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Se você é dono de uma empresa, ou pensa em começar uma, com certeza já ouviu falar sobre e-mail marketing em algum momento.

Mas talvez, você esteja se perguntando: Porque e-mail marketing é tão importante? E se é importante, como posso começar a fazer?

Pensando nisso, hoje iremos desmistificar o e-mail marketing para você e explicar como você pode fazer para começar a enviar essa comunicação para seus clientes e ter resultados ainda melhores em sua empresa.

O que E-mail marketing?

O e-mail marketing é uma estratégia de relacionamento com o público de uma marca. Por meio dele, é possível nutrir e converter leads para sua empresa.

A ideia por trás dessa estratégia é manter-se sempre próximo das pessoas que se interessam por seus produtos e/ou serviços, ao enviar para elas conteúdos relevantes, ofertas e outros tipos de mensagem.

Existem pessoas que podem pensar que com as redes sociais, o e-mail vem perdendo espaço. Porém, isso não é verdade. Uma pesquisa feita pela Pew Research, mostra que 92% dos usuários adultos usam e-mails e 61% deles utilizam diariamente.

Como fazer um e-mail marketing?

Criar uma estratégia exige cuidado e bastante trabalho. A seguir listamos as principais dicas de como fazer isso:

Crie sua própria lista segmentada

A primeira coisa necessária a ser feita é ter uma base de contatos para poder disparar seus e-mails. É imprescindível que você construa essa agenda. Nunca compre listas de e-mails, essa é uma prática ilegal e o público vai olhar com desconfiança para sua marca, já que nunca se cadastraram para receber suas mensagens.

Para criar essa base de contatos existem algumas opções:

  • Pop-ups em seu site oferecendo cupom de desconto na primeira compra para quem se cadastrar.
  • Conteúdos completos, como e-books, infográficos ou estudos originais, cedidos para aqueles que fornecerem seus e-mails.
  • Contatos dos clientes que já compraram com você e selecionaram a opção de receber novidades por e-mail no momento em que se cadastraram.

É primordial lembrar-se de pedir o consentimento das pessoas para enviar suas mensagens de e-mail marketing. Isso deve ser feito no momento em que o elas informam o e-mail a você.

Escolha seu nome de remetente

Uma das melhores práticas para o seu nome de remetente é utilizar um e-mail real. Deixe de fora e-mails genéricos como contato@empresa.com e passe a usar seunome@empresa.com.

Ao aplicarmos pessoalidade, conseguimos aumentar as taxas de aberturas e cliques, gerando empatia nos usuários.

Defina o formato seu sua campanha de e-mail marketing

Agora que já passamos pelos primeiros estágios, vamos saber de fato como se faz um e-mail marketing.

Cada campanha ou ação deverá ser enviada em um formato específico. Para escolher o formato correto você precisa saber qual o objetivo dos e-mails enviados. Como por exemplo:

  • Newsletter com os últimos artigos do blog da empresa.
  • Newsletter com novos produtos da loja.
  • E-mail sazonal anunciando uma oferta de Natal.
  • E-mail parabenizando o lead pelo seu aniversário.

Perceba que alguns dos nossos exemplos possuem o objetivo de conversão em vendas (como o e-mail sazonal e a newsletter sobre os lançamentos da loja) já outros têm o objetivo de nutrição.

Com a sua meta em mente, fica fácil decidir qual o melhor formato para sua campanha.

Escolha o modelo de e-mail

Assim que o formato for escolhido, você já deve saber qual será o conteúdo enviado. O próximo passo é escolher como essas informações serão apresentadas.

Criar um modelo do zero pode ser complicado, principalmente se você não tiver muitas habilidades com designer. Por isso, o ideal é contar com uma plataforma que disponibilize opções prontas, para que você possa personalizar tudo que precisa de maneira simples.

Algumas dicas para não errar no layout escolhido são:

  • Respeite as cores e identidade visual da sua marca.
  • Não encha o e-mail de informações desnecessárias. Crie um layout objetivo e limpo.
  • Use a tipografia e cores de fontes a seu favor. É possível destacar informações somente alterando o tamanho ou a cor das letras.

Ofereça um conteúdo de qualidade para seu público

Como já falamos, é necessário que seus e-mails tenham conteúdos relacionados ao seu campo de atuação e que sejam interessantes para seu público. Afinal, todos os dias as pessoas são bombardeadas com uma infinidade de mensagens. Como você pode se destacar no meio de tantos e-mails?

A resposta para isso está na qualidade, relevância e originalidade. Torne as mensagens passadas pela sua marca únicas e faça com que as pessoas esperam por elas. Infelizmente, não existe uma fórmula mágica para isso, é necessário testar até achar a forma ideal para a sua empresa.

Por isso é necessário conhecer a fundo seu público, só assim você conseguirá saber como atingir essas pessoas da maneira correta.

Crie um assunto fascinante

Por mais que o campo do assunto pareça uma coisa simples, ele não deve ser menosprezado em momento algum.

Afinal ele é extremamente importante e pode determinar o sucesso ou o fracasso de todos os seus esforços. Ao criar um assunto, procure usar entre 25 e 40 caracteres, que é a média exibida por provedor.

Monitore seus resultados

Quem pensa que uma campanha de e-mail marketing termina quando você clica no botão de envio está muito enganado. A verdade é que boa parte do trabalho da campanha vem depois.

É necessário monitorar a taxa de abertura dos seus e-mails, taxa de cliques e taxa de conversão. Só assim você conseguirá saber se sua campanha está atingindo os resultados esperados e caso não esteja, você saberá exatamente onde está o problema.

E-mails são valiosos tanto para aumentar as vendas, quanto para criar e nutrir relacionamentos.  Mesmo com as redes sociais tão em alta, essa ainda é uma forma pessoal e personalizada de conversar com pessoas que se interessam em seu negócio.

Busque criar listas de contatos fortes e segmentadas. Procure contar com ferramentas de automação de e-mail marketing para facilitar sua vida.

Agora que você já sabe como fazer campanhas de e-mail marketing, chegou a hora de aplicar em seu empreendimento. Por mais que no inicio não tenha os melhores resultados o importante é lembrar-se de ter consistência e persistência!

