3 minutos de leitura

Depois de mais de um ano trabalhando em casa, muitas empresas notaram um certo êxito no trabalho de casa e estão prolongando a volta para o escritório ou até mesmo já descartaram essa possibilidade principalmente devido a solidão no home office.

Mas nem só de vantagens vive o home office, segundo o estudo “2020 State of Remote Work” as principais queixas apontadas são a solidão, junto com a falta de colaboração e a dificuldade na comunicação. Por mais que o trabalho em casa traga uma certa autonomia e um ganho extra de tempo ele deixa os funcionários solitário e sem conseguir distanciar os problemas do trabalho dos problemas de casa, o que pode colocar a saúde mental em risco.

Por tanto, reunimos algumas dicas de como empresas e funcionários podem conseguir combater essa solidão:

Tire o pijama

Sabemos o quanto é tentador acordar, tomar café da manhã e já se sentar para trabalhar, mas mesmo que não tenha nenhuma saída programada evite isso. Levante, tome um banho, troque de roupa e só depois comece a trabalhar, assim seu corpo também vai conseguir entender que é hora de despertar e iniciar o dia mais produtivo.

Deixe a solidão no home office e saia de casa

Parece meio óbvio, mas muitas vezes ficamos tanto tempo imersos no trabalho e nos problemas de casa que esquecemos de sair. Já que sair de casa para o trabalho não é mais uma opção, procure manter atividades extras como ir a academia, ao mercado, fazer atividades ao ar livre.

Trabalhe em um coworking

Trabalho remoto e home office, não são significam o mesmo: home office é trabalhar especificamente em casa, enquanto o trabalho remoto é qualquer serviço feito a distância. Muitas pessoas apontam  o trabalho remoto, principalmente em escritórios compartilhados, como uma ótima alternativa à solidão causada pelo home office. Trabalhar alguns dias do mês ou da semana em espaços diferentes, como coworkings, pode ser uma solução resolutiva para esse problema.

Trabalhe a comunicação entre a equipe

Mesmo que haja uma distância física a equipe continua trabalhando junta e com um mesmo objetivo. Por isso, é fundamental alinhar como será a comunicação da equipe, tanto para assuntos técnicos, quanto para compartilhar problemas e dificuldades.

Participe de encontros sociais para fugir da solidão no home office

Por mais que algumas pessoas sintam mais necessidade e outras menos, o contato social é necessário para o ser humano. Priorize em sua rotina momentos para manter seus relacionamentos sociais, de forma presencial ou online, o importante é estar falando e fazendo atividades que não sejam ligadas ao trabalho no seu tempo livre, mesmo que essa socialização seja com amigos do trabalho, em  momentos como esses evitem falar sobre ele e aproveitem suas companhias.

Procure ajuda profissional

Por último, mas longe de ser o menos importante, muita atenção para não tentar amenizar a solidão com estratégias que afetem sua saúde, como comportamentos compulsivos e abuso de substâncias (inclusive álcool). Se você já tomou consciência disso e um sinal de alerta já ascendeu por aí, procure ajuda de um profissional. O sentimento de solidão do home office pode ser só um estopim de algo muito mais grave como depressão, doença que assola mais de 300 milhões de pessoas no mundo, e que antes poderia estar sendo maquiada por uma rotina agitada de trabalho.

Infelizmente o home office afastou um pouco as pessoas, mas é muito importante que as organizações conversem com seus funcionários e tenha com eles um canal aberto falar sobre as dificuldades que possam estar enfrentando. A falta do olho no olho que o trabalho presencial nos proporciona, faz com que não enxerguemos que alguém está infeliz e talvez precise que mais atenção e ajuda.

Afinal, uma empresa só consegue ter um crescimento constante e duradouro nesse modelo de trabalho se conseguir proporcionar qualidade de vida aos seus funcionários e talvez o home office seja financeiramente atrativo para a instituição, mas não é funcional para seus colaboradores e esse seja o momento de rever decisões e estipular prioridades.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

5 minutos de leitura

Trabalhar quatro dias na semana parece um sonho distante, mas um estudo recente realizado na Islândia mostra que a redução de jornada pode melhorar o bem estar e a produtividade dos funcionários. Analistas acreditam que o modelo de semana de trabalho de 4 dias pode ser adotado em outros países.

Semana de trabalho de 4 dias: Como funciona?   

Essa estratégia em que o funcionário vai ao trabalho 4 dias por semana pode ser feita de duas formas. A estrutura operacional dependerá exclusivamente da política corporativa de cada instituição:

  • 32 horas semanais (8 horas durante cada um dos 4 dias) sem ajustes salariais;
  • 40 horas semanais (10 horas durante cada um dos 4 dias) sem ajustes salariais.

A não interferência na remuneração é uma das principais característica dessa estratégia. Isso porque sua aplicação desse método deve ser vista como uma vantagem extraordinária e não como um mero ajuste estrutural.

Como o objetivo dessa metodologia em que a equipe profissional só vai ao trabalho 4 dias por semana é potencializar o rendimento e otimizar a produtividade e o faturamento da organização, a satisfação e motivação dos colaboradores devem ser estimuladas sem interferir em benefícios já oferecidos.

Quem já aprovou essa mudança?

A pandemia causada pela covid-19 e a necessidade de distanciamento social aceleraram ainda mais esse tipo de experimento. Em 2018 a empresa de redação de testamentos Perpetual Guardian fez um teste de oitos semanas com 200 empregados, em que a empresa deu uma dia livre adicional para cada semana, enquanto todas as condições de trabalho e salarial. O projeto foi um êxito e a empresa decidiu mantê-lo permanentemente. Os trabalhadores decidem si querem começar ou terminar cedo sua jornada para evitar o congestionamento do trânsito, por exemplo e para levar os seus filho ao colégio. A outros trabalhadores foram dados a opção de trabalhar menos horas.

Desde então o experimento tem sido replicado em vários lugares. Em março de 2020 a fábrica de automóveis Peugeot implementou no Reino Unido e em junho de 2020 o governo local de Silang nas Filipinas também implementou com seus funcionários.

Na Islandia foi feito um estudo piloto, o maior experimento do mundo sobre redução de horas de trabalho, com 2.500 participantes (mais de 1% da população ativa no mercado de trabalho  do país) entre 2015 e 2019 para reduzir a semana para 4 dias sem a ,diminuição do salário dos trabalhadores, os resultados foram considerados um “êxito esmagador”. Os trabalhadores relataram que o bem-estar e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal aumentaram. A produtividade, por sua vez, manteve a mesma e, em alguns casos, aumentou

A subsidiária da Microsoft no Japão testou no verão de 2019 e reportou um aumento de 40% na produtividade dos trabalhadores. Os resultados vão de encontro com a pesquisa global realizada pela OMS(Organização Mundial da Saúde) em parceria com a OIT (Organização Internacional do Trabalho) em que mostra que as jornadas excessivas de trabalho estão matando milhares de pessoas por ano.

Vantagens e desvantagens da semana de trabalho de 4 dias

A flexibilização do ambiente de trabalho, acentuada no isolamento social, fez com que muitas empresas vissem os benefícios de uma maior autonomia em relação a seus colaboradores e práticas como uma semana de trabalho de 4 dias já não são vistas com maus olhos. Abaixo iremos listar alguns pós de contras desse modelo de trabalho:

Bem-estar do funcionário

O aumento de condições de saúde mental na população mundial é uma realidade muito discutida pós pandemia. Meses de ansiedade, com contato restrito de colegas, amigos e familiares, elevaram a preocupação das empresas com saúde mental. Portanto, quaisquer medidas que protejam a sanidade dos trabalhadores precisam ser seriamente consideradas. Este é o caso da redução de um dia na jornada de trabalho. Com isso, colaboradores teriam mais tempo para se recuperar de uma semana estressante, liberando energia para buscar outros hobbies e interesses.

Uso mais eficiente do tempo

Os funcionários gastam menos tempo em tarefas ineficientes como longas reuniões que poderiam ser um simples e-mail e o uso de mídias sociais.

