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A prática de uma boa gestão financeira passa, obrigatoriamente, pela análise e melhoria frequente de KPIs financeiros. Mas duas métricas principais acabam sendo muito confundidas e elas são a lucratividade e a rentabilidade.

Ambas são indicadores chave para o sucesso financeiro de uma companhia. Servem como medidos para entender o que precisa ser melhorado, mas também como base para a tomada de decisões e sem a medição correta dessas métricas, o risco de erros aumenta e a organização , como um todo, passa a não ter uma visão real da situação financeira. Falhas nesse aspecto podem até mesmo levar à falência.

Sabendo disso, resolvemos explicar nesse artigo a diferença entre esses dois termos, o que são e como medi-las em sua empresa.

Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

Esses dois indicadores trazem informações importantes para a tomada de decisões e a análise da saúde financeira de uma empresa. Ambas compartilham do lucro final para que o cálculo da métrica seja realizado, mas com objetivos diferentes.

Enquanto a lucratividade contrasta o lucro final com o faturamento real, a rentabilidade compara o lucro final com o investimento realizado como: compra de material ou contratação de mão de obra, por exemplo.

A lucratividade serve para verificar se o dinheiro faturado será suficiente para cobrir os custos e gerar o lucro esperado. Já a rentabilidade demonstra a capacidade que a empresa tem de gerar retorno com base no que foi investido.

Para entender melhora essa diferença, vamos a fundo no que diz cada conceito.

Conceitos de lucratividade e rentabilidade

O que é rentabilidade? 

No empreendedorismo, a rentabilidade é a medida do retorno financeiro de um investimento. Ela está associada ao lucro do valor investido no empreendimento. Esse cálculo serve para que o empreendedor avalie o custo de oportunidade da abertura da empresa.

Como calcular a rentabilidade de uma empresa?

Para calcular o índice de rentabilidade, é necessário dividir o lucro líquido pelo investimento realizado e depois, multiplica-lo por 100, chegando assim ao percentual.

Aqui temos um exemplo:

Vamos imaginar que uma empresa investiu R$ 20.000,00  em publicidade para vender mais produtos. Com o sucesso da campanha, conseguiu um lucro líquido de R$ 80.000,00. Nesse caso o cálculo ficaria:

  • 80.000,00 / 20.000,00 x 100 = 400%

Entende-se, então que para cada 1 real investido em publicidade, ele teve um retorno de 4 reais. Além do exemplo citado,  a rentabilidade pode servir como estudo de viabilização de um novo produto, uma nova vertical de negócio ou até mesmo um novo equipamento.

O que é lucratividade?

É uma métrica de mensuração de eficiência operacional. Podemos dizer que um negócio é lucrativo quando o produto final da divisão entre o lucro líquido e o volume de vendas (faturamento) é positivo.

Aqui temos um exemplo:

Digamos que uma empresa tenha uma receita total de R$ 100.000,00 e um lucro líquido de R$ 12.000,00. Nesse caso, o cálculo ficaria assim:

  • 12.000,00 / 100.000,00 x 100 = 12%

O resultado mostra que o percentual de ganho da empresa é de 12%. Com esse resultado é possível entender o quão eficaz é a aplicação da ciência de vendas do negócio, quão eficiente são os processos organizacionais relacionado às vendas, além de conseguir calcular se a empresa está bem posicionada no mercado em relação à concorrência.

Como o coworking pode te ajudar?

Sabemos o quanto pode ser caro, principalmente para micro e pequenas empresas, os custos de manter um escritório com uma boa infraestrutura. Recepção, salas de reunião com equipamentos de vídeo, copa, manutenção do espaço, luz, água, internet e tudo isso torna manter um escritório uma coisa  que pesa no orçamento de uma empresa.  Com isso, o coworking pode se tornar uma ótima opção para a diminuição desses gastos.

No Coworking Town você tem acesso a toda essa infraestrutura, pagando apenas um único boleto. Além disso, nossos escritórios estão em localizações privilegiadas na cidade, o que passa uma maior credibilidade para receber seus clientes e colaboradores.

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Ter vontade de empreender é um aspecto muito comum do brasileiro. Esse desejo pode nascer por necessidade ou oportunidade. Independente de qual for o caso, você sabe quais são os perfis de empreendedores? É possível desenvolver um perfil assim?

Para responder essas questões preparamos esse post com os perfis de empreendedores. Leia e confira se você se encaixa em algum deles.

Quais os perfis de empreendedores? 

Empreendedor Executor

Esse perfil empreendedor é associado não somente aquele que gerencia o negócio, mas também aquele que coloca a mão na massa na execução das ações da empresa. Você pode ser um fotógrafo, um engenheiro projetista ou um médico.

É clássico para os perfis de empreendedores por necessidade, que são aqueles que abrem uma empresa por falta de ocupação formal. Normalmente este tipo de abertura é ligada a alguma habilidade pré-existente do profissional, como saber cozinhar, por exemplo. É um tipo bastante comum de empreendedor, pode-se dizer, até porque é mais fácil montar uma empresa naquilo que você sabe como se faz.

Conhecer todo o processo do trabalho a ser desenvolvido ajuda muito na hora de planejar corretamente o negócio, e o empreendedor executor é essa pessoa. Ele domina uma parte técnica do trabalho, e consegue assim definir dentro das perspectivas da empresa como será feito o atendimento e as entregas aos clientes.

Embora a vantagem seja conhecer como deve ser feito o trabalho, esta também pode ser uma desvantagem se você não souber a hora de delegar as ações aos outros profissionais envolvidos: o executor tem mais dificuldade de deixar o dia a dia das tarefas para trabalhar com a gestão do negócio em si.

Neste caso, o ideal é aprimorar-se no sentido de saber a hora de ser gestor também ou encontrar um parceiro de negócios que se encaixe neste perfil, para completar todas as necessidades do negócio.

Empreendedor Gestor

Esse é o perfil do empreendedor que gosta de ter uma visão macro do negócio, planeja os próximos passos com base nos dados coletados, quer estar próximo de todos os funcionários para mantê-los animados e engajados com o trabalho. Será certamente o primeiro a pensar em montar um bom plano de negócios antes de dar o start na empresa.

Diferentemente do perfil executor – que vai continuar se identificando como médico, padeiro ou técnico de informática quando se torna empreendedor -, o gestor assume naturalmente a designação de empresário.

Esse tipo de empreendedor é capaz de controlar com clareza os números da empresa, e a gestão financeira será mais acertada e clara com ele. A dificuldade é justamente deixar de lado o modo empresário e partir para a linha de frente do negócio, executando ações ligadas ao dia a dia.

Comumente, em uma empresa onde o principal componente é um empreendedor gestor, todo o serviço ou produto entregue pelo negócio está nas mãos dos técnicos contratados. Talvez, justamente por isso, seja interessante ter alguém da área de atuação como sócio mesmo, para garantir a boa execução do trabalho.

Empreendedor Criativo

Este é aquele tipo que vê ideias de negócio em todo o lado: nas atividades que executa no dia-a-dia, mas também em outros espaços e áreas de atuação que nem conhece muito bem. Podemos dizer que os empreendedores que trabalham com inovação são os que se encaixam nesse perfil, porque a ideia básica é trazer uma maneira diferente de fazer as coisas, com muita criatividade.

Quem é um empreendedor criativo normalmente não está muito apegado ao negócio: ele é interessante enquanto é um laboratório, ou se seguir sempre inovando, mas deixa de trazer o brilho nos olhos quando transforma-se em uma empresa tradicional e de processos repetitivos.

As dificuldades deste perfil moram justamente na instabilidade: a criatividade muitas vezes abre espaço para não ser tão pé no chão quanto se deveria em se tratando de negócios. A dica aqui é encontrar uma parceria que dê o suporte para o criativo seguir inovando, e mantenha o negócio andando corretamente, com gestão e execução em dia.

Como o coworking pode ajudar os perfis de empreendedores

Com essas descrições podemos ver que não há como empreender sendo um único perfil de empreendedor, é necessário sempre ter uma habilidade a mais, que saia da sua zona de conforto para manter de pé um negócio. O bom empreendedores é aquele que acumula vários perfis de empreendedores em um só ou que consegue enxergar isso em outras pessoas para que possam agregar ao empreendimento.

Para que seu negócio possa decolar, é interessante estar alocado em um espaço que incentive a troca com profissionais de diferentes áreas e um espaço coworking é ideal para aqueles que estão começando. Além de toda estrutura que o Coworking Town oferece para a sua empresa, aqui também acreditamos nas pessoas, na inteligente, na mentalidade vencedora e no sonho grande.

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Com o final do ano chegando a espera pelas grandes promoções aumenta significativamente. Algumas dessas datas mais importantes são a Black Friday e o Natal, mas para muitos empreendedores ainda existe a dúvida de como aumentar as vendas de seus produtos e/ou serviços no próximo ano.

Por isso, se você ainda não sabe como se preparar para 2022, separamos algumas dicas de como turbinar os seus resultados.