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O fato de existirem clientes recorrentes em sua empresa e outros que apenas utilizam de forma pontual não depende do acaso, mas sim da experiência que você está oferecendo. Por isso é importante receber e analisar o feedback de seus cliente. Parar ter indicadores de quão positiva ou agradável é a experiência deles com o seu negócio, você pode usar uma pesquisa de satisfação do cliente.

Através desse recurso você pode descobrir as razões por trás desses comportamentos. Dessa forma, você conseguirá dados valiosos sobre a percepção deles sobre seus produtos e/ou serviços, sua atenção e o quanto sua marca está bem posicionada com relação à concorrência. Pesquisas apontam que os consumidores estão dispostos a pagar 16% a mais por produtos e serviços que proporcionam uma ótima experiência ao cliente.

Pensando nisso, neste artigo iremos explicar a importância das pesquisas de satisfação e como aplicá-la com eficiência em seu negócio.

Para que serve a pesquisa de satisfação?

Os opiniões e comentários de seus clientes são dois dos fatores mais importantes que validam as decisões prioritárias dentro do seu negócio, catalisando sua sustentabilidade e crescimento.

Sem saber o que pensam os seus clientes, você tem menos possibilidades de retê-los, encantá-los e atraí-los para que realizem compras futuras.

Aqui vão quatro pontos chaves de para quê servem as perguntas de satisfação:

  • Revelam áreas de oportunidade
  • Potencializam os acertos
  • Favorecem a fidelização
  • Diferenciam sua marca

Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente?

Defina as metas e fases que vai estudar na pesquisa de satisfação

Crie metas especificas que darão sentido à operação para obter indicadores reais e mensuráveis. Caso contrário, você só obterá dados desconexos que não serão relevantes para melhorar seu empreendimento.

Alguns exemplos de objetivo de pesquisa são:

Conheça o nível de satisfação de seu cliente em relação ao seu site na primeira abordagem: A navegação é fácil? Os tempos de download são rápidos?

Analise o desempenho da loja online durante a compra: Os itens são facilmente encontrados? As descrições são detalhadas?

Examine o quanto os compradores estão satisfeitos com uma linha de produtos específica após a venda: Ela entrega o que promete na descrição? É realmente útil?

Determine os pontos principais da fidelização estudando os clientes recorrentes: Quais são os aspectos que mais os satisfazem? Eles recomendariam os produtos ou serviço a outras pessoas? Considera que o atendimento é adequado?

Direcione a pesquisa para um público-alvo

Quanto mais específica e delimitada for sua pesquisa, melhores indicadores você obterá, por isso é importante que você se concentre em um público-alvo.

Realize essa segmentação por faixa etária, preferência ou por seu nível de recorrência de compra.

Além disso, você pode estudar a satisfação de quem consome determinado produto, de quem compra em seu site online em relação ao ponto de venda ou de quem baixou seu aplicativo.

Selecione as melhores perguntas

Depois de ter os objetivos claros sobre o que você procura e já ter definido seu público–alvo, você pode selecionar os tópicos de suas perguntas e formulá-los.

As perguntas devem ser claras e com uma redação direta, para que todos possam entender e responder sem nenhum problema.

As perguntas podem ser abertas ou fechadas, com opções ou com um simples “sim” ou “não”. Você define isso dependendo dos dados que deseja coletar. Mas lembre-se de que pergunta com respostas fechadas possuem maior controle de interpretação e limita o número de opções.

É recomendada uma pesquisa com poucas perguntas por respeito ao tempo do cliente e porque assim você garante que eles responderão tudo.

A seleção das questões deve ser totalmente focada no tema, produto, serviço ou aspecto que você vai avaliar. Se elas forem muito gerais ou você sair do tópico que conduz o questionário geral, você pode confundir seu cliente.

Defina seus canais de comunicação e os recursos necessários

As pesquisas online têm vantagens em relação a outros meios, pois as informações chegarão diretamente a você e o cliente terá todo o tempo necessário para responder.

Se sua empresa tiver algum ponto de venda, você pode criar pesquisas de saída rápidas. Embora seja sempre melhor ter um banco de dados de seus clientes para enviar uma pequena pesquisa por e-mail.

Crie processos de acompanhamento

Para ter sucesso em seus resultados, você deve estabelecer um processo de acompanhamento e verificação de que a pesquisa foi respondida e que você atingiu os indicadores. Só assim você poderá realizar a medição, análise e interpretação para saber o que mmelhorar ou o que replicar.

Comece estabelecendo indicadores de satisfação. Eles são baseados em percentuais e indicam que, do total de respondentes, uma determinada parte está satisfeita com um aspecto específico, seja a facilidade de uso do seu site, a utilidade dos seus produtos ou a qualidade do serviço, entre outros aspectos. Com o tempo, você deve estudar se o grau de satisfação aumenta ou diminui.

Crie uma base re comendações que você possa compartilhar com os responsáveis pelo ponto de vendas, isso melhorará as áreas de oportunidade.

Aprimorar contanstantemente o atendimento realizado é fundamental para garantir uma experiência satisfatória a seus clientes.

Agora que você já sabe o impacto positivo que a pesquisa de satisfação pode trazer ao seu negócio, chegou o momento de colocar a mão na massa e adotar esse modelo para sua empresa, só assim você conseguirá ter noção de como sua empresa poderá evoluir.

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O preço cobrado por um produto e/ou serviço é um fator crucial para a sobrevivência de qualquer empresa. Por isso, entender sobre precificação e como precificar seus serviços se torna um diferencial para uma estratégia de marketing consistente, que busca a sustentabilidade no mercado e o equilíbrio financeiro.

Mas para chegar nesse valor, não é tão simples, é preciso analisar vários itens dentro de uma mesma equação, por isso é tão comum ver empreendedores definido o valor de seus serviços com base no valor que seus clientes estariam dispostos a pagar, o que muitas vezes é bem menos do que valeria.

Pensando nisso, neste artigo iremos te explicar a importância de precificar corretamente seu produto e/ou serviço e como chegar a esse valor.

Afinal, o que é precificação?

Podemos resumir precificação como o ato de definir os preços de produtos e/ou serviços considerando aspectos como:

  • Financeiro: É necessário cobrir custos fixos e variáveis;
  • Estratégico: O preço precisa ser um reflexo de seu posicionamento no mercado;
  • Percepção de valor do cliente: O preço precisa representar o valor que o cliente enxerga seu negócio.

