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No mundo do marketing, o B2B (business to business) é conhecido como uma forma de trabalhar diretamente entre empresas. Isso se deve ao fato de englobar as operações comerciais que as firmas realizam entre si e sem depender do cliente final.

Como qualquer negócio, é importante entender os aspectos desse modelo, para torná-lo mais estratégico. Por isso, nesse artigo iremos te explicar o que é o B2B e quais são as vantagens de ter uma empresa nesse molde.

O que é o modelo B2B?

B2B é um modelo de negócio que consiste nos serviços que uma empresa presta a outra com o objetivo de melhorar as vendas dos produtos e mercadorias que oferece. Ou seja, uma transação comercial entre empresas.

Diferentemente do business to consumer (B2C), cujas ações são direcionadas ao cliente final, o B2B é direcionado ao fornecedor de bens ou à parte intermediária da cadeia de comercialização, o que é de suma importância para garantir a eficácia de um negócio.

Um exemplo de negócio B2B é um provedor de conteúdo da web para outras empresas – seja por meio de postagens em blogs, redes sociais ou páginas da web – que busca posicionar marcas por meio da internet.

Atualmente, existe uma grande oportunidade de fortalecimento das empresas com este modelo devido à facilidade de acesso às informações, possibilidade de realização de processos administrativos por meio de múltiplas plataformas e comunicação efetiva por diversos canais com os demais membros da organização.

O que ter um modelo B2B oferece a você?

Embora tanto o B2B quanto o B2C possam ser realizados pela mesma empresa, são inúmeras as vantagens que o primeiro oferece ao seu negócio.

Alguns deles são:

Maior economia

Um dos benefícios mais importantes do modelo B2B é que ele economiza dinheiro. O posicionamento da marca de forma positiva por meio do marketing B2B serve para evitar ter que gastar mais recursos do que o necessário em um trabalho de marketing B2C, ou seja, aquele que é voltado para o público-alvo onde está localizado o potencial comprador do seu produto ou serviço.

Além disso, os clientes B2B tendem a não comprar de forma emocional ou espontânea, mas sim com base em necessidades específicas de um grupo maior de pessoas. Isso, embora limite o número de compradores, ajuda a direcionar os recursos para oferecer soluções para as necessidades específicas dos potenciais clientes.

Agilidade digital

Em uma sociedade digitalizada como a atual, a tecnologia facilita a construção de relacionamentos fortes com novos clientes e a expansão do seu mercado.

Um dos grandes benefícios para as empresas é que elas podem expandir seus negócios e alcançar novos clientes além de sua região por meio do comércio eletrônico B2B.

Ter presença online é essencial para abrir novos mercados com agilidade, por meio de uma estratégia de marketing B2B que considera aspectos como posicionamento SEO, publicidade online ou marketing de conteúdo. Para isso, as redes sociais, páginas da web e plataformas de networking são essenciais.

Identidade no setor

Em um mundo global onde produtos, bens e serviços estão se tornando cada vez mais parecidos, é essencial que sua empresa se destaque da concorrência e construa o reconhecimento da marca.

Nesse sentido, o B2B é útil para posicionar a identidade de uma empresa no setor em que atua, gerando maior reconhecimento e visibilidade.

Ganhos mais altos

Através da utilização do B2B em sua empresa, a faturação será muito superior.

O modelo B2B permite oferecer itens em maiores quantidades para melhorar a oferta aos compradores. Pedidos maiores significam vendas potenciais mais altas. Embora o processo demore mais que o B2C, devido à complexidade da demanda, em seis meses ou mais você poderá faturar um volume maior e, consequentemente, garantirá o crescimento do seu negócio.

Se você pensa em entrar nesse modelo de vendas, saiba que suas opções são inúmeras. Seja atuando como fornecedor de matéria prima, no varejo com insumos ou oferecendo soluções tecnológicas para organizações, apostar em um modelo B2B será muito lucrativo.

Bom, já te explicamos o que é e quais são as suas vantagens, com uma equipe bem preparada, temos certeza que seu sucesso será sem limites!

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Você conhece seus clientes de verdade? Como você descreveria o seu cliente ideal? Ter uma persona em seu negócio é fundamental para obter bons resultados.

Cumprir o desafio de criar e montar uma persona, ou várias, pode ser mais fácil quando você consegue fazer as perguntas certas. Depois, basta utilizar essas informações de forma produtiva para que toda ação e tomada de decisão sejam direcionadas para aquele perfil.

Pensando nisso, nesse artigo iremos te explicar o que é uma persona e o que fazer para começar a criar as suas.

O que é persona?

A persona é uma representação fictícia do que seria o seu cliente ideal. Ela é feita com base em dados reais sobre o comportamento e a características demográficas dos seus clientes.

Uma boa definição de persona passa pelo contato com seu público-alvo. Assim, em uma rápida análise, você consegue identificar características comuns entre os potenciais compradores.

Caso você possua uma base de clientes, essa será a fonte perfeita para começar suas investigações. Mesmo que tenha perfis diferentes de pessoas ou empresas que consumam o seu produto, alguns deles tendem a exemplificar a sua persona.

O criador do conceito de personas foi Alan Cooper, um designer e programador de softwares, quando desenvolveu um sistema de gerenciamento de projetos em 1983.

Cooper entrevistou uma gestora de projetos chamada Kathy, que segundo o programador, ela foi uma espécie de persona primitiva. Ao longo do projeto, Cooper travava diálogos internos, como se fosse Kathy explicando o que precisava daquele software no seu dia a dia.

Com isso, ele entendeu a importância da persona: com uma pessoa em mente, que possui dúvidas e necessidades reais, ficou mais fácil perceber e resolver questões complexas de design e interação.

Diferença entre persona e público-alvo

É bem comum que haja uma confusão com relação a esses dois conceitos. Mas é importante deixar bem claro que persona e público-alvo não são sinônimos.

Temos aqui um exemplo bem claro:

  • Público-alvo: Mulheres, de 25 a 35 anos, solteiras, graduadas em engenharia, com renda média mensal de R$ 4.200,00. Pretendem aumentar sua capacitação profissional e gostam de viagens.
  • Persona: Camila tem 26 anos, é engenheira recém-formada e autônoma. Pensa em se desenvolver profissionalmente através de um mestrado fora do país, porque ama viajar, é solteira e sempre quis fazer um intercâmbio. Está buscando uma agência que a ajude a encontrar universidades na Europa que aceitem alunos estrangeiros.