Como se preparar para aumentar as vendas

1. Fazer ações promocionais ao longo do ano

Muitas vezes ficamos tão focados nas épocas das grandes promoções como Black Friday e Natal que esquecemos de fazer pequenas demonstrações de ações promocionais ao longo do ano. A primeira coisa a fazer é estipular quais produtos você irá trabalhar, o que é essencial já que seu público- alvo está em busca de promoções e melhores condições de pagamento.

Você pode por exemplo, escolher produtos ou serviços que mais atendam às necessidades dos seus clientes, aqueles que oferecem maior rentabilidade ou margem de lucro e fazer ações promocionais durante o ano, usando o aniversário da empresa como motivo ou até o aniversário de seus clientes. Mas, lembrando de sempre certificar-se que pode atender a demanda. Criar uma demanda sobre um produto ou serviço que você não pode entregar só vai causar uma experiência ruim do seu consumidor com o seu negócio.

2. Preparar estratégia de marketing e divulgação

É necessário pensar em como atrair o consumidor. O seu público precisa saber o que você oferece, quais as condições e o que o diferencia da concorrência, o consumidor precisa lembrar de você quando surgir a intenção de compra do produto ou serviço que você oferece.

Para isso, você pode criar campanhas em redes sociais, ações promocionais com descontos especiais para quem já é seu cliente, ou mesmo criar uma experiência diferenciada no seu ponto de venda em épocas específicas, caso tenha algum, que é exatamente o que os shopping centers fazem quando realizam sorteios e decoram seus corredores para o Natal.

3. Treine sua Equipe

Toda a sua equipe precisa estar alinhada no mesmo propósito, que é oferecer o melhor atendimento, a melhor experiência ao cliente , para aumentar as vendas. Até porque  sabemos que não adianta ter um bom produto se você não tem um bom atendimento.

Deixe bastante claro quais são suas ideias e objetivos, o que você espera deles, e crie campanhas que motivem seus colaboradores. O trabalho bem feito deve ser reconhecido.

4. Planejamento

E para dar conta de todos esses passos de forma eficiente para colher os resultados desejados, o segredo é o planejamento.

A preparação com antecedência vai te ajudar a ter um maior controle sobre as ações promocionais, investimentos e resultados esperados, principalmente nas épocas mais críticas no final do ano. Você terá mais tempo, por exemplo, para negociar melhores condições com fornecedores e parceiros.

Como um coworking pode te ajudar a aumentar suas vendas

Essa nossa dica extra é para todos que possuem vendas totalmente online, ou que até mesmo não possui mais um escritório e sua operação funciona 100% em home office.  O Coworking Town possui salas de reuniões e salas de treinamentos totalmente equipadas para que você possa reunir sua equipe e conseguir trabalhar juntos para o aumento das vendas nesse final do ano.

Agora que você já sabe todas as nossas dicas é hora de botar em prática. Não tenha medo de tentar e arriscar, o mais importante é ser transparente com o seu público e promover ofertas que realmente possam ser boas tanto para o consumidor, quanto para o seu empreendimento.

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Estrutura financeira pessoal misturadas às contas da empresa, ausência de indicadores e falta de capital: Esses são apenas alguns dos problemas enfrentados no momento de manter a organização financeira de uma empresa, gerando uma verdadeira bagunça.

Mas, sem pânico! Se você está cometendo alguns desses erros, neste artigo iremos te ajudar a colocar o seu setor financeiro em ordem com algumas dicas valiosas para minimizar os gastos e garantir a eficiência da empresa.

Organização financeira é sinônimo de disciplina

Uma das qualidades que todo empreendedor ou gestor deve ter é disciplina. Não há como ter sucesso na organização financeira de uma empresa sem emprenho e dedicação, sem um acompanhamento diário e foco as chances de alcançar o objetivo desejado são remotas.

Empresas de grande porte devem acompanhar bem de perto alguns indicadores de desempenho, tais como faturamento, custos fixos, custo total, lucro nominal, margem de lucro e nível de endividamento, por exemplo.

Já as empresas de pequeno e médio porte devem exercer um acompanhamento com regularidade semanal ou até diária. Essa recomendação se deve ao fato das PMEs serem financeiramente mais frágeis do que as grandes corporações.

Esse acompanhamento de perto permite visualizar flutuações mais rapidamente, contornando as situações logo que elas se iniciam.

Separe as contas para uma melhor organização financeira  

Sem dúvidas, manter as conta da empresa junto a conta pessoal é uma das atitudes mais prejudiciais. É um erro básico, mas ainda é muito cometido pelas pequenas empresas.

Por mais que a tentação seja enorme, é preciso organizar, de maneira rigorosa, os recursos vindos e destinados à empresa, dos ganhos reservados a vida pessoal. Não há como fugir dessa separação, sem ela você não tem a visualização correta dos indicadores e pode acabar cobrindo seus custos pessoais com o dinheiro que seria destinado a empresa.

Em caso de haver sócios é necessário conversar desde o início  e programar o valor e o dia de retirada para contas pessoais de cada um.

Conheça bem os prazos

Ter conhecimento de quais são as restrições de prazo, as datas de recebimento e vencimento das contas é essencial. Isso evita atrasos e o pagamento de juros de mora. Essa questão não deve ser ignorada, pois conhecer bem os prazos é o primeiro passo para controlar o fluxo de caixa, estabelecendo prioridades para tudo aquilo que corresponde ao longo, médio e curto prazo. Pensando em dívidas, por exemplo, é essencial conhecer aquelas que são de curto prazo.

Tenha definido um orçamento anual

Alguns investimentos podem se mostrar ótimas oportunidades. Porém, isso deve ser muito bem controlado e calculado para que não gere uma instabilidade no negócio.

Você pode contratar um novo serviço, investir em uma expansão de algum setor, contratar mais pessoas ou ferramentas. Porém, o ideal é que se defina um orçamento anual para isso.

Com essa atitude você se certifica de manter um valor limite para o investimento. Essa quantia já será conhecida e pode ser aplicada sem prejudicar a saúde financeira do negócio.

Então, o ideal é que você faça uma reunião com os envolvidos, defina o foco do investimento, os valores, objetivos e também alguns marcos importantes para entender se aquilo está ou não conforme o planejado.

Negocie boas condições de pagamento

Mais do que simplesmente ter uma boa gestão das organizações que fazem negócios com você, é importante conquistar boas condições de pagamento. Ajustar prazos, negociar valores e parcelamentos pode evitar que sua empresa tenha que descapitalizar um valor significativo de uma só vez ou que pague juros excessivos.

Avalie quais são as melhores opções para o seu setor financeiro, analisando todas as transações envolvidas, e procure fornecedores de qualidade que possam atender as necessidades.

Utilize soluções tecnológicas

Ao iniciar suas atividades, muitas empresas utilizam folhas de cálculo tradicionais para realizar o seu controle financeiro. Porém, a medida que a empresa cresce, fica difícil manter esses documentos atualizados manualmente.

Tendo em conta este aspecto, é recomendável adotar um software de gestão integrado para a empresa. Esse modelo de plataforma conta com várias ferramentas que vão desde a automatização de propostas comerciais até funções que facilitam a organização financeira. Quando se recursos tecnológicos é possível eliminar a realização de tarefas manuais e repetitivas, o que reduz a ocorrência de erros e otimiza o trabalho dos gerentes financeiros, permitindo armazenar, compartilhas e atualizar dados de fluxo de caixa diário e mensal, contas a pagar e a receber, projeção de receitas, custos e orçamentos com rapidez.

Sabemos que manter a organização financeira de uma empresa, independente do tamanho, não é uma tarefa fácil, principalmente quando você não possui experiência com isso, mas ela é o ponto chave para uma empresa se manter em funcionamento ou não, afinal um negócio vai muito além de um produto e/ou serviço de qualidade, requer uma boa administração para que ele possa se manter a longo prazo. Por isso além das nossas dicas recomendamos muito estudo sobre o assunto, faça pesquisas e veja o que melhor vai se adequar a sua empresa.

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A pandemia causada pela covid-19 prejudicou a muitos, porém não impediu o brasileiro de abrir seu próprio negócio. O número de Microempreendedores Individuais (MEI) cresceu no país ao longo de 2020. Do total de 3.359.750 empresas abertas no período, 2.663.309 eram MEIs, representando um crescimento de 8,4% em relação ao ano de 2019. Os dados são do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, referente ao terceiro quadrimestre do ano passado. No fim do terceiro quadrimestre de 2020, existiam, no Brasil, 11.262.383 MEIs ativos. Hoje, eles respondem por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

Pensando nisso, resolvemos explicar qual a diferença entre Micro Empreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Pequenas e Médias Empresas (PME) E Empresas de Pequeno Porte (EPP) para que você possa encontrar o modelo que se encaixa para o seu empreendimento.

Micro Empreendedor Individual (MEI)

Essa denominação abrange empreendedores e empresários individuais que trabalham por conta própria. O faturamento não pode ultrapassar o valor de R$ 81 mil por ano , não podem ter outro empreendimento ou sócio ou titular do negócio e devem possuir, no máximo, um colaborador.