Sendo o terceiro deles o mais importante, mas para isso é preciso conhecer o seu cliente.

Conhecer seu cliente para uma melhor precificação 

Para conhecer seu cliente, é preciso entender seus hábitos, preferências e gostos.

Aqueles que possuem empresas pequenas, ou até mesmo autônomas, podem descobrir isso facilmente perguntando a seus clientes, mas para empresas maiores o ideal seria um cadastro de clientes contendo pesquisas de satisfação, caixa de sugestões e jornada de compra.

Como precificar bem meus produtos?

O primeiro para começar a precificar é entender como você quer se posicionar no mercado e em qual nicho você quer atuar.

Isso fará toda a diferença na hora da precificação de seu serviço. Porém já podemos ressaltar que a tendência de grande parte dos empreendedores, principalmente de quem está iniciando é já começar em um nicho premium, achando que por cobrar mais caro, conseguirá mias lucro.

Isso não é verdade, porque independente do marcado, seja ele popular ou premium a precificação não se resume só ao preço. Já não se trata mais de público alvo, mas sim de grupos de comportamento, que conhecemos como personas.

Como precificar na prática?

Assim que o posicionamento e o segmento de público que o negócio pretende atingir é preciso fazer um diagnóstico dos produtos e/ou serviços que a empresa oferece e entender o nível de giro e margem de contribuição de cada um deles.

A precificação de serviços exige alguns cálculos e muita atenção aos custos e margem de lucro de sua empresa.

Veja alguns passos básicos para chegar ao preço ideal.

1. Comece pelos custos

O primeiro passo para precificação deve ser o levantamento detalhado de toso os custos envolvidos nas operações.

Nesse levantamento devemos incluir os custos fixos (aluguel, contas de consumo e salários de funcionários) e custos variáveis (impostos comissões, taxas de manutenção e fornecedores).

2. Calcule o custo unitário

Para fazer esse cálculo é preciso somar os gatos de mão de obra de cada colaborador e os materiais, equipamentos e insumos utilizados no trabalho. Divida o gasto total com funcionários pela capacidade produtiva em horas trabalhadas.

Depois multiplique o custo por hora pelas horas necessárias para executar o serviço, somando com os custos dos materiais.

3. Estime o volume de vendas mensal

Com todos os custos calculados, a próxima etapa é estimar o volume de vendas mensal e comparar com a sua capacidade produtiva. Nessa etapa você consegue usar um preço hipotético apenas para ter uma ideia.

É importante levar em conta sua margem de lucro desejada, no setor de serviços ela gira em torno de 20%.

4. Aplique a margem de contribuição

Além da margem de lucro, é essencial usar a margem de contribuição na precificação, que representa o quanto cada venda contribui para cobrir os custos da empresa.

Para fazer esse cálculo utilizamos essa fórmula:

Margem de contribuição = Faturamento – (Custo do produto/serviço + despesas variáveis)

Se o valor total das vendas estimadas anteriormente não for suficiente para dar os lucros desejados e ainda contribuir com seus custos, é porque o preço está muito baixo.

5. Defina seu modelo de precificação

Por último, é necessário escolher qual modelo de precificação se aplica ao seu negócio:

  • Precificação por hora: Garante o retorno preciso sobre o tempo utilizado.
  • Precificação fixa: Caso os custos sejam muito claros (convém incluir taxas adicionais para certas situações).
  • Precificação variável: Varia de acordo com o cliente, projeto e negociação.

Saber como definir os preços de seu produto/ou serviço pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu negócio. Por isso, precificação é uma tarefa de alta responsabilidade. Lembre-se que não basta apenas definir um valor, é necessário saber se o valor faz sentido pra seus clientes e para seu negócio.

Não esqueça que a precificação deve estar de acordo com o que a empresa promete. Qualidade precisa vir em primeiro lugar!

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Dentre os indicativos econômicos relacionados ao mundo dos negócios, talvez o retorno sobre investimento (em inglês return on investiment ou ROI) esteja entre os mais importantes.

É um termo muito comum em análise e investimentos, sendo usado principalmente para identificar retornos financeiros, tanto potenciais como passados.  A métrica do ROI mostra, através de uma taxa de retorno, quanto um investidor ganhou (ou perdeu) em relação ao valor aplicado em um determinado investimento, dando ao mesmo tempo uma análise sobre o que aconteceu e uma perspectiva sobre o futuro.

Nesse artigo iremos te mostrar o que é o ROI e como podemos calculá-lo para tomar decisões mais assertivas em sua empresa.

O que é o ROI?

Como já falamos, ROI significa Return on Investiment ou Retorno sobre Investimento. Esse é uma das métricas mais usadas para que a empresa consiga mensurar seus ganhos com os investimentos que realiza. O ROI é utilizado para avaliar e classificar a atratividade de várias alternativas de investimento diferentes.

A simplicidade e versatilidade do ROI são ótimas vantagens, uma vez que ele pode ser usado tanto para avaliar o retorno potencial de um único investimento quanto para comparar os retornos de vários investimentos.

Receita e custo, o que são?

Para continuarmos falando sobre ROI, precisamos primeiro explicar o que significa custo e receita.

Bom, custos são os valores gastos que permitem o funcionamento dos negócios. Uma empresa que realiza vendas online, por exemplo, precisa arcar com a hospedagem do site, despesas com internet, utilização da plataforma, etc.

Já a receita são os valores arrecadados através das vendas. Se a mesma empresa, que realiza vendas online, quiser saber sua receita, ela terá que calcular toda a arrecadação conquistada pelas vendas.

Como calcular o ROI?

A maneira mais fácil de calcular o ROI é com essa fórmula:

ROI = (Receita – Custo) x 100

Custo

A fórmula pode ser usada de modo mais abrangente, para analisar o negócio como um todo, ou de modo mais específico, para avaliar um projeto ou área individualmente.

Trabalhando dessa forma, é possível identificar erros e problemas em qualquer parte do negócio.  Além de tudo, o resultado final será em porcentagem, que facilita a comparação entre o ROI de diferentes ações ou estratégias.

Como saber se seu ROI está bom ou ruim?