Consegue perceber a diferença? O público-alvo é uma parcela abrangente da sociedade pra quem você está interessado em vender o seu produto ou serviço. Já a persona como falamos antes é a representação do cliente ideal. Em um primeiro momento, você pode até achar parecido, mas faz toda a diferença, pensar em estratégias direcionadas a Camila e não a um extenso público-alvo.

A persona não precisa ser única, você pode criar mais de uma, só precisa tomar cuidado porque muitas personas podem fazer com que sua estratégia perca o foco.

Como criar uma persona?

Para recolher e fazer a análise das informações para a criação de uma persona você deve seguir os seguintes passos:

Crie um roteiro de perguntas e entreviste seus clientes

Crie perguntas que você considere relevante e agrupe-as em categorias distintas. A ideia é criar um roteiro que te auxilie a encontrar hábitos importantes que possam determinar a criação de suas personas.

Quanto mais informações você tiver sobre seu público, mais completas suas personas serão.

As perguntas podem ser sobre:

  • Trabalho (cargo, função, rotina);
  • Empresa (segmento, tamanho, etc.);
  • Objetivos (o que pretende alcançar);
  • Desafios (problemas enfrentados);
  • Informações e conteúdo (onde compra, como compra, produtos que já usou, etc).

Faça uma análise de dados

Depois de entrevistar seus clientes, é hora de saber quais são as características mais comuns entre os entrevistados.

Quais os problemas mais citados? Quais hábitos se assemelham? Enfim, analise as informações que convergem entre os consumidores. Essa é uma etapa crucial para a criação das personas.

Estruture a persona

Nesse momento você deve colocar no papel tudo que você sabe sobre a persona. Aqui é onde a persona tomará forma. Você deve criar um nome, idade profissão e descrever o dia a dia dela. Mas não se limite a “personagem”, assim que sua persona estiver formada, pense nela como um ser humano real, que irá consumir seus conteúdos, abrir seus e-mails, e claro, comprar seus produtos ou serviços.

Seguindo esses passos você conseguirá criar personas e definir estratégias mais precisas em suas campanhas de marketing e vendas. Não deixe pra depois e comece agora a criar seus clientes ideais.

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Com todas as demandas e desafios de ingressar ao mundo dos negócios, o empreendedor também precisará expandir o seu vocabulário para entender os conceitos básicos fundamentais ao sucesso do seu negócio. O B2C (Business to Consumer) é um desses conceitos.

B2C é uma operação comercial onde a venda de produtos, serviços ou informações é efetuada diretamente entre a empresa e o consumidor final ou cliente.

Muitas pessoas ainda possuem dúvidas quanto a esse termo. Por isso, resolvemos te explicar o que é o B2C e qual a sua funcionalidade no mundo dos negócios.

O que é o modelo B2C?

Uma empresa pode trabalhar com diferentes públicos. No caso do B2C, a venda é destinada ao consumidor final.

É o caso de lojas de móveis, roupas, supermercados, agência de viagens ou qualquer outro negócio que tenha como objetivo vender para clientes e não para empresas.

B2C X B2B

Enquanto o B2C possui como foco o consumidor final, o B2B fala com outro público, oferecendo soluções para outras empresas.

É importante ter em mente que esses dois grupos possuem necessidades e estratégias bem diferentes: o público final preza muito mais por aspectos do dia a dia com promoções, estética, resolução de um problema no momento da compra e a proposta de valor que vem junto com o produto ou serviço.

Quando se trata de B2B, estamos falando de aspectos mais duráveis, como a eficiência e experiência em utilizar aquele serviço. Podemos dizer que o B2C tem um peso maior no lado emocional, enquanto o outro grupo segue por uma linha mais racional.

Até porque o cliente que compra uma cama não tem os mesmos objetivos ou necessidades que um que compra soluções em TI para uma empresa. Ter isso em mente é fundamental para começar a trabalhar com as particularidades do seu público.

Como projetar as melhores estratégias?

Caso você lide diretamente com o consumidor final, saiba que existem inúmeras vantagens, mas os desafios também são enormes. Da mesma maneira que os feedbacks diretos e instantâneos são muito bons, um serviço que deixou a desejar pode arruinar com a reputação de uma empresa em pouco tempo.

Por isso, é importante pensar na melhor estratégia de marketing e entrega dos produtos para evitar descontentamentos e prejuízos nas vendas. Listamos alguns pontos que merecem atenção:

Invista em suporte

Tenha um canal eficiente para que o cliente possa tirar as suas dúvidas a respeito do produto, antes ou depois da compra. Nesse momento de questionamento, quando mal resolvido, tem grandes chances de gerar clientes detratores da marca. Um bom suporte ao cliente deve ser visto como base na estratégia B2C.

Conheça seu cliente de verdade

É preciso conhecer aqueles que entram diariamente em contato com seus serviços. Além do público alvo, a criação de uma persona é fundamental para promover campanhas e estratégias de vendas com maiores chances de conversão.

Desenvolva sua estratégia de marketing

Depois de conhecer seu cliente e ter um canal eficiente de comunicação, é hora de traçar as melhores formas de chegar até ele.

Para gerar uma estratégia de marketing com bons resultados, a persona é um artificio capaz de responder perguntas importantes:

  • Onde o seu público se informa?
  • Quais são suas redes sociais preferidas?
  • Quais são suas prioridades ao comprar um produto?
  • Quais são suas principais dores e dúvidas no momento?

Antes de colocar as ideias do papel em prática e mergulhar fundo no planejamento de um novo negócio, escolha o modelo que mais tem a ver com seu produto ou serviço e ofereça a melhor experiência possível para seus clientes.

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Você já escutou o termo Design Thinking? É uma metodologia utilizada para oferecer produtos e serviços de acordo com a necessidade real dos clientes. É uma prática cada vez mais utilizada por empresas que desejam aperfeiçoar seus serviços de forma simples, ágil e bem planejada.

Pensando nisso, resolvemos explicar o que é essa metodologia e qual a sua importância para as empresas atualmente.

O que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma técnica criada para as pessoas resolverem problemas e desafios de forma prática e criativa. Como podemos deduzir, o método que foi popularizado nos anos 90 foi inspirado pela área de Design, principalmente, na essência dos designers, que é buscar soluções criativas.

Em resumo, estamos falando de um know-how usa a sensibilidade humana para definir processos e, posteriormente, entender como é possível colocar as demandas em prática.