Além disso para abrir o seu próprio negócio MEI , é preciso ter conhecimento de quais atividades podem ser realizadas com o registro, de acordo com o código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Em 2021, o valor de contribuição mensal desta categoria para a Previdência Social é de R$ 55 até R$ 61, variando de acordo com o setor em que o empresário atua. Com isso, os MEIs têm benefícios garantidos, como aposentadoria por idade ou por invalidez, pensão por morte, auxílio doença e salário maternidade.

Microempresa (ME)

A sigla abrange pequenos negócios que faturam anualmente o valor máximo de R$ 360 mil. Diferente do MEI, essa categoria pode ser subdividida em outras quatro: Sociedade Simples, Eireli, Sociedade Empresária e Empresário.

Em Sociedade Simples, o cidadão presta o serviço de acordo com a profissão escolhida por ele, como por exemplo, advogados, dentistas, escritores etc.

O Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) não possui a possibilidade de sócios e também o patrimônio empresarial é separado do pessoal.

Na Sociedade Empresária, o cidadão pode se organizar em grupo para realizar sua atividade econômica.

Por fim, na categoria Empresário, os empreendedores precisam ter firma individual aberta e possuem a liberdade para atuarem em qualquer categoria.

Além disso, nesta classificação de ME, é possível ter no máximo 19 colaboradores caso o setor seja a indústria ou 9 sendo comércio ou serviços.

Em relação ao regime tributário, o ME pode optar pelo Simples Nacional, que simplifica o recolhimento de tributos de forma única.

Pequenas e Médias Empresas (PME)

Pequenas e Médias Empresas (PMEs) são negócios em que o seu faturamento e número de funcionários ultrapassa o que é estabelecido para um micro-empreendimento, mas também não chega perto de um grande negócio. Assim, de acordo com  o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a pequena empresa, por exemplo, tem a renda anual maior que R$ 306 mil e menor ou igual a R$ 4,8 milhões. Já a média empresa tem a renda anual maior que R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões.

Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a classificação ocorre pelo número de funcionários. As micro e pequenas empresas da indústria têm, por exemplo, até 49 colaboradores, e as médias ficam na casa dos 100 até 499 colaboradores.

As PMEs são os negócios que podem ser encontrados em qualquer cidade brasileira, pois oferecem variados tipos de serviços. Entre os exemplos estão padarias, mercados, escritórios, lanchonetes, salões de beleza, entre outros.

Recentemente, quanto ao regime tributário, as PMEs também podem utilizar o Simples Nacional, além do Lucro Presumido e o Lucro Real.

Empresa de Pequeno Porte (EPP)

Nesta classificação, o faturamento dos negócios é de R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões, podem ter de 20 a 99 colaboradores na indústria ou de 10 a 49 coladores no comércio e serviços.

Em relação ao regime tributário, os empresários desta categoria também podem optar pelo Simples Nacional, mas possuem a opção de escolher o Lucro Real ou Lucro Presumido.

Assim como a ME, às Empresas de Pequeno Porte também podem se subdividir em três categorias: EI, Eireli e LTDA.

No Empresário Individual (EI), não existe separação do patrimônio da pessoa física com a jurídica, e também não há possibilidade de sócios.

No Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), a única diferença é a separação dos patrimônios.

Por último, na Sociedade Limitada (LTDA), o negócio pode ter de dois a mais sócios e os patrimônios são separados do empreendimento.

Agora que você já sabe a diferença de cada modelo de negócio você pode encarar o desafio de abrir seu próprio negócio com muito mais informação e ver onde sua empresa melhor se encaixa.

Se você está abrindo uma empresa e não tem onde registrar, conheça o nosso serviço de endereço fiscal, assim você pode estabelecer sua empresa em um endereço conhecido e respeitado, oferecendo o melhor para seus clientes.

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Após quase dois anos, a pandemia causada pela covid-19 trouxe suas consequências no bolso e na mente do brasileiro, revelando uma nova realidade pautada pelo isolamento e criando um novo perfil de consumo pós pandemia: consumidor mais ansioso, mais imediatista e que prioriza a satisfação pessoal.

Pensando nesse novo cenário, resolvemos listar algumas tendências promissoras de consumo e importantes pontos de atenção para empresas.

Geração Hiperconectada Pós Pandemia

Antes mesmo da pandemia o consumo já tinha grande parte voltada para o digital, mas com todas as mudanças impostas na rotina, houve uma aceleração do processo de digitalização generalizada e agora passamos a ter uma geração de consumidores hiperconectados. Isso significa que as pessoas agora priorizam o digital como meio de consumir e se relacionar.

Para as empresas, houve a necessidade cada vez maior e mais urgente de recursos e ferramentas de apoio que possam mapear e fazer uma leitura inteligente do que se consome e o que se busca, assim como a interpretação do peso das redes sociais e das tendências  virais criadas nela, para a decisão de compra.

Outro ponto interessante são os 60+, faixa etária que foi destaque no aumento em compras online, cerca de 71% deles fizeram compras via smartphone em 2020, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Ainda de acordo com a pesquisa, 88% dessa faixe etária são os responsáveis pelo controle das finanças de suas famílias e são os decisores de compra, Ou sejam é preciso estar atento a esse público que é novo para o online e focar em estratégias que os englobem e até priorizem este público.

Priorização da Saúde Mental e Satisfação Pessoal do Consumidor Pós Pandemia

Se alguma coisa teve muito destaque durante a pandemia, com certeza, foi a questão da saúde mental. Dados da pesquisa “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus”, feita pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), mostraram que 6 em cada 10 jovens relataram ter sentido ansiedade e feito uso exagerado de redes sociais durante a pandemia. Agora, eles dizem buscar priorizar a saúde mental e satisfação pessoal.

Para o setor de consumo, isso mostra uma busca maior por produtos e serviços focados no bem-estar, saúde e lazer. No turismo, já se fala que viagens de negócios irão representar uma parte menor das vendas para companhias aéreas e que as viagens a lazer deverão ser o foco. Os hábitos de consumo pós pandemia já estão começando a ser mais pautados num estilo de vida mais saudável e sustentável.

Responsabilidade Social e Sustentabilidade

Outro ponto que se destaca é o olhar mais responsável que as pessoas passaram a ter em relação a suas compras. Várias pesquisas mostram que os consumidores atuais preferem empresas que possuem políticas de responsabilidade social, que apoiem Organizações Sociais e se preocupem com a sustentabilidade desde o processo de produção, prezando pela conduta das organizações em prol da sociedade no geral.

Um estudo do Capgemini Research Institute apontou que 79% dos consumidores dizem estar mudando as suas preferências de compra com base nesses critérios de responsabilidade social, inclusão e impacto ambiental das marcas. Além dos consumidores, a pandemia também despertou nas próprias empresas essa consciência de entregar valores, entender seu papel na sociedade, reforçando o papel das empresas de atores sociais importantes.

Consumo sem Rótulos

Com a diversidade sendo estampada cada dia mais nas marcas, os consumidores são mais exigentes e interessados em comprar produtos da forma que bem entendem, de acordo com os próprios gostos, sem distinções de sexo, por exemplo. Essa é uma tendência de mercado, que só vai crescer e aumentar, sendo imprescindível que as empresas tragam itens sem gênero e produtos abrangendo todos os tipos de públicos.

Consumo inteligente visando mais benefícios e descontos

O consumo pós pandemia se torna mais inteligente, ou seja, as pessoas estão pesquisando mais na hora de comprar e estão dando prioridade para consumir onde elas têm mais benefícios de compra como: Cashback, cupons de desconto, programa de pontos, entre outros. Recursos de fidelização passam a ser ainda mais essencial nessa nova era.

Programas de fidelidade são valiosas ferramentas para o crescimento do negócio e para o planejamento estratégico da empresa. Empresários e empreendedores devem estar atentos a eles.

E-commerce Cross Border

A pandemia trouxe um aumento significativo do consumo em sites estrangeiros, segundos dados da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) 65% dos brasileiros estão comprando mais nesses sites e aplicativos. Isso se deve ao fato dos preços mais atrativos para o consumidor brasileiro, em sites da China, por exemplo, eles estão conseguindo diminuir o tempo de entrega e os valores de frete cada vez mais.

Por isso é importante estar de olho nesta concorrência que vem ganhando cada vez mais espaço. Segundo a pesquisa feita em parceria com a OpinionBox, o tíquete médio das compras dos brasileiros em sites ou aplicativos estrangeiros foi de R$482,00, representando 7% a mais do que o valor registrado no e-commerce brasileiro. Aplicar ofertas especiais e isenção de frete para consumidores fidelizados, por exemplo, pode ser uma boa alternativa para não perder espaço e incentivar a recorrência de compra.

O mais importante nesse novo cenário não é seguir todas as tendências, mas sim fazer uma análise de quais mais se encaixam para o seu perfil de negócio e aplicá-las. O consumo pós pandemia vem trazendo mudanças significativas ao tradicional modelo de fazer negócio e não atualizar seu negócio é sinônimo de perdas de oportunidades e atraso.

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A ferramentas de videoconferência tem feito com que nossa forma de nos comunicarmos seja mais rápida de direta, se tornando essenciais para os dias atuais após a pandemia da covid-19. Porém, quando falamos de fazer negócio, não há nada mais efetivo do que reuniões presenciais.  

