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Em um mundo utópico, todos em uma equipe de trabalho conviveriam em harmonia. Comemorariam as vitórias uns do outros, vibrariam com o crescimento e conquistas de todos e amariam passar um tempo juntos, mas as coisas nem sempre são assim. Muitas vezes os conflitos no ambiente de trabalho geram não só um desconforto geral entre as pessoas da empresa, como pode ser prejudicial a produtividade de todos.

Por isso, o gestor, como figura de liderança, deve ter algumas cartas na manga e desenvolver certas habilidades. Pensando nisso, este artigo iremos apresentar algumas formas de evitar conflitos entre os colaboradores de uma empresa e resolver os confrontos já existentes.

Lidando com os conflitos no ambiente de trabalho

De acordo com uma pesquisa feita pela Fellipelli Consultoria, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos no ambiente de trabalho, o que equivale a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho.

Algumas formas de lidar com isso são:

Conflitos no trabalho precisam ser investigados a fundo 

Se um problema pequeno não for resolvido na hora certa, pode virar uma bola de neve e se tornar um grande desentendimento. É muito comum que um conflito pequeno tenha por trás alguma causa pouco evidente, ligada a outro fator. Por isso, é muito importante ouvir todas as partes envolvidas, buscando extrair as reais razões do problema.

Faça uma escuta atenta, sem interrupções, advertências ou críticas. Deixe para intervir quando você já tiver uma noção global da questão. Analise a postura de cada colaborador e a maneira com que trata as outras pessoas.

Seja cauteloso: o conflito pode estar localizado internamente, mas também é capaz de ultrapassar os limites da empresa quando o funcionário tem contato com fornecedores ou clientes externos.

Caso não seja o chefe direto do colaborador que você reconheceu como parte do problema, procure conversar com quem exerce essa função. Além disso, para interpretar os fatos de maneira assertiva, é preciso colocar-se no lugar de cada pessoa envolvida no conflito.

Invista em uma boa comunicação

O déficit na comunicação, prejudica o andamento de todos os processos em um negócio. Uma informação transmitida incorretamente ou pela metade pode ocasionar atrasos, dificuldades e desgaste entre os funcionários.

Desenvolver bons recursos para troca de informações é fundamental para uma boa gestão de conflitos no ambiente de trabalho. Invista nas reuniões presenciais e no uso de canais ou aparatos tecnológicos para a transmissão de dados com segurança. Assim, é possível evitar eventuais divergências e resolver problemas recorrentes.

Estimule os feedbacks diretos

Um dos benefícios de feedback é colaborar para que o outro se desenvolva. Podendo ser positivo ou negativo, ele é um retorno sobre alguma postura ou sobre o resultado obtido nas tarefas realizadas, mas é necessário dizer que essa resposta deve ser dada sempre com o objetivo construtivo, visando crescimento de quem vai receber.

Os feedbacks diretos podem ajudar tanto a resolver quanto a evitar conflitos na equipe. A comunicação clara minimiza as lacunas na comunicação, pois o colaborador poderá ter contato com as ideias do colega com muito mais facilidade.

Faça eventos de integração

Muitos conflitos podem acontecer em razão da alta cobrança e da rotina puxada de trabalho. Assim os colaboradores acabam dialogando menos e deixando os problemas e as dificuldades se acumularem. Por isso, é importante dar uma “pausa” e aliviar a tensão.

Eventos de integração são interessantes justamente por isso, faz com que todos conversem, conheçam e entendam melhor uns aos outros.

Esses eventos são sempre ótimas ideias para obter uma homogeneização das equipes. E nem precisa gastar tanto para isso, pois os encontros podem acontecer até mesmo dentro da empresa ou em algum local parceiro da instituição.

Proponha a criação de brainstorm

brainstorm é um conjunto de anotações que começam fragmentadas, mas que aos poucos vão se integrando. Excelente ferramenta para ajudar na busca de alternativas, o brainstorm pode ser utilizado para ajudar na compreensão das questões ao proporcionar uma abertura para novas ideias. Isso permite que os funcionários dialoguem mais entre si. Assim, naturalmente, o conjunto se fortalece e a incidência de conflitos diminui.

Por fim, é importante ter em mente que o gestor deve seguir essas dicas pensando na autonomia de seus colaboradores, agindo sempre como um facilitador da resolução, mas sempre permitindo que as partes resolvam os conflitos entre si.

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Ter vontade de empreender é um aspecto muito comum do brasileiro. Esse desejo pode nascer por necessidade ou oportunidade. Independente de qual for o caso, você sabe quais são os perfis de empreendedores? É possível desenvolver um perfil assim?

Para responder essas questões preparamos esse post com os perfis de empreendedores. Leia e confira se você se encaixa em algum deles.

Quais os perfis de empreendedores? 