Para explicarmos melhor essa métrica vamos usar como exemplo a loja virtual que citamos acima, digamos que ela tenha recebido R$ 35.000,00 em vendas e que os custos para que ela continue operando sejam de R$ 5.000,00. Nesse caso o ROI seria de:

ROI = (35.000 – 5.000) x 100

5.000

ROI = (30.000) x 100

5.000

ROI = 600%

A loja virtual teria um ganho de 600%, ou seja, a cada R$ 1,00 investido, a empresa está recebendo R$ 6,00 de lucro. Esse resultado pode variar bastante, tudo depende da ação realizada, do planejamento, da execução, entre outros detalhes.

O importante é que com o cálculo do ROI em mãos, é possível analisar vários pontos do negócio, como por exemplo:

  • O que foi feito (ou deixou de ser feito) que pode ter influenciado no resultado?
  • Suas campanhas possuem um retorno parecido com o dos seus concorrentes?
  • Sua empresa possui resultados melhores do que as demais do mesmo setor?

Em nosso exemplo, o resultado foi positivo, mas ele pode ser negativo.

Resultados negativos significam que o investimento faz a empresa perder dinheiro e por mais que essa não seja uma boa notícia, essa informação permite que a empresa investigue o problema e faça as mudanças necessárias.

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De pequenos a grandes negócios, todos já entenderam a importância de ter um blog corporativo para fortalecer a estratégia de marketing digital e vendas.

Além de gerar conteúdo, ter um blog corporativo possibilita aumentar seu alcance no mercado, expor o conhecimento da marca e ampliar oportunidades de negócios.

Pensando nisso, resolvemos explicar nesse post a importância ter um blog corporativo integrado ao seu site e porque você deveria começar a fazer em sua empresa.

Porque criar um blog corporativo?                                            

O blog é um canal direto com o público, permite que os leitores se aproximem de sua empresa e conheçam com mais profundidade seus serviços, produtos e tudo que esteja relacionado com o que sua empresa oferece.

Segundo pesquisas, empresas que possuem blogs corporativos recebem até 55% mais tráfego em seus sites e 57% dos negócios conquistaram clientes através de seus blogs. A priorização de blogs faz com que empresas tenham 13 vezes mais chances de gerar um ROI positivo.

Com tantas vantagens, a criação e manutenção de um blog é uma questão que deve ser levada a sério.

Conteúdos de qualidade para um blog corporativo de qualidade

O alicerce que mantém um blog corporativo funcionando e trazendo resultados é o conteúdo. A internet é a grande fonte de pesquisa das pessoas, sobre assuntos de seu interesse e até mesmo dicas na hora de realizar suas compras ou contratar um serviço.

Mesmo que o leitor não esteja considerando comprar seu produto e/ou serviço no momento, um conteúdo bem produzido e corretamente direcionado é capaz de gerar demandas e dirigir aquele leitor que só estava em busca de informações, diretamente para o seu site. Por isso, um dos objetivos principais do blog corporativo deve ser se tornar um trendsetter, que em português significa “criador de tendências”, ou seja, um formador de opinião.

Você deve atualizar à sua audiência sobre as melhores práticas do mercado, formatos que estão chamando a atenção e outros assuntos relevantes ao seguimento inserido. A definição de um calendário de postagem e uma pessoa encarregada somente para essa função são práticas que permitem que seu blog seja atualizado com a frequência ideal.

Seu posicionamento nos mecanismos de busca

Sites de busca como o Google, por exemplo, direcionam os resultados das buscas em seus sistemas através de palavras-chave. Por isso, quando um usuário digita uma palavra, esses mecanismos apresentam as páginas que correspondem à busca realizada.

Os temas diversos de um blog possibilitam um espaço para o desenvolvimento de várias keywords, fazendo com que sua empresa seja associada a várias palavras e expressões e melhorando o seu posicionamento em mecanismos de busca, tornando-se referência.

O público se torna o seu melhor aliado

O público vai ser sempre o seu melhor aliado na hora de propagandear a sua empresa. A divulgação “boca a boca” na rede pode ajudar a ampliar o seu alcance e com isso, aumentar suas vendas. Se você tiver um blog que publique textos relevantes, e que ofereça a possibilidade de compartilhamento nas redes sociais, suas chances de viralização crescem consideravelmente.

Por isso, mais uma vez falamos da importância de ter um bom conteúdo para que as pessoas possam “advogar” pela sua marca.

Agora que você já sabe todas as vantagens de ter um blog corporativo, pare de perder tempo e comece um integrado ao seu site. Seus clientes esperam por você!

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Se você tem uma empresa, ou pensa em abrir uma, provavelmente já ouviu falar em Google Adwords.

Na hora de conquistar clientes e aumentar a sua presença no mercado, algumas ferramentas do Google são muito úteis e podem fazer toda a diferença para o seu negócio.  Uma das mais importantes é justamente o Google Adwords, ou como é conhecido, apenas Google Ads.

Por isso, neste artigo iremos te mostrar como funciona o Google Adwords e como é fácil criar a sua campanha online em poucos minutos.

O que é o Google Adwords?

Lançada em 2000, a plataforma é uma ferramenta de publicidade online que exibe anúncios em forma de links patrocinados assim que uma pessoa realiza uma busca, baseando seus resultados nas palavras-chave usadas no momento da pesquisa.

Mesmo com o surgimento de várias outras plataformas no mercado, como a do Facebook, o Google ainda lidera o ranking mundial de receita com publicidade online, com incríveis U$ 209 bilhões de dólares apenas em 2021 com base em dados do Statista.

Essa informação demonstra o poder dessa ferramenta e quanto às empresas confiam na publicidade digital utilizando a plataforma do Google. Desde o seu lançamento, as receitas do Adwords crescem continuamente, ano após ano.

O grande diferencial dessa ferramenta não é somente a publicidade comum, como nas mídias tradicionais, mas é a possibilidade de levar a sua mensagem para uma audiência qualificada, segmentada e altamente específica.

Assim que uma busca é realizada, a pessoa recebe o anúncio de um produto ou serviço relacionado ao que ela está pesquisando. Para chamar atenção dos consumidores, esses anúncios são posicionados em locais estratégicos da página, como no topo ou no rodapé.

Como os anúncios no Google Adwords funcionam?

Ao realizar uma pesquisa no Google, ele busca em sua biblioteca de conteúdos relacionados ao termo e os publica na página de resultados, respeitando primeiramente a ordem dos links patrocinados, que ficam posicionados no topo da página.