E para provar, decidimos listar aqui sete razões pelas quais se o interesse for alto e é importante causar uma boa impressão, vale a pena investir seu tempo, dinheiro e energia em reuniões presenciais.  

Pode ser mais difícil entender um ao outro em reuniões não presenciais 

A comunicação pode ser prejudicada por problemas técnicos incômodos, Também pode ser difícil entender cada palavra dita durante uma ligação, especialmente se a outra pessoa tiver um sotaque com o qual você não está acostumado. As coisas podem ser facilmente mal interpretadas em chamadas ou vídeochamadas, porque você não confia na linguagem corporal da outra pessoa e podem não haver muitas oportunidades para esclarecimentos se você vir uma expressão facial que te confunda, por exemplo.  

Reuniões presenciais ajudam a manter a audiência cativada

Desde o tempo que leva até que todos participem da videoconferência até as distrações que os participantes podem encontrar durante a reunião virtual, podemos achar complicado chamar atenção das pessoas. E se for um dos participantes que está dominando a conversa, quem está ouvindo no modo “mudo” provavelmente estará realizando outras tarefas ao mesmo tempo que a escuta, como responder e-mails ou verificar as últimas notícias. Como em muitos casos pode ser difícil dar a palavras a todos os que nos ouvem, esse tipo de chamada geralmente não nos ajuda a construir um diálogo bidirecional. Oportunidades para expressar preocupações podem ser perdidas e potenciais soluções criativas podem ser perdidas.  

Você não pode analisar a linguagem corporal do seu interlocutor pelo telefone ou em uma tela de 20 polegadas 

De acordo com um estudo conduzido pelo professor Albert Mehrabian na década de 70, 93% do que transmitimos aos outros é expresso por meio de comunicação não verbal, incluindo linguagem corporal e tom de voz. Isso significa que o que dizemos como tal representa apenas 7% do que queremos dizer. Agora pense em como essa ideia se traduz em comunicação virtual versus comunicação face a face. Todos nós sabemos por experiência própria como as conotações de um e-mail podem ser mal interpretadas. E, é claro, seu tom de voz pode não ser tão claro ou nítido como quando a reunião acontece pessoalmente. 

Mas o mais importante é que você considere como a linguagem corporal pode desempenhar um papel fundamental durante uma negociação. Um sorriso caloroso pode indicar aprovação, enquanto uma sobrancelha levantada pode expressar dúvida ou aversão. Você pode capturar instantaneamente a atenção de uma pessoa e conhecê-la mais profundamente ao olhá-la diretamente nos olhos. 

É muito mais fácil rejeitar alguém por e-mail do que pessoalmente 

Se você vende um serviço, produto ou ideia a um cliente em potencial, é menos provável que consiga persuadi-lo se suas interações ocorrerem por e-mail. Podemos levar isso a um nível experimental, levando em consideração quantas mensagens ignoramos ou descartamos em nosso dia-a-dia, especialmente quando o remetente é alguém que não conhecemos pessoalmente. 

De acordo com um estudo publicado na Harvard Business Review, os pedidos face a face têm 34 vezes mais probabilidade de gerar uma resposta positiva em comparação com os e-mails. Lembre-se disso ao tentar convencer alguém sobre um tópico importante, independentemente de estar a 10 passos de sua mesa ou a milhares de quilômetros de distância. 

Para construir confiança, você precisa olhar nos olhos de alguém 

Construir um relacionamento profissional leva tempo, especialmente se você está tentando alcançar alguém cuja cultura é muito diferente da sua. Fazemos suposições sobre as personalidades das pessoas baseadas se elas nos olham no olho ou se desviam o olhar durante a conversa. 

Psicólogos e neurocientistas têm estudado o contato visual há décadas e suas descobertas revelam muito mais sobre seu poder, incluindo o que nossos olhos revelam e como o olho no olho muda o que pensamos sobre a outra pessoa que nos mira. Reuniões presenciais nos permitem essa interação, o que não acontece tanto com chamadas de vídeo. 

Há muitas informações que você pode obter em reuniões presenciais  

Quando você presta atenção, há muitos detalhes interessantes que você pode extrair durante uma reunião cara a cara, desde a linguagem corporal e o tom de voz da pessoa à sua frente até a maneira como ela entra na sala de reuniões ou pequena conversa que você mantém antes do início da reunião. Todas essas pistas podem ajudá-lo a encontrar a melhor maneira de lidar com isso. E lembre-se de que isso funciona nos dois sentidos, então a imagem que você projeta de si mesmo também é importante. 

A busca por uma sala de reunião não precisa ser exaustiva  

Muitas empresas hoje em dia abdicaram de seus escritórios e levaram sua empresa para o ambito digital, mas sem um escritório, não seria possível realizar reuniões presenciais e enocntrar um espaço para fazer isso pode ser exaustivo, afinal o local onde você marca suas reuniões se torna a cara da sua empresa, quanto mais informal, menos credibilidade a empresa irá passar. Mas a Coworking Town pode ajudá-lo com isso, são três unidades com todo o aparato disponível para você fazer suas reuniões e fechar seus negócios com conforto, segurança, escolhendo a unidade mais próxima de você. Aluguel fácil e sem burocracias.  

Agora que você já sabe todos os benefícios que uma reunião presencial pode trazer na hora de fechar um negócio, chegou a hora e começar a marcá-las!  

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3 minutos de leitura

Anteriormente, o atendimento ao cliente tinha quase que exclusivamente o papel de suporte, ou seja, solucionar problemas apresentados pelos consumidores, na maioria das vezes visando proteger a empresa de algum tipo de prejuízo.

Porém, essa definição caiu em desuso. O modelo atual de atendimento ao cliente vai muito além da ação de suporte, oferecendo apoio e orientação ao consumidor ao longo de toda a jornada de venda.

O objetivo do atendimento ao cliente é otimizar o valor e a imagem da marca, trabalhando para a retenção,fidelização e satisfação dos consumidores que interagem com a marca, um bom atendimento ao cliente é aquele que prioriza as necessidades do consumidor. Sendo assim, para se destacar no mercado é necessário dominar essa técnica.

Uma pesquisa feita pela empresa de software Zendesk, aponta que 99% dos entrevistados disseram que mudam positivamente seus comportamentos de compra (consumindo mais ou recomendando o negócio a outras pessoas, por exemplo) após receber um bom atendimento. Já 98% apontam alterar negativamente sua postura após uma experiência ruim.

Abaixo listamos a dicas para que sua empresa esteja sempre um passo a frente da concorrência no atendimento:

  1. Valorize cada cliente

Valorize todos os clientes que entram em contato com você, seja ele pequeno ou grande. Um cliente valorizado se torna um cliente fidelizado e isso aumenta consideravelmente o valor investido por ele durante o tempo que se relaciona com a sua marca.

  1. Ofereça um ambiente confortável

Criar um ambiente agradável e confortável é essencial para um bom atendimento. O ambiente é o ponto de partida para que seu cliente seja fidelizado. Seja ele físico ou digital, se o cliente se sentir intimidado ou perdido, a qualidade do atendimento já será prejudicada

  1. Ofereça um atendimento ao cliente humanizado

Atendimento humanizado é aquele feito por uma pessoa real, dando a oportunidade ao consumidor de se conectar com a marca através de um representante. A utilização de uma comunicação clara e empática eleva a qualidade do seu atendimento.

Essa conexão criada com o cliente deixa ele mais aberto ao o que você tem a dizer, mesmo que ele tenha entrado em contato com um problema ou uma postura negativa

  1. Desenvolva sua equipe focada no atendimento ao cliente

Melhorar e desenvolver a equipe de atendimento é muito importante. Busque fazer treinamentos, promova reuniões para colher feedbacks e procure soluções inteligentes para fortalecer o seu time.

O desenvolvimento da equipe é sinônimo de qualidade no atendimento.

  1. Invista em tecnologia para preencher as lacunas

A tecnologia pode se tornar uma grande aliada na gestão do relacionamento com o cliente e, consequentemente, influenciar positivamente na experiência vivida na sua empresa. Uma comunicação eficiente e sem ruídos é crucial para um bom atendimento.

Para isso, é importante considerar a adoção de ferramentas que te ajudem a colocar isso em prática como:

  1. Seja transparente

Nossa última – mas não menos importante – dica para um bom atendimento ao cliente é ser transparente em todas as suas interações. Deixe claro o que você pode ou não fazer para solucionar o problema do cliente, para que não se crie expectativas sem a chance de alcançá-las, o que pode causar a decepção.

Ser transparente com o cliente não está limitado apenas à etapa de compra. Dependendo do tipo de negócio, o empreendedor se compromete com a assistência pós-venda. Abandonar um consumidor depois que ele fechou o negócio é abrir mão de um processo transparente.

Qualquer empresa ou empreendedor está sujeito ao descontentamento de algum eventual cliente, mas saber como lidar com esse descontentamento é o que faz a diferença.

Com um bom atendimento e a atitude correta você tem chances concretas de diminuir a incidência de problemas e garantir muito mais fidelizações.