Satisfação do colaborador

Com um maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, trabalhadores se tornam mais felizes se envolvem mais com o trabalho. Esse sentimento de pertencimento no trabalho  carrega também mais motivação e criatividade à empresa.

Benefícios ambientais

A semana de trabalho de quatro dias representa menos pessoas se deslocando entre suas residências e ambientes de trabalho, o que reduz de forma crítica a pegada de carbono do planeta. Isso sem falar na diminuição dos gastos dos escritórios como: luz, água e a natural do ambiente de trabalho.

A semana de trabalho de 4 dias estimula inovações

Ao encorajar novos métodos de economia de tempo, colaboradores estão mais propensos a estudar e trazer inovação à organização.

Barreiras para a implementação do modelo

Em 1930 o economista britânico John Maynard Keynes previu em seu ensaio ‘Possibilidades econômicas para nossos netos’ que em um século as pessoas trabalhariam somente 15 horas por semana pelos avanços tecnológicos que trariam os avanços tecnológicos. Imaginou que a essa altura basicamente trabalharíamos de segunda a terça feira e teríamos um final de semana de 5 dias.

Keynes acertou em quanto ao aumento da produtividade, mas se equivocou na diminuição dos horários de trabalho. O economista da Universidade de Harvard Richard Freeman considera que Keynes subestimou o desejo humano de competir e ganhar mais dinheiro.

Desvantagens da semana de trabalho de 4 dias

Apesar de todos os benefícios que foram citados até agora, empresas precisam também pensar nas possíveis desvantagens desse tipo de prática. Afinal, nem todo tipo de negócio está preparado para adotar a inovação de gestão de pessoas. Abaixo seguem algumas dessas desvantagens:

Difícil adaptação à mudança

Alguns trabalhos levam tempo para se adaptar à mudança e algumas empresas podem acabar pagando horas extras para os trabalhares ficarem o mesmo horário de antes até que o trabalho esteja adaptado a esse novo modelo.

Embora isso ajude os trabalhadores, pagar horas extras é apenas mais uma despesa para a empresa, além de já estar pagando potencialmente por um terceiro “dia de folga”.

Os benefícios não podem ser estendidos a todos

Alguns setores exigem uma presença 24 horas nos sete dias da semana ou outra programação semelhante, tornando uma semana de trabalho de quatro dias impraticável.

Entre pós e contras é inegável que o mundo mudou e as empresas precisam estar atentas ao bem estar, tanto físico, quanto mental dos seus funcionários. O ganho de qualidade de vida está diretamente ligado ao aumento de  produtividade e consequentemente ao aumento de faturamento de uma organização.

Adotar uma semana mais curta já não é mais uma utopia em muitos lugares e vem trazendo resultados bastante satisfatórios e em um futuro bem próximo pode se tornar a realidade em uma quantidade significativa de empresas.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

A procrastinação se caracteriza pelo hábito de adiar ou prorrogar a realização de uma tarefa ou uma tomada de decisão. Segundo resume o psicólogo Timothy Pychyl, da Universidade Carleton, “Você sabe o que deve fazer e não é capaz de fazer. É uma lacuna entre intenção e ação”.

No entanto, o hábito de procrastinar é mais comum do que imaginamos. Cerca de 97% da população brasileira optam por adiar as atividades do cotidiano, manifestando esse tipo de fenômeno em diferentes contextos, como nos estudos, no trabalho, nos cuidados com a saúde e até mesmo nas relações interpessoais.

Para algumas pessoas, no entanto, a procrastinação já se tornou um problema crônico, atingindo de 15% a 20% dos adultos. Esse hábito gera prejuízos significativos, pois a pessoa costuma não cumprir seus compromissos, e quando esse fenômeno se manifesta no ambiente de trabalho, não interfere somente na vida do indivíduo, mas no bom andamento da organização.

Como a procrastinação pode afetar seu negócio

Vencer o hábito de procrastinar é um dos principais desafios das pessoas e dos gestores, afinal, quando o colaborador prorroga a conclusão de uma atividade, afeta a produtividade do profissional, da equipe que ele integra e influencia negativamente nos resultados da empresa e na qualidade dos serviços.

É essencial identificar a procrastinação no ambiente de trabalho para lidar com ela da melhor maneira possível. Também é preciso entender por que isso está acontecendo, a fim de eliminar a origem do problema, visto que ele pode estar relacionado a diversos fatores.

Mas a procrastinação ocorre e muito com os empreendedores também. Um comportamento muito perigoso que pode levar uma empresa a falência, afinal sem estar alinhado com tudo que ocorre na empresa e estando longe do foco decisões ruins são tomadas.

É necessário ser produtivo quando está gerindo seu empreendimentoDeixar tudo para depois, pode não ter mais volta. É preciso estar sempre atento e otimizando o tempo da melhor forma, aplicando medidas que melhorem todo o empreendimento.

Assuntos importantes devem ser tratados como prioridades, sendo resolvidos da forma mais rápida e eficiente, sem desperdiçar o tempo dos colaboradores e do empresa. empreendedor. Esse tempo deve ser utilizado em prol do desenvolvimento da empresa.

Afinal, como vencer a procrastinação?

A procrastinação gera prejuízos a todos e é fundamental que ela seja combatida principalmente no ambiente de trabalho. Existem muitas técnicas para vencê-la e nesse sentido, o RH de uma empresa tem um papel muito importante, pois pode desenvolver atividades que inibam esse comportamento nos colaboradores.

A seguir listaremos algumas dicas de como combater esse comportamento:

1.    Entenda o que causa a procrastinação

Antes de tudo, é preciso entender o que está levando à prorrogação das atividades. Ao identificar o procrastinador, procure reconhecer a procedência do seu comportamento, analisando se o problema está no local de trabalho ou na vida pessoal. Assim, é possível intervir da melhor forma possível de acordo com a necessidade dele.

2.    Aposte em qualidade de vida

Questões relacionadas à saúde, ao bem-estar e à qualidade de vida no ambiente de trabalho também afetam a produtividade do colaborador, afinal, tensão, estresse e ansiedade prejudicam o foco e a concentração. Aposte em atividades que cuidem da saúde física e mental da sua equipe, para que ela esteja bem disposta na hora de trabalhar.

3.    Utilize ferramentas de gestão e organização

Muitas vezes a procrastinação se relaciona à desorganização e ao excesso de informações. Sendo assim, a utilização de ferramentas que permitam gerenciar as tarefas e organizar prazos ajuda bastante. Dessa forma o profissional pode estabelecer prioridades e não sobrecarregar a mente.

4.    Mantenha uma comunicação clara e eficiente

A comunicação é fundamental em qualquer processo dentro de uma empresa, inclusive para combater a procrastinação. Falhas ou ruídos interferem na clareza das mensagens e podem gerar dúvidas que levam a essa prorrogação. Tenha certeza de que a comunicação está sendo clara e eficiente.

Apesar de muitas pessoas não verem problema em procrastinar, ela pode ser a peça chave para um negócio decolar ou afundar de vez, empreendedores precisam ficar atentos, pois o famoso “amanhã eu faço” pode vir a se tornar um ponto final de um empreendimento promissor, já que o amanhã pode não chegar.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Depois das grandes mudanças no mundo empresarial causadas pela pandemia da covid-19, algumas tendências se mostram uma unanimidade entre os especialistas na área. Entre elas, a principal dentro da estratégia de retenção e valorização das equipes talvez seja a de oferecer maior flexibilidade aos colaboradores ou o temos mais popularmente conhecido: trabalho híbrido.

Como funciona o modelo de trabalho híbrido?

Esse modelo consiste em adotar o trabalho remoto durante alguns dias da semana e o presencial em outros. Por meio desse modelo de trabalho, os funcionários podem escolher entre realizar suas atividades no home office, na sede da empresa ou em escritórios flexíveis (coworkings), por exemplo.

Uma pesquisa realizada pela startup Open Mind Brazil com líderes do mercado corporativo apontou que 85% dos entrevistados pretendem implementar o modelo de trabalho híbrido em suas empresas nesse ano de 2021.

