3 minutos de leitura

Você já pensou na relevância do empreendedorismo feminino no mercado?

Esse movimento vem provocando transformações no mercado de trabalho, oxigenando as ideias e agregando em diversidade.

Além de contribuir para o empoderamento das mulheres, abrindo caminhos para que se tornem líderes não só de equipes, como também de sua própria trajetória profissional e pessoal.

No Brasil, são mais de 30 milhões de mulheres empreendedoras, em um universo de 52 milhões de empreendedores, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor 2020 (GEM), principal pesquisa sobre empreendedorismo no mundo, em parceria com a Sebrae.

Por isso, resolvemos explicar qual a importância do empreendedorismo feminino e quais são as dificuldades enfrentadas por essas mulheres ao empreender.

Importância do empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino colabora para a construção de uma sociedade mais justa, gerando oportunidades de liderança para mulheres. Embora elas representem 52% da população brasileira, mulheres só ocupam posições de destaque em 13% das 500 maiores empresas do país.

Além de contribuir para o crescimento da economia e para a criação de novos empregos, o empreendedorismo feminino transforma relações sociais. Quando uma mulher alcança a autonomia financeira, não precisa se submeter a relacionamentos abusivos e violentos, pois não depenem mais financeiramente de terceiros para se sustentar.

Mulheres empregam mais mulheres

Cerca de 73% dos empreendimentos liderados por mulheres no Brasil são majoritariamente femininos, contra apenas 21% dos empreendimentos liderados por homens. Já em relação à sociedade, das mulheres donas de negócio próprio com sócios, 44 têm apenas mulheres como sócias.

Principais desafios para mulheres empreendedoras

Mesmo com todo o cenário positivo de crescimento, ainda existem diversos avanços a serem feitos. Enquanto os empreendedores em geral apontam a liberdade como principal motivo para abrir seu negócio, as mulheres brasileiras acabam fazendo isso por necessidade, para complementar a renda ou alcançar a independência financeira.

Isso, porque na maioria das vezes elas precisam assumir o sustento da família sozinhas.

Mulheres empreendedoras recebem menos que os homens e segundo informações do Sebrae elas possuem menos acesso a linhas de crédito para estruturar e expandir seu negócio.

Outros desafios estão relacionados à maternidade, que exige maior flexibilidade no trabalho. Pesquisas revelam que 53% das empreendedoras brasileiras são mães, sendo que a maioria busca por horários mais flexíveis que permitam conciliar as tarefas domésticas e a vida profissional.

No meio corporativo, elas ainda enfrentam assédio e preconceito, partindo de ideias retrógradas como a de que são muito emotivas ou de que não poderão se comprometer com a empresa se tiverem filhos.

Dados do empreendedorismo feminino pelo mundo

Considerando o cenários mundial, o empreendedorismo feminino tem avançado principalmente nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Canadá, de acordo com o terceiro Mastercard Index of Women Entrepreneurs, divulgado em novembro de 2019.

Em um ranking formado por 58 mercados, que respondem por quase 80 da mão-de-obra feminina do planeta, o Brasil ficou na 32ª posição.

Já o levantamento “Women in The Boardroom – Uma Perspectiva Global”, da consultoria Deloitte, evidenciou o crescimento mundial do empreendedorismo feminino nos últimos anos. O percentual de aberturas de empresas ,por mulheres passou de 18%, em 2016 para 25% em 2019.

Apesar de todos os desafios enfrentados, muitas mulheres estão tomando a frente e fazendo a diferença, tornando seus sonhos possíveis através da criação de negócios de impacto social e econômico.

Por isso é sempre importante apoiar o crescimento da diversidade para que possamos diminuir as desigualdades de gênero e construir uma sociedade mais justa para as mulheres que estão por vir.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leitura

Empreender é bem mais o que ter uma boa ideia. Afinal, uma ideia sem iniciativa e esforço não se torna absolutamente nada. Os empreendedores brasileiros de sucesso combinaram boas ideias com a atitude de fazer acontecer – e nem sempre eles começaram de cima, sabia?

Entender um pouco sobre a vida deles, pode trazer inspiração e coragem que você precisa para ter progresso em seu negócio, seja ele qual for. Por isso, resolvemos trazer nesse artigo narrativas de empreendedores brasileiros de sucesso, mostrando que os sonhos podem sim, ser possíveis se você colocá-los em prática.

Histórias de empreendedores brasileiros de sucesso

Miguel Krigsner e O Boticário

Formado em farmácia na década de 70, Miguel Krigsner, decidiu empreender. Pegou 3 mil emprestado com seu tio e em 1977 fundou sua farmácia de manipulação, que também produzia produtos de beleza e perfumaria. O nome? O Boticário.

Aos poucos Miguel viu que os medicamentos vendiam muito menos do que os itens de perfumaria e mudou seu foco do negócio, mirando, claro, o ramo da beleza. E estava certo em sua empreitada, hoje já são mais de 3.500 lojas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.

O Grupo O Boticário tem um verdadeiro império e para Miguel, o segredo da prosperidade no empreendedorismo é ter paciência e não encurtar caminhos. Segundo ele, tudo tem seu tempo. E também credita os ensinamentos que teve vindos de seu pai, como já disse em algumas entrevistas.

Luiza Helena Trajano e o Magalu

Para falar sobre empreendedores brasileiros de sucesso, é fundamental citar Luiza Helena Trajano, o nome por trás do Magazine Luiza, um dos gigantes do varejo nacional.

A história de Luiza começou ainda na adolescência, quando resolveu trabalhar, durante as férias, em uma loja de sua tia para poder comprar presente de Natal para sua família. Ela se formou em direito e nunca mais largou a loja – que virou Magazine Luiza, por causa de um concurso, mostrando que a interatividade sempre fez parte do negócio.

Com iniciativas de Luiza o Magalu se expandiu por todo o Brasil e também se digitalizou, tendo um dos maiores maketplaces nacionais. Para a empresária, o segredo do sucesso está na inovação (Magalu foi a primeira empresa nacional a apostar em lojas virtuais) e também na qualidade do atendimento. Além disso, ela afirma que toda empresa precisa enxergar seus colaboradores como empreendedores.

Além disso tudo, o Magalu é reconhecido como uma das melhores empresas para se trabalhar e Luiza Trajano faz parte do Grupo Mulheres do Brasil, composto por mulheres atuantes em nossa economia.

Antônio Luiz Seabra e a Natura

Antônio Luiz Seabra começou a trabalhar cedo, aos 15 anos, na multinacional Remington. Ele saiu dela aos 21 anos, interessado em trabalhar em um laboratório de cosméticos. Em 1969, ele e seu sócio fundaram a Indústria e Comércio de Cosméticos Berjeaout Ltda., que, na sequência, se transformou na Natura, por apostar no uso de ativos vegetais nos produtos.