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Em sua essência, a cultura de uma empresa é o conjunto compartilhado de valores, comportamentos e visão que determinam como e por que as coisas são feitas na sua organização.

Além disso, uma boa cultura empresarial pode ajudar seu negócio a ter sucesso. Todos nós já ouvimos a frase de Peter Drucker “a cultura come a estratégia no café da manhã” e, realmente, se a sua cultura não estiver devidamente alinhada com a estratégia, você terá problemas. Não a toa, a cultura da empresa também é um fator crítico para adquirir e reter os melhores talentos e fator fundamental no sucesso de uma empresa atualmente.

Por conta de tudo isso, fizemos esse artigo para você conhecer os principais pontos, saber como implementar e gerenciar com sucesso a cultura da sua empresa.

A base da cultura da empresa

Valores e Princípios

Os valores da empresa são como as organizações definem os pilares básicos de sua identidade e princípios que também afetam a maneira como conduzem seus negócios. Cada empresa tem um conjunto único de valores essenciais e eles apoiam a visão e os processos de tomada de decisão dentro da organização.

Após definir os valores, você tem que vive-los. Isso significa usá-los como princípios orientadores ao tomar decisões em todos os aspectos do negócio: contratação de novos funcionários, desenvolvimento de políticas da empresa, decisões de atendimento ao cliente, etc.

Código de Cultura

Pense em um código de cultura como o manual do funcionário que explica especificamente a cultura da empresa. Ele deve incluir:

• Declaração de missão
• Valores fundamentais
• Como trabalhar e viver de acordo com seus valores
• Quaisquer tradições da empresa
• Quaisquer crenças compartilhadas adicionais

Em outras palavras, deve delinear o que a cultura significa para sua empresa. Um código de cultura pode ser um manual rígido, uma apresentação virtual, um documento. Qualquer que seja a forma que assuma, deve ser bem documentado e claramente distribuído por toda a empresa.

Liderança

CEOs e conselhos executivos constituem o epicentro da cultura da empresa . Em primeiro lugar, um CEO dá o exemplo com seu próprio comportamento. Eles têm o poder de levar as empresas a alto desempenho e lealdade ou, como em casos como o escândalo da Enron, exatamente o contrário. O poder do CEO e da equipe executiva fica ainda mais claro quando você considera as culturas de empresas com CEOs muito diferentes.

O engajamento dos funcionários é um resultado direto de uma cultura empresarial de alto desempenho. Por quê? Porque as culturas de alto desempenho definem claramente comportamentos e normas saudáveis ​​e de apoio. Os funcionários entendem claramente sua cultura e o que se espera deles.

Formando a Equipe

Diversidade

Uma cultura forte não pode existir sem foco na diversidade. Uma pesquisa da Glassdoor descobriu que 67% das pessoas, consideram a diversidade um fator importante ao decidir onde trabalhar, por exemplo.

Para atrair os melhores talentos, então, é fundamental incorporar a diversidade ao local de trabalho. Além disso, a diversidade tem um desempenho melhor e pode fomentar a inovação.

Recrutamento

Para alcançar esse nível de engajamento e cultura, é preciso ter um recrutamento eficiente. Um dos maiores exemplos de sucesso nessa estratégia é o Nubank, que usa o recrutamento como meio para agregar a sua cultura, já bem definida desde a constituição da empresa. Para alguns departamentos de recursos humanos, a cultura é tão importante que se torna um valor em si mesma. Empresas como HubSpot e a Zappos são excelentes exemplos disso.

Aproveite para verificar o código de cultura da Netflix e se inspirar. Este conjunto de slides que se tornou viral foi publicado originalmente como um recurso de recrutamento.

Satisfação

Em última análise, uma cultura forte só pode existir quando os funcionários começam a se sentir mais confortáveis uns com os outros. Por isso, planeje eventos de diferentes tipos e ofereça oportunidades para que os funcionários se envolvam com colegas de diferentes departamentos.

Utilize de técnicas como O Net Promoter Score do funcionário (eNPS), um conceito que se baseia no sistema NPS, permitindo que os empregadores avaliem e obtenham um feedback instantâneo da disposição dos funcionários de serem embaixadores da empresa, defendendo o emprego lá.

Embora muitos líderes pensem que fazer perguntas para os funcionários por si só podem melhorar sua organização, pesquisas mostram que melhorar a cultura geral é uma maneira muito mais eficaz de melhorar os resultados dos negócios e impulsionar o crescimento. O engajamento dos funcionários, portanto, é um resultado direto de uma forte cultura da empresa.

Trabalho Remoto

Liberdade

Uma cultura corporativa que prioriza a equipe normalmente oferece flexibilidade e um nível de autonomia para garantir a felicidade do funcionário. Por exemplo, a Netflix oferece a seus funcionários um ano inteiro de licença familiar ilimitada, o que permite aos funcionários a oportunidade de decidir o que funciona melhor para eles.

A Netflix também incentiva a tomada de decisões independentes e uma cultura na qual as informações são compartilhadas abertamente. Isso é possível a partir de um alinhamento muito forte entre todas as lideranças e um processos de integração.

Novos Funcionários

À medida que mais empresas optam por contratar funcionários remotos, elas enfrentam o desafio de criar um processo de integração que atenda a esse objetivo para funcionários virtuais. Não ter oportunidades de se relacionar por meio de reuniões pessoais não é a situação mais ideal para uma nova contratação. Mas existem maneiras de preparar um programa de integração para funcionários remotos para minimizar as desvantagens.

Hoje em dia é fácil usar software de videoconferência e mensagens internas para apresentar sua nova contratação aos colegas de trabalho. Isso permite que os novos contratados se sintam mais confortáveis em conversas que criam vínculos pessoais. Também é importante que os funcionários virtuais tenham uma noção de como sua organização se parece e opera. Se você já tem imagens ou vídeos de dentro de seus escritórios, pode preparar tours virtuais que dão aos trabalhadores remotos uma noção do ambiente da empresa.

Você e o funcionário remoto devem ter clareza sobre os valores da empresa, os objetivos da equipe e as metas individuais. Você também deve estabelecer prazos para treinamento, revisões e metas de desempenho.

Criatividade

Como descobrimos nos últimos meses, trabalhar em casa significa não consumir muito tempo no trajeto e, pelo menos em teoria, melhor flexibilidade entre trabalho e vida pessoal.

Entretanto, mesmo depois de muitos meses, as vídeo conferências ainda não parecem uma solução permanente para a colaboração pessoal, e provavelmente nunca serão. Depender inteiramente dessa forma de comunicação também prejudica as oportunidades de crescimento pessoal e coletivo.

Nesse sentido, a criatividade é vital para permitir que as empresas projetem novos produtos ou desenvolvam seus serviços, atraiam novos clientes e avancem em direção ao crescimento sustentável. Mas isso requer na imensa maioria das vezes interação humana real.

Espaços de Coworking

Para muitas empresas, atualmente existe um vazio entre ficar em casa, em um ambiente controlado e confortável, ou há o salto de fé que é necessário para voltar a um ambiente que, depois de muitos meses, parece distante e inseguro.

Tudo começa com um local de trabalho seguro e com a educação das pessoas sobre práticas seguras, mas também requer muito da flexibilidade que vimos nos últimos meses. Em vez do pensamento arcaico das nove às cinco, as empresas devem abraçar a flexibilidade e permitir que as pessoas tomem decisões práticas, escolhendo os melhores dias e horários para trabalhar.

Os espaços de coworking também configuram uma grande alternativa para manter algumas equipes juntas em espaços descentralizados espalhados pelas cidades. Estes locais operam com rígidos protocolos de segurança e normalmente estão muito mais próximos das casas dos funcionários que o centro da cidade.

Cuide da sua cultura

Documentação

O primeiro passo para ter uma cultura forte – que leva a um forte engajamento – é documentá-la. Sua cultura é o DNA e a espinha dorsal de sua organização. Como você faria com qualquer estratégia ou objetivo de negócios, defina-o claramente!

Isso pode ser em uma apresentação, um manual do funcionário, seu sistema de intranet – ou todos os itens acima. Depois de fazer isso, distribua amplamente sua cultura documentada.

Comitê de cultura

As equipes de cultura e os diretores de cultura assumem muitas formas e formatos. Dependendo da organização, pode ser uma equipe dedicada, um parceiro terceirizado ou um subconjunto voluntário de sua equipe de RH . Qualquer que seja a configuração que você tenha, esta equipe define a agenda de como, por que e para onde a cultura da sua empresa está indo.

A cultura da empresa não é um tema leve e não é um objetivo isolado de um departamento ou de uma pessoa da empresa. É uma parte universal e indispensável do que faz sua empresa ter o melhor desempenho – ou não.

Longo prazo

Os profissionais altamente qualificados priorizam componentes culturais , como os valores da empresa e as oportunidades de crescimento. Você notará que essas considerações não são vantagens, mas sim aspectos da cultura organizacional. Isso pode ser um diferencial importante e uma ferramenta poderosa para atrair os melhores talentos.