Como funciona o Design Thinking

Com o foco na experiência do consumidor ou do público alvo, o design thinking é um conjunto de práticas e processos, um método que propõe uma nova abordagem aos problemas.

A grande diferença desse método é que ele parte da solução e não do problema, como é comum. A observação da rotina gera questionamentos sobre o que as pessoas querem ou precisam, desafiando a metodologia a responder criativamente a tais necessidades e desejos.

Como aplicar o Design Thinking na minha empresa?

O design em suas concepções primárias, sempre foi focado muito mais na arte do que na razão pela qual ela havia sido criada. Mas, muitas vezes o desenho não solucionava o problema do produto e muitas vezes nem o produto solucionava o problema do cliente, o que é muito pior.

Dessa forma, o design thinking entra nesse vácuo para enxergar novos caminhos através da perspectiva do consumidor final.

Confira alguns exemplos práticos de como usar essa perspectiva nas diversas áreas e tarefas de sua empresa:

  • Os times comerciais podem utilizar técnicas dessa abordagem para desenvolver uma capacidade superior de enxergarem “com os olhos dos clientes” e, assim, contarem com estratégias mais poderosas de persuasão.
  • No núcleo estratégico a análise consiste em encontrar padrões no passado que possam ser repetidos no futuro. O design thinking pode auxiliar os gestores a encontrarem soluções totalmente inovadoras, sem olhar para o passado, mas sim para as expectativas e desejos atuais do consumidor final.
  • Etapas de interrogatório, ideação e prototipação auxiliam o processo criativo, por isso o brainstorm é tão importante para o design thinking.

Veja um case de sucesso

Um case de sucesso a partir desse método é o da Natura. A empresa precisava criar produtos para cabelos, só que 30% mais baratos do que os produtos de linha mais simples de marcas concorrentes. Além disso, o impacto ambiental precisava ser reduzido em 50%.

Usando o design thinking a Natura descobriu que os consumidores têm o hábito de comprar somente os refis de shampoos e condicionadores para economizar espaço e, claro, dinheiro. A partir disso, foi criada a linha de cosméticos chamada SOU com suas embalagens que parecem refis (são saquinhos) que ficam em pé e contém tampa. Muito prático!

Essa perspectiva colaborativa não se detém apenas a grandes empresas, cada vez mais observamos pequenas e médias adotando essa prática. Assim que é entendido e posto em prática o design thinking é capaz de criar um ambiente propício a inovações gerando soluções mais assertivas.

O Design Thinking existe para ser usado a seu favor, em benefício do seu negócio. Por isso, não deixe de aplicar em seu dia a dia.

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Know-how é uma expressão que tem se tornado cada vez mais comum, especialmente no meio empresarial. O termo vem do inglês e significa “saber fazer”. Consiste nas capacidades e habilidades que um individuo ou organização possui para realizar uma tarefa específica.

Quando falamos em negócio, podemos considerar o know-how um ativo intangível da empresa. É um conceito que pode ser aplicado nas partes estratégica, operacional e técnica da organização.

Neste artigo, iremos entender a importância do know-how para os dias atuais, assim como os meios pelos quais ele pode ser desenvolvido.

O que é o know-how?

Essa é uma expressão bastante utilizada no mercado corporativo para dizer que um profissional ou empresa tem conhecimento prático para determinado fim, tornando-se mais apto e competitivo dentro do mercado.

É importante dizer que o know-how é algo que pode ser aprendido e que vem com o tempo, estudo e experiências. Não há como dizer, exatamente, quanto tempo de mora para adquirir o know-how nem quanto conhecimento específico é necessário, já que depende de cada pessoa, empresa e situação.

Quando uma empresa ou um profissional afirma que tem know-how em determinada área ou assunto é porque adquiriu experiência e o conhecimento necessário. Lembrando que essa expressão sempre se refere a algo, como um tipo de serviço, uma área profissional, um campo acadêmico, um conhecimento específico, etc. Por isso, sempre que você for dizer que tem know-how deve especificar em quê.

Como adquirir know-how?

Bom, já podemos perceber que o know-how é fundamental para o sucesso de profissionais e organizações. Mas a pergunta que fica é: como é possível adquiri-lo e desenvolvê-lo?

Isso pode acontecer de várias maneiras e a melhor opção é combinar todas elas.

Tenha o hábito de leitura e acompanhe as notícias

A melhor forma de investir em si mesmo é por meio da leitura. Ler é uma maneira muito acessível de conhecimento e autodesenvolvimento. Apesar de alguns materiais exigirem certo investimento financeiro, hoje em dia é possível encontrar uma série de materiais disponíveis gratuitamente na internet.

Além disso, é fundamental acompanhar as notícias e saber o que se passa no Brasil e no mundo. Ter boas noções de política, economia e cultura em geral permite que as pessoas tomem decisões eficazes, considerando a sociedade em que vive.

Invista em cursos e treinamentos

Para ser conhecido como especialista em sua área, você precisa investir em especializações, cursos e treinamentos. Essa é uma maneira de se atualizar, adquirir novos conhecimentos e atingir o know-how. A dica vale tanto para profissionais quanto para as empresas, que podem investir em treinamentos e capacitações para seus funcionários.

Networking

Outra maneira de aumentar o know-how é por meio do networking. A dica é se relacionar de maneira produtiva, trocando conhecimento e experiências. É uma forma útil, mas requer esforço e proatividade de sua parte para estimular assuntos de seu interesse com os contatos que possui.

Saiba o que a concorrência está fazendo

Entender o que acontece no mercado é importante tanto para a empresa quanto para o profissional em si. Acompanhar as tendências, novidades, transformações e a movimentação da concorrência te coloca um passo à frente. Assim é mais fácil tomar decisões e ficar mais próximo de seus objetivos.

Busque sempre evoluir

Mesmo que você já tenha alcançado o know-how e acredite que já tenha um conhecimento específico suficiente, entenda que o trabalho não termina por ai.

O mercado de trabalho evolui e passa por constantes mudanças, pois isso é preciso se dedicar para manter e aprimorar o know-how. Buscar aprender mais e ter novos conhecimentos deve ser uma constância.

O know-how é um conhecimento que um indivíduo ou uma empresa só conseguem adquirir ao longo do tempo. Agora que você já sabe tudo sobre esse conceito, chegou o momento de seguir as dicas e fazer sua parte para desenvolver seu conhecimento e aplica-lo estrategicamente em seu dia a dia!