A primeira loja foi fundada em São Paulo, na Oscar Freire, lá Luiz também oferecia consultoria em beleza e abordava possíveis clientes na rua, oferecendo uma rosa branca.

A Natura conta com vendedores diretos no Brasil todo, além das lojas físicas. O valor estimado da companhia é de mais US $3 bilhões, uma das gigantes da América Latina. A marca também se sobressai pela sua forte vertente sustentável e foi uma das pioneiras na redução de carbono.

Alexandre Costa e a Cacau Show

Alexandre Costa é o empresário por trás da Cacau Show, já chegou a vender cosméticos de porta em porta com a mãe. Mas foi retomando um negócio da família, de vender chocolates artesanais nos comércios da cidade que veio a grande oportunidade.

Ele recebeu uma encomenda de 2 mil ovos e tentou terceirizar uma empresa para produzi-los. A empresa não aceitou  e o então adolescente se viu contratando uma pessoa que fazia chocolates caseiros para ajuda-lo a honrar o compromisso. E foi assim que começou a produzir as encomendas que pegava.

A primeira loja Cacau Show foi aberta em 2001 e o sucesso absoluto permitiu que logo no ano seguinte outras 18 lojas fossem abertas. Em 2011, Alexandre chegou a um marco de mil lojas espalhadas pelo Brasil. Nesse mesmo ano, ele ganhou o prêmio de Empreendedor do Ano, dado pela Ernst Young Terco. Para Fabrice Lenud, famoso na gastronomia francesa, Alexandre Costa é o Bill Gates do universo do chocolate, mais um motivo que o torna um dos grandes empreendedores brasileiros de sucesso.

Cleusa Maria da Silva e a Sodiê

Todos que já tiveram oportunidade de provar  um bolo Sodiê ficam encantados com a qualidade dos produtos. Quem está atrás da franquia é Cleusa Maria da Silva, que já trabalhou como cortadora de cana e empregada doméstica.

Uma antiga chefe, que pedia que ela fizesse bolos, foi o pontapé inicial para a primeira loja. Cleusa Maria fazia, então, dupla jornada para conseguir abrir o negócio. Na época, em Salto, interior de São Paulo e no ano de 1997.

Só depois de quatro anos foi que ela passou para uma loja maior e, com incentivo de clientes, começou a estudar sobre franquias. Em 2007, vendeu sua primeira franquia e pode tirar sua mãe da vida de cortadora de cana — segundo Cleusa, dar uma vida melhor à mãe sempre foi sua obsessão.

Sabe o que todos esses empreendedores brasileiros de sucesso tem em comum? Perseverança e trabalho duro. Produtos de qualidade e o atendimento são os grandes diferenciais, além de acompanhar as mudanças do mercado, sempre com uma forte presença digital.

Agora que já te contamos sobre os empreendedores brasileiros de sucesso, chegou a sua vez, tome essas histórias como exemplo e tire suas boas ideias do papel!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leitura

Os livros de Napoleon Hill ainda hoje mudam diversas vidas. As fórmulas de pesquisa que desenvolveu ao longo de sua busca de 20 anos por pessoas bem-sucedidas ainda fazem com que incontáveis pessoas assumam a responsabilidade por suas próprias vidas e alcancem o seu próprio sucesso.

Por isso, nesse artigo iremos listar alguns livros do autor para que você possa ler e se inspirar.

5 Livros de Napoleon Hill:

O método de vendas de Napoleon Hill

O método de vendas é a mais completa compilação dos escritos de Napoleon Hill sobre persuasão, marketing e técnicas de vendas Poucas pessoas compreenderam a arte de vender tão bem quanto Napoleon Hill. Ele se tornou uma lenda nos círculos de negócios por criar cursos de vendas capazes de alavancar empresas insolventes até então. A filosofia de sucesso de Hill para vendedores era simples – você, o vendedor, é o ativo mais valioso e precisa se vender primeiro. Apresente a solução de um problema e a venda acontecerá naturalmente. Encontre aqui o que há de melhor nos escritos de Napoleon Hill sobre os seus cursos de vendas. Nada acontece no mundo dos negócios até que aconteça uma venda. O vendedor é o precursor do triunfo, do sucesso e do desenvolvimento. Lembre-se sempre disso: você, vendedor, é a alma de qualquer negócio. Quando abordar alguém, nivele a sua energia e o seu poder, olhando nos olhos da pessoa, com aperto de mão firme. Tenha uma personalidade poderosa de vendas. Solucione uma necessidade do cliente. Nesse momento, precisa haver uma energia de respeito mútuo. Prepare-se: este livro lhe entregará o segredo para acender o desejo ardente de vender e fazer o seu próprio sucesso. Jamil Albuquerque – Presidente MasterMind e Conselheiro mundial da Fundação Napoleon Hill

Quem pensa enriquece – o legado

Quem pensa enriquece é o 9º livro mais vendido de todos os tempos, que influencia líderes e empreendedores em todo o mundo, agora em uma edição especial atualizada para o século XXI.

O clássico best-seller sobre o sucesso agora anotado e acrescido de exemplos modernos, comprovando que a filosofia da realização pessoal de Napoleon Hill permanece atual e ainda orienta aqueles que são bem-sucedidos. Um livro que vai mudar não só o que você pensa, vai mudar o modo como você pensa.

Atitude mental positiva

Atitude mental positiva é um clássico de Napoleon Hill que tem mudado milhões de vidas!

Sua mente é um talismã secreto. De um lado é dominado pelas letras AMP (Atitude Mental Positiva) e, por outro, pelas letras AMN (Atitude Mental Negativa). Uma atitude positiva irá, naturalmente, atrair sucesso e prosperidade. A atitude negativa vai roubá-lo de tudo que torna a vida digna de ser vivida.

Seu sucesso, saúde, felicidade e riqueza dependem de qual lado você irá usar.

A lei do triunfo: 16 lições práticas para o sucesso

16 lições práticas para o sucesso, um clássico atemporal em edição com nova capa. Financiado pelo Magnata do Aço, Andrew Carnegie, o jovem jornalista de 25 anos Napoleon Hill começou em 1908 a entrevistar homens de sucesso e a investigar suas carreiras. Tudo isso para detectar o que havia de especial neles e descobrir se existe o gene do sucesso. Ou talvez, uma lei que permita identificar em cada indivíduo o potencial para vencer na vida. Em duas décadas, ouviu mais de 16 mil pessoas, entre elas os 500 milionários mais importantes da época. Pesquisou a vida de grandes inventores e pioneiros, como Thomas Edison, Graham Bell, Henry Ford, Roosevelt, George Eastman e Rockefeller. O resultado foi A lei do triunfo: 16 lições práticas para o sucesso, que ensinou, pela primeira vez na história do mundo, o verdadeiro segredo para o sucesso pessoal.