A cultura funciona melhor quando é claramente definida e claramente apontada na direção estratégica que uma empresa deseja seguir. Para empresas que desejam crescer e prosperar, talvez o melhor slogan seja “a estratégia precisa de cultura para o café da manhã” e sua cultura precisa ser cultivada regularmente para obter valor a longo prazo.

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Colocar a experiência do cliente como foco é uma estratégia que cresceu bastante nos últimos anos a partir da percepção da relação direta entre experiência do cliente e o sucesso do negócio. Esse movimento fez com que muitas marcas repensassem todo o funcionamento das suas operações para de fato entregar aquilo que os seus clientes esperavam.

Um estudo da Walker descobriu que a experiência do cliente ultrapassará o preço e o produto como o principal diferencial da marca e a Forrester Research confirmou que a experiência do cliente era a prioridade número um para os líderes de negócios e tecnologia, dada a sua importância nos dias atuais.

Neste artigo, explicaremos os principais pontos que você deve ficar atendo e por onde começar a implantar isso na sua empresa. Afinal, investir na experiência do cliente é incrivelmente lucrativo e obrigatório para qualquer empresa ter sucesso em um mercado altamente competitivo.

Jornada do Cliente

Pontos de Contato

As expectativas não estão apenas atingindo níveis sem precedentes, mas também estão presentes em um mundo multicanal. Isso significa que as marcas precisam medir e gerenciar a experiência do cliente em cada estágio da jornada e em diferentes lugares, sejam eles na sua loja/escritório, nas redes sociais, no seu site, por telefone, chat ou no celular.

Os pontos de contato são todos os locais onde seus clientes podem interagir com a sua empresa. Você deve listar todos os pontos que seus clientes atuais e potenciais estão usando, bem como aqueles que você acredita que eles deveriam usar se não houver sobreposição.

Entendendo o Cliente

Para muitas empresas é um desafio entrar na mente do cliente. A causa raiz é que provavelmente elas não têm uma compreensão clara da jornada do cliente com sua empresa. A jornada do cliente é o processo pelo qual o cliente interage com a empresa para atingir um objetivo.

Mapear a jornada do cliente, nada mais é do que se colocar no lugar do consumidor. Entender todos os pontos de contato e trabalhar em cada um deles para proporcionar a melhor experiência possível com a sua marca.

Mapeamento da Jornada

A melhor maneira de visualizar como um cliente interage com uma empresa é mapeando-a. A maioria dos mapas de jornada do cliente começa descrevendo os principais eventos, motivações do cliente e áreas de contrato na experiência do usuário.

Um mapa da jornada do cliente é uma representação visual do processo pelo qual um cliente passa para atingir uma meta com sua empresa. Com a ajuda do mapa, você pode ter uma ideia das motivações de seus clientes, suas necessidades e pontos fracos.

Dividir a jornada do cliente fase por fase e alinhar cada etapa com uma meta são etapas essenciais para maximizar o sucesso do cliente. Afinal, tudo o que você faz deve ser para resolver os problemas dos clientes e ajudá-los a alcançar o sucesso de longo prazo com seu produto ou serviço.

Melhoria Contínua

Quando você tem uma visão completa da jornada, é mais fácil escolher as áreas em que você pode melhorar. Quando você faz isso, os clientes experimentam menos pontos problemáticos, o que leva a menos pessoas deixando sua marca e migrando para os concorrentes.

Não importa quão grandes ou pequenas sejam as mudanças, elas serão eficazes, pois estão diretamente relacionadas ao que os clientes listaram como seus pontos fracos.

Cultura Centrada no Cliente

Incorporada ao Negócio

As empresas centradas no cliente são algumas das mais bem-sucedidas em todos os setores. É essa mentalidade cultural que construiu marcas de peso como Amazon e Apple. Mas o foco no cliente não se trata simplesmente de dar aos clientes tudo o que eles desejam, trata-se de construir e inspirar confiança.

Tornar-se uma empresa centrada no cliente vale a pena, mas focar no cliente e permitir que ambiente de trabalho piore é uma estratégia errada. O sucesso de ambas as estratégias está diretamente relacionado.

Funcionários

Os consumidores de hoje esperam que os funcionários sejam informados, prestativos e treinados para enfrentar quaisquer desafios que o cliente possa enfrentar. Medir como os funcionários se sentem em relação ao local de trabalho, bem como capturar o feedback dos clientes sobre os funcionários, pode melhorar o desempenho deles e a percepção da marca.

Uma cultura centrada no cliente exige o comprometimento de todas as equipes e a compreensão de cada pessoa em sua empresa quanto ao papel que desempenham na satisfação do cliente. Cada departamento tem um ponto de contato com o seu cliente. Portanto, todos contribuem para a satisfação do cliente. Há uma forte ligação estatística entre o bem-estar do funcionário e a satisfação do cliente.

Experiência da Marca

Em muitos casos, empresas bem-sucedidas estão construindo equipes de experiência do cliente dentro do marketing para promover o engajamento com clientes. Além disso, os profissionais de marketing de produto agora estão alocando tempo e recursos para analisar os feedbacks recebidos e incorporar seus insights aos aprimoramentos dos seus produtos e serviços.

Comunicação

Facilitar o Processo

Um dos motivos pelos quais as empresas implementaram pesquisas de satisfação do cliente é a facilidade com que os clientes fornecem informações. Com tantas marcas e distrações externas competindo por sua atenção, você deseja atrair os clientes quando eles estiverem pensando ativamente em seu negócio. Tornar o feedback rápido e fácil para os clientes é a melhor maneira de obtê-lo.

Dar a seus clientes a oportunidade de escolher como eles desejam se envolver com sua empresa pode ajudar a melhorar a comunicação. Você está abordando-os onde eles já estão e tornando mais fácil para eles dizerem o que desejam que você ouça.

Pesquisas de Satisfação

No processo de coleta de feedbacks, as pesquisas de satisfação como NPS (Net Promoter Score), o CSAT (Customer Satisfaction index) e o Ratings são ferramentas fundamentais. As pesquisas são capazes de transparecer os níveis de satisfação dos consumidores de forma prática.

Como todas as pesquisas, o método que você escolhe para usar é baseado nas informações que você deseja descobrir ou nas perguntas que gostaria de responder. Felizmente, coletar feedback agora é mais fácil do que nunca e muitas empresas estão fazendo muitos investimentos em plataformas desse tipo.

Feedbacks

Não adianta nada a você ou a seus clientes se você coletar feedback apenas para observar as informações e não fazer nada. Com comentários e preocupações em mãos, desenvolva um processo que permite classificar o feedback do mais para o menos crítico. As necessidades mais críticas são normalmente aquelas mencionadas de forma consistente por seus clientes. Se você começar a lidar com isso imediatamente, já estará pavimentando o caminho para uma melhor satisfação do cliente no futuro.

Conforme você avalia o feedback e começa a implementar novas estratégias, aproveite a oportunidade para alcançá-los e comunicar essas mudanças a eles. Faça periodicamente uma reunião com a sua equipe para revisar questões recentes e discutir como melhor soluciona-las.

Sucesso do Cliente

Relacionamentos

Finalmente, você deve se concentrar em construir relacionamentos duradouros com os seus clientes. Isso significa interagir com eles onde quer que estejam, acompanhando-os de forma consistente e recompensando-os por sua lealdade.

Desenvolva uma estratégia de comunicação com o cliente e continue analisando o feedback do cliente. É recomendável que você use um CRM (Customer Relationship Management) que aborde todos os seus pontos de contatos. Esse software vai te ajudar a organizar todas essas informações da jornada e feedback dos clientes.

Quando você coloca seus clientes no centro de tudo o que você faz, isso o diferencia da concorrência. Isso não quer dizer que você deva adotar a mentalidade do “cliente sempre certo”, mas deve antecipar suas necessidades e desenvolver produtos para resolver os problemas do cliente.

Retenção

Empresas como a Apple e a Amazon inovam constantemente, sempre entregando mais do que os clientes esperam. É por isso que ambas possuem índices elevados de satisfação, taxas de retenção acima de 90% ano após ano e são as duas maiores empresas do mundo hoje.

Pesquisas indicam que custa até 6 vezes mais atrair um novo cliente do que manter um existente e que um aumento de 5% na retenção de clientes leva a um aumento de mais de 25% no lucro. Além disso, clientes satisfeitos indicam novos clientes e você pode usar isso para criar um programa de indicação.

Foco

Vivemos em um mundo que gosta de compartilhar tudo – experiências boas e ruins. Agora, mais do que nunca, é importante que as marcas conheçam e entendam seus clientes em um nível mais profundo.

No final do dia, não importa em qual negócio você esteja, tudo volta para os clientes. Quando você tem uma equipe de funcionários apaixonados pela experiência do cliente, animados para implementar mudanças e prontos para enfrentar desafios, você está no caminho certo.

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8 minutos de leituraTemos a sorte de lidar com todos os tipos de empresas e profissionais diariamente e com isso acabamos adquirindo um grande conhecimento para indicar as principais ferramentas, empresas e empreendedores do mercado.