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Sabemos que empreender não é uma tarefa fácil, mas se torna possível se você for dedicado, estudar, pesquisar e colocar a mão na massa. Séries sobre empreendedorismo também podem ser utilizadas como aprendizado e assim você pode contar com histórias inspiradoras, sejam elas reais ou fictícias.

Pensando nisso, selecionamos algumas séries que abordam o empreendedorismo para incentivar você a tirar seu sonho do papel!

Cinco séries sobre empreendedorismo:

1. O Código Bill Gates

O código Bill Gates é uma série documental, produzida pela Netflix. A série conta algumas particularidades que tornaram Gates quem ele é hoje.

Com apenas três episódios e com cerca de 1h cada um, é bastante focada na ‘Fundação Bill & Melinda Gates’ e o trabalho que realizam em regiões mais pobres do planeta. Além disso, você encontrará ensinamentos sobre liderança com seu time dos sonhos, trabalhar muito para conseguir alcançar os seus objetivos e ser bem criterioso quanto tolerar incompetência.

2. The playbook: estratégias para vencer

A série reúne cinco técnicos renomados que compartilham suas regras pessoas para obter sucesso nos esportes e na vida. Por meio de entrevistas emocionantes e profundas.

A série documental explora os momentos críticos na carreira dos treinadores, bem como os aprendizados que moldaram suas filosofias profissionais. Em episódios de 30 minutos, você consegue absorver lições valiosas para seu cotidiano de empreendedor.

3. Girlboss

Uma das séries mais indicadas para quem é empreendedor. Girlboss é baseada na biografia de Sophia Amoruso, uma das mulheres mais respeitada do mundo da moda e fundadora de um dos maiores e-commerces de roupas e acessórios do mundo.

A série mostra como uma jovem sem dinheiro usou sua rebeldia e ambição para abrir o seu negócio na internet. A criadora da Nasty Gal traz muitos ensinamentos para você aprender a ser seu próprio chefe.

4. Billions

A série Billions é ambientada no mundo da especulação financeira de Nova York e conta a história de um procurador de justiça politicamente correto que bate de frente com um brilhante e ambicioso executivo de fundos de investimento.

Considerada uma das séries mais intrigantes da TV, ela nos mostra dois protagonistas fortes que fazem de tudo para alcançar seus objetivos. Uma história que vai te inspirar bastante, pois traz ensinamentos valiosos sobre o empreendedorismo.

5. Suits

Provavelmente dessa você já ouviu falar. Suits é uma trama que se passa em torno de um escritório de advocacia, onde os personagens nos mostram jogadas incríveis que acontecem no mundo corporativo, revelando a necessidade de ser inteligente para “virar o jogo a seu favor”.

Harvey e Mike nos dão dicas importantes sobre autoconfiança, negociações, oportunidades inovadoras, trabalho em equipe e jogadas ousadas.  São 9 temporadas para você se inspirar e ter ideias incríveis.

Muitas séries vão além de entreter e nos proporcionam aprendizados e reflexões importantes para áreas diversas da vida, incluindo a parte profissional. Os streamings hoje estão repletos de filmes e séries sobre empreendedorismo e agora que você já tem indicações maravilhosas já pode garantir a programação do final de semana!

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Controle de qualidade é um termo geralmente relacionado à indústrias. Porém, mais do que nunca é um assunto relevante para empresas. Quando falamos de um negócio novo, mesmo aquele com relativa segurança com uma franquia, precisam de muita atenção e trabalho, especialmente durante os primeiros anos.

Não existe uma formula mágica que você possa seguir para tornar seu negócio um sucesso. No entanto, existem alguns pontos importantes aos quais você deve sempre prestar atenção especial, pois eles ajudam o seu negócio a permanecer estável e a melhorar com o tempo. E controle de qualidade é um dos pontos que podemos destacar.

O que é controle de qualidade?

Controle de qualidade é um sistema adotado por empresas para medir a qualidade dos produtos e serviços, avaliando se estão de acordo com suas especificações técnicas. Um sistema que torna o processo unificado, uma vez que confere a ele um padrão e requisitos a serem seguidos buscando aperfeiçoar as relações de compra e venda e satisfazer o consumidor final com a qualidade do produto.

Embora direcionado para indústrias, seus princípios podem ser utilizados no segmento de serviços e em áreas distintas.

Qual é a função do controle de qualidade para franquias?

Realizar um controle de qualidade frequente e uma franquia visa à redução de erros na entrega do produto ou serviço ao consumidor final. Além disso, também se compromete em manter o padrão visual da rede.

Com uma rede de franquias distribuindo seus produtos e/ou serviços em unidades comandadas por terceiros, é preciso que a franqueadora tenha métodos e profissionais para manter este controle sobre a qualidade. A necessidade de padronizar as redes de franquias está entre os principais cuidados que os donos de negócio devem ter, pois o padrão é a identidade de franchising.

Como fazer um controle de qualidade eficiente?

Padronização de processos

Ter uma franquia é sinônimo de alinhamento entre a marca e suas unidades. Portanto, todo investimento em padronização é bem vindo e costuma gerar bons resultados.

Mapear e registrar todos os processos necessários para chegar ao produto final ajuda com o controle de qualidade. Uma forma de fazer isso é utilizando um manual, onde são detalhados os processos para operação da unidade, de forma que todas repliquem os mesmos processos, garantindo um produto padronizado.

Treinamento

Para conseguir um bom padrão de qualidade em sua rede, você precisa contar com franqueados e colaboradores bem preparados. Investir em treinamentos é a garantia para que isso aconteça.

Com todos os franqueados alinhados com os procedimentos e padrões da rede, o controle de qualidade se torna mais fácil. Com treinamentos qualificados e bem estruturados, as unidades passam a replicar com facilidade o padrão de qualidade, já que todos estarão cientes e engajados para entregar um produto e/ou serviço com a qualidade da marca.

Suporte

Um dos maiores causadores de reclamações por parte dos franqueados é o suporte e a transmissão do know-how sobre o negócio.

Ter um analista de controle de qualidade ou um auxiliar de controle de qualidade que trabalhe em conjunto com a franqueadora para atender às necessidades das franquias pode ser uma boa opção. Unidades podem ter problemas de organização da sua gestão para manter o controle de qualidade. Um profissional especializado diminui a carga de trabalho do franqueador e dando qualificação na ajuda aos franqueados.

Tecnologia

Uma das melhores alternativas para gerenciar redes de franquias é a tecnologia. Por meio de sistemas, o franqueador pode estabelecer canais de diálogo com os franqueados, disponibilizar manuais, promover treinamentos e utilizar ferramentas de qualidade, como os checklists.