Mais esperto que o Diabo: O mistério revelado da liberdade e do sucesso

Mais esperto que o Diabo é um livro inédito no Brasil, você vai descobrir, após 75 anos de segredo, por meio dessa entrevista exclusiva que Napoleon Hill fez, quebrando o código secreto da mente do Diabo: Quem é o Diabo? Onde ele habita? Quais suas principais armas mentais? Quem são os alienados e de que forma eles ou elas se alienam? De que forma o Diabo influencia a nossa vida do dia a dia? Como a sua dominação influencia nossas atitudes? O que é o medo? Como nossos líderes religiosos e nossos professores são afetados pelo Diabo? Quais as armas que nós, seres humanos, possuímos para combater a dominação do Diabo? Qual a visão do Diabo sobre a energia sexual? Como buscar uma vida cheia de realizações, valorizando a felicidade e a liberdade? Essas perguntas e muitas outras são respondidas pelo próprio Diabo, que se autodenomina “Sua Majestade”, de acordo com Napoleon Hill. O seu propósito, escrito com suas próprias palavras, é ajudar o ser humano a descobrir o seu real potencial, desvendando as armadilhas mentais que os homens e as mulheres deste mundo criam para si mesmos, sabotando a sua própria liberdade e o seu próprio direito de viver uma vida cheia de desafios, alegria e liberdade. Escrito em 1938, após uma das maiores crises econômicas, e precedendo a Segunda Guerra Mundial, este livro não somente é uma fonte de inspiração e coragem, mas deve ser considerado um manual para todas aquelas pessoas que desejam.

Agora que já fizemos uma lista recheada de ótimos livros, é com você. Temos certeza que essas leituras irão agregar tanto na sua vida profissional, quanto na vida pessoal, não perca tempo!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Todos que já refletiram sobre seu futuro financeiro, certamente já pensaram sobre como começar a investir. Talvez isso soe como uma possibilidade distante para algumas pessoas, mas a realidade é que existem muitas formas de investimento para iniciantes, desde as mais acessíveis até as mais sofisticadas.

A realidade dos investimentos no Brasil não é das melhores. Uma pesquisa mostra que 67% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro.

Entre os brasileiros de classe C, D e E o número é ainda maior, de 71%. Entre as justificativas para não poupar dinheiro, 40% alegaram possuir uma renda muito baixa. Outros 18% disseram ter sido surpreendidos por algum imprevisto financeiro, 15% citaram gastos extras atípicos como reformas, tratamentos médicos e compras, e 13% reconheceram ter perdido o controle sobre os próprios gastos.

Se você é alguém que quer investir, mas não se acha capaz e/ou que não possui os conhecimentos para isso, decidimos falar algumas regras básicas de investimento para iniciantes.

Regras de investimento para iniciantes

Investimento para iniciantes precisa ter objetivos definidos

O hábito de investir fica muito mais fácil quando se tem objetivos definidos. Guardar dinheiro tendo um meta como base facilita o controle e traz realização a cada conquista e quando falamos de objetivos, não precisa ser algo grande, como comprar um apartamento ou trocar de carro.

Pode começar com um objetivo menor e depois evoluir, como poupar 100 reais por mês e começar a investir com esse valor. Suas metas precisam ser simples de entender, objetivas e realistas.

Organize  a quantia mensal a ser investida

O valor a ser investido, deve sempre estar de acordo com o orçamento pessoal. Se der aumente um pouquinho, em meses mais apertados, reduza, o importante é manter o controle financeiro para seguir aplicando.

Descubra o seu perfil de investidor

Saber qual é o seu perfil de investidor te ajuda a escolher investimentos mais alinhados com seus planos. O Perfil é definido com base em algumas informações como sua tolerância aos riscos do mercado, idade, situação financeira e claro, os objetivos para o futuro.

Faça um investimento teste

O primeiro passo é sempre o mais difícil, então fazer uma aplicação para testar é bem interessante. Faça desse investimento um tipo de “treino”, então, utilize um valor baixo.

A tríplice do investimento para iniciantes 

Os três pontos a seguir são a base de qualquer investimento para iniciantes, por isso é necessário conhecê-los:

Rentabilidade

A rentabilidade é referente a quanto o seu dinheiro rende no investimento feito. Ou seja, qual o percentual de dinheiro que se pode ganhar em determinada aplicação.

Liquidez

A liquidez pode ser definida como a facilidade de resgatar o dinheiro que está sendo investido ou de ter o dinheiro em conta assim que precisar. Quanto mais rápido você conseguir o dinheiro de volta, maior é a liquidez e menor tende a ser o risco do investimento.

Risco

Esse está ligado a possibilidade do retorno ser baixo ou até mesmo negativo. Isso pode acontecer se a economia não vai bem, se existe alguma mudança na taxa de juros do mercado, se a empresa apresenta um resultado ruim para os acionistas, entre outros.

Investimentos de alta rentabilidade normalmente apresentam riscos maiores, enquanto os de menor rentabilidade possuem riscos baixos. Isso não é uma regra, mas é o cenário mais comum.

Saber como investir pode ajudar e muito não só a suas finanças pessoais, como também as da sua empresa.

Conseguir montar uma boa reserva um dia pode fazer toda a diferença entre continuar ou não com o empreendimento. Uma empresa sem reservas acaba se tornando num lugar sem visão de crescimento e despreparada para qualquer eventualidade. Agora que você já sabe o que você deve ter para começar, chegou o momento de colocar em prática.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Você já pensou na possibilidade de perder um cliente pelo simples fato de não saber tirar fotos do seu coworking? Infelizmente isso pode acontecer, afinal a primeira impressão é a que fica. Quando um cliente entra em seu site, ele busca ver imagens que deem uma boa percepção de como é o espaço ao vivo e muitas vezes pela falta de boas imagens, seu coworking não passa a credibilidade necessário.

Um estudo mostra que fotos com qualidade podem aumentar a conversão de vendas em 9% no e-commerce. Além do mais, textos com imagens têm 94% mais visualização e as publicações com esse recurso têm seu engajamento aumentado em até 2,3 vezes.

Ou seja, saber tirar as melhores  fotos é indispensável para o sucesso do seu negócio. Por isso nesse artigo separamos algumas dicas de como tirar fotos de qualidade.

Dicas de como tirar fotos do seu coworking                                         

Independente se você irá chamar um fotógrafo profissional ou você mesmo irá tirar as fotos do seu coworking aqui deixamos alguns truques de como deixar essas fotos com a cara mais profissional possível e passando a credibilidade que seu negócio precisa.

Tire fotos do seu coworking durante o dia e sem flash

A luz é a melhor amiga de uma fotógrafo, mas em excesso pode estragar sua foto.

Acenda todas as luzes do ambiente que vai fotografar e abra as cortinas (o suficiente para clarear, sem entrar luz demais). Sempre evite usar o flash ou tirar fotos durante a noite. Sempre buscando um equilíbrio.