Para ajudar a nossa comunidade, fizemos uma grande curadoria em 12 áreas e ao longo dessa semana divulgamos todas elas nas nossas redes sociais. Esse post é um compilado de todas elas e está integrando as nossas ferramentas gratuitas de auxílio aos empreendedores. Esperamos que gostem 😉 ⠀

OBS: Estamos indicando apenas as ferramentas, empresas e empreendedores que já testamos ou temos conhecimento. Não é o nosso objetivo eleger os melhores e sim ajudar no dia a dia dos empreendedores.

Indicações de Ferramentas, Empresas e Empreendedores


Marketing e Relacionamento

Active Campaign – A Active Campaign oferece a você as ferramentas de e-mail marketing, de automação de marketing e de CRM de que você precisa para criar experiências incríveis para seus clientes.

Ana Tex – Empreendedora, palestrante e professora de marketing digital, desenvolve cursos e infoprodutos para transformar negócios comuns em negócios de alta performance.

Leadlovers – Aumente as vendas do seu negócio físico ou online com automação de marketing digital. No leadlovers você encontra todos os recursos necessários para construir a sua estratégia do zero.

RD Station – Aumente resultados e poupe tempo, gerenciando e automatizando suas ações de Marketing Digital em um só lugar. Gere mais tráfego, Leads, vendas e relacionamentos para sua empresa.

Rodrigo Noll – Especialista em vendas e marketing por indicação e fundador da empresa Base Viral que com mais de R$ 30 MI de faturamento gerado para os seus clientes e mentorados utilizando apenas o Método VPI.

Redes Sociais

Atrevo – A Atrevo é um escritório de gestão em Design que gera vínculo entre pessoas e marcas. Com fundação em 2009, tem experiência e bagagem necessárias para gerenciar a imagem de sua empresa.

Bume – O Bume nasceu em 2016 em Belo Horizonte, MG. Nossa missão é ajudar nossos clientes a terem resultado real para os seus negócios a partir de soluções para gestão, otimização e vendas pelo Instagram.

Camila Porto – Minha missão é ajudar você a utilizar todo o potencial da Internet e do Marketing Digital no seu negócio ou na sua carreira, para criar uma vida com propósito e grandes realizações.

Etus – Suas redes sociais em um só lugar! Agende seus posts para Instagram, Facebook, Linkedin, Youtube, Twitter, Tumblr, Pinterest e Google My Business. Faça Impulsionamento e gere Relatórios Ilimitados.

MLabs – Gerenciamento de Redes Sociais em um só lugar! A mLabs é uma ferramenta de gerenciamento de redes completa! Crie e agende posts, gere relatórios, responda mensagens privadas e muito mais!

Vendas

Agendor – O Agendor é uma plataforma de CRM e gestão comercial, que funciona como um painel de controle e assistente pessoal para equipes de vendas. Nós ajudamos seus vendedores a fecharem mais negócios e empoderamos sua liderança comercial.

Alfredo Soares – Fundador da Xtech, sócio da Vtex e Co Fundador do Gestão 4.0, Alfredo Soares é também autor do Best Seller Bora Vender e um dos maiores especialistas em vendas e varejo no mercado brasileiro.

Exact Sales – A maior empresa de Sales Engagement da América Latina. A Exact Sales combina metodologia própria com um software inovador. O objetivo? Aceleração de vendas, melhor entrega de valor e aumento do faturamento.

Ramper – Gere mais leads em menos tempo. O Ramper é uma plataforma de prospecção digital que ajuda empresas B2B a gerarem os leads que precisam para bater metas e crescer.

Thiago Concer – O palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Quando o assunto é educação em vendas, Thiago Concer é o principal influenciador da atualidade no Brasil.

Thiago Reis – Fundador da Growth Machine, cujo propósito é revolucionar a capacidade de geração de receita das empresas B2B, estruturando as estratégias de crescimento, organizando e simplificando os principais processos.

Growth

Gabriel Costa – CMO da Singu, Gabriel é formado pela Unicamp e ex Head de Growth da Resultados Digitais. Uma das maiores autoridades em Growth Hacking do país, ajudou a trazer e popularizar o conceito no Brasil em 2015.

Guilherme Costa – Fundador e diretor na Presto Performance, advisor de startups, mídia de performance, growth marketing & vendas. Aumentamos as suas vendas com Google Ads, Facebook Ads & Growth Hacking.

Pedro Sobral – Pedro Sobral é o “mago dos anúncios online”, já tendo gerenciado o investimento de milhões de reais em campanhas online, assim como atualmente trabalha com grandes players do mercado digital.

Pluga – Ajudamos milhares de empresas a serem mais produtivas através de integrações entre ferramentas web, sem precisar desenvolver uma única linha de código!

Raphael Lassance – Palestrante e fundador do Growth Team, a primeira agência de Growth Hacking do Brasil, focada em ajudar qualquer tipo de negócio a atingir crescimento rápido e sustentável.

E-Commerce

Bruno Oliveira – Empresário, Investidor e Influenciador, é atualmente uma das maiores autoridades independente de Ecommerce no Brasil. São mais de 18 anos de experiência empreendendo e ajudando a construir marcas líderes de vendas.

Loja Integrada – A maior plataforma de loja virtual grátis do Brasil. Bom para quem está começando, melhor ainda para quem já vende! Com mais de um milhão de lojas online criadas, somos a melhor plataforma para aumentar suas vendas online.

Mago do e-commerce – Conhecido como Mago , Christopher Neiverth, já atuou em mais de 10 operações de e-commerce de diversos segmentos e hoje é head digital E-commerce na Reserva.

NuvemShop – Somos a plataforma de e-commerce líder na América Latina com +30.000 lojas ativas, ideal para marcas que buscam potencializar suas vendas na internet. você mesmo cria seu e-commerce e pode receber pedidos no mesmo dia.

Olist – O olist ajuda quem quer vender a encontrar quem quer comprar. Com um único cadastro você vende em vários locais, usa toda a reputação do olist e aumenta a chance dos seus produtos ocuparem as melhores posições nas buscas.

Tray – A plataforma de e-commerce ideal para sua loja virtual, seja qual for o seu tamanho. Proporcionamos uma plataforma de loja virtual intuitiva e adaptável, para que você tenha uma visão completa do seu negócio.

Sucesso do Cliente

Amigos CX – Somos uma comunidade de pessoas apaixonadas pelo cliente. Nosso propósito é reunir profissionais para discutir e trocar experiências sobre o mercado de Customer Experience e tudo que estiver ligado a felicidade e sucesso do cliente.

Claudia Vale – Palestrante e consultora nos temas de Customer Experience, Cultura Centrada no Cliente, Employee Experience e Intraempreendedorismo, desenvolveu toda a sua carreira em áreas relacionadas a gestão de clientes.

Cliente Cast – Podcast para falar sobre Customer Success, Customer Experience, Suporte e tudo o que estiver ligado ao cliente! Com: Vinicius Bento, Roberta Silva, André Scaff e Eduardo Tavares.

Gorila App – Ajudamos empresas a crescer na economia do feedback. Somos um software para gestão do NPS®, CES e CSAT, feito para pessoas que desejam aprender diariamente com seus clientes.

Tomás Duarte – Uma das maiores autoridades em termos de Customer Experience no Brasil. CEO e Co-fundador da Track.co, plataforma de NPS e satisfação de clientes, presente em mais de 10 países e com 130 milhões de consumidores impactados.

Gestão

Carlos Veríssimo – Administrador de Empresas, empresário, especialista em gestão empresarial, facilitador do EMPRETEC, palestrante motivacional e comportamental com o propósito de orientar para a mudança e estimular a construção de resultados.

Cris Arcangeli – Empresária brasileira, conhecida por organizar os primeiros eventos de moda do Brasil e por suas participações nos reality shows Shark Tank Brasil, Aprendiz Universitário e Extreme Makeover Social.

Escola Conquer – Somos uma escola de negócios com cursos, formações e especializações práticas para você se tornar um profissional mais qualificado – e disputado pelo mercado.

Gestão 4.0 – No Gestão 4.0 ajudamos fundadores, líderes e gestores de negócios a aplicarem as melhores práticas e ferramentas para alavancar os resultados de suas empresas.

Geração de Valor – Fundador da WiseUp, MeuSucesso.com, Power House e Geração de Valor, proprietário do Orlando City, MLS Board of Governors member & Presidente da Wiser Educação.

Sebrae/RJ – É uma entidade privada sem fins lucrativos que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a formalização de empresas, estimulando a geração de emprego e renda.

Contabilidade e Finanças

Bling – O Bling é o sistema de gestão online que te ajuda a administrar a sua loja de forma descomplicada, eleita uma das melhores plataformas pela ABComm. Organize seu negócio com um ERP online eficiente e fácil de usar.

Celero – A Celero é a única plataforma que simplifica a gestão financeira através da automação. Reduza o tempo que você gasta com as finanças e foque no que faz a sua empresa crescer de verdade!

Conta Azul – A plataforma que conecta tudo o que você precisa para a gestão do seu negócio. Tenha os dados financeiros mais importantes, sempre à mão, para gerenciar o seu negócio.