Empreendedor Executor

Esse perfil empreendedor é associado não somente aquele que gerencia o negócio, mas também aquele que coloca a mão na massa na execução das ações da empresa. Você pode ser um fotógrafo, um engenheiro projetista ou um médico.

É clássico para os perfis de empreendedores por necessidade, que são aqueles que abrem uma empresa por falta de ocupação formal. Normalmente este tipo de abertura é ligada a alguma habilidade pré-existente do profissional, como saber cozinhar, por exemplo. É um tipo bastante comum de empreendedor, pode-se dizer, até porque é mais fácil montar uma empresa naquilo que você sabe como se faz.

Conhecer todo o processo do trabalho a ser desenvolvido ajuda muito na hora de planejar corretamente o negócio, e o empreendedor executor é essa pessoa. Ele domina uma parte técnica do trabalho, e consegue assim definir dentro das perspectivas da empresa como será feito o atendimento e as entregas aos clientes.

Embora a vantagem seja conhecer como deve ser feito o trabalho, esta também pode ser uma desvantagem se você não souber a hora de delegar as ações aos outros profissionais envolvidos: o executor tem mais dificuldade de deixar o dia a dia das tarefas para trabalhar com a gestão do negócio em si.

Neste caso, o ideal é aprimorar-se no sentido de saber a hora de ser gestor também ou encontrar um parceiro de negócios que se encaixe neste perfil, para completar todas as necessidades do negócio.

Empreendedor Gestor

Esse é o perfil do empreendedor que gosta de ter uma visão macro do negócio, planeja os próximos passos com base nos dados coletados, quer estar próximo de todos os funcionários para mantê-los animados e engajados com o trabalho. Será certamente o primeiro a pensar em montar um bom plano de negócios antes de dar o start na empresa.

Diferentemente do perfil executor – que vai continuar se identificando como médico, padeiro ou técnico de informática quando se torna empreendedor -, o gestor assume naturalmente a designação de empresário.

Esse tipo de empreendedor é capaz de controlar com clareza os números da empresa, e a gestão financeira será mais acertada e clara com ele. A dificuldade é justamente deixar de lado o modo empresário e partir para a linha de frente do negócio, executando ações ligadas ao dia a dia.

Comumente, em uma empresa onde o principal componente é um empreendedor gestor, todo o serviço ou produto entregue pelo negócio está nas mãos dos técnicos contratados. Talvez, justamente por isso, seja interessante ter alguém da área de atuação como sócio mesmo, para garantir a boa execução do trabalho.

Empreendedor Criativo

Este é aquele tipo que vê ideias de negócio em todo o lado: nas atividades que executa no dia-a-dia, mas também em outros espaços e áreas de atuação que nem conhece muito bem. Podemos dizer que os empreendedores que trabalham com inovação são os que se encaixam nesse perfil, porque a ideia básica é trazer uma maneira diferente de fazer as coisas, com muita criatividade.

Quem é um empreendedor criativo normalmente não está muito apegado ao negócio: ele é interessante enquanto é um laboratório, ou se seguir sempre inovando, mas deixa de trazer o brilho nos olhos quando transforma-se em uma empresa tradicional e de processos repetitivos.

As dificuldades deste perfil moram justamente na instabilidade: a criatividade muitas vezes abre espaço para não ser tão pé no chão quanto se deveria em se tratando de negócios. A dica aqui é encontrar uma parceria que dê o suporte para o criativo seguir inovando, e mantenha o negócio andando corretamente, com gestão e execução em dia.

Como o coworking pode ajudar os perfis de empreendedores

Com essas descrições podemos ver que não há como empreender sendo um único perfil de empreendedor, é necessário sempre ter uma habilidade a mais, que saia da sua zona de conforto para manter de pé um negócio. O bom empreendedores é aquele que acumula vários perfis de empreendedores em um só ou que consegue enxergar isso em outras pessoas para que possam agregar ao empreendimento.

Para que seu negócio possa decolar, é interessante estar alocado em um espaço que incentive a troca com profissionais de diferentes áreas e um espaço coworking é ideal para aqueles que estão começando. Além de toda estrutura que o Coworking Town oferece para a sua empresa, aqui também acreditamos nas pessoas, na inteligente, na mentalidade vencedora e no sonho grande.

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Por mais que você goste do seu trabalho, ficar oito horas por dia e cinco dias por semana sentado, não faz bem para o seu corpo. É muito importante se preocupar com sua saúde no trabalho, afinal os perigos para a integridade física e mental dos funcionários são duas características de ambientes de trabalho insalubres.

Neste artigo iremos te dar dicas de como melhorar sua qualidade de vida no trabalho

Então, como melhorar a saúde no trabalho?

