicial em suas carreiras. Caso contrário, correm o risco de ficarem pra trás.

Pensando nisso, resolvemos explicar nesse artigo a importância da Geração Z e qual o seu impacto no mercado de trabalho.

Geração Z é ainda mais tecnológica

Quem nasceu depois dos anos 2000 não teve que se acostumar com o avanço da tecnologia. Essas inovações simplesmente fizeram parte da sua evolução natural como indivíduo e nem se imaginam em um mundo sem wifi ou smartphone, por exemplo.

É a geração do aplicativo, da comunicação por vídeo e da conectividade. Por isso, se adaptam facilmente a diferentes plataformas e acabam sendo mais dependentes da tecnologia para exercer suas atividades.

Porém isso não significa que eles não valorizam o contato cara a cara no ambiente de trabalho. Uma pesquisa divulgada pela Inc. mostrou que 90% da Geração Z prefere ter na equipe uma pessoa inovadora, do que, necessariamente uma nova tecnologia. Fora que 72% deles preferem se comunicar pessoalmente, já que dois pontos importantes levantados na pesquisa são: apoio dos líderes e boas relações no trabalho, que só podem ser cultivadas através do diálogo.

Mais Sociais

A geração que já nasceu social. Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa da Socialnomics, nos EUA, 92% das crianças possuem uma “pegada” digital , como um perfil em redes sociais.

Mais empreendedores

Startups entraram para valer no sonho dos mais jovens. O empreendedorismo e o desejo de ter o próprio negócio deixaram de ser uma exceção. Comparando com a geração anterior, a nova geração tem 55% mais interesse em abrir sua própria empresa, de acordo com uma matéria feita pela Forbes. Mas o motivo não é a dificuldade em se encaixar nas empresas já existentes e sim a garantia de independência e sucesso financeiro.

Mais espaço para vida pessoal

Com os níveis surpreendentes de ansiedade e depressão entre a Geração Z suas experiências no local de trabalho são diretamente afetadas. Em uma pesquisa de 2021 realizada pela Adobe, 59% dos entrevistados declararam se sentir insatisfeitos com o trabalho. Desafios em manter o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, turnos longos, estresse pelo tempo e falta de flexibilidade foram outras entre os principais motivos de insatisfação, com 57% dos entrevistados afirmando se sentirem pressionados a manterem-se disponíveis em todos os momentos do dia.

O que esperar da Geração Z no mercado de trabalho?

O profissional da Geração Z não escolhe o emprego apenas pela proposta comercial ou pela possibilidade de crescimento na carreira. Para essa pessoa, pesa muito acreditar e concordar com os propósitos e ideias da organização, que é o que dá força extra para trabalhar melhor.

Uma geração ultra conectada, criativa e não está em busca apenas de autoafirmação. Afinal, eles são mais práticos que os millennials. Essa é uma combinação poderosa para olhar os problemas sob uma nova ótica e gerar soluções disruptivas.

Então, se permita reconhecer o poder da Geração Z no mercado de trabalho. Assim, além de atrair os talentos, você poderá incorporar o que eles podem trazer de melhor para sua organização.

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A data limite para enviar seu imposto de renda 2022 mudou agora você tem até o dia 31 de maio.

Especialistas recomendam que o contribuinte se prepare o quanto antes para enviar a declaração e garantir uma restituição mais rápida.

Se você tem dúvidas sobre como declara o Imposto de Renda (principalmente se essa for sua primeira vez), vamos te ajudar. Separamos um guia para te auxiliar nessa tarefa, que acontece todos os anos.

Tudo sobre Imposto de Renda 2022

Para este ano, a Receita Federal anunciou algumas novidades e simplificações em comemoração aos 100 anos da criação do Imposto de Renda.

Entre as mudanças estão:

  • O acesso à declaração pré-preenchida, que poderá ser feita por todos os contribuintes que possuírem contas níveis prata ou ouro no Gov.br;
  • Consulta sobre informações como pendências de anos anteriores por meio do aplicativo “Meu Imposto de Renda”;
  • Pagamento do imposto e restituição via Pix;
  • Criação de códigos para a declaração de algumas categorias de criptoativos.

Como saber se preciso eu preciso declarar o Imposto de Renda 2022?

Pessoas que nunca declaram o Imposto de Renda sempre ficam com essa preocupação, principalmente se dispuseram de um aumento de renda no último ano.

É obrigatório fazer a declaração de IR quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano passado – vale destacar que o Auxilio Emergencial é considerado rendimento tributável.

No caso das atividades rurais, é preciso declarar caso a receita bruta tenha sido superior a R$ 142.798,50.  Além disso, quem recebeu rendimentos isentos, são tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 40mil ao longo do ano passado também deve declarar o Imposto de Renda.

A obrigatoriedade também vale para quem tem bens (como imóveis e veículos) com valor total superior a R$ 300 mil, para aqueles que tiveram lucro com operações na bolsa de valores, alienação de bens e direitos ou na venda de imóvel residencial no país, para quem solicitou empréstimos e para aqueles que se tornaram residentes brasileiros no ano anterior.

É importante ressaltar que quem tiver filhos ou dependentes com mais de 12 anos deverá apresentar o CPF deles na declaração de Imposto de Renda. Todas essas informações você poderá encontrar no site da Receita Federal.

Quem são os isentos de declarar o Imposto de Renda?