Esse novo modo de trabalho se desenvolve a partir de um novo fenômeno cultural que está ocorrendo em todo o mundo, o chamado Anywhere Office.

Quando traduzimos para a língua portuguesa, o termo “Anywhere Office” significa, literalmente, “escritório em qualquer lugar”. É isso que essa cultura representa: a possibilidade de trabalhar em espaços variados.

Dessa forma, os profissionais podem realizar as suas atividades em casa, na praia, no campo, em uma cafeteria, em um coworking ou até mesmo na sede da empresa.

Segundo especialistas, a recorrência de presença no escritório depende da área ou setor da companhia. Em seguimentos de tecnologia, por exemplo, é mais fácil trabalhar de forma remota. Já setores que exigem mais interação entre os funcionários, e até com os próprios clientes, como vendas, podem exigir uma presença na companhia mais constante.

Vantagens e desvantagens do trabalho híbrido

O trabalho em casa vem dando certo para as organizações, mas muitos problemas sugerem que essa forma de trabalho, por si só, não é sustentável. Assim, o trabalho híbrido se destaca, mas com ele temos vantagens e desvantagens.

Vantagens:

  • Flexibilidade – Com alguns dias em casa, os profissionais conseguem otimizar compromissos pessoais e até mesmo o convívio familiar;
  • Qualidade de vida – O ganho de tempo com deslocamento, por exemplo, pode ser dedicado a atividades físicas, de lazer e hobbies;
  • Produtividade – Apesar de alguns profissionais terem dificuldade, a grande maioria acaba alternando entre dias com maior foco no home office, e dias de maior interação social no escritório;
  • Redução de custos – As empresas podem manter uma estrutura menor, e, portanto, reduz custos fixos de maneira muito significativa;

Desvantagens:

  • Falta de estrutura – Alguns profissionais não dispõem de uma estrutura adequada para o home office. Detalhes como barulhos, qualidade de internet e até mesmo o número de pessoas causando interrupções pode comprometer a performance e motivação;
  • Comunicação – A comunicação pode ficar comprometida sem o “olho no olho”. Para os profissionais que ocupam posições de liderança, o desafio pode ser ainda maior;
  • Dificuldades na gestão de tempo – Com alto volume de trabalho, as horas adicionais ao dia de home officepodem ser destinadas a continuar trabalhando, e não o contrário. Além disso, temas pessoais também podem impactar a agenda profissional;

Apesar das vantagens e desvantagens, o modelo de trabalho híbrido veio para ficar e já é uma realidade em muitas empresas. Diante desse novo contexto, o ideal é que as vantagens sejam melhor exploradas e as desvantagens intensamente trabalhadas.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Atualmente, o YouTube é o segundo maior site de buscas do mundo, perdendo apenas para o Google. Tamanha importância vem chamando cada vez mais atenção das empresas, trazendo resultados expressivos até para as pequenas e médias empresas que estão passando a focar nessa plataforma para criação de conteúdos.

De acordo com um estudo feito pela plataforma, conduzido pela consultoria Oxford Economics, através de pesquisas com 3.900 usuários, 900 criadores de conteúdo e 500 negócios, mostra que no Brasil em 2020 o ecossistema criativo do YouTube contribuiu com R$ 3,4 bilhões para o PIB (Produto Interno Bruto), gerando 122 mil empregos no período.

Dados adquiridos nas entrevistas indicaram que 68% dos empreendedores criativos afirmam que o YouTube trouxe oportunidades adicionais que ultrapassaram a plataforma; 88% disseram que a plataforma teve um impacto positivo em seus objetivos profissionais; e 77% dos criadores concordaram que o YouTube oferece uma oportunidade de criar conteúdo e ganhar dinheiro que não receberia da mídia tradicional.

Além disso, 87% dos negócios que possuem um canal afirmam que o YouTube os ajuda a entender seus consumidores; 85% acreditam que a plataforma tem um importante papel no crescimento da base de clientes; 92% das pequenas e médias
empresas concordam que estar no YouTube contribui para que clientes encontrem seus negócios mais facilmente; e 85% das pequenas e médias empresas que anunciam no YouTube concordam que os anúncios do YouTube ajudam a aumentar suas vendas.

Crescimento em potencial

A mesma pesquisa foi feita em países como EUA, Canadá e Austrália. Nos EUA, por exemplo, o impacto do YouTube no PIB foi de US$ 16 bilhões em 2019. Mesmo com as diferenças entre os mercados de mídia brasileiro e americano, os dados nacionais parecem indicar que há espaço para crescimento por aqui.

A quantidade de canais brasileiros que faturam mais de R$ 10 mil reais em publicidade cresceu 70% em 2020. Mais de 2 mil canais nacionais têm 1 milhão de assinantes no Brasil, uma alta de 30%.

Outra característica do serviço é a diversidade cultural. Entre os usuários, 94% acreditam que os vídeos são ricos nesse sentido e 78% dizem ter acesso a conteúdo que não está disponível em mídias mais tradicionais.

Novas maneiras para criação de conteúdos

Outra plataforma de vídeo que vem crescendo muito é o TikTok. Segundo estatísticas divulgadas pela plataforma em 2019, em contas que possuem mais de 100 mil seguidores , um vídeo postado causa engajamento de 5,3% dos usuários que o assistem.

A rede social, hoje em dia, vai além das famosas dancinhas e já se tornou uma porta de entrada para o planejamento de conteúdos digitais por pequenos empreendedores que começam mostrando os bastidores de seus negócios e de repente podem se ver lotados de pedidos se seus vídeos viralizarem.

E empresas de grande porte vem seguindo o mesmo caminho e tentando se estabelecer na plataforma. Nestlé e Havaianas, por exemplo, já começaram a criar ações exclusivas para a nova rede social.

O presente nos mostra que já chegamos ao futuro digital, o modelo de consumo mudou e para estar no radar é necessário se adaptar e estar aberto as inovações. A criação de conteúdos pode abrir caminhos para grandes oportunidades.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

3 minutos de leitura

Anteriormente, o atendimento ao cliente tinha quase que exclusivamente o papel de suporte, ou seja, solucionar problemas apresentados pelos consumidores, na maioria das vezes visando proteger a empresa de algum tipo de prejuízo.

Porém, essa definição caiu em desuso. O modelo atual de atendimento ao cliente vai muito além da ação de suporte, oferecendo apoio e orientação ao consumidor ao longo de toda a jornada de venda.

O objetivo do atendimento ao cliente é otimizar o valor e a imagem da marca, trabalhando para a retenção,fidelização e satisfação dos consumidores que interagem com a marca, um bom atendimento ao cliente é aquele que prioriza as necessidades do consumidor. Sendo assim, para se destacar no mercado é necessário dominar essa técnica.

Uma pesquisa feita pela empresa de software Zendesk, aponta que 99% dos entrevistados disseram que mudam positivamente seus comportamentos de compra (consumindo mais ou recomendando o negócio a outras pessoas, por exemplo) após receber um bom atendimento. Já 98% apontam alterar negativamente sua postura após uma experiência ruim.

Abaixo listamos a dicas para que sua empresa esteja sempre um passo a frente da concorrência no atendimento:

  1. Valorize cada cliente

Valorize todos os clientes que entram em contato com você, seja ele pequeno ou grande. Um cliente valorizado se torna um cliente fidelizado e isso aumenta consideravelmente o valor investido por ele durante o tempo que se relaciona com a sua marca.

  1. Ofereça um ambiente confortável

Criar um ambiente agradável e confortável é essencial para um bom atendimento. O ambiente é o ponto de partida para que seu cliente seja fidelizado. Seja ele físico ou digital, se o cliente se sentir intimidado ou perdido, a qualidade do atendimento já será prejudicada

  1. Ofereça um atendimento ao cliente humanizado

Atendimento humanizado é aquele feito por uma pessoa real, dando a oportunidade ao consumidor de se conectar com a marca através de um representante. A utilização de uma comunicação clara e empática eleva a qualidade do seu atendimento.