Evite fotos verticais

Tire fotos sempre na horizontal. Dessa forma você consegue fornecer uma visão ampla do espaço, com todos os detalhes. Seus clientes também conseguirão ter uma noção melhor de tamanho e disposição de móveis.

Tire fotos sempre no canto do ambiente

Se você tirar uma foto de frente para uma parede plana, seu ambiente vai parecer diferente do que é na vida real. Tente tirar fotos a partir de um dos cantos do local. Isso vai acrescentar dimensionalidade à foto e mostra muito mais do ambiente.

Limpe a cena

É muito importante que suas fotos mostrem um ambiente limpo e organizado. Nada de sujeira no chão, papéis espalhados pelas mesas. Limpe a poeira, arrume os itens das mesas e deixe tudo no lugar.

Se possível, tire as fotos de manhã cedo ou no fim de semana, quando não tiver ninguém trabalhando e nunca adicione itens só para compor a cena, removendo-os depois de tirar a foto. Quando os clientes forem visitar o seu coworking, ele deve estar exatamente conforme as fotos. Afinal, se você dá a entender que terá uma máquina de café na sala privativa, por exemplo, o cliente irá com essa expectativa.

Não se esqueça dos detalhes

Se seu coworking tem uma varanda bacana, uma copa moderna, um jardim incrível ou uma vista da janela incrível não esqueça de tirar fotos de todas essas áreas. As pessoas amam os detalhes, coisas que trazem vida e personalidade para seu coworking.

Agora que você já sabe todos os truques para tirar fotos do seu coworking com qualidade, chegou a hora de praticar. Faça muitos testes de luz e angulação, só assim você saberá com tirar as fotos perfeitas do seu espaço!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leitura

A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, é uma doença mental que surge após o indivíduo passar por situações de trabalho desgastantes, ou seja, que requerem muita responsabilidade ou até mesmo excesso de competitividade.

Em Janeiro de 2022 a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a incluir a síndrome na lista de 11ª Revista da Classificação Internacional de Doenças (CID-11), como um “fenômeno ocupacional”.

Isso é muito importante, pois proporciona maior visibilidade a um transtorno mental que afeta a vida de milhões de pessoas. De acordo com a International Stress Management Association (ISMA-BR), o Brasil é o segundo país com o maior número de pessoas afetadas pela doença.

Mas a falta de conhecimento da doença e seus sintomas, ainda é um problema. Pensando nisso resolvemos destacar nesse artigo os sintomas, as formas de prevenir e como evitá-la.

O que é a Síndrome de Burnout?

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico que se caracteriza pelo esgotamento mental e o estado de tensão e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes.

O termo “Burnout” vem do inglês e é uma união de duas palavras: “burn”, que quer dizer queimar, e “out”, que significa exterior. Então, a síndrome de burnout pode ser caracterizada como uma queima de fora para dentro, ou seja, fatos externos que causam muita pressão no interior, na mente. Ela pode resultar em graves estados depressivos e episódios de ansiedade

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os problemas relacionados à saúde mental no trabalho diminuem a produtividade, resultando na perda anual de US$ 1 trilhão no mundo.

Quais são os sintomas do burnout?

O burnout não é uma doença que pode ser detectada por exames laboratoriais, mas sim pela análise clínica de profissionais que cuidam da saúde mental, como psiquiatras e psicólogos que levam, em consideração o levantamento da história do paciente e a sua relação com o trabalho.

É comum as pessoas não procurarem ajuda por não saberem ou não conseguirem identificar os sintomas, afinal, a grande maioria acredita que seja apenas um cansaço passageiro.

Para evitar isso, é muito importante que o indivíduo observe com atenção como a sua vida profissional está impactando a sua saúde. Uma dica é reparar em como o seu corpo reage quando você chega e sai do local de trabalho. Sintomas físicos, como dor de cabeça e respiração ofegante podem estar sinalizando que algo não vai bem. Além disso, desânimo para cumprir as tarefas e falta de concentração também são indícios de que algo não vai bem.

Os principais sintomas são:

  • Agressividade;
  • Isolamento;
  • Ausência no trabalho;
  • Problemas de memória e concentração;
  • Irritabilidade;
  • Mudanças muito bruscas de humor;
  • Pessimismo;
  • Ansiedade;
  • Baixa autoestima.

Além disso, podem ocorrer alguns sintomas físicos associados ao transtorno:

  • Dor de cabeça;
  • Cansaço;
  • Insônia;
  • Dores musculares;
  • Sudorese;
  • Palpitação.

Quais as principais causas da síndrome de burnout?

Como já falamos, a síndrome de burnout é consequência do estresse crônico e da tensão emocional, ambos gerados no ambiente de trabalho, seja por condições físicas, emocionais ou psicológicas desgastantes.

Por isso, quando analisamos as suas possíveis causas, é preciso olhar para o dia a dia profissional do indivíduo e entender o que pode estar causando o transtorno. Os principais fatores que costumam contribuir para o quadro são:

Excesso de trabalho

Alguns profissionais vivem uma rotina muito intensa de trabalho e com cargas horárias muito elevadas, trazendo consequências com o tempo.

Estresse

Todo mundo tem momentos de estresse no dia a dia, mas não é disso que estamos falando aqui. A síndrome de Burnout é diagnosticada quando a pessoa vive uma condição estressante constantemente, sem conseguir se desvencilhar disso.

Falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Muitas vezes, essa é a principal origem da síndrome, que vem da falta de gerenciamento entre esses dois aspectos da vida. Isso pode acontecer tanto pelas condições de trabalho quanto pela dificuldade do próprio indivíduo de se desligar das suas funções profissionais e aproveitar um pouco mais a vida pessoal.

Esse fator indica que nem sempre o problema está em determinadas profissões. As mais comentadas são: médicos, enfermeiros, policiais, professores, publicitários e outras que tendem a trabalhar sob pressão. No entanto, todas estão suscetíveis ao problema — e tudo depende muito de como cada um lida com as suas atribuições ou emoções.

Quais os tratamentos?

A boa notícia é que a síndrome tem tratamento. Ao procurar ajuda de profissionais especializados, você receberá um diagnóstico e poderá começar a cuidar da sua saúde mental com muito mais consciência.

Não existe um tratamento único e um período definido, afinal, cada ser humano tem as suas particularidades.

Como o coworking pode ajudar?

Depois de toda essa nossa explicação, acho que fica fácil entender que o ambiente de trabalho pode ser o maior gatilho para o desenvolvimento da doença, certo?