Sendo assim, uma campanha de link patrocinado permite que você apareça na frente dos resultados orgânicos. O Adwords obtém resultados precisos de toda a sua campanha, como ROI, avaliação de tráfego, avaliação do conhecimento da marca, vendas e conversões e assim consegue detectar, pelas medições o que está indo bem ou não na sua campanha e links patrocinados.

Dessa forma você consegue saber em tempo real se algo precisa ser ajustado e/ou melhorado em sua campanha ou se é melhor que ela seja abortada par direcionar a verba em outras ações que tragam resultados consistentes, atingindo as metas e expectativas da empresa.

Como anunciar no Adwords?

Agora que você já entende o que é o Google Adwords, chegou o momento de saber como anunciar na plataforma. Separamos o passo a passo para você colocar suas campanhas no ar de forma fácil e rápida:

  1. Acesse o site do Google Ads e faça o seu cadastro. Se você já tiver uma conta Google é só informar o login e senha para continuar.
  2. Assim que você chegar ao painel do Adwords, vá até a aba “Campanhas”, no canto esquerdo da tela. Clique no círculo em azul com o sinal de adição (+) e selecione “Nova Campanha”.
  3. Escolha o formato de anuncio mais adequado para sua estratégia.
  4. Agora, chegamos ao momento de configurar a sua campanha. Preencha as informações solicitadas pela plataforma, incluindo local, idioma, orçamento e metas, que são as ações que você seja que os consumidores adotem. Lembre-se de colocar o endereço de seu site e escolher um nome para a campanha.
  5. Após preencher todas as informações corretamente, você vai poder conferir a parte visual do seu anúncio. É nesse momento que você precisa definir informações como o que vai aparecer no título, na descrição do seu anúncio e na URL.
  6. Por último, não se esqueça de revisar toda a sua campanha. Agora é só dar inicio à sua divulgação e começar a aproveitar as vantagens que o Google Ads tem a oferecer.

Como podemos ver nesse post, o Google Ads é uma ferramenta com alto potencial de sucesso, em que você tem controle absoluto sobre seu orçamento e pode amentar suas chances de atingir o público desejado. Usando a forma correta, a plataforma pode garantir resultados cada vez melhores para sua empresa.

Agora que você já sabe como funciona o Google Adwords, chegou o momento de praticar e fazer sucesso com seus novos anúncios!

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O marketing para coworking é um exercício multitarefas.  Entre criação de conteúdo, mídias sociais, ficar por dentro das avaliações, fazer publicidade paga, o trabalho de um profissional de marketing nunca termina.

Pensando nisso, reunimos nossas estratégias favoritas de marketing para escritórios de coworking. 

5 Dicas de Marketing para coworking 

1. Marketing para coworking = Amor por mídias sociais   

Vamos começar com o grande: A mídia social é uma parte primordial do marketing para coworking. As pessoas estão navegando em busca de um conteúdo que fale com elas. É importante que eles te vejam.

Muitas vezes, a mídia social é a primeira impressão que as pessoas têm de sua marca e dá a você a oportunidade de envolver as pessoas e convidá-las a explorar mais seu conteúdo e ofertas.  Acompanhar as tendências da mídia social leva tempo e esforço, mas as recompensas por se manter na frente do seu público-alvo podem ser grandes. Aqui estão algumas dicas para usar as mídias sociais:

  • Publique regularmente: Em redes como Instagram, Facebook e LinkedIn, tente publicar pelo menos uma vez por semana. No início esses podem ser o seu foco principal, especialmente em nível local. 
  • Aproveite as hashtags de tendência: Fique de olho nas tendências e trabalhe com elas de maneira criativa em sua própria mídia social. Certifique-se de que a hashtag seja relevante para o seu espaço, idade ou comunidade. 
  • Use ferramentas de agendamento: Há um número crescente de ferramentas de agendamento de mídia social disponíveis. Com elas você consegue configurar previamente seus posts, assim você não precisa interromper suas outras atividades para fazer postagens frequentes. 

2. Solicite avaliações

Se você depende do Google para obter leads, solicite avaliações de sua comunidade. As plataformas de pesquisa priorizam empresas com boas avaliações, porque desejam fornecer resultados mais relevantes e úteis para pessoas que estejam pesquisando sobre o espaço. Certifique-se de que você está listado no Google Meu Negócio

3. Entre no Google Meu Negócio 

Seguindo a dica acima, certifique-se de que seu espaço esteja no Google Meu Negócio. É ótimo para o SEO local, aumenta suas chances de aparecer no Google’s Local Pack, Local Finder e Google Maps, ajuda também a fortalecer a marca e pode direcionar tráfego e leads. 

Certifique-se de que seu perfil esteja completo com a descrição dos serviços e fotos. A plataforma é gratuita. 

4. Publique regularmente em seu blog

Publicar regularmente em seu blog é uma maneira poderosa de direcionar tráfego, estabelecer sua marca, compartilhar os valores de sua empresa e divulgar sua comunidade. 

Demonstre que é um especialista publicando conteúdos que ofereçam percepções ao público sobre tópicos específicos de espaços de trabalho. Se necessário, contrate um redator de conteúdo, pesquise palavras-chave e utilize-as em suas postagens para ajudar no SEO e direcionar o tráfego para seu site. 

5. Faça publicidade paga

Com o Google Ads, você paga para aparecer nos resultados de pesquisa. Dependendo do seu mercado e da frase de pesquisa de destino, pode ser caro, então defina um limite de orçamento razoável e controle de resultados. A plataforma oferece uma biblioteca de vídeos e tutoriais úteis sobre como começar. A beleza dos anúncios pagos é que eles permitem que você aumente a quantidade de pessoas alcançadas e se destaque em resultados de pesquisa específicos. 

Como tudo no marketing, é necessário testar estratégias, acompanhar os resultados e corrigir o curso para otimizar seus esforços. Consistência é a chave para uma campanha de marketing bem sucedida e estratégia geral, por isso, uma dica é começar com um plano simples e sustentável e seguir com ele.  

Mas, fique atento! 

Tudo dentro da sua estratégia de marketing para coworking deve ser sobre as vantagens que os profissionais têm ao alugar uma mesa ou uma sala dentro do seu espaço. Por isso, manter um bom mobiliário, um espaço bem localizado e internet de qualidade são elementos fundamentais. 