Essa conexão criada com o cliente deixa ele mais aberto ao o que você tem a dizer, mesmo que ele tenha entrado em contato com um problema ou uma postura negativa

  1. Desenvolva sua equipe focada no atendimento ao cliente

Melhorar e desenvolver a equipe de atendimento é muito importante. Busque fazer treinamentos, promova reuniões para colher feedbacks e procure soluções inteligentes para fortalecer o seu time.

O desenvolvimento da equipe é sinônimo de qualidade no atendimento.

  1. Invista em tecnologia para preencher as lacunas

A tecnologia pode se tornar uma grande aliada na gestão do relacionamento com o cliente e, consequentemente, influenciar positivamente na experiência vivida na sua empresa. Uma comunicação eficiente e sem ruídos é crucial para um bom atendimento.

Para isso, é importante considerar a adoção de ferramentas que te ajudem a colocar isso em prática como:

  1. Seja transparente

Nossa última – mas não menos importante – dica para um bom atendimento ao cliente é ser transparente em todas as suas interações. Deixe claro o que você pode ou não fazer para solucionar o problema do cliente, para que não se crie expectativas sem a chance de alcançá-las, o que pode causar a decepção.

Ser transparente com o cliente não está limitado apenas à etapa de compra. Dependendo do tipo de negócio, o empreendedor se compromete com a assistência pós-venda. Abandonar um consumidor depois que ele fechou o negócio é abrir mão de um processo transparente.

Qualquer empresa ou empreendedor está sujeito ao descontentamento de algum eventual cliente, mas saber como lidar com esse descontentamento é o que faz a diferença.

Com um bom atendimento e a atitude correta você tem chances concretas de diminuir a incidência de problemas e garantir muito mais fidelizações.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

8 minutos de leitura

Marketing Digital Livros

Marketing Digital Livros


A transformação digital vem mudando cada dia mais a atuação das empresas no mercado.

E o marketing digital é uma nova maneira de fazer negócio, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade de marca que é independente do porte ou área de atuação.

Mas, por onde começar? Essa pode ser a sua dúvida, mas com certeza você não está sozinho nessa, muitas pessoas ainda não sabem como iniciar um processos de marketing digital em seu negócio. Por isso, confira alguns livros de listamos para darão o ponta pé inicial que você precisava

1 . Marketing 4.0

Este livro comprova mais uma vez porque Philip Kotler é considerado o pai do marketing moderno. Agora, junto com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Kotler examina as importantes transformações na passagem do marketing tradicional para o digital (4.0). Eles mostram não só como a conectividade alterou de forma radical o modo como vivemos, mas como entender os caminhos do consumidor na era digital e adotar um conjunto novo de métricas e práticas de marketing.

Para alcançar o sucesso em um ambiente tão mutável, complexo e competitivo, o marketing deve guiar o consumidor ao longo de uma jornada que começa na apresentação e assimilação da marca e termina na fidelização total. Marketing 4.0 apresenta uma análise sólida do consumidor do presente e do futuro e oferece as informações necessárias para atingi-los da maneira mais eficaz.


2. Marketing Digital na Prática: Como criar do zero uma estratégia de marketing digital para promover negócios ou produtos

O Livro Marketing Digital na Prática oferece um olhar prático e pragmático sobre a importância da estratégia, como tirar partido das principais plataformas e ferramentas de marketing digital disponíveis e aplicar todo esse conhecimento no desenvolvimento e promoção de qualquer tipo de negócio ou produto.

Este livro oferece uma abordagem totalmente prática sobre a criação de estratégias de marketing digital, possíveis de serem utilizadas por qualquer tipo de negócio ou produto.


3. A Bíblia do Marketing Digital

A Bíblia do Marketing Digital é um guia prático para entender como utilizar a internet e as tecnologias digitais para os negócios e implementar ações de marketing, comunicação e publicidade online. Aborda as principais estratégias, ações, ferramentas e mídias presentes na web, além de incluir roteiros práticos para uso no dia a dia. O livro foi escrito para ser aproveitado por todos que desejam utilizar a internet para o crescimento de seus negócios, seja você um pequeno ou médio empresário, um executivo de uma grande empresa, um publicitário, um profissional de comunicação e marketing ou mesmo um estudante ou professor de cursos de comunicação.


4. Instagram Marketing: Como criar marcas vencedoras através da rede social mais importante do mundo

Neste livro Rafael Terra irá mostrar tudo o que realmente está funcionando no Instagram. Aqui, ele também ensinará a criar conteúdos e anúncios que convertam em seguidores apaixonados pela sua marca: aqueles que seguem, curtem e compram.

O livro aprofunda de forma didática o passo a passo com os quatro pilares que aumentam a autoridade e vendas de uma marca no Instagram. Além disso, terá acesso a um capítulo com tendências de Instagram Marketing para a sua marca saia na frente da concorrência e crie uma estratégia realmente efetiva, inovadora e vencedora.


5. Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI

Marketing de Conteúdo é uma leitura que  pretende expandir sua mente, te ajudar a conectar os pontos, te mostrar como trabalhar como gente grande que está na vanguarda do mercado. Fala sobre o marketing de conteúdo em todas as suas formas, cores e sabores. Planejamento, tráfego, geração de leads, vendas, tecnologia, ferramentas, tendências, práticas, produção, métricas e muito mais. Este livro será o seu guia para o início da sua jornada neste mundo incrível e encantador. Você nunca mais verá o Marketing da mesma forma.


Bom, essas são nossas cinco valiosas indicações de leitura, agora é só colocar o que aprender em prática e fazer o seu negócio virar um sucesso também no mundo digital.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

5 minutos de leitura*Artigo sobre os 5 mitos sobre o trabalho flexível traduzido da Harvard Business Review*

“A flexibilidade pode ser ótima em teoria, mas simplesmente não funciona para nós.”

Ouvimos literalmente essa declaração centenas de vezes ao longo dos anos. Não importa de que setor estamos falando — seja tecnologia, governo, finanças, saúde ou pequenas empresas, já ouvimos isso. Sempre há alguém que trabalha a partir da premissa de que “não há como políticas de trabalho flexíveis funcionarem em nossa organização”.

Na realidade, políticas de trabalho flexíveis podem funcionar em qualquer setor. Os últimos doze meses da pandemia provaram isso. Na verdade, um recente estudo da Harvard Business School mostrou que a maioria dos profissionais se destacou em seus empregos enquanto trabalhava em casa, e 81% não querem voltar ao escritório ou escolheriam um cronograma híbrido pós-pandemia. É importante reconhecer, no entanto, que a flexibilidade definitivamente não serve para todos.

O Mito dos Cinco C’s

Você pode estar se perguntando: “Se você pode recrutar os melhores candidatos, aumentar suas taxas de retenção, melhorar seus lucros e promover a inovação incorporando uma iniciativa relativamente simples e barata, então por que mais organizações não desenvolveram políticas flexíveis?” Esta questão será ainda mais difícil para as organizações ignorarem depois de termos experimentado um caso de teste tão crítico durante a pandemia do Covid-19.

Acreditamos que o medo criou obstáculos para muitas organizações quando se trata de flexibilidade. As empresas ficam congeladas pelo medo ou ficam focadas pelo medo. É o foco que pode ajudar as empresas a girar em tempos desafiadores. Nos anos em que trabalhamos com empresas sobre flexibilidade, ouvimos inúmeras desculpas e mitos sobre o trabalho flexível e o porque elas não implementaram uma política nesse sentido. Na verdade, a Aliança de Diversidade e Flexibilidade resumiu esses mitos ao medo de perder os 5 C:

  1. Perda de controle
  2. Perda de cultura
  3. Perda de colaboração
  4. Perda de contribuição
  5. Perda de conexão

Enfrentando os Mitos sobre o trabalho flexível:

Mito #1 sobre trabalho flexível: Perda de Controle

Os executivos geralmente estão preocupados em abrir a caixa de Pandora e estabelecer um precedente perigoso se permitirem que alguns funcionários trabalhem de forma flexível. Eles se preocupam que, se deixarem alguns funcionários trabalharem em casa, o escritório estará sempre vazio e ninguém estará trabalhando. A resposta para isso é estrutura e clareza. Podemos praticamente garantir que qualquer organização que projetar e implementar corretamente sua política de flexibilidade não perderá nada.