Quando a empresa se preocupa com o bem estra dos funcionários e busca oferecer uma boa qualidade de vida para eles, a probabilidade de que esses casos aconteçam é muito menor é nessa busca pela qualidade de vida que o espaço coworking se encontra, uma estratégia que vem sendo usada por algumas empresas é oferecer uma espécie de vale-coworking para os seus funcionários, onde eles podem se revezar e ir uma ou duas vezes na semana para esse espaço diferente e descontraído, que na maioria das vezes mais próximo de suas residências que o escritório convencional e ao mesmo tempo separando o espaço do trabalho da rotina doméstica.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Se você é um empreendedor ou pensa em ser, provavelmente já escutou falar no termo patrimônio líquido.

Ele pode parecer só mais um termo entre tantos no mundo dos negócios, mas é imprescindível para manter o equilíbrio financeiro da organização.

Apesar de sua importância, muitos ainda não sabem o que é o patrimônio líquido e têm dificuldades em realizar o cálculo, por isso no artigo de hoje, iremos explicar o que é o patrimônio líquido e como calculá-lo.

O que é patrimônio líquido?

O patrimônio de uma empresa pode ser classificado em dois tipos: bruto e líquido. Enquanto o patrimônio bruto corresponde à soma de todos os bens e ativos da empresa em um determinado período, o líquido condiz com a diferença entre o patrimônio bruto e as obrigações financeiras que a empresa possui. Na prática, o patrimônio líquido corresponde aquilo que de fato pertence aos seus acionistas.

O que é o ativo e o passivo de uma instituição?

Antes de saber como fazer o cálculo do patrimônio líquido de sua empresa, é importante entender dois conceitos fundamentais dessa operação: ativo e passivo. O ativo corresponde aos bens e direitos da empresa, como:

  • Bens móveis: Equipamentos, veículos e produtos em estoque;
  • Bens imóveis: Terrenos e prédios;
  • Bens tangível: Mobília, eletrodomésticos e dinheiro em caixa;
  • Bens intangíveis: Marca, patentes direitos autorais e capital intelectual;
  • Direitos: Dividendos e títulos a receber.

Já o passivo está relacionado às obrigações financeiras da empresa. Há o passivo circulante, que representa as despesas que devem ser pagas em até 12 meses (aluguel, impostos e salários) e o passivo não circulantes, que se refere às despesas que devem ser pagas em longo prazo, ou seja, em mais de 12 meses (financiamentos).

Como calculá-lo?

Como já mencionamos, ele corresponde a diferença entre os ativos e passivos de um empresa, de modo que é possível expressar a operação da seguinte forma:

Patrimônio Líquido = Ativos – Passivos

Lembrando que os ativos correspondem a todos os bens e direitos da empresa e os passivos a todas as obrigações financeiras. Portanto, cada um deles deve ser somado antes de calcular o patrimônio líquido.

Por que é importante acompanha-lo mensalmente?

Acompanhar essa informação é importante para ter segurança, saber como está o desenvolvimento da empresa e evitar surpresas desagradáveis.

É importante que esse dado seja acompanhado pelo contador e pelo gestor, ou empresário.

O ideal é que todos os meses, o balanço da empresa apresente aumento de valor do patrimônio líquido. Desta forma, você terá certeza que a empresa está crescendo.

Qual a diferença entre patrimônio e patrimônio líquido? 

Patrimônio nada mais é do que o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma empresa. Já o Líquido são os bens e direitos menos as obrigações.

O patrimônio líquido não está melhorando? E agora?

Neste caso, será necessário fazer uma análise mais detalhada, de pelo menos 12 ou até 24 meses seguidos. Dessa forma, será possível verificar com mais cuidado os valores apresentados.

É comum que os gráficos de desempenho das empresas apresentem oscilações. Em alguns meses estão positivos e em outros negativos. Oscilações, até certa medida, são habituais em um contexto competitivo de mercado.

O valor do patrimônio líquido é um importante dado para se ter como referência em busca de melhorias na empresa. Ele pode ser uma poderosa ferramenta para otimizar o resultado do negócio.

Recomendamos que seja realizado uma reavaliação dos processos gerenciais. Realizar reuniões com as equipes e estabelecer algumas metas organizacionais com o objetivo de melhorá-lo.

Para essas reuniões, o Coworking Town oferece espaços com toda a infraestrutura que necessária para receber você e seus colaboradores para encontros com sua equipe e treinamentos!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Business innovation é o processo de uma empresa para introdução de novas ideias, fluxos de trabalho, metodologias, serviços ou produtos.

Assim como a inovação em TI, que exige o uso da tecnologia de novas maneiras para criar uma organização mais eficiente e ágil, o business inovation deve permitir o alcance de metas em toda a empresa atingindo os objetivos da organização.

A inovação geralmente começa com a geração de ideias, que são reduzidas durante sessões de brainstorming, após as quais os líderes consideram a viabilidade e conveniência de cada uma. O business innovation deve melhorar produtos, serviços ou processos existentes, deve resolver um problema ou atingir novos clientes.

Neste artigo veremos qual a sua importância para as empresas, o seu ciclo e alguns de seus modelos.

Qual a importância do business innovation?

O objetivo do processo de business innovation é criar valor para a organização. Esse valor pode vir da criação de novas oportunidades de receita ou da geração de mais receita por meio de canais já existentes: criar eficiências que economizam tempo, dinheiro ou ambos, ou até melhorias na produtividade ou desempenho.

Em resumo, business innovation deve levar a maiores lucros. Além disso, os resultados desse processo na empresa devem gerar uma vantagem competitiva: deve ajudar a empresa a crescer e alcançar – ou, melhor ainda, superar – os objetivos estratégicos.

Inovação versus invenção

Inovação e invenção estão intimamente ligadas, mas os dois termos não são intercambiáveis. Uma invenção é  uma criação inteiramente nova. O processo de inovação pode produzir uma invenção, mas o termo é mais amplo em escopo e inclui a aplicação de um conceito ou prática existente de uma nova maneira, ou a aplicação de nova tecnologia a um produto ou processo existente para melhorá-lo.

Para entender melhor a diferença, considere o seguinte: o telefone é uma invenção, mas o smartphone é uma inovação.

O que não podemos considerar business innovation?

A inovação é um assunto tão atual que seu verdadeiro significado muitas vezes acaba se perdendo. Embora alguns utilizem o termo como um guarda-chuva ao adotar a tecnologia mais recente ou fazer mudanças superficiais, a definição de “inovação” limita-se a mudanças no negócio principal de uma organização que resultam em crescimento.

Ciclo de business innovation      

Embora não haja uma fórmula única para business innovation, as empresas que são continuamente bem sucedidas em inovação têm um processo repetitivo para gerar, testar e desenvolver ideias que podem levar a inovações.

O ciclo muita vezes é dividido em quatro partes. Começa com a articulação de ideias em torno de áreas-chave (modelos de negócio, marketing, processos, produtos e serviços). O ciclo passa pela descoberta e depois pelo desenvolvimento e entrega.

A primeira fase se concentra na criação e registro de ideias, bem como na avaliação preliminar sobre o quanto de valor essas ideias podem produzir.