Nenhuma ação de marketing será suficiente para manter e atrair novos clientes se sua estrutura não oferecer o valor esperado para quem frequenta o espaço. 

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Você já pensou na possibilidade de perder um cliente pelo simples fato de não saber tirar fotos do seu coworking? Infelizmente isso pode acontecer, afinal a primeira impressão é a que fica. Quando um cliente entra em seu site, ele busca ver imagens que deem uma boa percepção de como é o espaço ao vivo e muitas vezes pela falta de boas imagens, seu coworking não passa a credibilidade necessário.

Um estudo mostra que fotos com qualidade podem aumentar a conversão de vendas em 9% no e-commerce. Além do mais, textos com imagens têm 94% mais visualização e as publicações com esse recurso têm seu engajamento aumentado em até 2,3 vezes.

Ou seja, saber tirar as melhores  fotos é indispensável para o sucesso do seu negócio. Por isso nesse artigo separamos algumas dicas de como tirar fotos de qualidade.

Dicas de como tirar fotos do seu coworking                                         

Independente se você irá chamar um fotógrafo profissional ou você mesmo irá tirar as fotos do seu coworking aqui deixamos alguns truques de como deixar essas fotos com a cara mais profissional possível e passando a credibilidade que seu negócio precisa.

Tire fotos do seu coworking durante o dia e sem flash

A luz é a melhor amiga de uma fotógrafo, mas em excesso pode estragar sua foto.

Acenda todas as luzes do ambiente que vai fotografar e abra as cortinas (o suficiente para clarear, sem entrar luz demais). Sempre evite usar o flash ou tirar fotos durante a noite. Sempre buscando um equilíbrio.

Evite fotos verticais

Tire fotos sempre na horizontal. Dessa forma você consegue fornecer uma visão ampla do espaço, com todos os detalhes. Seus clientes também conseguirão ter uma noção melhor de tamanho e disposição de móveis.

Tire fotos sempre no canto do ambiente

Se você tirar uma foto de frente para uma parede plana, seu ambiente vai parecer diferente do que é na vida real. Tente tirar fotos a partir de um dos cantos do local. Isso vai acrescentar dimensionalidade à foto e mostra muito mais do ambiente.

Limpe a cena

É muito importante que suas fotos mostrem um ambiente limpo e organizado. Nada de sujeira no chão, papéis espalhados pelas mesas. Limpe a poeira, arrume os itens das mesas e deixe tudo no lugar.

Se possível, tire as fotos de manhã cedo ou no fim de semana, quando não tiver ninguém trabalhando e nunca adicione itens só para compor a cena, removendo-os depois de tirar a foto. Quando os clientes forem visitar o seu coworking, ele deve estar exatamente conforme as fotos. Afinal, se você dá a entender que terá uma máquina de café na sala privativa, por exemplo, o cliente irá com essa expectativa.

Não se esqueça dos detalhes

Se seu coworking tem uma varanda bacana, uma copa moderna, um jardim incrível ou uma vista da janela incrível não esqueça de tirar fotos de todas essas áreas. As pessoas amam os detalhes, coisas que trazem vida e personalidade para seu coworking.

Agora que você já sabe todos os truques para tirar fotos do seu coworking com qualidade, chegou a hora de praticar. Faça muitos testes de luz e angulação, só assim você saberá com tirar as fotos perfeitas do seu espaço!

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Business innovation é o processo de uma empresa para introdução de novas ideias, fluxos de trabalho, metodologias, serviços ou produtos.

Assim como a inovação em TI, que exige o uso da tecnologia de novas maneiras para criar uma organização mais eficiente e ágil, o business inovation deve permitir o alcance de metas em toda a empresa atingindo os objetivos da organização.

A inovação geralmente começa com a geração de ideias, que são reduzidas durante sessões de brainstorming, após as quais os líderes consideram a viabilidade e conveniência de cada uma. O business innovation deve melhorar produtos, serviços ou processos existentes, deve resolver um problema ou atingir novos clientes.

Neste artigo veremos qual a sua importância para as empresas, o seu ciclo e alguns de seus modelos.

Qual a importância do business innovation?

O objetivo do processo de business innovation é criar valor para a organização. Esse valor pode vir da criação de novas oportunidades de receita ou da geração de mais receita por meio de canais já existentes: criar eficiências que economizam tempo, dinheiro ou ambos, ou até melhorias na produtividade ou desempenho.

Em resumo, business innovation deve levar a maiores lucros. Além disso, os resultados desse processo na empresa devem gerar uma vantagem competitiva: deve ajudar a empresa a crescer e alcançar – ou, melhor ainda, superar – os objetivos estratégicos.

Inovação versus invenção

Inovação e invenção estão intimamente ligadas, mas os dois termos não são intercambiáveis. Uma invenção é  uma criação inteiramente nova. O processo de inovação pode produzir uma invenção, mas o termo é mais amplo em escopo e inclui a aplicação de um conceito ou prática existente de uma nova maneira, ou a aplicação de nova tecnologia a um produto ou processo existente para melhorá-lo.

Para entender melhor a diferença, considere o seguinte: o telefone é uma invenção, mas o smartphone é uma inovação.

O que não podemos considerar business innovation?

A inovação é um assunto tão atual que seu verdadeiro significado muitas vezes acaba se perdendo. Embora alguns utilizem o termo como um guarda-chuva ao adotar a tecnologia mais recente ou fazer mudanças superficiais, a definição de “inovação” limita-se a mudanças no negócio principal de uma organização que resultam em crescimento.

Ciclo de business innovation      

Embora não haja uma fórmula única para business innovation, as empresas que são continuamente bem sucedidas em inovação têm um processo repetitivo para gerar, testar e desenvolver ideias que podem levar a inovações.

O ciclo muita vezes é dividido em quatro partes. Começa com a articulação de ideias em torno de áreas-chave (modelos de negócio, marketing, processos, produtos e serviços). O ciclo passa pela descoberta e depois pelo desenvolvimento e entrega.

A primeira fase se concentra na criação e registro de ideias, bem como na avaliação preliminar sobre o quanto de valor essas ideias podem produzir.

A próxima fase se concentra em testar as ideias por meio de programas piloto ou provas conceito, onde a viabilidade das ideias e o valor que elas irão agregar serão avaliados na prática.