Investir em um sistema para aperfeiçoar a realização do controle de qualidade é a melhor opção para sua rede.

Coworking Town, a melhor opção de negócio:

Como podemos ver durante todo o artigo, ter uma franquia não é uma tarefa fácil. São vários os desafios enfrentados até chegar ao momento da abertura do negócio e vários outros desafios durante o funcionamento, por isso é muito importante analisar bem a empresa a qual está se franqueado.

Você precisa contar com uma empresa sólida no mercado e que dê total suporte, como é o caso do Coworking Town. Nossos franqueados contam com vários treinamentos e manuais para conseguirem gerir suas unidades com excelência garantindo o controle de qualidade da marca. Além disso, contamos com um time engajado e disposto a dar todo o suporte necessário para o bem estar do seu negócio.

Em resumo podemos dizer que o controle de qualidade tem um objetivo muito maior dentro de uma franquia. Agora que você já sabe como é importante para o seu negócio manter o controle de qualidade fica muito mais fácil evitar o descuido com esse tópico.

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Se você é dono de uma empresa, ou pensa em começar uma, com certeza já ouviu falar sobre e-mail marketing em algum momento.

Mas talvez, você esteja se perguntando: Porque e-mail marketing é tão importante? E se é importante, como posso começar a fazer?

Pensando nisso, hoje iremos desmistificar o e-mail marketing para você e explicar como você pode fazer para começar a enviar essa comunicação para seus clientes e ter resultados ainda melhores em sua empresa.

O que E-mail marketing?

O e-mail marketing é uma estratégia de relacionamento com o público de uma marca. Por meio dele, é possível nutrir e converter leads para sua empresa.

A ideia por trás dessa estratégia é manter-se sempre próximo das pessoas que se interessam por seus produtos e/ou serviços, ao enviar para elas conteúdos relevantes, ofertas e outros tipos de mensagem.

Existem pessoas que podem pensar que com as redes sociais, o e-mail vem perdendo espaço. Porém, isso não é verdade. Uma pesquisa feita pela Pew Research, mostra que 92% dos usuários adultos usam e-mails e 61% deles utilizam diariamente.

Como fazer um e-mail marketing?

Criar uma estratégia exige cuidado e bastante trabalho. A seguir listamos as principais dicas de como fazer isso:

Crie sua própria lista segmentada

A primeira coisa necessária a ser feita é ter uma base de contatos para poder disparar seus e-mails. É imprescindível que você construa essa agenda. Nunca compre listas de e-mails, essa é uma prática ilegal e o público vai olhar com desconfiança para sua marca, já que nunca se cadastraram para receber suas mensagens.

Para criar essa base de contatos existem algumas opções:

  • Pop-ups em seu site oferecendo cupom de desconto na primeira compra para quem se cadastrar.
  • Conteúdos completos, como e-books, infográficos ou estudos originais, cedidos para aqueles que fornecerem seus e-mails.
  • Contatos dos clientes que já compraram com você e selecionaram a opção de receber novidades por e-mail no momento em que se cadastraram.

É primordial lembrar-se de pedir o consentimento das pessoas para enviar suas mensagens de e-mail marketing. Isso deve ser feito no momento em que o elas informam o e-mail a você.

Escolha seu nome de remetente

Uma das melhores práticas para o seu nome de remetente é utilizar um e-mail real. Deixe de fora e-mails genéricos como contato@empresa.com e passe a usar seunome@empresa.com.

Ao aplicarmos pessoalidade, conseguimos aumentar as taxas de aberturas e cliques, gerando empatia nos usuários.

Defina o formato seu sua campanha de e-mail marketing

Agora que já passamos pelos primeiros estágios, vamos saber de fato como se faz um e-mail marketing.

Cada campanha ou ação deverá ser enviada em um formato específico. Para escolher o formato correto você precisa saber qual o objetivo dos e-mails enviados. Como por exemplo:

  • Newsletter com os últimos artigos do blog da empresa.
  • Newsletter com novos produtos da loja.
  • E-mail sazonal anunciando uma oferta de Natal.
  • E-mail parabenizando o lead pelo seu aniversário.

Perceba que alguns dos nossos exemplos possuem o objetivo de conversão em vendas (como o e-mail sazonal e a newsletter sobre os lançamentos da loja) já outros têm o objetivo de nutrição.

Com a sua meta em mente, fica fácil decidir qual o melhor formato para sua campanha.

Escolha o modelo de e-mail

Assim que o formato for escolhido, você já deve saber qual será o conteúdo enviado. O próximo passo é escolher como essas informações serão apresentadas.

Criar um modelo do zero pode ser complicado, principalmente se você não tiver muitas habilidades com designer. Por isso, o ideal é contar com uma plataforma que disponibilize opções prontas, para que você possa personalizar tudo que precisa de maneira simples.

Algumas dicas para não errar no layout escolhido são:

  • Respeite as cores e identidade visual da sua marca.
  • Não encha o e-mail de informações desnecessárias. Crie um layout objetivo e limpo.
  • Use a tipografia e cores de fontes a seu favor. É possível destacar informações somente alterando o tamanho ou a cor das letras.

Ofereça um conteúdo de qualidade para seu público

Como já falamos, é necessário que seus e-mails tenham conteúdos relacionados ao seu campo de atuação e que sejam interessantes para seu público. Afinal, todos os dias as pessoas são bombardeadas com uma infinidade de mensagens. Como você pode se destacar no meio de tantos e-mails?

A resposta para isso está na qualidade, relevância e originalidade. Torne as mensagens passadas pela sua marca únicas e faça com que as pessoas esperam por elas. Infelizmente, não existe uma fórmula mágica para isso, é necessário testar até achar a forma ideal para a sua empresa.

Por isso é necessário conhecer a fundo seu público, só assim você conseguirá saber como atingir essas pessoas da maneira correta.

Crie um assunto fascinante

Por mais que o campo do assunto pareça uma coisa simples, ele não deve ser menosprezado em momento algum.

Afinal ele é extremamente importante e pode determinar o sucesso ou o fracasso de todos os seus esforços. Ao criar um assunto, procure usar entre 25 e 40 caracteres, que é a média exibida por provedor.

Monitore seus resultados

Quem pensa que uma campanha de e-mail marketing termina quando você clica no botão de envio está muito enganado. A verdade é que boa parte do trabalho da campanha vem depois.