A próxima fase se concentra em testar as ideias por meio de programas piloto ou provas conceito, onde a viabilidade das ideias e o valor que elas irão agregar serão avaliados na prática.

As duas ultimas fases se concentram no dimensionamento de ideias, movendo-as para a produção e integrando-as às operações normais do negócio.

Alguns executivos e gerentes dividem ainda mais o ciclo, considerando itens como análise, teste e revisão como etapas separadas.

Modelos de inovações empresariais 

Business innovation pode (mas não precisa) envolver a criação de um novo produto ou serviço. Existem muitos exemplos de business innovation, incluindo:

  • Inovação de produtos: Criação de um produto completamente novo paralelamente à oferta principal de uma empresa.
  • Inovação de processos: Desenvolvimento de uma nova maneira de ser mais eficiente no negócio principal.
  • Inovação no modelo de negócios: Lançar uma nova maneira de gerar receitas.
  • Inovação na entrega: Implementação de uma nova maneira de interagir com os clientes.

Esses tipos de inovação empresarial permitem que as empresas se tornem mais eficientes, inovadoras e (espera-se) mais lucrativas.

Agora que você já sabe sobre o que é o business innovation, chegou a hora de botar em prática. No Coworking Town, oferecemos salas de reunião com toda a infraestrutura que necessária para receber você e seus colaboradores para encontros com sua equipe e treinamentos!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leitura

Delegar tarefas otimiza o trabalho e melhora o desempenho da empresa, além de gerar equipes mais produtivas e alinhadas. Porém, muitos gestores encontram dificuldade nessa missão e assumem a maior parte das responsabilidades, o que pode resultar em sobrecarga de funções, desmotivação dos funcionários, entre outras complicações.

Nesse artigo você verá a importância de delegar tarefas e dicas de como fazer isso da melhor maneira possível.

O que significa delegar tarefas, afinal?

Delegar tarefas é o ato de dividir as responsabilidades com a equipe, aproveitando as competências e as características de cada membro do grupo para otimizar o trabalho e melhorar o desempenho de todos.

Essa deveria ser uma conduta comum, mas algumas pessoas encontram dificuldades com isso. Tal fato pode estar relacionado com a falta de habilidade para dividir atividades, pouco conhecimento das competências dos colaboradores, entre outros fatores.

Qual a importância de delegar tarefas?

A importância de delegar tarefas se deve a sua direta vinculação com uma adequada gestão de nosso tempo. Delegar consiste em dotar a um trabalhador o poder, autonomia e responsabilidade para tomar decisões, resolver problemas e realizar tarefas sem a necessidade de nossa supervisão.

Muitas vezes, a delegação de tarefas pode ser um processo difícil para os empresários, diretores ou empreendedores, por não ter a confiança necessária em seus funcionários ou por pensar que ninguém pode fazer as coisas tão bem, quanto eles mesmos.

Nessas ocasiões quero que tome a consciência da importância de delegar funções conhecendo os grandes benefícios que ela carrega.

No entanto, é necessário buscar formas de resolver essa questão, pois delegar tarefas será vantajoso para a empresa e para a gestão da equipe, evitando a sobrecarga de trabalho – o que pode afetar a qualidade de vida e o desempenho profissional. Além disso, centralizar todas responsabilidades gera desmotivação nos colaboradores, uma vez que demonstra uma certa desconfiança quanto à capacidade deles.

Quais os principais benefícios de delegar tarefas?

A atitude apresenta uma série de benefícios. A principal delas provavelmente está relacionada ao desempenho com o trabalho, mas o ato de delegar tarefas ainda pode ser positivo para outras situações, como:

Otimização do tempo

Quem tem muitas atividades acaba levando mais tempo para entrega-las. Sendo assim, ao contar com a cooperação de outras pessoas, você terá uma otimização do tempo e terá projetos finalizados com mais rapidez e qualidade, sobrando tempo para focar em outras operações que também sejam significativas para os resultados do empreendimento.

Diminuição da sobrecarga de trabalho

A sobrecarga de trabalho pode gerar estresse, desmotivação e comprometer a qualidade das atividades. Delegando tarefas você evita uma rotina desgastante, sem horário para pausas ou tempo para cuidar da saúde e aproveitar a família, por exemplo. A atitude será positiva tanto para quem está sobrecarregado, quanto para toda sua equipe, já que resultará em um ambiente mais saudável.

Comprometimento

Quando um time trabalha unido, o comprometimento e a motivação para alcançar os resultados são maiores. Por isso, não deixe de compartilhar os objetivos da empresa, dividir responsabilidades, abrir espaço para ouvir opiniões e comentários e incentivar a participação dos outros colaboradores.

Dicas de como delegar tarefas de forma mais eficaz

Defina o que você quer fazer e o que quer alcançar com isso

É importante destacar que delegar não é mandar, não é pedir que o outro faça algo de forma pontual ou tirar um peso morto de nós. Delegar exige critério, sentido e estratégia.

O primeiro passo para delegar de forma eficaz é definir com exatidão quais tarefas ou funções são necessárias delegar, que ações concretas devem acontecer para a pessoa a quem vou delegar execute adequadamente a tarefa e ter muito claro o que se quer alcançar com ela. É muito importante que a pessoa a quem se delega esteja consciente do objetivo da delegação, do para quê e do propósito.

Escolha a pessoa certa para realizar a tarefa

Muitas vezes delegamos tarefas para quem está mais perto, em quem mais confiamos ou com quem melhor nos entendemos. Outas vezes nos empenhamos em delegar tarefas para alguém que vemos potencial ou porque consideramos que tal pessoa teria tempo para assumir a tarefa.

É necessário ter em conta o nível de preparação e de motivação que a pessoa para quem iremos delegar uma tarefa tenha, para assumir esse compromisso. A combinação de ambos os fatores é a chave para tomar decisões sobre delegar a tarefa para aquela pessoa ou não.

Estabeleça indicadores de resultados e prazos

Como já falamos acima, delegar tarefas implica em estabelecer claramente os objetivos finais daquela ação, por isso é necessário que se obtenha indicadores de resultados e prazos.

Sem eles, ninguém estará seguro de que as coisas estão saindo bem e você seguirá apegado ao controle da tarefa, que impedido de aproveitar os benefícios da delegação.

Proporcione Feedbacks

Outra dica importante para o funcionamento da delegação de tarefas é fazer sessões de acompanhamento. A principio mais frequentes e depois sessões mais espaçadas.

Durante as sessões de acompanhamento da tarefa, uma das ferramentas mais eficazes é o feedback. Essa é a oportunidade perfeita de analisar os progressos e oferecer dicas de melhora, caso seja necessário.