As duas ultimas fases se concentram no dimensionamento de ideias, movendo-as para a produção e integrando-as às operações normais do negócio.

Alguns executivos e gerentes dividem ainda mais o ciclo, considerando itens como análise, teste e revisão como etapas separadas.

Modelos de inovações empresariais 

Business innovation pode (mas não precisa) envolver a criação de um novo produto ou serviço. Existem muitos exemplos de business innovation, incluindo:

  • Inovação de produtos: Criação de um produto completamente novo paralelamente à oferta principal de uma empresa.
  • Inovação de processos: Desenvolvimento de uma nova maneira de ser mais eficiente no negócio principal.
  • Inovação no modelo de negócios: Lançar uma nova maneira de gerar receitas.
  • Inovação na entrega: Implementação de uma nova maneira de interagir com os clientes.

Esses tipos de inovação empresarial permitem que as empresas se tornem mais eficientes, inovadoras e (espera-se) mais lucrativas.

Agora que você já sabe sobre o que é o business innovation, chegou a hora de botar em prática. No Coworking Town, oferecemos salas de reunião com toda a infraestrutura que necessária para receber você e seus colaboradores para encontros com sua equipe e treinamentos!

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É um erro pensar que uma empresa de pequeno porte pode não precisar de um gerenciamento de crise. Todo negócio, não importa o segmento ou tamanho, está sujeito a problemas envolvendo sua imagem, seja devido a desastres naturais, natureza legal, falhas em equipamentos ou serviços, acidentes de trabalho ou obstáculos fiscais.

Neste artigo, entenda o que é o gerenciamento de crise, qual a sua importância e como investir nesse conjunto de práticas que podem salvar seu negócio de muitos prejuízos.

O que é o gerenciamento de crise?

Uma crise, seja ela motivada por fatores internos ou externos, pode trazer consequências graves para uma empresa. E é justamente a falta de uma boa gestão de crise que faz com que muitos modelos de negócio tenham que fechar as portas. Pesquisas mostram que mais de 3 em cada 4 Pequenas e Médias Empresas no Brasil (77% delas) sofreram algum impacto devido à essa crise de saúde pública mundial.

Basicamente, o gerenciamento de crise trata-se de um conjunto de ações pensadas estrategicamente com o intuito de reduzir ao máximo os danos causados por uma fase difícil que a empresa enfrenta, buscando lidar com o problema para definir estratégias de enfrentamento e de prevenção também.

Faz parte do gerenciamento de crise avaliar potenciais perigos em diferentes perspectivas (finanças, operações, processos, pessoal, clientes e sociedade) e estabelecer planos de contingência.

Por que é importante contar com um plano de gerenciamento de crise?

Quando a empresa passa por um momento de adversidade, as chances de ela conseguir superá-lo são potencializadas a partir de um plano de gerenciamento de crise estável.

Esse tipo de planejamento permite que a empresa organize melhor as estratégias que serão adotadas para enfrentar a crise em questão. Quando bem estruturado, ajuda a garantir que as decisões sejam tomadas com mais consciência e assertividade.

O objetivo é ter frieza para avaliar a situação com calma e desvendar o rumo certo a seguir, sem precipitações ou improviso, evitando  o “apagar incêndios”. O plano de gerenciamento favorece a clara compreensão do problema e de sua real dimensão considerando os impactos sobre a empresa.

Dessa forma, fica mais fácil definir o que e como fazer para minimizar as consequências negativas da crise.

Dicas de como fazer um bom gerenciamento de crise

Bom, agora que você já está ciente da importância de um bom gerenciamento de crise em uma empresa, resolvemos listar algumas dicas importantes de como planejar esse gerenciamento para aplicar em sua empresa.

1. Faça um diagnóstico da situação atual

Diante de uma crise, a primeira coisa a se fazer é um diagnóstico da atual situação em que a empresa se encontra. A intenção é conseguir dimensionar a crise tendo em vista os danos que ela pode gerar para o seu negócio.

2. Procure a raiz do problema a ser enfrentado

As ações de enfrentamento de uma crise só poderão ser tomadas a partir do momento em que a raiz do problema for identificada. Por isso, é importante que você faça uma análise dos ambientes interno e externo.

3. Identifique os aspectos de negócio mais afetados pela crise

Para gerenciar uma crise, é necessário também fazer um balanço sobre como a crise afeta os diferentes aspectos do seu negócio.

Os que estiverem mais suscetíveis aos danos causados pela crise vão merecer uma atenção especial na hora de definir as ações de enfrentamento.

4. Monte um sólido plano de ação

O eficaz gerenciamento de crise depende de um plano de ação sólido e bem estruturado.

Ele deve conter todas as etapas de enfrentamento do problema, especificando as ações a serem tomadas, seus respectivos responsáveis e as metas a serem alcançadas.

5. Mensure e acompanhe os resultados do enfrentamento da crise

Para garantir que as ações previstas no seu plano tenham o efeito desejado, você deve mensurar e monitorar os resultados. Portanto, utilize indicadores de desempenho.

6. Promova uma comunicação eficiente

Uma crise pode ser agravada com a ausência de uma comunicação eficiente. Por isso, seja claro ao passar as informações para os colaboradores e também para os seus clientes. Mostre-se disposto a esclarecer quaisquer dúvidas que eles possam ter.

O primeiro passo para enfrentar uma situação de crise é entender que estar preparado é fundamental. Saber o que fazer e deixar o cliente ciente das possíveis turbulências ajudam a evitar demais desgastes.

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Atualmente, o YouTube é o segundo maior site de buscas do mundo, perdendo apenas para o Google. Tamanha importância vem chamando cada vez mais atenção das empresas, trazendo resultados expressivos até para as pequenas e médias empresas que estão passando a focar nessa plataforma para criação de conteúdos.

De acordo com um estudo feito pela plataforma, conduzido pela consultoria Oxford Economics, através de pesquisas com 3.900 usuários, 900 criadores de conteúdo e 500 negócios, mostra que no Brasil em 2020 o ecossistema criativo do YouTube contribuiu com R$ 3,4 bilhões para o PIB (Produto Interno Bruto), gerando 122 mil empregos no período.

Dados adquiridos nas entrevistas indicaram que 68% dos empreendedores criativos afirmam que o YouTube trouxe oportunidades adicionais que ultrapassaram a plataforma; 88% disseram que a plataforma teve um impacto positivo em seus objetivos profissionais; e 77% dos criadores concordaram que o YouTube oferece uma oportunidade de criar conteúdo e ganhar dinheiro que não receberia da mídia tradicional.