1. Para melhorar sua saúde no trabalho sente corretamente e apoie os pés  

Sentar corretamente no escritório é mais importante do que você pensa. Os efeitos na saúde do trabalho sentado são a dificuldade na circulação de sangue nas pernas e a possível aparição de varizes. Além disso há a fadiga dos músculos e dor na região lombar e costas. Por isso, no trabalho sentado deve manter a coluna o mais reta possível e sentar-se perto da mesa com as costas apoiadas na cadeira, além disso você deve se certificar de manter   os joelhos dobrados e os pés no chão

Para uma melhor postura é recomendável a utilização de cadeiras com cinco rodas e encosto regulável.

Para favorecer o relaxamento dos músculos e o descanso dos ombros, podem ser usadas cadeiras com apoio para o braço e também um apoio para manter os pés elevados e dessa forma favorecer a circulação sanguínea. Revise sua postura a cada certo tempo e mantenha sua saúde no trabalho.

2. Levante um pouco da cadeira

Com o dia a dia sempre tão corrido, ficamos tão concentrados em nossas tarefas que não nos damos conta que em todo tempo de trabalho ficamos sentados, que é bastante prejudicial. Por isso, faça algumas pausas para levantar da cadeira.

Na pausa para o café, levante e tome ele em pé. Ao perceber que está a algumas horas sentado, levante e dê uma volta pelo escritório.

3. Cultive hábitos saudáveis

Muitas vezes o dia agitado nos obriga a fazer tudo na correria e acabamos não tendo tempo de fazer uma refeição mais completa e saudável. Por isso, tire um tempo no final de semana para organizar suas refeições para o decorrer da semana e se for almoçar em restaurantes busque sempre opções mais saudáveis e evite fazer lanches rápidos.

Além disso, sempre que possível use as escadas, ao invés do elevador, tanto no trabalho, quanto em casa. Cultive esses hábitos e tenha uma vida mais saudável, lembre-se que essas pequenas atitudes diárias podem fazer uma grande diferença para você a médio e longo prazo.

4. Controle os nervos

Muitas situações do nosso dia podem nos estressar, mas o ideal é controlar os nervos e manter a cabeça fria. Muitas coisas pequenas ou situações que podem ser facilmente contornadas trazem um estresse muito grande para a equipe, por isso, concentre-se sempre na solução e não no problema.

Evite entrar em conflitos desnecessários com clientes ou colegas. Faça de tudo para manter o controle mesmo em situações conflitantes.

Tenha sempre respeito com todos. Seja receptivo e saiba ouvir mesmo as opiniões que vão contra o que acredita ser melhor. Sempre ouça tudo o que a pessoa tem a dizer antes de falar.

Esses hábitos com relação à outras pessoas retornam para você.

O estresse quando contínuo e em altos níveis pode trazer a deterioração tanto mental quanto física.

5. Durma bem

Tenha como prioridade o tempo de sono. Dormir bem a noite é essencial para qualquer pessoa.

Para especialistas, o ideal é que o sono dure pelo menos 7 horas e meia. Grande parte das situações que trazem problemas ao nosso dia estão ligados à má qualidade do sono, então fique atento à isso e busque ter uma boa noite de sono para acordar mais disposto no dia seguinte.

Essas dicas são só algumas práticas que você  pode estar adotando para melhorar a sua saúde no trabalho, mas é sempre importante reforçar que em alguns casos é necessário procurar a ajuda de um médico especializado e que incluir a prática de atividades físicas em sua rotina é essencial.

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Manter seu espaço de trabalho mais organizado não é só conveniente, como também uma maneira de ser mais produtivo. Ambientes organizados nos motivam a realizar o trabalho, aliviam nossa pressão e minimizam a sensação de incomodo geral.

Pessoas que possuem mesas fixas em coworkings, por exemplo acabam tendo um espaço reduzido e se ele não for organizado será muito difícil manter- se produtivo, além de não deixar que a energia criativa circule, que é indispensável para um bom cumprimento de nossas tarefas.

Nesse artigos iremos dar algumas dicas para você manter o seu espaço de trabalho limpo e mais organizado.

Como deixar o seu espaço de trabalho organizado?

1. Descarte o que não é necessário no seu espaço

Pratique o desapego e mande tudo que não precisa mais para o lixo. Mantenha em sua mesa somente objetos importantes. Nada de guardar canetas que não funcionam mais, esperando que vão voltar a funcionar. Se não funcionam mais, devem ser descartadas sem dó.

2. Organize os fios no seu espaço de trabalho

Além de melhorar a aparência do local, que não fica nada bonito com aquele emaranhado de fios a mostra, organizá-los pode ser muito fácil e poupar problemas, como tropeçar neles e destruir equipamentos. Aproveite para colocar uma etiqueta em cada um, informando a qual aparelho pertencem. Isso vai evitar desligar o equipamento errado na hora de mexer com as tomadas.