Para manter o controle e o bom funcionamento da sua organização, é imperativo que você estabeleça padrões e os comunique claramente. As organizações devem fornecer diretrizes claras sobre os tipos de flexibilidade oferecidos (por exemplo, trabalho remoto, horas reduzidas, horários assíncronos, compartilhamento de trabalho e/ou semanas de trabalho compactadas) e criar um processo de aprovação centralizado para flexibilidade para garantir que o sistema seja equitativo.

Também é útil ter um sistema de calendário para rastrear quando e onde cada membro da equipe está trabalhando. Você também deve se comprometer a treinar todos nesses padrões — desde aqueles que trabalham em um horário flexível, até aqueles que os supervisionam, até todos os outros colegas de trabalho. Educação e treinamento ajudarão sua equipe a evitar o “estigma flexível”, onde os funcionários estão desfavorecidos ou vistos como menos comprometidos devido à sua flexibilidade. O treinamento também pode ajudar as organizações a garantir que sistemas e estruturas bem-sucedidos que apoiem a flexibilidade sejam mantidos.

Mito #2: Perda de Cultura

Embora você possa não ver todos os funcionários todos os dias e não conseguir almoçar com as pessoas todos os dias, a cultura não precisa sofrer com uma iniciativa de trabalho flexível. No entanto, é essencial que as equipes se encontrem pessoalmente ou via videoconferência regularmente. Na Alliance, recomendamos que as empresas definam o que a cultura significa para sua organização individual e, em seguida, determinem como podem manter essa cultura em um ambiente híbrido ou virtual.

Muitas organizações com quem trabalhamos relataram que encontraram maneiras criativas de manter a cultura durante meses de trabalho remoto durante a pandemia. Muitos membros da Aliança organizaram funções sociais como aulas de exercícios virtuais, aulas de culinária, happy hours e exercícios de formação de equipe para manter a comunidade. Além disso, é importante aproveitar os dias em que todos estão fisicamente presentes para desenvolver relacionamentos, participar de eventos e passar um tempo individual com os colegas.

Mito #3 sobre trabalho flexível: Perda de Colaboração

Enquanto as equipes que estão trabalhando em um cronograma flexível se comprometerem com reuniões regulares e comunicação consistente, a colaboração não será comprometida. É importante que todos os membros da equipe mantenham contato (mesmo que seja on-line), acompanhem todos os projetos e respondam a e-mails e telefonemas. Recomendamos sempre que as equipes remotas também se encontrem pessoalmente ocasionalmente para manter contato pessoal e relacionamentos.

Para que a colaboração seja bem-sucedida, os funcionários remotos não devem ser mantidos em um padrão mais alto do que aqueles que trabalham no escritório. Além disso, a tecnologia deve ser usada para melhorar a colaboração. Por exemplo, quando as empresas estão reunindo equipes para sessões de brainstorming, as salas de fuga virtuais podem facilitar a colaboração em pequenos grupos e ajudar a garantir que todas as vozes sejam ouvidas. Alguns líderes organizacionais também incorporaram horário comercial virtual regular para feedback não agendado e colaboração informal.

Mito #4: Perda de Contribuição

Muitas vezes ouvimos líderes dizerem: “Se os funcionários não estão fisicamente em suas mesas no escritório, então como saberemos que eles estão realmente trabalhando?” Mas com distrações infinitas disponíveis nos computadores hoje em dia (de compras on-line, Instagram, Facebook, etc.) você realmente não sabe o que seus funcionários estão fazendo em suas mesas, mesmo que estejam no escritório. Na verdade, eles podem estar procurando um novo emprego (que ofereça flexibilidade!) bem diante de seus olhos.

É importante comunicar claramente o que é esperado de cada indivíduo e confiar que eles concluirão o trabalho dentro do prazo esperado. Todos os funcionários devem ser avaliados quanto à qualidade de seu trabalho e sua capacidade de atingir objetivos de desempenho claramente definidos, em vez de no tempo gasto no escritório.

Mito #5 sobre trabalho flexível: Perda de Conexão

A tecnologia agora permite que as pessoas se conectem a qualquer hora do dia em praticamente qualquer local. As reuniões podem ser realizadas através de uma infinidade de aplicativos de videoconferência. Além disso, os aplicativos de compartilhamento de calendário podem ajudar a coordenar os horários da equipe e ajudar a conhecer a disponibilidade dos membros da equipe. Até mesmo eventos de networking agora podem ser feitos virtualmente. Por exemplo, um dos membros da nossa equipe criou um sistema para agendar bate-papos virtuais informais entre parceiros e associados para manter oportunidades de networking e orientação durante a pandemia.

É importante saber o que seus funcionários e partes interessadas preferem em termos de conexão presencial, híbrida ou somente virtual. Em uma pesquisa recente realizada pelo BNI com mais de 2.300 pessoas de todo o mundo, a organização de networking perguntou aos participantes se eles gostariam que suas reuniões fossem: 1) apenas presenciais, 2) apenas on-line ou 3) uma mistura de reuniões on-line e presenciais. Um terço dos participantes pesquisados disse que queria voltar completamente às reuniões presenciais. No entanto, 16% queriam ficar apenas com reuniões on-line, e quase 51% dos entrevistados da pesquisa eram a favor de uma mistura de reuniões presenciais e on-line. Esta é uma transição substancial da prática organizacional antes da pandemia, com dois terços da organização dizendo que prefeririam que algum aspecto das reuniões on-line fosse a norma no futuro.

Superando os mitos sobre o trabalho flexível

Uma recente pesquisa de pulso do CEO da KPMG de 2021 descobriu que quase metade dos CEOs de grandes corporações ao redor do mundo não espera ver um retorno ao “normal” este ano. Talvez um lado bom da pandemia seja que os líderes corporativos superaram seus medos dos 5C e agora entenderão como superar os mitos sobre o trabalho flexível pode beneficiar os seus esforços de recrutamento, retenção, produtividade e a lucratividade!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leituraAs franquias atraem empreendedores que buscam segurança e suporte ao investir em modelos de negócios já testados e validados. Para chegar até esse modelo replicável de sucesso, as redes franqueadoras investiram muito tempo estudando a operação, analisando o mercado, buscando soluções, selecionando fornecedores e isso fez com que elas tenham um conhecimento muito grande do negócio. E é exatamente por deter esse know-how (conhecimento) que elas cobram algumas taxas de franquia dos seus franqueados, para que estes tenham acesso às informações e estratégias e consequentemente tenham mais chances de ter sucesso nas suas unidades.

Para entender melhor quais são as taxas cobradas por uma franquia, é importante saber o motivo dessa cobrança e onde esses recursos são aplicados. É importante saber também que algumas franquias cobram alguns tipos de taxas, enquanto outras não.

Vale ressaltar que o detalhamento de todos estes valores deverá constar na Circular de Oferta de Franquia (COF), que é um documento obrigatório que a rede franqueadora deve enviar ao franqueado antes da assinatura do contrato. Segundo a Lei de Franquias (Lei nº 8.955/94) , a COF deve fornecer “informações claras quanto a taxas periódicas e outros valores a serem pagos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros por este indicados, detalhando as respectivas bases de cálculo e o que as mesmas remuneram ou o fim a que se destinam”.

Conheça um pouco sobre as taxas cobradas pelas franquias e entenda, de fato, para que elas servem:

Principais taxas de franquia

Taxa de franquia

A Taxa de Franquia é um valor cobrado por praticamente todas as redes franqueadoras aos seus franqueados. Ela é paga pelo franqueado logo após a assinatura do contrato. Trata-se de um valor fixo que faz parte do investimento inicial para abertura da unidade. Seu valor varia de acordo com o tipo de franquia e estratégia da rede franqueadora.