Isentos de fazer a declaração são as pessoas físicas que:

  • Não se enquadra em nenhum item na lista anterior (das obrigatoriedades)
  • For dependente e constar na declaração de outra pessoa física
  • Tiver propriedade de bens e direitos que foram bens comuns, já declarados pelo cônjuge, desde que o valor total dos seus bens privativos não exceda R$ 300 mil até o final do ano passado.

Passo a passo sobre como declarar o Imposto de Renda

Fazer a declaração de Imposto de Renda não é o bicho de sete cabeças que muitos imaginam.  Mas não há problema algum em contratar alguém para fazer esse serviço, inclusive é até recomendável caso você se sinta muito inseguro sobre o processo.

Porém, saber pagar os próprios impostos é um conhecimento que todo mundo deveria ter, afinal faz parte de sua cidadania.

Passo 1 : Separe todos os documentos para o imposto

Primeiro de tudo, separe todos os documentos que você precisará para preencher a sua declaração.

Confira a lista do que é necessário para declarar o Imposto de Renda, lembrando que algumas opções podem não se aplicar ao seu caso:

  • Nome, CPF, data de nascimento e endereço atualizado;
  • Cópia da última declaração de Imposto de Renda entregue (caso haja);
  • Grau de parentesco dos dependentes (caso haja) e suas respectivas informações;
  • Dados atualizados da conta bancária;
  • Informe de rendimentos da empresa;
  • Comprovantes e documentos de bens, como imóveis e veículos, principalmente de negociações realizadas;
  • Informe de rendimentos de investimentos (fornecido pelas corretoras);
  • Documentos com informações sobre empréstimos e financiamentos;
  • Comprovantes de INSS;
  • Comprovantes de pagamento de despesas médicas;
  • Documentos referentes ao pagamento de despesas com educação;
  • Comprovantes de contribuições para a previdência privada;
  • Holerites, recibos de pagamento e notas fiscais em geral do ano anterior.

Passo 2 : Baixe o programa da Receita Federal para fazer a declaração

Esse passo você pode fazer pelo computador, celular ou tablete. No computador, basta baixar o programa do Imposto de Renda 2022 no site da Receita Federal.

No celular, baixe o aplicativo “Meu Imposto de Renda” e caso você tenha o certificado digital, basta acessar o site da Receita Federal e declarar na área “Meu Imposto de Renda”.

Passo 3 : Preencha a declaração de IR  

Com seus documentos em mãos e o programa já instalado no seu computador, celular ou tablet, é hora de preencher a temida declaração.

Na tela inicial, clique em “Criar nova declaração” caso seja a sua primeira declaração de IR ou em “Importar dados da declaração de 2021” se você já tiver feito isso antes.

A parte mais importante da declaração são os campos financeiros, é claro. Preste atenção redobrada para não cometer erros nos seguintes campos:

  • Alimentandos;
  • Bens e Direitos;
  • Dependentes;
  • Dívidas e ônus reais;
  • Doações efetuadas;
  • Espólios;
  • Importações;
  • Imposto Pago;
  • Imposto Retido;
  • Pagamentos Efetuados;
  • Renda;
  • Rendimentos.

Em caso de dúvida sobre o que preencher ou sobre o significado de algum campo, é só clicar no botão “Ajuda” no canto direito da tela e buscar a sua dúvida. Além disso, ali você já consegue acessar a um tutorial feito pela própria receita federal.

Passo 4 :  Escolha entre a declaração completa e a simplificada

Se você optar pela declaração simplificada, vai ganhar um desconto de 20% do total da sua renda tributável. Sendo assim, não precisa apontar os seus gastos para deduzir do imposto (saúde, educação, etc.).

Optando pela declaração completa, você pode colocar todos os seus gastos dedutíveis (e comprová-los, é claro) para fazer a dedução adequada para o seu caso. Ou seja, você só deve escolher a declaração completa se as suas deduções ultrapassarem os 20% da sua renda tributável.

Passo 5: Cheque todas as informações para enviar

Confira todas as informações preenchidas com muita atenção (inclusive os centavos), Estando tudo certo, clique em “Entregar declaração” e salve o recibo de declaração do Imposto de Renda – Ele será necessário para o ano que vem.

Agora é só aguardar a restituição, se houver. Qualquer imposto que você tenha pagado a mais será devolvido conforme o calendário de lotes divulgado pelo governo. Caso seja necessário pagar mais impostos, um boleto será gerado automaticamente para você quitar as pendências.

Errei no preenchimento, o que eu faço?

Um dia após o envio da sua declaração, confira ela inteira, informação por informação.

Esses minutos que você vai gastar de verificação, com certeza vão te poupar muita dor de cabeça, alguns meses de espera pela sua restituição e, sobretudo, um bom dinheiro!

Tudo que você precisa fazer é guardar o número de identificação gerado no seu recibo da declaração do Imposto de Renda.

Com o número em mãos, basta criar uma “Declaração Retificadora” com base em sua declaração já entregue e alterar o que estiver errado.

O que acontece com quem não declara o Imposto de Renda?

Fazer e enviar a declaração de Imposto de Renda 2022 é obrigatório e quem não faz fica com o CPF pendente de regularização.

Isso significa que você não poderá emitir ou renovar passaporte, prestar concurso público, abrir contas bancárias, obter certidão para venda de imóvel nem fazer empréstimos, para citar alguns exemplos.