Delegar te permite crescer como líder e fazer com que seus colaboradores também cresçam. Agora que você já sabe como delegar tarefas é hora de experimentar abrir mão um pouco do controle e dar a possibilidade para que seus colaboradores e sua empresa possam crescer juntos.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

A prática de uma boa gestão financeira passa, obrigatoriamente, pela análise e melhoria frequente de KPIs financeiros. Mas duas métricas principais acabam sendo muito confundidas e elas são a lucratividade e a rentabilidade.

Ambas são indicadores chave para o sucesso financeiro de uma companhia. Servem como medidos para entender o que precisa ser melhorado, mas também como base para a tomada de decisões e sem a medição correta dessas métricas, o risco de erros aumenta e a organização , como um todo, passa a não ter uma visão real da situação financeira. Falhas nesse aspecto podem até mesmo levar à falência.

Sabendo disso, resolvemos explicar nesse artigo a diferença entre esses dois termos, o que são e como medi-las em sua empresa.

Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

Esses dois indicadores trazem informações importantes para a tomada de decisões e a análise da saúde financeira de uma empresa. Ambas compartilham do lucro final para que o cálculo da métrica seja realizado, mas com objetivos diferentes.

Enquanto a lucratividade contrasta o lucro final com o faturamento real, a rentabilidade compara o lucro final com o investimento realizado como: compra de material ou contratação de mão de obra, por exemplo.

A lucratividade serve para verificar se o dinheiro faturado será suficiente para cobrir os custos e gerar o lucro esperado. Já a rentabilidade demonstra a capacidade que a empresa tem de gerar retorno com base no que foi investido.

Para entender melhora essa diferença, vamos a fundo no que diz cada conceito.

Conceitos de lucratividade e rentabilidade

O que é rentabilidade? 

No empreendedorismo, a rentabilidade é a medida do retorno financeiro de um investimento. Ela está associada ao lucro do valor investido no empreendimento. Esse cálculo serve para que o empreendedor avalie o custo de oportunidade da abertura da empresa.

Como calcular a rentabilidade de uma empresa?

Para calcular o índice de rentabilidade, é necessário dividir o lucro líquido pelo investimento realizado e depois, multiplica-lo por 100, chegando assim ao percentual.

Aqui temos um exemplo:

Vamos imaginar que uma empresa investiu R$ 20.000,00  em publicidade para vender mais produtos. Com o sucesso da campanha, conseguiu um lucro líquido de R$ 80.000,00. Nesse caso o cálculo ficaria:

  • 80.000,00 / 20.000,00 x 100 = 400%

Entende-se, então que para cada 1 real investido em publicidade, ele teve um retorno de 4 reais. Além do exemplo citado,  a rentabilidade pode servir como estudo de viabilização de um novo produto, uma nova vertical de negócio ou até mesmo um novo equipamento.

O que é lucratividade?

É uma métrica de mensuração de eficiência operacional. Podemos dizer que um negócio é lucrativo quando o produto final da divisão entre o lucro líquido e o volume de vendas (faturamento) é positivo.

Aqui temos um exemplo:

Digamos que uma empresa tenha uma receita total de R$ 100.000,00 e um lucro líquido de R$ 12.000,00. Nesse caso, o cálculo ficaria assim:

  • 12.000,00 / 100.000,00 x 100 = 12%

O resultado mostra que o percentual de ganho da empresa é de 12%. Com esse resultado é possível entender o quão eficaz é a aplicação da ciência de vendas do negócio, quão eficiente são os processos organizacionais relacionado às vendas, além de conseguir calcular se a empresa está bem posicionada no mercado em relação à concorrência.

Como o coworking pode te ajudar?

Sabemos o quanto pode ser caro, principalmente para micro e pequenas empresas, os custos de manter um escritório com uma boa infraestrutura. Recepção, salas de reunião com equipamentos de vídeo, copa, manutenção do espaço, luz, água, internet e tudo isso torna manter um escritório uma coisa  que pesa no orçamento de uma empresa.  Com isso, o coworking pode se tornar uma ótima opção para a diminuição desses gastos.

No Coworking Town você tem acesso a toda essa infraestrutura, pagando apenas um único boleto. Além disso, nossos escritórios estão em localizações privilegiadas na cidade, o que passa uma maior credibilidade para receber seus clientes e colaboradores.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

No último dia 03 de Janeiro, teve inicio o prazo para a Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DAS-SIMEI), ou simplesmente Declaração Anual do MEI é um dos principais deveres do Microempreendedor Individual (MEI).

Mas, muitas pessoas não sabem do que se trata essa declaração e como gera-la. Por isso, nesse artigo iremos tirar as principais dúvidas sobre o assunto, para que você possa fazer sua Declaração Anual sem problemas.

O que é a Declaração Anual do MEI?

Como o nome já diz, a Declaração Anual de Faturamento é uma declaração obrigatória correspondente ao faturamento do ano-calendário, ou seja, do ano anterior ao que está em exercício. Por tanto no ano de 2022 a declaração deve ser referente ao faturamento do ano de 2021.

A Declaração deve ser feita mesmo se não houver faturamento anual.

Até quando posso gerar a minha Declaração Anual do MEI?

O prazo para o envio dos dados de faturamento da sua empresa, devem ser enviados até o ultimo dia do mês de maio, ou seja, até o dia 31 de maio de 2022.

O que acontece se eu não fizer a Declaração Anual ou enviar com atraso?

O envio da Declaração fora do prazo, resulta em uma multa que vai de R$ 50,00 a até 20% dos tributos. Além do pagamento da multa, o profissional não poderá emitir boleto para pagar o imposto mensal (DAS), e ainda terá um multa aplicada em cima desse imposto.

Caso o MEI fiquei dois anos consecutivos sem enviar a Declaração Anual, seu CNPJ será cancelado e seus débitos serão transferidos para pessoa física.

O que devo informar na minha Declaração?

Basicamente existem três informações que devem constar na sua Declaração Anual: Se houve funcionário registrado durante o período, a receita bruta total recebida no ano anterior e a receita referente à venda de produtos e/ou serviços, também no ano anterior.

Para informar os ganhos, uma das melhores e mais fáceis maneiras é consultar as notas fiscais emitidas durante o ano anterior. Porém, independente de emitir u não a nota, realizar um bom controle financeiro mensal, com os valores recebidos, auxilia no preenchimento da Declaração Anual.

Como fazer a Declaração Anual pelo aplicativo do MEI Fácil:

  • Abra o aplicativo e digite o seu CPF para acessar os dados da sua MEI;
  • Clique no menu à esquerda e selecione a opção “declaração anual”.

Ali você confere todas as declarações do seu CNPJ, tanto as em atraso, já feitas ou pendentes;

  • Selecione a declaração em aberto;
  • Para fazer a declaração, informe no primeiro campo, o valor total de tudo que você recebeu em vendas ou comércio e indústria. Preencha esses valores com atenção, pois as informações serão fornecidas para a Receita Federal;

Se você presta somente serviços, então a receita referente à comércio e indústria terá o valor de zero e vice e versa, ok?