A principal função da Taxa de Franquia é remunerar a rede franqueada pelo desenvolvimento do negócio, por todo investimento que foi feito ao longos dos anos para chegar até o modelo atual e pela  transferência de conhecimento ao franqueado através de treinamentos, suporte, implantação da nova unidade e acompanhamento da operação.

Ela geralmente é cobrada uma única vez na validação do contrato, mas há casos em que é prevista uma nova cobrança da taxa a cada renovação (que costuma ter duração de 5 anos).

Há ainda franqueadores que não cobram taxa de franquia dos seus franqueados. Isso faz parte de uma estratégia de expansão adotada por algumas redes franqueadoras que acabam inserindo esse custo em outros itens e taxas de franquia. Por isso a importância de uma leitura minuciosa da COF.

Itens cobertos pela taxa de franquia:

  • Programa inicial e treinamentos
  • Manuais de operação do negócio
  • Apoio e suporte da franquia durante todo o contrato
  • Direito de uso da marca
  • Estudo de mercado
  • Assistência na escolha do ponto comercial

Taxas de Royalties

Uma das mais conhecidas taxas de franquia cobrada são os royalties.

Eles correspondem à cobrança pelo uso da marca e geralmente correspondem a um percentual do faturamento mensal bruto da unidade.

As franqueadoras utilizam esse valor arrecadado com seus franqueados para manter a equipe de suporte e desenvolvimento da marca, para ações estratégicas de crescimento, para financiar pesquisas, fazer aquisições, dentre outras coisas.

No geral, essa taxa varia entre 5% e 10% do faturamento bruto mensal de cada franqueado.

Em alguns casos o franqueador é o fornecedor exclusivo dos produtos que o franqueado vai comercializar (como por exemplo no setor de alimentos ou vestuário) e a taxa de royalties é calculada sobre o valor dos produtos que foram comprados pelo franqueado naquele mês, podendo chegar de 20% a 40% sobre o valor total das suas compras.

Itens inclusos na taxa de royalties:

  • Manutenção da equipe de suporte
  • Manutenção da tecnologia oferecida pela franqueadora
  • Uso da marca
  • Fornecimento de produtos
  • Pesquisas
  • Desenvolvimento de novos produtos
  • Ações e eventos voltados aos franqueados

Taxa de marketing

Também conhecida como taxa de propaganda, a taxa de marketing é a contribuição do franqueado para o marketing institucional e outras ações que favoreçam e ajudem a divulgar toda a rede. A divulgação não é voltada para nenhuma unidade específica da franquia, mas para a marca de forma geral.

Ela pode ser uma porcentagem de faturamento ou valor fixo, isso varia de acordo com cada rede franqueadora. Aqui no Brasil geralmente esse valor varia entre 2% e 5% do faturamento bruto das unidades.

Vale ressaltar que o fundo para fomento de propaganda e marketing formado com a cobrança da taxa de marketing não representa receita para a franqueadora pois é toda investida em publicidade para a rede. Por isso os franqueados devem ter acesso às informações relativas aos eventuais gastos pagos com valores do fundo.

Itens inclusos na taxa de marketing ou propaganda:

  • Estratégias publicitárias e marketing
  • Ações institucionais de promoção da marca
  • Divulgação de produtos
  • Campanhas sazonais

Taxa de renovação

Como o próprio nome diz, a taxa de renovação diz respeito ao prolongamento do acordo entre franqueador e franqueado, que costuma durar cinco anos.

É comum que ao fim de cada ciclo do contrato seja cobrada uma nova taxa de franquia e este valor precisa estar discriminado em contrato.

Em alguns casos a rede franqueadora negocia estes valores com os franqueados e nesta negociação são levados em consideração diversos fatores como por exemplo o histórico do franqueado nos últimos anos de contrato.

Itens inclusos na taxa de renovação:

  • Renovação do contrato de franquia

Recomendações finais sobre as taxas de franquia

Agora que você já sabe quais são as taxas cobradas pelas franquias, lembre-se de que, como franqueado, é seu direito, garantido pela lei de franquias, ter acesso livre aos fundos derivados dessas cobranças, inclusive-se às informações de como os valores estão sendo utilizados e por quais motivos.

Todas elas devem constar na Circular de Oferta de Franquia (COF) e no contrato final de franquia.

Por isso, faça uma análise minuciosa do documento e tire todas as dúvidas com a rede franqueadora antes de assinar o contrato!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

5 minutos de leituraO processo de escolha de uma franquia é algo muito particular e não necessariamente a melhor franquia para você será também a melhor opção para outra pessoa. Isso porque, ao contrário do que muitos pensam, abrir uma franquia requer muita dedicação e empenho por parte do franqueado e suporte da rede franqueadora. Achar que você vai abrir uma franquia e vai ter sucesso fácil é um dos maiores mitos sobre franquias que há e o mais perigoso também!

A escolha da franquia ideal deverá estar alinhada com seu perfil como empreendedor e com seus planos, portanto escolher corretamente as perguntas que você deve fazer para a rede franqueadora é muito importante para sanar todas as dúvidas e evitar surpresas desagradáveis no futuro, principalmente sobre as necessidades do negócio que dependerão diretamente da gestão do franqueado.

Faça uma análise do seu perfil

Antes mesmo de começar a pesquisa sobre a franquia, recomendamos fortemente que você trace um perfil próprio para entender se de fato você está preparado para este novo negócio e principalmente alinhar suas expectativas com a rede franqueadora.

Eu como franqueado tenho disponibilidade e interesse em me dedicar a franquia? Quanto tempo eu estou disposto a dedicar por dia a essa operação? Eu tenho afinidade com a rotina de trabalho que essa franquia vai me exigir? Eu tenho interesse genuíno no mercado do qual a minha franquia vai fazer parte?

Escolher uma franquia baseado somente nos números de investimento e faturamento é o pior erro que você pode cometer!

Perguntas para a rede franqueadora

Se você já tem interesse em uma franquia, mas ainda não sabe quais as perguntas chave que deve fazer para a rede franqueadora, preparamos uma lista com 15 perguntas que você deve fazer para a rede franqueadora antes de finalizar o processo de abertura da franquia.