É necessário monitorar a taxa de abertura dos seus e-mails, taxa de cliques e taxa de conversão. Só assim você conseguirá saber se sua campanha está atingindo os resultados esperados e caso não esteja, você saberá exatamente onde está o problema.

E-mails são valiosos tanto para aumentar as vendas, quanto para criar e nutrir relacionamentos.  Mesmo com as redes sociais tão em alta, essa ainda é uma forma pessoal e personalizada de conversar com pessoas que se interessam em seu negócio.

Busque criar listas de contatos fortes e segmentadas. Procure contar com ferramentas de automação de e-mail marketing para facilitar sua vida.

Agora que você já sabe como fazer campanhas de e-mail marketing, chegou a hora de aplicar em seu empreendimento. Por mais que no inicio não tenha os melhores resultados o importante é lembrar-se de ter consistência e persistência!

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É possível empreender mesmo já atuando em um empreendimento? Na realidade, não é só possível, como é extremamente positivo que isso aconteça. Estamos falando do intraempreendedorismo. Já tinha ouvido falar sobre esse conceito?

Mesmo sendo criado há mais de 30 anos, o intraempreendedorismo segue sendo adotado cada vez mais pelas empresas, que veem nele uma oportunidade de se manterem relevantes e competitivas no mercado.

Neste artigo iremos te apresentar o intraempreendedorismo, quais são seus benefícios e como coloca-lo em prática no seu negócio.

O que é intraempreendedorismo?

O intraempreendedorismo consiste empreender dentro de uma empresa, enquanto colaborador. Pode parecer uma ideia meio contraditória, mas trata-se de utilizar os princípios do empreendedorismo para apoiar o crescimento de uma organização já existente.

Basicamente, os CEOs e empresários que buscam o intraempreendedorismo procuram por funcionários capazes de agir como empreendedores, resolvendo problemas, propondo soluções e entregando mais do que um funcionário comum faria.

Colaboradores com esse perfil de comportamento acabam se destacando pela vontade de fazer mais do que é pedido, mostram vontade de criar e não demonstram engajamento em atividades dominadas pela rotina. Em geral, profissionais da geração Millennial apresentam essas características, mas isso obviamente não é regra.

Quais os benefícios do intraempreendedorismo?

Esse modelo traz uma série de benefícios, tanto para as empresas quanto para os intraempreendedores. Conheça os principais:

Retenção de talentos

Se a empresa não valoriza a veia empreendedora do colaborado, é bem provável que ele vá deixa-la em troca de outra empresa que o faça, ou até mesmo para abrir seu próprio negócio.

Por isso, permitir que seus colaboradores expressem sua criatividade dentro da empresa é uma forma de reter talentos. Com oportunidades de empreender dentro de um negócio que já fazem parte, esses funcionários se sentirão motivados e valorizados.

Estimular a inovação

O intraempreendorismo faz com que a empresa inove mesmo não contratando uma equipe nova, por exemplo.

Colaboradores com viés empreendedor podem ajudar a identificar novas oportunidades de negócio e também maneiras de melhorar os processos internos.

Com isso a empresa reduz custos e ganha competitividade no mercado.

Exemplos de intraempreendedorismo para se inspirar

Agora que já te explicamos o que é o intraempreendedorismo, que tal se inspirar em um case de sucesso?

Gmail – Google

O Google é uma empresa conhecida pelo intraempreendedorismo. A empresa permite que os funcionários dediquem 20% do seu tempo em projetos pessoais.

Mas o que muita gente não imagina é que o e-mail do Google começou com um projeto de intraempreendedorismo do então funcionário Paul Buchheit, sendo lançado em 2004. A ideia foi inovadora porque aplicou a função de busca do Google à caixa de mensagens, além de oferecer mais espaço de armazenamento. Hoje, é uma ferramenta essencial para usar qualquer produto do Google.

Post-its – 3M

Uma empresa que incentiva o intraempreendedorismo de maneira semelhante ao Google é a 3M. A multinacional permite que seus colaboradores reservem 15% do tempo que passam no trabalho para criarem projetos de motivação pessoal. Foi assim que o ex-funcionário Art Fry criou um dos produtos mais conhecidos da 3M, o post-it que foi lançado em 1970.

Botão “Like” – Facebook

O famoso botão de “like” do Facebook foi criado em um programa de ideias interno da empresa, originado em um hackthon. A ideia é bem simples, mas mudou completamente a forma como os usuários interagem com as publicações na rede social, influenciando outras plataformas.

Como desenvolver intraempreendedores?

É preciso valorizar e estimular a colaboração e a inovação dos funcionários desenvolvendo projetos e ideias. Para essa ação é necessário manter a tolerância a erros e foco nos clientes, compartilhando seus resultados, recompensando seus colaboradores e exercendo uma liderança descentralizadora e celebrando conquistas.

Porém é importante falar que, para que a empresa desenvolva intraempreendedores, é fundamental que ela tenha uma cultura capaz de estimular a participação dos funcionários de todos os níveis hierárquicos. Deixando claro a importância de todos para o  sucesso do negócio.

Investir na qualificação profissional é imprescindível. Palestras, cursos e intercâmbio de informações entre os profissionais podem ser usados para melhorar cada vez mais a colaboração.

Agora que você já sabe o que é o intraempreendedorismo e como ele pode fazer toda a diferença em sua empresa, ajudando a alcançar níveis mais altos do que o previsto. Significa, cada vez mais aproveitar o capital humano que está à disposição e abrir espaço para novos conceitos.

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O fato de existirem clientes recorrentes em sua empresa e outros que apenas utilizam de forma pontual não depende do acaso, mas sim da experiência que você está oferecendo. Por isso é importante receber e analisar o feedback de seus cliente. Parar ter indicadores de quão positiva ou agradável é a experiência deles com o seu negócio, você pode usar uma pesquisa de satisfação do cliente.

Através desse recurso você pode descobrir as razões por trás desses comportamentos. Dessa forma, você conseguirá dados valiosos sobre a percepção deles sobre seus produtos e/ou serviços, sua atenção e o quanto sua marca está bem posicionada com relação à concorrência. Pesquisas apontam que os consumidores estão dispostos a pagar 16% a mais por produtos e serviços que proporcionam uma ótima experiência ao cliente.

Pensando nisso, neste artigo iremos explicar a importância das pesquisas de satisfação e como aplicá-la com eficiência em seu negócio.

Para que serve a pesquisa de satisfação?