  • Informe, no segundo campo, tudo que você recebeu como prestador de serviços. Esses valores serão somados, automaticamente, com todos os outros valores, ao final da sua declaração.
  • Por ultimo, informe se você teve um funcionário registrado na sua MEI e autorize à MEI Fácil o envio da sua declaração;
  • Por último, basta clicar em “fazer declaração”.

Em alguns segundos, caso necessário, você poderá atualizar as informações das declarações no aplicativo e a declaração que você acabou de fazer aparecerá como “Entregue”.

Pronto, a sua declaração foi enviada e você receberá, por e-mail, o recibo dela.

Como corrigir a Declaração Anual?

Caso você queira corrigir a declaração anual MEI recém feita ou que ainda está dentro do prazo até o dia 31 de maio do ano vigente, é só entrar no aplicativo da MEI Fácil, clicar na declaração que deseja corrigir e atualizar as informações necessárias.

No caso de ter entregado alguma declaração errada nos últimos anos, também é possível corrigir, basta fazer uma declaração retificadora. A única coisa que não pode deixar de ser feita, é a entrega da  declaração anual MEI.

Sempre Importante Lembrar:

1) Não se pode confundir a DASN-SIMEI (Declaração Anual do MEI) com a Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física, que deve ser entregue até 30 de abril.

2) O Empreendedor deve separar o que se refere à Pessoa Física (CPF, dele) e à Pessoa Jurídica (CNPJ, da empresa).  A receita da atividade do MEI é da Pessoa Jurídica.

3) Os lucros retirados da empresa constituem a renda da Pessoa Física e são considerados rendimentos isentos e não tributáveis até o limite de 8% (para comércio e indústria) ou 16% (serviços) da receita bruta. Em caso de dúvidas, procure o Sebrae Amapá ou um profissional contabilista.

Agora que você já sabe como fazer a sua declaração anual de faturamento, chegou o momento de gera-la, o prazo está vigente e não é seguro deixar para fazer em cima da hora!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Gerir conversas difíceis com funcionários é uma das piores tarefas de um trabalho. Para muitos diretores, gerentes e chefes de departamento, falar de questões como impontualidade, baixo rendimento, ou conflitos entre colegas de trabalho causa um grande mal estar que tentam a qualquer custo evitar.

Neste artigo separamos algumas dicas que te ajudarão a abordar melhor essas conversas difíceis no ambiente de trabalho.

Dicas para abordar conversas difíceis:

Qualquer pessoa que seja encarregado de uma equipe, precisa contar com técnicas de conversação para poder tratar e resolver qualquer assunto conflitivo com êxito.

Separamos seis dicas para você conseguir manter conversas difíceis sem resultados traumáticos para ninguém:

Conversas difíceis pedem preparação

Seja par falar diretamente com um funcionário ou mediar um conflito, é importante determinar com antecedência qual é o propósito da conversa.

Para isso é importante ter todas as informações necessárias antes de começar a falar. O objetivo da sua mensagem não deve ser baseado por suposições, mas sim em fatos ou dados concretos.

Crítica sim, porém construtiva          

Seja qual for o motivo da reunião, é importante que suas críticas sejam sempre construtivas. Ou seja, deve ser baseada em uma observação objetiva e acompanhada de uma solução para o problema.

A crítica construtiva não generaliza, é específica e se projeta no futuro. Por exemplo, ajuda o funcionário a detectar porque ele não está atingindo seus objetivos e sugere o que ele poderia fazer para alcançá-lo.

Cuidado com sua atitude e sua linguagem

Como você pode iniciar uma conversa? “Eu gostaria de falar sobre … com você, mas primeiro gostaria de saber qual é o seu ponto de vista …” seria um bom exemplo de como iniciar um diálogo.

Ninguém gosta de ouvir más notícias, muito menos sobre si. As formas de linguagem, verbal e não verbal, são muito importantes para iniciar conversas difíceis. No entanto é importante ser claro e não deixar margem para interpretações. Se você iniciar a conversa de forma abruta, é muito provável que seu interlocutor se sinta agredido e adote uma atitude defensiva.

Se você quer que o funcionário seja receptivo, aberto a críticas construtivas e saia da reunião predisposto a melhorar, você deve cuidar desses detalhes.

Controle suas emoções

Uma conversa descontraída geralmente se transforma em uma discussão quando a parte emocional toma as rédeas e bloqueia o racional.

Esse mesmo mecanismo é ativado quando estamos em uma conversa difícil, quando ela começa a sair do controle e o tom começa a subir. Nossa parte emocional interpreta que o racional não é capaz de controlar a situação e escolhe duas soluções: fugir ou atacar.

Quando isso acontecer, você deve fazer perguntas ao seu interlocutor, Então você o força a pensar para lhe dar uma resposta. Desta forma a parte racional prevalece sobre a parte emocional.

Escolha um ambiente neutro

A melhor opção para criar um ambiente descontraído que inspire confiança no funcionário é encontrar um local neutro. Assim, o escritório deve ser evitado, pois é um local que estabelece hierarquias por padrão, e a pessoa com que você terá que falar provavelmente se sentirá desconfortável.

Uma sala de reuniões ou um café na área de descanso da empresa são as melhores opções. Se o seu interlocutor sentir a sua proximidade e puder falar com você com segurança, ele se abrirá mais e você poderá detectar melhor o problema que está enfrentando.

Encerre a conversa definindo metas

Terminar a conversa concordando em objetivos claros com o funcionário é tão importante quanto saber o que você deseja alcançar no início da conversa. Se os objetivos não forem especificados, é muito fácil dissolver tudo o que foi discutido rapidamente, sem grande impacto nos resultados.

É por isso que é importante definir claramente quais objetivos ele se compromete a cumprir  até que ponto você se compromete a ajudá-lo.

Se necessário, combine um calendário que reflita os prazos para cumprimento dos objetivos. Também marque reuniões de acompanhamento para avaliar os compromissos e descobrir se ele está cumprindo o plano ou não.

Em resumo, nosso maior conselho para lidar com conversas difíceis com funcionários seria ouvir com empatia e objetividade ao buscar soluções para um conflito.

O objetivo principal de um bom gerente deve ser o de criar um ambiente cordial onde prevaleça a compreensão.

Para isso, é prioritário abordar os problemas no momento em que são identificados e aproveitar ao máximo essas situações. E com isso, as conversas difíceis no ambiente de trabalho podem se transformar em um excelente mecanismo para estreitar relacionamentos e fortalecer a equipe em geral.

Esperamos que nossas dicas ajudem a todos que precisam enfrentar conversas difíceis no ambiente de trabalho. Lembre-se: Onde há pessoas existem diferenças, mas também existem pontos comuns capazes de nos fazer chegar a um consenso.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!