3. Organize seus arquivos físicos e digitais

Sabemos que embora evitar o uso de papel seja indicado, nem sempre será possível se livrar de todos eles. Os que se mantiverem precisam ser categorizados e armazenados de forma que seu acesso seja facilitado. Da mesma maneira, seus arquivos digitais também deverão ser organizados a partir de critérios que facilitem sua localização e utilização.

4. Não deixe objetos compartilhados em sua mesa

Deixar objetos compartilhados em sua mesa poderá ser um transtorno, tanto para manter a organização no ambiente de trabalho, quanto para o seu foco. Não é interessante que a todo momento alguém te interrompa pegando e devolvendo alguma coisa, certo?

Além disso, a tendência dessas ferramentas é acabarem fora do lugar em algum momento. Sendo assim, procure providenciar tudo o que for essencial para cada colaborador. Caso seja necessário o uso compartilhado de algo, estabeleça um lugar específico para isso, que não seja no espaço de trabalho de ninguém.

5. Não vá embora sem arrumar sua mesa

À medida que o dia vai passando, não é incomum que a bagunça na mesa de trabalho vá aumentando. Por isso, ao fim do dia, antes de deixar seu ambiente de trabalho, organize-o.

Para garantir que isso vai acontecer, separe um tempo para essa finalidade. Além da arrumação geral, isso vai ajudar você a visualizar o que conseguiu fazer nesse expediente, identificar as tarefas que ficaram para o dia seguinte e até deixá-las já dispostas em ordem de prioridade.

Como o coworking pode ajudar na organização do seu espaço de trabalho?

Existem alguns contextos, como o trabalho em home office, que dificultam manter a organização do espaço de trabalho. Os motivos vão desde a mistura de objetos e atividades pessoais com profissionais, até o acesso de outras pessoas ao escritório.

Por isso, ter um espaço específico e exclusivo para o trabalho é a melhor opção. Além do tradicional escritório, o Coworking Town oferece alternativas como mesas fixas e compartilhadas, que podem ser opções interessantes para empreendedores individuais ou pequenas empresas.

Sabemos o quanto é difícil se manter organizado tendo muitas tarefas do dia a dia com que se preocupar, então ter disciplina é o ponto chave aqui, faça listas de suas tarefas, programe horários para cada uma e assim você conseguirá um dia mais produtivo.

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Com o final do ano chegando a espera pelas grandes promoções aumenta significativamente. Algumas dessas datas mais importantes são a Black Friday e o Natal, mas para muitos empreendedores ainda existe a dúvida de como aumentar as vendas de seus produtos e/ou serviços no próximo ano.

Por isso, se você ainda não sabe como se preparar para 2022, separamos algumas dicas de como turbinar os seus resultados.

Como se preparar para aumentar as vendas

1. Fazer ações promocionais ao longo do ano

Muitas vezes ficamos tão focados nas épocas das grandes promoções como Black Friday e Natal que esquecemos de fazer pequenas demonstrações de ações promocionais ao longo do ano. A primeira coisa a fazer é estipular quais produtos você irá trabalhar, o que é essencial já que seu público- alvo está em busca de promoções e melhores condições de pagamento.

Você pode por exemplo, escolher produtos ou serviços que mais atendam às necessidades dos seus clientes, aqueles que oferecem maior rentabilidade ou margem de lucro e fazer ações promocionais durante o ano, usando o aniversário da empresa como motivo ou até o aniversário de seus clientes. Mas, lembrando de sempre certificar-se que pode atender a demanda. Criar uma demanda sobre um produto ou serviço que você não pode entregar só vai causar uma experiência ruim do seu consumidor com o seu negócio.

2. Preparar estratégia de marketing e divulgação

É necessário pensar em como atrair o consumidor. O seu público precisa saber o que você oferece, quais as condições e o que o diferencia da concorrência, o consumidor precisa lembrar de você quando surgir a intenção de compra do produto ou serviço que você oferece.

Para isso, você pode criar campanhas em redes sociais, ações promocionais com descontos especiais para quem já é seu cliente, ou mesmo criar uma experiência diferenciada no seu ponto de venda em épocas específicas, caso tenha algum, que é exatamente o que os shopping centers fazem quando realizam sorteios e decoram seus corredores para o Natal.

3. Treine sua Equipe

Toda a sua equipe precisa estar alinhada no mesmo propósito, que é oferecer o melhor atendimento, a melhor experiência ao cliente , para aumentar as vendas. Até porque  sabemos que não adianta ter um bom produto se você não tem um bom atendimento.

Deixe bastante claro quais são suas ideias e objetivos, o que você espera deles, e crie campanhas que motivem seus colaboradores. O trabalho bem feito deve ser reconhecido.

4. Planejamento

E para dar conta de todos esses passos de forma eficiente para colher os resultados desejados, o segredo é o planejamento.