Você pode entregar a declaração de Imposto de Renda até 5 anos após o prazo regular, mas claro, pagando uma multa. Então, se organize e não deixe de declarar!

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Quando você pensa em algum tipo de fita adesiva, leite condensado, hastes flexíveis, lâminas de barbear ou até mesmo um refrigerante, tenho certeza que algumas das principais marcas disponíveis no mercado passam pela sua cabeça. Isso acontece porque a marca é a principal ligação entre a empresa, o produto e o cliente e também é uma forma de identificação. Por isso é muito importante tê-la registrada. Caso um concorrente te copie, só com o registro de marca feito você conseguirá ter direito ao nome.

Pensando nisso, preparamos um artigo para explicar o passo a passo do registo de marcas no INPI, para você ficar por dentro de tudo!

O que é e para quê serve o registro de marca?

Muitas pessoas querem empreender, mas não sabem por onde começar. Registrar uma marca significa proteger o seu patrimônio empresarial, ou seja, ter o registro de marca ampara o seu negócio legalmente e evita que a identidade seja copiada e/ou utilizada de forma indevida por concorrentes ou qualquer outra pessoa.

Além disso, a marca é a identidade da empresa, ela permite que a empresa seja reconhecida no meio das demais, especialmente pelos consumidores, registrar a marca garante ao empreendedor:

  • Proteção contra concorrência;
  • Direito de impedir e notificar o uso da marca sem autorização;
  • Cuidado com a integridade material e reputação do patrimônio;
  • Viabilização do licenciamento da marca, gerando receita por pagamento de royalties (quantia paga por alguém a um proprietário pelo direito de uso, exploração e comercialização de um bem);
  • Uso em materiais de divulgação sem o risco de ser processado ou de perder o investimento.

Passo a passo para fazer um registro de marca

Se você quer registrar sua marca no Brasil, é necessário seguir esse passo a passo:

Passo 1: Pesquise se o nome da marca já existe

A primeira coisa a ser feita é pesquisar no banco de dados do INPI(Instituto Nacional da Propriedade Industrial) se o nome já foi ou está sendo utilizado por outra empresa.

  • Acesse o site do INPI;
  • Clique em “Marca” (na parte superior da página);
  • Selecione a opção “Radical” na parte de Tipo de Pesquisa;
  • No campo “Marca”, informe o nome que deseja consultar;
  • Clique em pesquisar.

A tela que aparecerá a seguir mostrará as informações a respeito da marca pesquisada, como número do processo de registro, data, nome da marca, situação, titular e classe.

Passo 2: Efetue o cadastro, pague a GRU e inicie seu pedido

Para dar entrada no pedido de registro de marca é necessário fazer o cadastro no INPI e pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). Após efetuar o pagamento, guarde o número do processo e inicie o seu pedido de registro no site do e-Marcas.

Quais os custos para ter o registro de marca?

Ao fazer o pedido, pessoas físicas e microempreendedores pagam uma taxa de R$ 142,00. Pessoas jurídicas que não se encaixam nas modalidades de micro ou pequena empresa, pagam R$ 355,00

Assim que o registro for protocolado, será publicado o número do processo e só então iniciada a análise da documentação. Com o pedido sendo aprovado, é necessário pagar uma outra taxa no valor de R$ 298 para empresas de pequeno porte e pessoas físicas. Para as demais empresas, a taxa cobrada é de R$ 745.

Passo 3: Aguarde a avaliação

Ao receber a solicitação, o INPI publica seu pedido na Revista de Propriedade Industrial. A partir desse momento, existe um prazo de 60 dias, caso alguém queira apresentar qualquer oposição ao registro.

Depois desse período, seu pedido vai para a avaliação substantiva e, se não houver nenhuma inconsistência, pode ser liberado para a análise definitiva.

Passo 4: Prazos e validade da marca

É bom dizer que a marca é válida por um período de dez anos, que pode ser renovado. Após o deferimento de seu pedido, deverá ser paga uma taxa relativa aos primeiros dez anos de marca e a emissão do certificado.

Agora que você tem todas as informações necessárias para fazer o registro de marca de sua empresa, não tem mais desculpa para continuar sem ele.

Só essa garantia pode te dar autenticidade em seu negócio, só dela pode dizer se você é ou não único no mercado e passar credibilidade a clientes e fornecedores.

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Você já pensou na relevância do empreendedorismo feminino no mercado?

Esse movimento vem provocando transformações no mercado de trabalho, oxigenando as ideias e agregando em diversidade.

Além de contribuir para o empoderamento das mulheres, abrindo caminhos para que se tornem líderes não só de equipes, como também de sua própria trajetória profissional e pessoal.

No Brasil, são mais de 30 milhões de mulheres empreendedoras, em um universo de 52 milhões de empreendedores, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor 2020 (GEM), principal pesquisa sobre empreendedorismo no mundo, em parceria com a Sebrae.

Por isso, resolvemos explicar qual a importância do empreendedorismo feminino e quais são as dificuldades enfrentadas por essas mulheres ao empreender.

Importância do empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino colabora para a construção de uma sociedade mais justa, gerando oportunidades de liderança para mulheres. Embora elas representem 52% da população brasileira, mulheres só ocupam posições de destaque em 13% das 500 maiores empresas do país.

Além de contribuir para o crescimento da economia e para a criação de novos empregos, o empreendedorismo feminino transforma relações sociais. Quando uma mulher alcança a autonomia financeira, não precisa se submeter a relacionamentos abusivos e violentos, pois não depenem mais financeiramente de terceiros para se sustentar.