Além disso, 87% dos negócios que possuem um canal afirmam que o YouTube os ajuda a entender seus consumidores; 85% acreditam que a plataforma tem um importante papel no crescimento da base de clientes; 92% das pequenas e médias
empresas concordam que estar no YouTube contribui para que clientes encontrem seus negócios mais facilmente; e 85% das pequenas e médias empresas que anunciam no YouTube concordam que os anúncios do YouTube ajudam a aumentar suas vendas.

Crescimento em potencial

A mesma pesquisa foi feita em países como EUA, Canadá e Austrália. Nos EUA, por exemplo, o impacto do YouTube no PIB foi de US$ 16 bilhões em 2019. Mesmo com as diferenças entre os mercados de mídia brasileiro e americano, os dados nacionais parecem indicar que há espaço para crescimento por aqui.

A quantidade de canais brasileiros que faturam mais de R$ 10 mil reais em publicidade cresceu 70% em 2020. Mais de 2 mil canais nacionais têm 1 milhão de assinantes no Brasil, uma alta de 30%.

Outra característica do serviço é a diversidade cultural. Entre os usuários, 94% acreditam que os vídeos são ricos nesse sentido e 78% dizem ter acesso a conteúdo que não está disponível em mídias mais tradicionais.

Novas maneiras para criação de conteúdos

Outra plataforma de vídeo que vem crescendo muito é o TikTok. Segundo estatísticas divulgadas pela plataforma em 2019, em contas que possuem mais de 100 mil seguidores , um vídeo postado causa engajamento de 5,3% dos usuários que o assistem.

A rede social, hoje em dia, vai além das famosas dancinhas e já se tornou uma porta de entrada para o planejamento de conteúdos digitais por pequenos empreendedores que começam mostrando os bastidores de seus negócios e de repente podem se ver lotados de pedidos se seus vídeos viralizarem.

E empresas de grande porte vem seguindo o mesmo caminho e tentando se estabelecer na plataforma. Nestlé e Havaianas, por exemplo, já começaram a criar ações exclusivas para a nova rede social.

O presente nos mostra que já chegamos ao futuro digital, o modelo de consumo mudou e para estar no radar é necessário se adaptar e estar aberto as inovações. A criação de conteúdos pode abrir caminhos para grandes oportunidades.

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Marketing Digital Livros

Marketing Digital Livros


A transformação digital vem mudando cada dia mais a atuação das empresas no mercado.

E o marketing digital é uma nova maneira de fazer negócio, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade de marca que é independente do porte ou área de atuação.

Mas, por onde começar? Essa pode ser a sua dúvida, mas com certeza você não está sozinho nessa, muitas pessoas ainda não sabem como iniciar um processos de marketing digital em seu negócio. Por isso, confira alguns livros de listamos para darão o ponta pé inicial que você precisava

1 . Marketing 4.0

Este livro comprova mais uma vez porque Philip Kotler é considerado o pai do marketing moderno. Agora, junto com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Kotler examina as importantes transformações na passagem do marketing tradicional para o digital (4.0). Eles mostram não só como a conectividade alterou de forma radical o modo como vivemos, mas como entender os caminhos do consumidor na era digital e adotar um conjunto novo de métricas e práticas de marketing.

Para alcançar o sucesso em um ambiente tão mutável, complexo e competitivo, o marketing deve guiar o consumidor ao longo de uma jornada que começa na apresentação e assimilação da marca e termina na fidelização total. Marketing 4.0 apresenta uma análise sólida do consumidor do presente e do futuro e oferece as informações necessárias para atingi-los da maneira mais eficaz.


2. Marketing Digital na Prática: Como criar do zero uma estratégia de marketing digital para promover negócios ou produtos

O Livro Marketing Digital na Prática oferece um olhar prático e pragmático sobre a importância da estratégia, como tirar partido das principais plataformas e ferramentas de marketing digital disponíveis e aplicar todo esse conhecimento no desenvolvimento e promoção de qualquer tipo de negócio ou produto.

Este livro oferece uma abordagem totalmente prática sobre a criação de estratégias de marketing digital, possíveis de serem utilizadas por qualquer tipo de negócio ou produto.


3. A Bíblia do Marketing Digital

A Bíblia do Marketing Digital é um guia prático para entender como utilizar a internet e as tecnologias digitais para os negócios e implementar ações de marketing, comunicação e publicidade online. Aborda as principais estratégias, ações, ferramentas e mídias presentes na web, além de incluir roteiros práticos para uso no dia a dia. O livro foi escrito para ser aproveitado por todos que desejam utilizar a internet para o crescimento de seus negócios, seja você um pequeno ou médio empresário, um executivo de uma grande empresa, um publicitário, um profissional de comunicação e marketing ou mesmo um estudante ou professor de cursos de comunicação.


4. Instagram Marketing: Como criar marcas vencedoras através da rede social mais importante do mundo

Neste livro Rafael Terra irá mostrar tudo o que realmente está funcionando no Instagram. Aqui, ele também ensinará a criar conteúdos e anúncios que convertam em seguidores apaixonados pela sua marca: aqueles que seguem, curtem e compram.

O livro aprofunda de forma didática o passo a passo com os quatro pilares que aumentam a autoridade e vendas de uma marca no Instagram. Além disso, terá acesso a um capítulo com tendências de Instagram Marketing para a sua marca saia na frente da concorrência e crie uma estratégia realmente efetiva, inovadora e vencedora.


5. Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI

Marketing de Conteúdo é uma leitura que  pretende expandir sua mente, te ajudar a conectar os pontos, te mostrar como trabalhar como gente grande que está na vanguarda do mercado. Fala sobre o marketing de conteúdo em todas as suas formas, cores e sabores. Planejamento, tráfego, geração de leads, vendas, tecnologia, ferramentas, tendências, práticas, produção, métricas e muito mais. Este livro será o seu guia para o início da sua jornada neste mundo incrível e encantador. Você nunca mais verá o Marketing da mesma forma.


Bom, essas são nossas cinco valiosas indicações de leitura, agora é só colocar o que aprender em prática e fazer o seu negócio virar um sucesso também no mundo digital.

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