Os opiniões e comentários de seus clientes são dois dos fatores mais importantes que validam as decisões prioritárias dentro do seu negócio, catalisando sua sustentabilidade e crescimento.

Sem saber o que pensam os seus clientes, você tem menos possibilidades de retê-los, encantá-los e atraí-los para que realizem compras futuras.

Aqui vão quatro pontos chaves de para quê servem as perguntas de satisfação:

  • Revelam áreas de oportunidade
  • Potencializam os acertos
  • Favorecem a fidelização
  • Diferenciam sua marca

Como fazer uma pesquisa de satisfação do cliente?

Defina as metas e fases que vai estudar na pesquisa de satisfação

Crie metas especificas que darão sentido à operação para obter indicadores reais e mensuráveis. Caso contrário, você só obterá dados desconexos que não serão relevantes para melhorar seu empreendimento.

Alguns exemplos de objetivo de pesquisa são:

Conheça o nível de satisfação de seu cliente em relação ao seu site na primeira abordagem: A navegação é fácil? Os tempos de download são rápidos?

Analise o desempenho da loja online durante a compra: Os itens são facilmente encontrados? As descrições são detalhadas?

Examine o quanto os compradores estão satisfeitos com uma linha de produtos específica após a venda: Ela entrega o que promete na descrição? É realmente útil?

Determine os pontos principais da fidelização estudando os clientes recorrentes: Quais são os aspectos que mais os satisfazem? Eles recomendariam os produtos ou serviço a outras pessoas? Considera que o atendimento é adequado?

Direcione a pesquisa para um público-alvo

Quanto mais específica e delimitada for sua pesquisa, melhores indicadores você obterá, por isso é importante que você se concentre em um público-alvo.

Realize essa segmentação por faixa etária, preferência ou por seu nível de recorrência de compra.

Além disso, você pode estudar a satisfação de quem consome determinado produto, de quem compra em seu site online em relação ao ponto de venda ou de quem baixou seu aplicativo.

Selecione as melhores perguntas

Depois de ter os objetivos claros sobre o que você procura e já ter definido seu público–alvo, você pode selecionar os tópicos de suas perguntas e formulá-los.

As perguntas devem ser claras e com uma redação direta, para que todos possam entender e responder sem nenhum problema.

As perguntas podem ser abertas ou fechadas, com opções ou com um simples “sim” ou “não”. Você define isso dependendo dos dados que deseja coletar. Mas lembre-se de que pergunta com respostas fechadas possuem maior controle de interpretação e limita o número de opções.

É recomendada uma pesquisa com poucas perguntas por respeito ao tempo do cliente e porque assim você garante que eles responderão tudo.

A seleção das questões deve ser totalmente focada no tema, produto, serviço ou aspecto que você vai avaliar. Se elas forem muito gerais ou você sair do tópico que conduz o questionário geral, você pode confundir seu cliente.

Defina seus canais de comunicação e os recursos necessários

As pesquisas online têm vantagens em relação a outros meios, pois as informações chegarão diretamente a você e o cliente terá todo o tempo necessário para responder.

Se sua empresa tiver algum ponto de venda, você pode criar pesquisas de saída rápidas. Embora seja sempre melhor ter um banco de dados de seus clientes para enviar uma pequena pesquisa por e-mail.

Crie processos de acompanhamento

Para ter sucesso em seus resultados, você deve estabelecer um processo de acompanhamento e verificação de que a pesquisa foi respondida e que você atingiu os indicadores. Só assim você poderá realizar a medição, análise e interpretação para saber o que mmelhorar ou o que replicar.

Comece estabelecendo indicadores de satisfação. Eles são baseados em percentuais e indicam que, do total de respondentes, uma determinada parte está satisfeita com um aspecto específico, seja a facilidade de uso do seu site, a utilidade dos seus produtos ou a qualidade do serviço, entre outros aspectos. Com o tempo, você deve estudar se o grau de satisfação aumenta ou diminui.

Crie uma base re comendações que você possa compartilhar com os responsáveis pelo ponto de vendas, isso melhorará as áreas de oportunidade.

Aprimorar contanstantemente o atendimento realizado é fundamental para garantir uma experiência satisfatória a seus clientes.

Agora que você já sabe o impacto positivo que a pesquisa de satisfação pode trazer ao seu negócio, chegou o momento de colocar a mão na massa e adotar esse modelo para sua empresa, só assim você conseguirá ter noção de como sua empresa poderá evoluir.

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O preço cobrado por um produto e/ou serviço é um fator crucial para a sobrevivência de qualquer empresa. Por isso, entender sobre precificação e como precificar seus serviços se torna um diferencial para uma estratégia de marketing consistente, que busca a sustentabilidade no mercado e o equilíbrio financeiro.

Mas para chegar nesse valor, não é tão simples, é preciso analisar vários itens dentro de uma mesma equação, por isso é tão comum ver empreendedores definido o valor de seus serviços com base no valor que seus clientes estariam dispostos a pagar, o que muitas vezes é bem menos do que valeria.

Pensando nisso, neste artigo iremos te explicar a importância de precificar corretamente seu produto e/ou serviço e como chegar a esse valor.

Afinal, o que é precificação?

Podemos resumir precificação como o ato de definir os preços de produtos e/ou serviços considerando aspectos como:

  • Financeiro: É necessário cobrir custos fixos e variáveis;
  • Estratégico: O preço precisa ser um reflexo de seu posicionamento no mercado;
  • Percepção de valor do cliente: O preço precisa representar o valor que o cliente enxerga seu negócio.

Sendo o terceiro deles o mais importante, mas para isso é preciso conhecer o seu cliente.

Conhecer seu cliente para uma melhor precificação 

Para conhecer seu cliente, é preciso entender seus hábitos, preferências e gostos.

Aqueles que possuem empresas pequenas, ou até mesmo autônomas, podem descobrir isso facilmente perguntando a seus clientes, mas para empresas maiores o ideal seria um cadastro de clientes contendo pesquisas de satisfação, caixa de sugestões e jornada de compra.

Como precificar bem meus produtos?

O primeiro para começar a precificar é entender como você quer se posicionar no mercado e em qual nicho você quer atuar.

Isso fará toda a diferença na hora da precificação de seu serviço. Porém já podemos ressaltar que a tendência de grande parte dos empreendedores, principalmente de quem está iniciando é já começar em um nicho premium, achando que por cobrar mais caro, conseguirá mias lucro.