Mulheres empregam mais mulheres

Cerca de 73% dos empreendimentos liderados por mulheres no Brasil são majoritariamente femininos, contra apenas 21% dos empreendimentos liderados por homens. Já em relação à sociedade, das mulheres donas de negócio próprio com sócios, 44 têm apenas mulheres como sócias.

Principais desafios para mulheres empreendedoras

Mesmo com todo o cenário positivo de crescimento, ainda existem diversos avanços a serem feitos. Enquanto os empreendedores em geral apontam a liberdade como principal motivo para abrir seu negócio, as mulheres brasileiras acabam fazendo isso por necessidade, para complementar a renda ou alcançar a independência financeira.

Isso, porque na maioria das vezes elas precisam assumir o sustento da família sozinhas.

Mulheres empreendedoras recebem menos que os homens e segundo informações do Sebrae elas possuem menos acesso a linhas de crédito para estruturar e expandir seu negócio.

Outros desafios estão relacionados à maternidade, que exige maior flexibilidade no trabalho. Pesquisas revelam que 53% das empreendedoras brasileiras são mães, sendo que a maioria busca por horários mais flexíveis que permitam conciliar as tarefas domésticas e a vida profissional.

No meio corporativo, elas ainda enfrentam assédio e preconceito, partindo de ideias retrógradas como a de que são muito emotivas ou de que não poderão se comprometer com a empresa se tiverem filhos.

Dados do empreendedorismo feminino pelo mundo

Considerando o cenários mundial, o empreendedorismo feminino tem avançado principalmente nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Canadá, de acordo com o terceiro Mastercard Index of Women Entrepreneurs, divulgado em novembro de 2019.

Em um ranking formado por 58 mercados, que respondem por quase 80 da mão-de-obra feminina do planeta, o Brasil ficou na 32ª posição.

Já o levantamento “Women in The Boardroom – Uma Perspectiva Global”, da consultoria Deloitte, evidenciou o crescimento mundial do empreendedorismo feminino nos últimos anos. O percentual de aberturas de empresas ,por mulheres passou de 18%, em 2016 para 25% em 2019.

Apesar de todos os desafios enfrentados, muitas mulheres estão tomando a frente e fazendo a diferença, tornando seus sonhos possíveis através da criação de negócios de impacto social e econômico.

Por isso é sempre importante apoiar o crescimento da diversidade para que possamos diminuir as desigualdades de gênero e construir uma sociedade mais justa para as mulheres que estão por vir.

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Todos que já refletiram sobre seu futuro financeiro, certamente já pensaram sobre como começar a investir. Talvez isso soe como uma possibilidade distante para algumas pessoas, mas a realidade é que existem muitas formas de investimento para iniciantes, desde as mais acessíveis até as mais sofisticadas.

A realidade dos investimentos no Brasil não é das melhores. Uma pesquisa mostra que 67% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro.

Entre os brasileiros de classe C, D e E o número é ainda maior, de 71%. Entre as justificativas para não poupar dinheiro, 40% alegaram possuir uma renda muito baixa. Outros 18% disseram ter sido surpreendidos por algum imprevisto financeiro, 15% citaram gastos extras atípicos como reformas, tratamentos médicos e compras, e 13% reconheceram ter perdido o controle sobre os próprios gastos.

Se você é alguém que quer investir, mas não se acha capaz e/ou que não possui os conhecimentos para isso, decidimos falar algumas regras básicas de investimento para iniciantes.

Regras de investimento para iniciantes

Investimento para iniciantes precisa ter objetivos definidos

O hábito de investir fica muito mais fácil quando se tem objetivos definidos. Guardar dinheiro tendo um meta como base facilita o controle e traz realização a cada conquista e quando falamos de objetivos, não precisa ser algo grande, como comprar um apartamento ou trocar de carro.

Pode começar com um objetivo menor e depois evoluir, como poupar 100 reais por mês e começar a investir com esse valor. Suas metas precisam ser simples de entender, objetivas e realistas.

Organize  a quantia mensal a ser investida

O valor a ser investido, deve sempre estar de acordo com o orçamento pessoal. Se der aumente um pouquinho, em meses mais apertados, reduza, o importante é manter o controle financeiro para seguir aplicando.

Descubra o seu perfil de investidor

Saber qual é o seu perfil de investidor te ajuda a escolher investimentos mais alinhados com seus planos. O Perfil é definido com base em algumas informações como sua tolerância aos riscos do mercado, idade, situação financeira e claro, os objetivos para o futuro.

Faça um investimento teste

O primeiro passo é sempre o mais difícil, então fazer uma aplicação para testar é bem interessante. Faça desse investimento um tipo de “treino”, então, utilize um valor baixo.

A tríplice do investimento para iniciantes 

Os três pontos a seguir são a base de qualquer investimento para iniciantes, por isso é necessário conhecê-los:

Rentabilidade

A rentabilidade é referente a quanto o seu dinheiro rende no investimento feito. Ou seja, qual o percentual de dinheiro que se pode ganhar em determinada aplicação.

Liquidez

A liquidez pode ser definida como a facilidade de resgatar o dinheiro que está sendo investido ou de ter o dinheiro em conta assim que precisar. Quanto mais rápido você conseguir o dinheiro de volta, maior é a liquidez e menor tende a ser o risco do investimento.