A preparação com antecedência vai te ajudar a ter um maior controle sobre as ações promocionais, investimentos e resultados esperados, principalmente nas épocas mais críticas no final do ano. Você terá mais tempo, por exemplo, para negociar melhores condições com fornecedores e parceiros.

Como um coworking pode te ajudar a aumentar suas vendas

Essa nossa dica extra é para todos que possuem vendas totalmente online, ou que até mesmo não possui mais um escritório e sua operação funciona 100% em home office.  O Coworking Town possui salas de reuniões e salas de treinamentos totalmente equipadas para que você possa reunir sua equipe e conseguir trabalhar juntos para o aumento das vendas nesse final do ano.

Agora que você já sabe todas as nossas dicas é hora de botar em prática. Não tenha medo de tentar e arriscar, o mais importante é ser transparente com o seu público e promover ofertas que realmente possam ser boas tanto para o consumidor, quanto para o seu empreendimento.

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É um erro pensar que uma empresa de pequeno porte pode não precisar de um gerenciamento de crise. Todo negócio, não importa o segmento ou tamanho, está sujeito a problemas envolvendo sua imagem, seja devido a desastres naturais, natureza legal, falhas em equipamentos ou serviços, acidentes de trabalho ou obstáculos fiscais.

Neste artigo, entenda o que é o gerenciamento de crise, qual a sua importância e como investir nesse conjunto de práticas que podem salvar seu negócio de muitos prejuízos.

O que é o gerenciamento de crise?

Uma crise, seja ela motivada por fatores internos ou externos, pode trazer consequências graves para uma empresa. E é justamente a falta de uma boa gestão de crise que faz com que muitos modelos de negócio tenham que fechar as portas. Pesquisas mostram que mais de 3 em cada 4 Pequenas e Médias Empresas no Brasil (77% delas) sofreram algum impacto devido à essa crise de saúde pública mundial.

Basicamente, o gerenciamento de crise trata-se de um conjunto de ações pensadas estrategicamente com o intuito de reduzir ao máximo os danos causados por uma fase difícil que a empresa enfrenta, buscando lidar com o problema para definir estratégias de enfrentamento e de prevenção também.

Faz parte do gerenciamento de crise avaliar potenciais perigos em diferentes perspectivas (finanças, operações, processos, pessoal, clientes e sociedade) e estabelecer planos de contingência.

Por que é importante contar com um plano de gerenciamento de crise?

Quando a empresa passa por um momento de adversidade, as chances de ela conseguir superá-lo são potencializadas a partir de um plano de gerenciamento de crise estável.

Esse tipo de planejamento permite que a empresa organize melhor as estratégias que serão adotadas para enfrentar a crise em questão. Quando bem estruturado, ajuda a garantir que as decisões sejam tomadas com mais consciência e assertividade.

O objetivo é ter frieza para avaliar a situação com calma e desvendar o rumo certo a seguir, sem precipitações ou improviso, evitando  o “apagar incêndios”. O plano de gerenciamento favorece a clara compreensão do problema e de sua real dimensão considerando os impactos sobre a empresa.

Dessa forma, fica mais fácil definir o que e como fazer para minimizar as consequências negativas da crise.

Dicas de como fazer um bom gerenciamento de crise

Bom, agora que você já está ciente da importância de um bom gerenciamento de crise em uma empresa, resolvemos listar algumas dicas importantes de como planejar esse gerenciamento para aplicar em sua empresa.

1. Faça um diagnóstico da situação atual

Diante de uma crise, a primeira coisa a se fazer é um diagnóstico da atual situação em que a empresa se encontra. A intenção é conseguir dimensionar a crise tendo em vista os danos que ela pode gerar para o seu negócio.

2. Procure a raiz do problema a ser enfrentado

As ações de enfrentamento de uma crise só poderão ser tomadas a partir do momento em que a raiz do problema for identificada. Por isso, é importante que você faça uma análise dos ambientes interno e externo.

3. Identifique os aspectos de negócio mais afetados pela crise

Para gerenciar uma crise, é necessário também fazer um balanço sobre como a crise afeta os diferentes aspectos do seu negócio.

Os que estiverem mais suscetíveis aos danos causados pela crise vão merecer uma atenção especial na hora de definir as ações de enfrentamento.

4. Monte um sólido plano de ação

O eficaz gerenciamento de crise depende de um plano de ação sólido e bem estruturado.

Ele deve conter todas as etapas de enfrentamento do problema, especificando as ações a serem tomadas, seus respectivos responsáveis e as metas a serem alcançadas.

5. Mensure e acompanhe os resultados do enfrentamento da crise

Para garantir que as ações previstas no seu plano tenham o efeito desejado, você deve mensurar e monitorar os resultados. Portanto, utilize indicadores de desempenho.