Isso não é verdade, porque independente do marcado, seja ele popular ou premium a precificação não se resume só ao preço. Já não se trata mais de público alvo, mas sim de grupos de comportamento, que conhecemos como personas.

Como precificar na prática?

Assim que o posicionamento e o segmento de público que o negócio pretende atingir é preciso fazer um diagnóstico dos produtos e/ou serviços que a empresa oferece e entender o nível de giro e margem de contribuição de cada um deles.

A precificação de serviços exige alguns cálculos e muita atenção aos custos e margem de lucro de sua empresa.

Veja alguns passos básicos para chegar ao preço ideal.

1. Comece pelos custos

O primeiro passo para precificação deve ser o levantamento detalhado de toso os custos envolvidos nas operações.

Nesse levantamento devemos incluir os custos fixos (aluguel, contas de consumo e salários de funcionários) e custos variáveis (impostos comissões, taxas de manutenção e fornecedores).

2. Calcule o custo unitário

Para fazer esse cálculo é preciso somar os gatos de mão de obra de cada colaborador e os materiais, equipamentos e insumos utilizados no trabalho. Divida o gasto total com funcionários pela capacidade produtiva em horas trabalhadas.

Depois multiplique o custo por hora pelas horas necessárias para executar o serviço, somando com os custos dos materiais.

3. Estime o volume de vendas mensal

Com todos os custos calculados, a próxima etapa é estimar o volume de vendas mensal e comparar com a sua capacidade produtiva. Nessa etapa você consegue usar um preço hipotético apenas para ter uma ideia.

É importante levar em conta sua margem de lucro desejada, no setor de serviços ela gira em torno de 20%.

4. Aplique a margem de contribuição

Além da margem de lucro, é essencial usar a margem de contribuição na precificação, que representa o quanto cada venda contribui para cobrir os custos da empresa.

Para fazer esse cálculo utilizamos essa fórmula:

Margem de contribuição = Faturamento – (Custo do produto/serviço + despesas variáveis)

Se o valor total das vendas estimadas anteriormente não for suficiente para dar os lucros desejados e ainda contribuir com seus custos, é porque o preço está muito baixo.

5. Defina seu modelo de precificação

Por último, é necessário escolher qual modelo de precificação se aplica ao seu negócio:

  • Precificação por hora: Garante o retorno preciso sobre o tempo utilizado.
  • Precificação fixa: Caso os custos sejam muito claros (convém incluir taxas adicionais para certas situações).
  • Precificação variável: Varia de acordo com o cliente, projeto e negociação.

Saber como definir os preços de seu produto/ou serviço pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu negócio. Por isso, precificação é uma tarefa de alta responsabilidade. Lembre-se que não basta apenas definir um valor, é necessário saber se o valor faz sentido pra seus clientes e para seu negócio.

Não esqueça que a precificação deve estar de acordo com o que a empresa promete. Qualidade precisa vir em primeiro lugar!

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Dentre os indicativos econômicos relacionados ao mundo dos negócios, talvez o retorno sobre investimento (em inglês return on investiment ou ROI) esteja entre os mais importantes.

É um termo muito comum em análise e investimentos, sendo usado principalmente para identificar retornos financeiros, tanto potenciais como passados.  A métrica do ROI mostra, através de uma taxa de retorno, quanto um investidor ganhou (ou perdeu) em relação ao valor aplicado em um determinado investimento, dando ao mesmo tempo uma análise sobre o que aconteceu e uma perspectiva sobre o futuro.

Nesse artigo iremos te mostrar o que é o ROI e como podemos calculá-lo para tomar decisões mais assertivas em sua empresa.

O que é o ROI?

Como já falamos, ROI significa Return on Investiment ou Retorno sobre Investimento. Esse é uma das métricas mais usadas para que a empresa consiga mensurar seus ganhos com os investimentos que realiza. O ROI é utilizado para avaliar e classificar a atratividade de várias alternativas de investimento diferentes.

A simplicidade e versatilidade do ROI são ótimas vantagens, uma vez que ele pode ser usado tanto para avaliar o retorno potencial de um único investimento quanto para comparar os retornos de vários investimentos.

Receita e custo, o que são?

Para continuarmos falando sobre ROI, precisamos primeiro explicar o que significa custo e receita.

Bom, custos são os valores gastos que permitem o funcionamento dos negócios. Uma empresa que realiza vendas online, por exemplo, precisa arcar com a hospedagem do site, despesas com internet, utilização da plataforma, etc.

Já a receita são os valores arrecadados através das vendas. Se a mesma empresa, que realiza vendas online, quiser saber sua receita, ela terá que calcular toda a arrecadação conquistada pelas vendas.

Como calcular o ROI?

A maneira mais fácil de calcular o ROI é com essa fórmula:

ROI = (Receita – Custo) x 100

Custo

A fórmula pode ser usada de modo mais abrangente, para analisar o negócio como um todo, ou de modo mais específico, para avaliar um projeto ou área individualmente.

Trabalhando dessa forma, é possível identificar erros e problemas em qualquer parte do negócio.  Além de tudo, o resultado final será em porcentagem, que facilita a comparação entre o ROI de diferentes ações ou estratégias.

Como saber se seu ROI está bom ou ruim?

Para explicarmos melhor essa métrica vamos usar como exemplo a loja virtual que citamos acima, digamos que ela tenha recebido R$ 35.000,00 em vendas e que os custos para que ela continue operando sejam de R$ 5.000,00. Nesse caso o ROI seria de:

ROI = (35.000 – 5.000) x 100

5.000

ROI = (30.000) x 100

5.000

ROI = 600%

A loja virtual teria um ganho de 600%, ou seja, a cada R$ 1,00 investido, a empresa está recebendo R$ 6,00 de lucro. Esse resultado pode variar bastante, tudo depende da ação realizada, do planejamento, da execução, entre outros detalhes.

O importante é que com o cálculo do ROI em mãos, é possível analisar vários pontos do negócio, como por exemplo:

  • O que foi feito (ou deixou de ser feito) que pode ter influenciado no resultado?
  • Suas campanhas possuem um retorno parecido com o dos seus concorrentes?
  • Sua empresa possui resultados melhores do que as demais do mesmo setor?

Em nosso exemplo, o resultado foi positivo, mas ele pode ser negativo.

Resultados negativos significam que o investimento faz a empresa perder dinheiro e por mais que essa não seja uma boa notícia, essa informação permite que a empresa investigue o problema e faça as mudanças necessárias.

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