Risco

Esse está ligado a possibilidade do retorno ser baixo ou até mesmo negativo. Isso pode acontecer se a economia não vai bem, se existe alguma mudança na taxa de juros do mercado, se a empresa apresenta um resultado ruim para os acionistas, entre outros.

Investimentos de alta rentabilidade normalmente apresentam riscos maiores, enquanto os de menor rentabilidade possuem riscos baixos. Isso não é uma regra, mas é o cenário mais comum.

Saber como investir pode ajudar e muito não só a suas finanças pessoais, como também as da sua empresa.

Conseguir montar uma boa reserva um dia pode fazer toda a diferença entre continuar ou não com o empreendimento. Uma empresa sem reservas acaba se tornando num lugar sem visão de crescimento e despreparada para qualquer eventualidade. Agora que você já sabe o que você deve ter para começar, chegou o momento de colocar em prática.

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Se você é um empreendedor ou pensa em ser, provavelmente já escutou falar no termo patrimônio líquido.

Ele pode parecer só mais um termo entre tantos no mundo dos negócios, mas é imprescindível para manter o equilíbrio financeiro da organização.

Apesar de sua importância, muitos ainda não sabem o que é o patrimônio líquido e têm dificuldades em realizar o cálculo, por isso no artigo de hoje, iremos explicar o que é o patrimônio líquido e como calculá-lo.

O que é patrimônio líquido?

O patrimônio de uma empresa pode ser classificado em dois tipos: bruto e líquido. Enquanto o patrimônio bruto corresponde à soma de todos os bens e ativos da empresa em um determinado período, o líquido condiz com a diferença entre o patrimônio bruto e as obrigações financeiras que a empresa possui. Na prática, o patrimônio líquido corresponde aquilo que de fato pertence aos seus acionistas.

O que é o ativo e o passivo de uma instituição?

Antes de saber como fazer o cálculo do patrimônio líquido de sua empresa, é importante entender dois conceitos fundamentais dessa operação: ativo e passivo. O ativo corresponde aos bens e direitos da empresa, como:

  • Bens móveis: Equipamentos, veículos e produtos em estoque;
  • Bens imóveis: Terrenos e prédios;
  • Bens tangível: Mobília, eletrodomésticos e dinheiro em caixa;
  • Bens intangíveis: Marca, patentes direitos autorais e capital intelectual;
  • Direitos: Dividendos e títulos a receber.

Já o passivo está relacionado às obrigações financeiras da empresa. Há o passivo circulante, que representa as despesas que devem ser pagas em até 12 meses (aluguel, impostos e salários) e o passivo não circulantes, que se refere às despesas que devem ser pagas em longo prazo, ou seja, em mais de 12 meses (financiamentos).

Como calculá-lo?

Como já mencionamos, ele corresponde a diferença entre os ativos e passivos de um empresa, de modo que é possível expressar a operação da seguinte forma:

Patrimônio Líquido = Ativos – Passivos

Lembrando que os ativos correspondem a todos os bens e direitos da empresa e os passivos a todas as obrigações financeiras. Portanto, cada um deles deve ser somado antes de calcular o patrimônio líquido.

Por que é importante acompanha-lo mensalmente?

Acompanhar essa informação é importante para ter segurança, saber como está o desenvolvimento da empresa e evitar surpresas desagradáveis.

É importante que esse dado seja acompanhado pelo contador e pelo gestor, ou empresário.

O ideal é que todos os meses, o balanço da empresa apresente aumento de valor do patrimônio líquido. Desta forma, você terá certeza que a empresa está crescendo.

Qual a diferença entre patrimônio e patrimônio líquido? 

Patrimônio nada mais é do que o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma empresa. Já o Líquido são os bens e direitos menos as obrigações.

O patrimônio líquido não está melhorando? E agora?

Neste caso, será necessário fazer uma análise mais detalhada, de pelo menos 12 ou até 24 meses seguidos. Dessa forma, será possível verificar com mais cuidado os valores apresentados.

É comum que os gráficos de desempenho das empresas apresentem oscilações. Em alguns meses estão positivos e em outros negativos. Oscilações, até certa medida, são habituais em um contexto competitivo de mercado.

O valor do patrimônio líquido é um importante dado para se ter como referência em busca de melhorias na empresa. Ele pode ser uma poderosa ferramenta para otimizar o resultado do negócio.

Recomendamos que seja realizado uma reavaliação dos processos gerenciais. Realizar reuniões com as equipes e estabelecer algumas metas organizacionais com o objetivo de melhorá-lo.

Para essas reuniões, o Coworking Town oferece espaços com toda a infraestrutura que necessária para receber você e seus colaboradores para encontros com sua equipe e treinamentos!

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A prática de uma boa gestão financeira passa, obrigatoriamente, pela análise e melhoria frequente de KPIs financeiros. Mas duas métricas principais acabam sendo muito confundidas e elas são a lucratividade e a rentabilidade.

Ambas são indicadores chave para o sucesso financeiro de uma companhia. Servem como medidos para entender o que precisa ser melhorado, mas também como base para a tomada de decisões e sem a medição correta dessas métricas, o risco de erros aumenta e a organização , como um todo, passa a não ter uma visão real da situação financeira. Falhas nesse aspecto podem até mesmo levar à falência.

Sabendo disso, resolvemos explicar nesse artigo a diferença entre esses dois termos, o que são e como medi-las em sua empresa.

Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

Esses dois indicadores trazem informações importantes para a tomada de decisões e a análise da saúde financeira de uma empresa. Ambas compartilham do lucro final para que o cálculo da métrica seja realizado, mas com objetivos diferentes.

Enquanto a lucratividade contrasta o lucro final com o faturamento real, a rentabilidade compara o lucro final com o investimento realizado como: compra de material ou contratação de mão de obra, por exemplo.

A lucratividade serve para verificar se o dinheiro faturado será suficiente para cobrir os custos e gerar o lucro esperado. Já a rentabilidade demonstra a capacidade que a empresa tem de gerar retorno com base no que foi investido.

Para entender melhora essa diferença, vamos a fundo no que diz cada conceito.

Conceitos de lucratividade e rentabilidade

O que é rentabilidade? 

No empreendedorismo, a rentabilidade é a medida do retorno financeiro de um investimento. Ela está associada ao lucro do valor investido no empreendimento. Esse cálculo serve para que o empreendedor avalie o custo de oportunidade da abertura da empresa.

Como calcular a rentabilidade de uma empresa?

Para calcular o índice de rentabilidade, é necessário dividir o lucro líquido pelo investimento realizado e depois, multiplica-lo por 100, chegando assim ao percentual.

Aqui temos um exemplo:

Vamos imaginar que uma empresa investiu R$ 20.000,00  em publicidade para vender mais produtos. Com o sucesso da campanha, conseguiu um lucro líquido de R$ 80.000,00. Nesse caso o cálculo ficaria:

  • 80.000,00 / 20.000,00 x 100 = 400%

Entende-se, então que para cada 1 real investido em publicidade, ele teve um retorno de 4 reais. Além do exemplo citado,  a rentabilidade pode servir como estudo de viabilização de um novo produto, uma nova vertical de negócio ou até mesmo um novo equipamento.

O que é lucratividade?

É uma métrica de mensuração de eficiência operacional. Podemos dizer que um negócio é lucrativo quando o produto final da divisão entre o lucro líquido e o volume de vendas (faturamento) é positivo.

Aqui temos um exemplo:

Digamos que uma empresa tenha uma receita total de R$ 100.000,00 e um lucro líquido de R$ 12.000,00. Nesse caso, o cálculo ficaria assim:

  • 12.000,00 / 100.000,00 x 100 = 12%

O resultado mostra que o percentual de ganho da empresa é de 12%. Com esse resultado é possível entender o quão eficaz é a aplicação da ciência de vendas do negócio, quão eficiente são os processos organizacionais relacionado às vendas, além de conseguir calcular se a empresa está bem posicionada no mercado em relação à concorrência.

Como o coworking pode te ajudar?

Sabemos o quanto pode ser caro, principalmente para micro e pequenas empresas, os custos de manter um escritório com uma boa infraestrutura. Recepção, salas de reunião com equipamentos de vídeo, copa, manutenção do espaço, luz, água, internet e tudo isso torna manter um escritório uma coisa  que pesa no orçamento de uma empresa.  Com isso, o coworking pode se tornar uma ótima opção para a diminuição desses gastos.

No Coworking Town você tem acesso a toda essa infraestrutura, pagando apenas um único boleto. Além disso, nossos escritórios estão em localizações privilegiadas na cidade, o que passa uma maior credibilidade para receber seus clientes e colaboradores.

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No último dia 03 de Janeiro, teve inicio o prazo para a Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DAS-SIMEI), ou simplesmente Declaração Anual do MEI é um dos principais deveres do Microempreendedor Individual (MEI).

Mas, muitas pessoas não sabem do que se trata essa declaração e como gera-la. Por isso, nesse artigo iremos tirar as principais dúvidas sobre o assunto, para que você possa fazer sua Declaração Anual sem problemas.

O que é a Declaração Anual do MEI?

Como o nome já diz, a Declaração Anual de Faturamento é uma declaração obrigatória correspondente ao faturamento do ano-calendário, ou seja, do ano anterior ao que está em exercício. Por tanto no ano de 2022 a declaração deve ser referente ao faturamento do ano de 2021.

A Declaração deve ser feita mesmo se não houver faturamento anual.

Até quando posso gerar a minha Declaração Anual do MEI?

O prazo para o envio dos dados de faturamento da sua empresa, devem ser enviados até o ultimo dia do mês de maio, ou seja, até o dia 31 de maio de 2022.

O que acontece se eu não fizer a Declaração Anual ou enviar com atraso?

O envio da Declaração fora do prazo, resulta em uma multa que vai de R$ 50,00 a até 20% dos tributos. Além do pagamento da multa, o profissional não poderá emitir boleto para pagar o imposto mensal (DAS), e ainda terá um multa aplicada em cima desse imposto.

Caso o MEI fiquei dois anos consecutivos sem enviar a Declaração Anual, seu CNPJ será cancelado e seus débitos serão transferidos para pessoa física.

O que devo informar na minha Declaração?

Basicamente existem três informações que devem constar na sua Declaração Anual: Se houve funcionário registrado durante o período, a receita bruta total recebida no ano anterior e a receita referente à venda de produtos e/ou serviços, também no ano anterior.

Para informar os ganhos, uma das melhores e mais fáceis maneiras é consultar as notas fiscais emitidas durante o ano anterior. Porém, independente de emitir u não a nota, realizar um bom controle financeiro mensal, com os valores recebidos, auxilia no preenchimento da Declaração Anual.