6. Promova uma comunicação eficiente

Uma crise pode ser agravada com a ausência de uma comunicação eficiente. Por isso, seja claro ao passar as informações para os colaboradores e também para os seus clientes. Mostre-se disposto a esclarecer quaisquer dúvidas que eles possam ter.

O primeiro passo para enfrentar uma situação de crise é entender que estar preparado é fundamental. Saber o que fazer e deixar o cliente ciente das possíveis turbulências ajudam a evitar demais desgastes.

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Estrutura financeira pessoal misturadas às contas da empresa, ausência de indicadores e falta de capital: Esses são apenas alguns dos problemas enfrentados no momento de manter a organização financeira de uma empresa, gerando uma verdadeira bagunça.

Mas, sem pânico! Se você está cometendo alguns desses erros, neste artigo iremos te ajudar a colocar o seu setor financeiro em ordem com algumas dicas valiosas para minimizar os gastos e garantir a eficiência da empresa.

Organização financeira é sinônimo de disciplina

Uma das qualidades que todo empreendedor ou gestor deve ter é disciplina. Não há como ter sucesso na organização financeira de uma empresa sem emprenho e dedicação, sem um acompanhamento diário e foco as chances de alcançar o objetivo desejado são remotas.

Empresas de grande porte devem acompanhar bem de perto alguns indicadores de desempenho, tais como faturamento, custos fixos, custo total, lucro nominal, margem de lucro e nível de endividamento, por exemplo.

Já as empresas de pequeno e médio porte devem exercer um acompanhamento com regularidade semanal ou até diária. Essa recomendação se deve ao fato das PMEs serem financeiramente mais frágeis do que as grandes corporações.

Esse acompanhamento de perto permite visualizar flutuações mais rapidamente, contornando as situações logo que elas se iniciam.

Separe as contas para uma melhor organização financeira  

Sem dúvidas, manter as conta da empresa junto a conta pessoal é uma das atitudes mais prejudiciais. É um erro básico, mas ainda é muito cometido pelas pequenas empresas.

Por mais que a tentação seja enorme, é preciso organizar, de maneira rigorosa, os recursos vindos e destinados à empresa, dos ganhos reservados a vida pessoal. Não há como fugir dessa separação, sem ela você não tem a visualização correta dos indicadores e pode acabar cobrindo seus custos pessoais com o dinheiro que seria destinado a empresa.

Em caso de haver sócios é necessário conversar desde o início  e programar o valor e o dia de retirada para contas pessoais de cada um.

Conheça bem os prazos

Ter conhecimento de quais são as restrições de prazo, as datas de recebimento e vencimento das contas é essencial. Isso evita atrasos e o pagamento de juros de mora. Essa questão não deve ser ignorada, pois conhecer bem os prazos é o primeiro passo para controlar o fluxo de caixa, estabelecendo prioridades para tudo aquilo que corresponde ao longo, médio e curto prazo. Pensando em dívidas, por exemplo, é essencial conhecer aquelas que são de curto prazo.

Tenha definido um orçamento anual

Alguns investimentos podem se mostrar ótimas oportunidades. Porém, isso deve ser muito bem controlado e calculado para que não gere uma instabilidade no negócio.

Você pode contratar um novo serviço, investir em uma expansão de algum setor, contratar mais pessoas ou ferramentas. Porém, o ideal é que se defina um orçamento anual para isso.

Com essa atitude você se certifica de manter um valor limite para o investimento. Essa quantia já será conhecida e pode ser aplicada sem prejudicar a saúde financeira do negócio.

Então, o ideal é que você faça uma reunião com os envolvidos, defina o foco do investimento, os valores, objetivos e também alguns marcos importantes para entender se aquilo está ou não conforme o planejado.

Negocie boas condições de pagamento

Mais do que simplesmente ter uma boa gestão das organizações que fazem negócios com você, é importante conquistar boas condições de pagamento. Ajustar prazos, negociar valores e parcelamentos pode evitar que sua empresa tenha que descapitalizar um valor significativo de uma só vez ou que pague juros excessivos.

Avalie quais são as melhores opções para o seu setor financeiro, analisando todas as transações envolvidas, e procure fornecedores de qualidade que possam atender as necessidades.

Utilize soluções tecnológicas

Ao iniciar suas atividades, muitas empresas utilizam folhas de cálculo tradicionais para realizar o seu controle financeiro. Porém, a medida que a empresa cresce, fica difícil manter esses documentos atualizados manualmente.

Tendo em conta este aspecto, é recomendável adotar um software de gestão integrado para a empresa. Esse modelo de plataforma conta com várias ferramentas que vão desde a automatização de propostas comerciais até funções que facilitam a organização financeira. Quando se recursos tecnológicos é possível eliminar a realização de tarefas manuais e repetitivas, o que reduz a ocorrência de erros e otimiza o trabalho dos gerentes financeiros, permitindo armazenar, compartilhas e atualizar dados de fluxo de caixa diário e mensal, contas a pagar e a receber, projeção de receitas, custos e orçamentos com rapidez.