  1. Quais são as taxas e percentuais que eu pagarei como franqueado? O objetivo é obter informações sobre a taxa de franquia, os percentuais de royalties cobrados, se há taxa de publicidade e se há algum outro valor a ser pago. Além disso é importante saber sobre quais valores são aplicados esses percentuais.
  2. O que é esperado do franqueado e o que o franqueador vai oferecer como contrapartida? Quais são as habilidades que o franqueado tem que ter (ou desenvolver) para operar plenamente a franquia? Quais são as atividades que deverão ser realizadas pelo franqueado? Quais são os tipos de treinamento que a rede franqueadora oferece? Oferece suporte para os sistemas de gestão? Que tipo de acompanhamento periódico é feito? Ter muito claro o papel de cada uma das partes é ponto chave para uma relação madura e transparente.
  3. Como será a divisão de território para atuação da franquia? Com essa pergunta você terá informações sobre onde o franqueado poderá atuar e onde ele não poderá, quais são os critérios para definição deste território, como é feita a distribuição dos clientes (se a franqueadora é quem fornece os leads para o franqueado), quais são as regras de exclusividade de território e de preferência. Se a rede franqueada possui e-commerce ou delivery é importante se informar como isso impacta no faturamento do franqueado.
  4. Como funcionará o abastecimento da unidade? No caso de franquias de alimentos ou de vestuário, por exemplo, como será feita a realização dos pedidos e prazo de entrega? Existe quantidade mínima para os pedidos, o mix de produtos é personalizável ou é definido pela franqueadora? Se o franqueador não for o principal fornecedor, como é o processo de compras com os fornecedores homologados? Há uma central de compras ou o franqueado negocia diretamente com o fornecedor?
  5. Há fornecedores homologados ou o franqueado terá que desenvolver sua própria rede de fornecedores? Até onde vai a autonomia do franqueado para montar essa lista de fornecedores?
  6. Quais são os suportes que a franqueadora vai oferecer? Treinamentos, manuais, visitas de consultores, enfim, qual a estrutura que a franqueadora tem para atender as demandas da rede?
  7. Qual é o plano de expansão da franqueadora, quanto tempo ela tem de mercado e quanto ela já conquistou de espaço no setor? É importante aqui você avaliar o mercado como um todo! Muitas vezes as maiores franquias, apesar de terem uma marca consolidada podem não ser uma boa opção para o seu perfil empreendedor, principalmente se você não tem experiência. Grandes marcas geralmente possuem concorrentes igualmente grandes e as franquias metas agressivas de performance. Por outro lado, franquias mais novas em um mercado em crescimento podem ser uma ótima opção para você se estabelecer em um mercado ainda pouco explorado, mas com muito potencial. É o caso por exemplo de franquias de Coworking.
  8. Como os franqueados atuais estão em relação ao resultado do negócio? Como está a performance da unidade? O franqueado já teve retorno do investimento e em qual prazo isso ocorreu? Há franqueados com mais de uma unidade?
  9. Como será a integração do franqueado na rede? Ou seja, quanto tempo de treinamento, se este será presencial ou virtual, se será prático ou apenas teórico, se contempla também a equipe, e os custos envolvidos com esse treino serão de responsabilidade de quem?
  10. A rede possui unidades próprias? Escolher uma marca que não tenha unidades próprias pode ser um risco alto. Como essa franqueadora validou esse modelo de negócio sem unidades próprias? Como a rede franqueadora testará novos produtos, novas ferramentas, novos fornecedores? Como a rede franqueada vai perceber rapidamente problemas se não está na “linha de frente” de uma unidade?
  11. Qual é o histórico da franqueadora? Desde quando tem unidades em operação? Quando decidiu se tornar uma rede franqueadora e porque? Qual a experiência que ela tem no sistema de franquias e se foi assessorada por alguma empresa para fazer o projeto e se estruturar como franqueadora.
  12. A rede já teve unidades fechadas ou franqueados desligados da rede? Se sim, por quais motivos.
  13. Quais são os maiores desafios do negócio? Quais são os pontos que merecem atenção e talvez uma maior dedicação? É um desafio que você está disposto a enfrentar? É comum o franqueador focar no que ele tem de melhor para oferecer, mas é bom saber que não existe negócio perfeito e entender os pontos que o franqueado precisa ficar atento é extremamente importante.
  14. Como está a saúde da franqueadora? Ela possui dívidas no mercado? Possui processos na justiça que possam prejudicar a marca? Quem são os sócios da franqueadora.
  15. Quais são os diferenciais da marca? O que faz com que ela seja melhor que os concorrentes diretos (do mesmo segmento) e quais são suas vantagens com relação a outras franqueadoras? É muito importante estudar o mercado e ver como os clientes enxergam a marca. O Google é um ótimo aliado e você pode ver as avaliações dos usuários no próprio Google e em sites como o Reclame Aqui. Uma dica muito valiosa é você se tornar cliente da marca ou visitar uma unidade como cliente. Isso fará com que você perceba se a rede franqueadora realmente entrega para os clientes a experiência/ produto que promete.

Eu espero que estas perguntas te ajudem a escolher a franquia ideal, mas lembre-se sempre de buscar uma marca que você tenha afinidade, afinal de contas você vai carregá-la durante muitos anos!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

4 minutos de leituraEncontrar a franquia ideal é o objetivo de todo mundo que busca investir nesse mercado. Não existe um manual de “como achar a franquia certa” e existem muitas variáveis que precisam ser analisadas até encontrar a opção ideal. Não é fácil, mas a boa notícia é que na maioria das vezes o mais importante é evitar escolher a franquia errada. Neste artigo eu separei dicas para te ajudar a não errar na escolha da franquia.

Franquia ideal para o seu perfil

Vamos combinar uma coisa? Eu não vou te iludir aqui. Franquia perfeita não existe! O que existe é a franquia ideal para o seu perfil e para chegar nesta opção você vai iniciar um caminho longo e trabalhoso de muita dedicação e estudo. Você vai pesquisar bastante, conversar com muitas franqueadoras, vai tomar muitos cuidados e nem isso vai ser uma garantia de sucesso da sua unidade franqueada! Pois é! Quem te prometer retorno garantido está mentindo!

O primeiro passo é olhar para você, para o seu perfil como empreendedor, para o seu bolso e para a sua expectativa. Comece respondendo as seguintes perguntas para si mesmo:

  • Quanto dinheiro eu tenho para investir?

Tenha em mente que você precisará fazer um investimento inicial em estrutura, equipamentos, estoque, adequações no imóvel. Não se esqueça de prever o capital de giro para sustentar a empresa enquanto ela ainda não se pagar. SIM!!!!! A franquia não começa dando lucro no primeiro mês e isso muita gente não te conta!

  • Onde eu quero abrir a franquia?

Minha prioridade é ter conforto e ficar perto de casa ou eu quero encontrar o melhor ponto possível na minha cidade mesmo que isso me custe algumas horas por dia de deslocamento?

  • Tem alguma marca específica que me desperta interesse?

Lembre-se que é indispensável você se identificar com a marca, mas nem sempre a sua marca preferida é uma boa opção de franquia!

  • Tem algum segmento que eu gostaria de atuar?

Você conhece o dia a dia de uma pizzaria? De uma escola de idiomas? De uma loja de roupas? Saiba que você vai passar os próximos anos da sua vida dedicado àquele negócio, então é importante encontrar um segmento que você tenha afinidade.

  • Quanto tempo eu quero me dedicar para a franquia?

Se sua resposta é POUCO TEMPO eu já te adianto que nenhuma franquia será ideal para você! Não existe mágica! Não existe sucesso em negócios sem dedicação e trabalho duro. A dedicação e participação ativa do franqueado faz toda diferença e sem dúvidas aumenta bastante as chances de sucesso.

  • A franquia será sua única fonte de renda?

Você consegue pagar suas contas pessoais com o lucro que aquela franquia vai te dar? Conheça muito bem os números, pesquise o mercado e veja se o faturamento informado pela franqueadora é realista. Ela já tem outras unidades em operação? Quanto faturaram nos últimos meses?

  • Você já tem um imóvel e pretende abrir uma franquia nele?

Pense no tipo de imóvel, tamanho, e localização antes de escolher a franquia!

Definindo os seus objetivos na escolha da franquia

Respondendo estas perguntas honestamente você já percorreu uma boa parte do caminho! É muito importante olhar para a sua situação como pessoa física antes da escolher da franquia. Outros questionamentos que são muito importantes são aqueles relacionados à sua expectativa e planos de médio- longo prazo. É importante ter em mente que os contratos de franquia costumam ter duração mínima de 5 anos.

As perguntas podem ter desdobramentos e podem depender de outros fatores externos para serem respondidas, mas minha sugestão é que você coloque tudo no papel. Feita essa reflexão sobre seu perfil e seu momento de vida, chegou a hora de colocar a mão na massa e pesquisar, pesquisar e pesquisar. Comece pelo básico:

Você sabe o que é e como funciona uma franquia?

Entenda como funciona, quais os tipos que existem, leia a Lei das Franquias, pesquise sobre quais são as taxas que geralmente são cobradas! Aqui no blog você vai encontrar bastante conteúdo sobre o assunto e é fundamental você estar bem informado para analisar os pontos chave e fazer as perguntas certas para a rede franqueadora.

Agora sim tá na hora de pesquisar as redes franqueadoras. Entre no site das empresas que você tem interesse (lembre-se das primeiras perguntas que você respondeu lá em cima), pesquise sobre os modelos de franquia que aquela rede oferece. Geralmente no site da empresa tem bastante informação. Faça seu dever de casa e estude esse conteúdo antes de entrar em contato com eles.