Como fazer a Declaração Anual pelo aplicativo do MEI Fácil:

  • Abra o aplicativo e digite o seu CPF para acessar os dados da sua MEI;
  • Clique no menu à esquerda e selecione a opção “declaração anual”.

Ali você confere todas as declarações do seu CNPJ, tanto as em atraso, já feitas ou pendentes;

  • Selecione a declaração em aberto;
  • Para fazer a declaração, informe no primeiro campo, o valor total de tudo que você recebeu em vendas ou comércio e indústria. Preencha esses valores com atenção, pois as informações serão fornecidas para a Receita Federal;

Se você presta somente serviços, então a receita referente à comércio e indústria terá o valor de zero e vice e versa, ok?

  • Informe, no segundo campo, tudo que você recebeu como prestador de serviços. Esses valores serão somados, automaticamente, com todos os outros valores, ao final da sua declaração.
  • Por ultimo, informe se você teve um funcionário registrado na sua MEI e autorize à MEI Fácil o envio da sua declaração;
  • Por último, basta clicar em “fazer declaração”.

Em alguns segundos, caso necessário, você poderá atualizar as informações das declarações no aplicativo e a declaração que você acabou de fazer aparecerá como “Entregue”.

Pronto, a sua declaração foi enviada e você receberá, por e-mail, o recibo dela.

Como corrigir a Declaração Anual?

Caso você queira corrigir a declaração anual MEI recém feita ou que ainda está dentro do prazo até o dia 31 de maio do ano vigente, é só entrar no aplicativo da MEI Fácil, clicar na declaração que deseja corrigir e atualizar as informações necessárias.

No caso de ter entregado alguma declaração errada nos últimos anos, também é possível corrigir, basta fazer uma declaração retificadora. A única coisa que não pode deixar de ser feita, é a entrega da  declaração anual MEI.

Sempre Importante Lembrar:

1) Não se pode confundir a DASN-SIMEI (Declaração Anual do MEI) com a Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física, que deve ser entregue até 30 de abril.

2) O Empreendedor deve separar o que se refere à Pessoa Física (CPF, dele) e à Pessoa Jurídica (CNPJ, da empresa).  A receita da atividade do MEI é da Pessoa Jurídica.

3) Os lucros retirados da empresa constituem a renda da Pessoa Física e são considerados rendimentos isentos e não tributáveis até o limite de 8% (para comércio e indústria) ou 16% (serviços) da receita bruta. Em caso de dúvidas, procure o Sebrae Amapá ou um profissional contabilista.

Agora que você já sabe como fazer a sua declaração anual de faturamento, chegou o momento de gera-la, o prazo está vigente e não é seguro deixar para fazer em cima da hora!

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Ter vontade de empreender é um aspecto muito comum do brasileiro. Esse desejo pode nascer por necessidade ou oportunidade. Independente de qual for o caso, você sabe quais são os perfis de empreendedores? É possível desenvolver um perfil assim?

Para responder essas questões preparamos esse post com os perfis de empreendedores. Leia e confira se você se encaixa em algum deles.

Quais os perfis de empreendedores? 

Empreendedor Executor

Esse perfil empreendedor é associado não somente aquele que gerencia o negócio, mas também aquele que coloca a mão na massa na execução das ações da empresa. Você pode ser um fotógrafo, um engenheiro projetista ou um médico.

É clássico para os perfis de empreendedores por necessidade, que são aqueles que abrem uma empresa por falta de ocupação formal. Normalmente este tipo de abertura é ligada a alguma habilidade pré-existente do profissional, como saber cozinhar, por exemplo. É um tipo bastante comum de empreendedor, pode-se dizer, até porque é mais fácil montar uma empresa naquilo que você sabe como se faz.

Conhecer todo o processo do trabalho a ser desenvolvido ajuda muito na hora de planejar corretamente o negócio, e o empreendedor executor é essa pessoa. Ele domina uma parte técnica do trabalho, e consegue assim definir dentro das perspectivas da empresa como será feito o atendimento e as entregas aos clientes.

Embora a vantagem seja conhecer como deve ser feito o trabalho, esta também pode ser uma desvantagem se você não souber a hora de delegar as ações aos outros profissionais envolvidos: o executor tem mais dificuldade de deixar o dia a dia das tarefas para trabalhar com a gestão do negócio em si.

Neste caso, o ideal é aprimorar-se no sentido de saber a hora de ser gestor também ou encontrar um parceiro de negócios que se encaixe neste perfil, para completar todas as necessidades do negócio.

Empreendedor Gestor

Esse é o perfil do empreendedor que gosta de ter uma visão macro do negócio, planeja os próximos passos com base nos dados coletados, quer estar próximo de todos os funcionários para mantê-los animados e engajados com o trabalho. Será certamente o primeiro a pensar em montar um bom plano de negócios antes de dar o start na empresa.

Diferentemente do perfil executor – que vai continuar se identificando como médico, padeiro ou técnico de informática quando se torna empreendedor -, o gestor assume naturalmente a designação de empresário.

Esse tipo de empreendedor é capaz de controlar com clareza os números da empresa, e a gestão financeira será mais acertada e clara com ele. A dificuldade é justamente deixar de lado o modo empresário e partir para a linha de frente do negócio, executando ações ligadas ao dia a dia.