Sabemos que manter a organização financeira de uma empresa, independente do tamanho, não é uma tarefa fácil, principalmente quando você não possui experiência com isso, mas ela é o ponto chave para uma empresa se manter em funcionamento ou não, afinal um negócio vai muito além de um produto e/ou serviço de qualidade, requer uma boa administração para que ele possa se manter a longo prazo. Por isso além das nossas dicas recomendamos muito estudo sobre o assunto, faça pesquisas e veja o que melhor vai se adequar a sua empresa.

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A pandemia causada pela covid-19 prejudicou a muitos, porém não impediu o brasileiro de abrir seu próprio negócio. O número de Microempreendedores Individuais (MEI) cresceu no país ao longo de 2020. Do total de 3.359.750 empresas abertas no período, 2.663.309 eram MEIs, representando um crescimento de 8,4% em relação ao ano de 2019. Os dados são do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, referente ao terceiro quadrimestre do ano passado. No fim do terceiro quadrimestre de 2020, existiam, no Brasil, 11.262.383 MEIs ativos. Hoje, eles respondem por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

Pensando nisso, resolvemos explicar qual a diferença entre Micro Empreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Pequenas e Médias Empresas (PME) E Empresas de Pequeno Porte (EPP) para que você possa encontrar o modelo que se encaixa para o seu empreendimento.

Micro Empreendedor Individual (MEI)

Essa denominação abrange empreendedores e empresários individuais que trabalham por conta própria. O faturamento não pode ultrapassar o valor de R$ 81 mil por ano , não podem ter outro empreendimento ou sócio ou titular do negócio e devem possuir, no máximo, um colaborador.

Além disso para abrir o seu próprio negócio MEI , é preciso ter conhecimento de quais atividades podem ser realizadas com o registro, de acordo com o código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Em 2021, o valor de contribuição mensal desta categoria para a Previdência Social é de R$ 55 até R$ 61, variando de acordo com o setor em que o empresário atua. Com isso, os MEIs têm benefícios garantidos, como aposentadoria por idade ou por invalidez, pensão por morte, auxílio doença e salário maternidade.

Microempresa (ME)

A sigla abrange pequenos negócios que faturam anualmente o valor máximo de R$ 360 mil. Diferente do MEI, essa categoria pode ser subdividida em outras quatro: Sociedade Simples, Eireli, Sociedade Empresária e Empresário.

Em Sociedade Simples, o cidadão presta o serviço de acordo com a profissão escolhida por ele, como por exemplo, advogados, dentistas, escritores etc.

O Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) não possui a possibilidade de sócios e também o patrimônio empresarial é separado do pessoal.

Na Sociedade Empresária, o cidadão pode se organizar em grupo para realizar sua atividade econômica.

Por fim, na categoria Empresário, os empreendedores precisam ter firma individual aberta e possuem a liberdade para atuarem em qualquer categoria.

Além disso, nesta classificação de ME, é possível ter no máximo 19 colaboradores caso o setor seja a indústria ou 9 sendo comércio ou serviços.

Em relação ao regime tributário, o ME pode optar pelo Simples Nacional, que simplifica o recolhimento de tributos de forma única.

Pequenas e Médias Empresas (PME)

Pequenas e Médias Empresas (PMEs) são negócios em que o seu faturamento e número de funcionários ultrapassa o que é estabelecido para um micro-empreendimento, mas também não chega perto de um grande negócio. Assim, de acordo com  o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a pequena empresa, por exemplo, tem a renda anual maior que R$ 306 mil e menor ou igual a R$ 4,8 milhões. Já a média empresa tem a renda anual maior que R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões.

Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a classificação ocorre pelo número de funcionários. As micro e pequenas empresas da indústria têm, por exemplo, até 49 colaboradores, e as médias ficam na casa dos 100 até 499 colaboradores.

As PMEs são os negócios que podem ser encontrados em qualquer cidade brasileira, pois oferecem variados tipos de serviços. Entre os exemplos estão padarias, mercados, escritórios, lanchonetes, salões de beleza, entre outros.

Recentemente, quanto ao regime tributário, as PMEs também podem utilizar o Simples Nacional, além do Lucro Presumido e o Lucro Real.

Empresa de Pequeno Porte (EPP)

Nesta classificação, o faturamento dos negócios é de R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões, podem ter de 20 a 99 colaboradores na indústria ou de 10 a 49 coladores no comércio e serviços.

Em relação ao regime tributário, os empresários desta categoria também podem optar pelo Simples Nacional, mas possuem a opção de escolher o Lucro Real ou Lucro Presumido.