Contabilizei – Somos o maior escritório de contabilidade do país e primeiro 100% online. Aqui, a abertura da sua empresa é grátis, e o serviço é online, simples e econômico. Já são mais de 50 municípios atendidos.

Nibo – Gestão financeira simples e eficiente. Acompanhe seu fluxo de caixa, organize suas contas a pagar e receber e automatize seu processo de cobrança. Tudo de forma integrada com seu contador.

Tiny ERP – Otimizamos a rotina das pequenas empresas, empoderando-as, para que possam competir com as grandes, de igual para igual. Com o Tiny você padroniza os processos e gerencia os principais recursos do seu negócio.

Inovação

Gustavo Caetano – Criador da Sambatech, considerada por 2 anos uma das empresas mais inovadoras do mundo. Por duas vezes ele ganhou o prêmio de CEO do ano e foi considerado como o “Mark Zuckerberg brasileiro” pela Business Insider.

Murilo Gun – Murilo Gun é palestrante, mestre de cerimônias, professor de criatividade e fundador da Keep Learning School. Ministra o curso online Reaprendizagem Criativa.

Pedro Waengertner – Empreendedor e apoiador de empreendedores através da ACE, autor do Best Seller A Estratégia da Inovação Radical. Também é palestrante, além de professor do MBA da ESPM, onde atua há mais de 15 anos.

SingularityU Brazil – É uma parceria estratégica entre a HSM e a Singularity University para empresários e executivos brasileiros dos programas de aprendizado e inovação que utilizam tecnologias exponenciais para enfrentar os maiores desafios do mundo

Startse – Somos uma escola de negócios para quem quer transformar seu futuro. Acreditamos que a Educação e o Empreendedorismo são grandes caminhos de transformação que temos hoje no país.

Impacto Social

Cris Junqueira – Co-fundadora e VP de Branding e Business Development do Nubank, se formou engenheira e fez mestrado na USP e concluiu seu MBA na Northwestern University. Mãe da Alice e da Bella e louca pela Disney.

Edu Lyra – Passei a infância num barraco em uma favela em Guarulhos-SP. Tive pai preso no sistema carcerário. Fundei a Ong Gerando Falcões, sai na lista da revista Forbes Brasi 30 under 30 e fui eleito empreendedor do ano pelo LIDE.

Rony Meisler – É CEO Grupo Reserva, que já doou mais de 35 milhões de refeições para quem precisa no Brasil, autor do best-seller “Rebeldes Têm Asas”, palestrante e presidente Capitalismo Consciente Brasil.

Rick Chesther – É um mensageiro aprendiz, desses que, de tanto não desistir, acabou chegando lá. Formado em Superação pela Faculdade da Vida e Doutorado em se levantar após as quedas e seguir sempre rumo aos seus objetivos.

Tallis Gomes – Forbes 30 under 30, eleito pelo MIT, Fundador da Easy Taxi, Singu e Gestão 4.0, Tallis Gomes é um dos maiores empreendedores da história recente do Brasil e uma das 25 pessoas mais influentes da internet brasileira.

Thalita Gelenske – Forbes 30 Under 30, ajudo empresas a construir uma cultura de diversidade e inclusão e fundadora da Blend Edu, startup que desenvolve projetos de educação para promover diversidade e inclusão nas empresas.

Crédito e Investimento

Bruno Pauletti – Managing Partner da EquityRio Investimentos, Limited Partner de diversos fundos de Venture Capital. Investe em startups desde 2012 somando mais de 2 Milhões Reais em investimentos, mais de 20 startups no Portfólio e 1 Exit.

Camila Farani – Shark no Shark Tank Brasil do Canal Sony, ex-presidente do Gávea Angels (2016 a 2018), co-fundadora do Mulheres Investidoras Anjo, presidente da G2 Capital e premiada duas vezes como melhor Investidora-Anjo

Eqseed – A EqSeed conecta investidores com as melhores startups e empresas em expansão para fazer rodadas de investimento de até R$ 5 milhões.  Todas as oportunidades de investimento passam por um processo rígido de seleção e triagem.

Joao Kepler – Especialista em empreendedorismo, startups, marketing e vendas. É sócio da Bossa Nova Investimentos, diretor na FIESP; colunista, palestrante escritor e autor e premiado como melhor Investidor Anjo do Brasil.

Nexoos – Somos uma plataforma online sem burocracia e sem taxas abusivas que conecta empresas que necessitam de empréstimos a investidores pessoa Física tornando este processo mais rápido, eficiente e justo no modelo marketplace lending.

Crescimento Profissional

Amicys – Atuamos em prol da qualidade de vida do cliente e para despertar o interesse pelo saber, buscando a melhoria na relação com si mesmo e com o mundo, através do olhar individual e na valorização da história de cada indivíduo.

Fernando Villela – Sou CEO da Atividade Digital onde ensino a usar o LinkedIn de forma estratégica para escalar negócios ou acelerar a recolocação. Também sou parceiro SENACRJ, membro da BPO Innova e do BNI Fiduciam RJ.

Gupy – A Gupy é uma das empresas de tecnologia para recrutamento que mais cresce no Brasil e oferece uma plataforma online indispensável para empresas que procuram eficiência e precisão no momento de contratar talentos.

Sofia Esteves – Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos, Colunista Exame e Valor Econômico. Sei que não consigo mudar o mundo, mas tenho certeza que com minhas atitudes e ações posso mudar o meu entorno.

Gostou das nossas indicações de ferramentas, empresas e empreendedores?

Alguns dessas ferramentas são nossos parceiros e nossos clientes têm benefícios exclusivos!

2 minutos de leituraTer uma microempresa muitas vezes é o primeiro passo para quem deseja explorar o universo do empreendedorismo. Nesse cenário, os desafios são imensos: a falta de recursos, a descoberta de uma nova forma de atuação profissional (estar do outro lado do negócio), a busca por crescimento e a manutenção da empresa.

Infelizmente, por falta de preparo e conhecimento, diversos empreendedores precisam abortar esse sonho logo no começo, especialmente por não obterem os resultados financeiros almejados.

Para mostrar como ter uma microempresa de sucesso, listamos 5 dicas imbatíveis. Acompanhe!

1. Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico contribui para se obter uma leitura mais aprofundada do negócio e da realidade onde ele se encontra. Dessa forma, ele se adequa a qualquer tipo de empresa. É um grande engano achar que ele só serve ou só pode ser feito em negócios maiores.

Com um planejamento bem desenvolvido, é possível alinhar a missão, os propósitos, a visão do futuro e a forma de atuação. Além, é claro, de ter um conhecimento maior sobre o nicho de mercado escolhido.

2. Aprender com os erros

Tentativa e erro levam ao sucesso, principalmente quando se está na fase de aprendizado. Não há problema em errar, o problema é persistir no erro.

Alguns dos erros mais comuns em microempresas como a falta de direcionamento do negócio, controle financeiro inadequado e o não estabelecimento de metas, se feitos de forma reiterada, podem levar à ruína.

Por isso, é fundamental aprender com os erros e usá-los ele em prol da criação de experiências cada vez melhores.

3. Procurar soluções criativas

A falta de recursos é um problema comum para muitos microempresários. Para ultrapassar esse obstáculo é preciso ser criativo. Uma grande alternativa, e que ajuda muito na parte estrutural, é o coworking.

Ao fazer parte de um, além de otimizar os custos operacionais, dá-se um ar mais profissional ao negócio. Além disso, ele facilita o networking e o surgimento de novas oportunidades.

4. Estabelecer parcerias

Já que falamos que o coworking contribui para estabelecer parcerias, vamos aprofundar um pouco mais sobre a importância delas para se ter uma microempresa de sucesso.

Estar em um ambiente que contém profissionais de diversas áreas, inclusive aquelas que são complementares à sua, proporciona uma grande possibilidade de encontrar parceiros confiáveis. No mundo empresarial, o sucesso não se faz sozinho e depende muito de ações como essa.

O coworking também se caracteriza por ter profissionais inovadores, e a inovação é muito importante para criar um negócio que fuja do lugar comum. Imagine encontrar um parceiro que pode ajudar a melhorar o seu negócio sentado na mesa ao lado? Com certeza, seria uma “mão na roda”.

5. Investir no marketing

Mitos como “investir em marketing é caro” ou “farei isso quando a empresa crescer” estão presentes na mentalidade de muitos empreendedores. O grande problema é que as duas afirmações estão erradas e não estão alinhadas com a construção de uma microempresa de sucesso.

Investir em marketing só é caro quando não há uma estratégia adequada para isso. Com ajuda especializada, o marketing pode apresentar um excelente custo-benefício. Além do mais, como as pessoas encontrarão um negócio que nem sabem que existe, se não houver investimento para divulgá-lo?

E quanto à segunda afirmação, a empresa só terá um crescimento sustentável se existir um investimento bem feito em marketing. Caso contrário, esse futuro onde se planejou investir provavelmente nem chegará.

Falando em marketing para pequenos negócios, que tal se aprofundar no assunto e descobrir 4 dicas incríveis? É simples, basta conferir esse artigo especial que preparamos para você!