Comumente, em uma empresa onde o principal componente é um empreendedor gestor, todo o serviço ou produto entregue pelo negócio está nas mãos dos técnicos contratados. Talvez, justamente por isso, seja interessante ter alguém da área de atuação como sócio mesmo, para garantir a boa execução do trabalho.

Empreendedor Criativo

Este é aquele tipo que vê ideias de negócio em todo o lado: nas atividades que executa no dia-a-dia, mas também em outros espaços e áreas de atuação que nem conhece muito bem. Podemos dizer que os empreendedores que trabalham com inovação são os que se encaixam nesse perfil, porque a ideia básica é trazer uma maneira diferente de fazer as coisas, com muita criatividade.

Quem é um empreendedor criativo normalmente não está muito apegado ao negócio: ele é interessante enquanto é um laboratório, ou se seguir sempre inovando, mas deixa de trazer o brilho nos olhos quando transforma-se em uma empresa tradicional e de processos repetitivos.

As dificuldades deste perfil moram justamente na instabilidade: a criatividade muitas vezes abre espaço para não ser tão pé no chão quanto se deveria em se tratando de negócios. A dica aqui é encontrar uma parceria que dê o suporte para o criativo seguir inovando, e mantenha o negócio andando corretamente, com gestão e execução em dia.

Como o coworking pode ajudar os perfis de empreendedores

Com essas descrições podemos ver que não há como empreender sendo um único perfil de empreendedor, é necessário sempre ter uma habilidade a mais, que saia da sua zona de conforto para manter de pé um negócio. O bom empreendedores é aquele que acumula vários perfis de empreendedores em um só ou que consegue enxergar isso em outras pessoas para que possam agregar ao empreendimento.

Para que seu negócio possa decolar, é interessante estar alocado em um espaço que incentive a troca com profissionais de diferentes áreas e um espaço coworking é ideal para aqueles que estão começando. Além de toda estrutura que o Coworking Town oferece para a sua empresa, aqui também acreditamos nas pessoas, na inteligente, na mentalidade vencedora e no sonho grande.

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Com o final do ano chegando a espera pelas grandes promoções aumenta significativamente. Algumas dessas datas mais importantes são a Black Friday e o Natal, mas para muitos empreendedores ainda existe a dúvida de como aumentar as vendas de seus produtos e/ou serviços no próximo ano.

Por isso, se você ainda não sabe como se preparar para 2022, separamos algumas dicas de como turbinar os seus resultados.

Como se preparar para aumentar as vendas

1. Fazer ações promocionais ao longo do ano

Muitas vezes ficamos tão focados nas épocas das grandes promoções como Black Friday e Natal que esquecemos de fazer pequenas demonstrações de ações promocionais ao longo do ano. A primeira coisa a fazer é estipular quais produtos você irá trabalhar, o que é essencial já que seu público- alvo está em busca de promoções e melhores condições de pagamento.

Você pode por exemplo, escolher produtos ou serviços que mais atendam às necessidades dos seus clientes, aqueles que oferecem maior rentabilidade ou margem de lucro e fazer ações promocionais durante o ano, usando o aniversário da empresa como motivo ou até o aniversário de seus clientes. Mas, lembrando de sempre certificar-se que pode atender a demanda. Criar uma demanda sobre um produto ou serviço que você não pode entregar só vai causar uma experiência ruim do seu consumidor com o seu negócio.

2. Preparar estratégia de marketing e divulgação

É necessário pensar em como atrair o consumidor. O seu público precisa saber o que você oferece, quais as condições e o que o diferencia da concorrência, o consumidor precisa lembrar de você quando surgir a intenção de compra do produto ou serviço que você oferece.

Para isso, você pode criar campanhas em redes sociais, ações promocionais com descontos especiais para quem já é seu cliente, ou mesmo criar uma experiência diferenciada no seu ponto de venda em épocas específicas, caso tenha algum, que é exatamente o que os shopping centers fazem quando realizam sorteios e decoram seus corredores para o Natal.

3. Treine sua Equipe

Toda a sua equipe precisa estar alinhada no mesmo propósito, que é oferecer o melhor atendimento, a melhor experiência ao cliente , para aumentar as vendas. Até porque  sabemos que não adianta ter um bom produto se você não tem um bom atendimento.

Deixe bastante claro quais são suas ideias e objetivos, o que você espera deles, e crie campanhas que motivem seus colaboradores. O trabalho bem feito deve ser reconhecido.

4. Planejamento

E para dar conta de todos esses passos de forma eficiente para colher os resultados desejados, o segredo é o planejamento.

A preparação com antecedência vai te ajudar a ter um maior controle sobre as ações promocionais, investimentos e resultados esperados, principalmente nas épocas mais críticas no final do ano. Você terá mais tempo, por exemplo, para negociar melhores condições com fornecedores e parceiros.

Como um coworking pode te ajudar a aumentar suas vendas

Essa nossa dica extra é para todos que possuem vendas totalmente online, ou que até mesmo não possui mais um escritório e sua operação funciona 100% em home office.  O Coworking Town possui salas de reuniões e salas de treinamentos totalmente equipadas para que você possa reunir sua equipe e conseguir trabalhar juntos para o aumento das vendas nesse final do ano.

Agora que você já sabe todas as nossas dicas é hora de botar em prática. Não tenha medo de tentar e arriscar, o mais importante é ser transparente com o seu público e promover ofertas que realmente possam ser boas tanto para o consumidor, quanto para o seu empreendimento.

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