Analise as informações disponíveis

Analisar as informações corretas é muito importante! Observe além da marca, o potencial de ganho de mercado, os concorrentes diretos e indiretos, o modelo de negócio, a história da franqueadora, os valores de investimento necessário, faturamento e retorno.

Se você gostar do que viu avance na escolha da franquia, preencha o formulário no site da franqueadora e aguarde o contato deles.

Geralmente as redes fazem um processo seletivo de franqueados. Eles querem garantir que você tem o perfil ideal para ser um franqueado, afinal você será um representante da marca deles! Responda as perguntas com sinceridade e já tenha em mãos todas as dúvidas e observações anotadas. A hora de tirar dúvidas é agora!

Escolha da franquia

Nessa etapa a rede franqueadora deverá responder seus questionamentos e explicar detalhes sobre a operação, sobre os custos, avaliar se o seu bairro/ cidade de interesse é viável ou até mesmo se está disponível.

A essa altura você já deve ter percebido que escolher uma franquia é muito mais complicado do que somente analisar o valor de investimento e faturamento estimado, não é! O caminho é longo, trabalhoso, mas se você seguir as dicas que eu dei terá mais chances de escolher a franquia certa!

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!

5 minutos de leituraMuitas pessoas, ao procurarem por uma franquia se deparam com alguns mitos que são comuns, mas que podem trazer dores de cabeça no futuro. Muitos destes mitos sobre franquias são ideias pré concebidas e difundidas por aqueles que não conhecem a fundo o mercado, portanto pesquisar bem sobre o que é uma franquia- e como funciona esse modelo, além de ter conhecimento dos direitos e deveres do franqueador e franqueado é a melhor maneira de evitar problemas e frustrações.

Os 6 mitos sobre franquias

Mitos sobre franquias 1: Investir em uma franquia é retorno garantido

Se você algum dia ouvir algum franqueador falar de “retorno garantido” desconfie!

Uma franquia, como qualquer outro tipo de negócio, tem seus riscos. Obviamente a probabilidade de sucesso de uma franquia é muito maior do que uma empresa independente. A franquia é um modelo de negócios que já foi validado, que já está em operação e que conta com um valioso know how. O suporte de um bom franqueador e a troca de experiências dentro de uma rede de franqueados aumentam a chance de sucesso, porque diminuem erros no dia a dia da operação.

De acordo com o SEBRAE, a taxa de mortalidade de uma unidade franqueadora em 10 anos é de 15% enquanto para uma unidade independente é de 75%. Ou seja, a possibilidade de você ter sucesso sendo um franqueado é 5x maior do que se você resolver criar uma empresa de forma independente.

Mas atenção! Não existe sucesso em negócios sem dedicação e trabalho duro. A dedicação e participação ativa do franqueado faz toda diferença e sem dúvidas aumenta bastante as chances de sucesso. Este é o mito sobre franquias mais comum e talvez o mais perigoso também pois cria uma expectativa totalmente fora da realidade do mercado.

2: Uma franquia dá menos dor de cabeça do que um negócio independente

O investidor que acredita que vai abrir uma franquia e terá menos trabalho está iludido. É óbvio que ao abrir uma franquia, o empreendedor pula algumas etapas porque recebe da rede franqueadora todo o conhecimento adquirido por ela através de manuais e treinamentos, mas não pense que não haverá problemas e desafios!

Cada operação tem suas particularidades e você precisará lidar com todos os aspectos do negócio como funcionários, atendimento ao cliente, qualidade do serviço e do produto, satisfação dos clientes, acompanhamento e gerenciamento da empresa e isso tudo exige muito esforço e dedicação. Não é tarefa simples e com certeza ter um negócio próprio sem dor de cabeça é mais dos mitos sobre franquias.

3: O sucesso do negócio é responsabilidade do franqueador

Um sistema de franquias é uma relação de parceria entre franqueado e franqueador, onde ambos possuem obrigações e responsabilidades. A rede franqueadora é responsável por transferir o conhecimento para o franqueado que por sua vez é responsável pela operação do negócio. Cabe ao franqueado executar as instruções passadas pela rede franqueadora e é um grande equívoco pensar que se o resultado de uma unidade não vai bem isso é culpa da rede franqueadora. Esse é um dos mitos sobre franquias que precisa ser conhecido profundamente!

Existem vários fatores que influenciam no sucesso de uma franquia e é possível que um novo franqueado enfrente alguns desafios no primeiro ano de operação. Se os resultados não saírem exatamente como esperado ele deve contar com o apoio do franqueador para orientá-lo e corrigir alguma coisa que eventualmente esteja errada.

4: É melhor escolher uma franquia de uma marca bem conhecida para não correr risco

Esse é um mito sobre franquias muito comum entre aqueles que estão começando a pesquisar sobre franquias e estão pensando em investir nesse modelo. Embora uma marca grande seja um ponto importante na aquisição de clientes, ela sozinha não garante o sucesso da unidade. Muitas vezes as marcas conhecidas possuem fortes concorrentes igualmente conhecidos e em alguns casos um mercado já saturado!

O resultado disso é que o franqueado tem um desafio enorme pela frente com metas bem agressivas e precisa se dedicar muito para fazer com que a unidade seja um sucesso. Além disso, as maiores marcas costumam ter um processo seletivo de franqueados bem rigoroso e exigem um perfil mais sênior com experiência prévia de mercado.

Portanto você deve ter alguns cuidados ao escolher uma franquia como por exemplo observar além da marca, o potencial de ganho de mercado, os concorrentes diretos e indiretos, o modelo de negócio, a história da franqueadora, os valores de investimento necessário, faturamento e retorno. Mas principalmente busque uma franquia que você tenha afinidade com o tipo de negócio.

Uma dica de ouro é: vire cliente da marca que você tem interesse! Isso te ajuda a ver se o que eles prometem ao cliente é realmente entregue e vai te ajudar a escolher a franquia ideal.

5: Comprar uma franquia nova que está “bombando” é uma boa oportunidade

Comprar uma franquia em razão da sua alta taxa de crescimento pode ser um “tiro na água”! Escolher um negócio porque a rede está abrindo muitas unidades é como escolher uma cor de roupa que está na moda hoje para se usar pelos próximos anos.

A princípio pode parecer uma opção segura, afinal há tanta gente investindo naquela franquia que ela deve ser um negócio espetacular! Mas lembre-se que, assim como na moda, outras tendências virão e aquela super novidade que virou febre provavelmente vai ficar ultrapassada. Quem se lembra da febre de franquias de iogurte frozen que explodiu em 2010 e praticamente sumiu pouco tempo depois?

Ao olhar para uma franquia, pense em como será viver com esse tipo de negócio todo dia pelos próximos 5 ou 10 anos.

Mitos sobre franquias 6: Franquias são engessadas

É fato que redes de franquias possuem manuais, procedimentos e instruções que dão certo e que precisam ser seguidos, mas isso não significa que o franqueado não possa contribuir com ideias para aprimorar o negócio.

Se um franqueado tiver uma ideia inovadora que seja interessante para a marca como um novo produto que pode ser oferecido ou um novo canal de vendas, vale muito a pena procurar o franqueador e apresentar a sugestão, em muitos casos eles estão abertos a isso e dão muito valor às contribuições da rede. Redes de franquia precisam sempre se manter atualizadas e à frente da concorrência e ninguém melhor para perceber as mudanças necessárias do que quem está no dia a dia da operação, não é mesmo?

Acertando a escolha após conhecer os mitos sobre franquia

Agora que eu já te contei algumas verdades e esclareci alguns dos principais mitos sobre franquias você está bem mais próximo de encontrar uma franquia adequada para o seu perfil e que seja ideal para você. Neste artigo que eu escrevi, você vai encontrar dicas para te ajudar a não errar na escolha da franquia.

Boa leitura 😊

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa com serviços de escritório sobre demanda? QUERO CONHECER OS SERVIÇOS!

Quer ser dono de um coworking com todas essas estratégias de satisfação e retenção de clientes? QUERO SER UM FRANQUEADO!