Assim como a ME, às Empresas de Pequeno Porte também podem se subdividir em três categorias: EI, Eireli e LTDA.

No Empresário Individual (EI), não existe separação do patrimônio da pessoa física com a jurídica, e também não há possibilidade de sócios.

No Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), a única diferença é a separação dos patrimônios.

Por último, na Sociedade Limitada (LTDA), o negócio pode ter de dois a mais sócios e os patrimônios são separados do empreendimento.

Agora que você já sabe a diferença de cada modelo de negócio você pode encarar o desafio de abrir seu próprio negócio com muito mais informação e ver onde sua empresa melhor se encaixa.

Se você está abrindo uma empresa e não tem onde registrar, conheça o nosso serviço de endereço fiscal, assim você pode estabelecer sua empresa em um endereço conhecido e respeitado, oferecendo o melhor para seus clientes.

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Após quase dois anos, a pandemia causada pela covid-19 trouxe suas consequências no bolso e na mente do brasileiro, revelando uma nova realidade pautada pelo isolamento e criando um novo perfil de consumo pós pandemia: consumidor mais ansioso, mais imediatista e que prioriza a satisfação pessoal.

Pensando nesse novo cenário, resolvemos listar algumas tendências promissoras de consumo e importantes pontos de atenção para empresas.

Geração Hiperconectada Pós Pandemia

Antes mesmo da pandemia o consumo já tinha grande parte voltada para o digital, mas com todas as mudanças impostas na rotina, houve uma aceleração do processo de digitalização generalizada e agora passamos a ter uma geração de consumidores hiperconectados. Isso significa que as pessoas agora priorizam o digital como meio de consumir e se relacionar.

Para as empresas, houve a necessidade cada vez maior e mais urgente de recursos e ferramentas de apoio que possam mapear e fazer uma leitura inteligente do que se consome e o que se busca, assim como a interpretação do peso das redes sociais e das tendências  virais criadas nela, para a decisão de compra.

Outro ponto interessante são os 60+, faixa etária que foi destaque no aumento em compras online, cerca de 71% deles fizeram compras via smartphone em 2020, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Ainda de acordo com a pesquisa, 88% dessa faixe etária são os responsáveis pelo controle das finanças de suas famílias e são os decisores de compra, Ou sejam é preciso estar atento a esse público que é novo para o online e focar em estratégias que os englobem e até priorizem este público.

Priorização da Saúde Mental e Satisfação Pessoal do Consumidor Pós Pandemia

Se alguma coisa teve muito destaque durante a pandemia, com certeza, foi a questão da saúde mental. Dados da pesquisa “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus”, feita pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), mostraram que 6 em cada 10 jovens relataram ter sentido ansiedade e feito uso exagerado de redes sociais durante a pandemia. Agora, eles dizem buscar priorizar a saúde mental e satisfação pessoal.

Para o setor de consumo, isso mostra uma busca maior por produtos e serviços focados no bem-estar, saúde e lazer. No turismo, já se fala que viagens de negócios irão representar uma parte menor das vendas para companhias aéreas e que as viagens a lazer deverão ser o foco. Os hábitos de consumo pós pandemia já estão começando a ser mais pautados num estilo de vida mais saudável e sustentável.

Responsabilidade Social e Sustentabilidade

Outro ponto que se destaca é o olhar mais responsável que as pessoas passaram a ter em relação a suas compras. Várias pesquisas mostram que os consumidores atuais preferem empresas que possuem políticas de responsabilidade social, que apoiem Organizações Sociais e se preocupem com a sustentabilidade desde o processo de produção, prezando pela conduta das organizações em prol da sociedade no geral.

Um estudo do Capgemini Research Institute apontou que 79% dos consumidores dizem estar mudando as suas preferências de compra com base nesses critérios de responsabilidade social, inclusão e impacto ambiental das marcas. Além dos consumidores, a pandemia também despertou nas próprias empresas essa consciência de entregar valores, entender seu papel na sociedade, reforçando o papel das empresas de atores sociais importantes.

Consumo sem Rótulos

Com a diversidade sendo estampada cada dia mais nas marcas, os consumidores são mais exigentes e interessados em comprar produtos da forma que bem entendem, de acordo com os próprios gostos, sem distinções de sexo, por exemplo. Essa é uma tendência de mercado, que só vai crescer e aumentar, sendo imprescindível que as empresas tragam itens sem gênero e produtos abrangendo todos os tipos de públicos.

Consumo inteligente visando mais benefícios e descontos

O consumo pós pandemia se torna mais inteligente, ou seja, as pessoas estão pesquisando mais na hora de comprar e estão dando prioridade para consumir onde elas têm mais benefícios de compra como: Cashback, cupons de desconto, programa de pontos, entre outros. Recursos de fidelização passam a ser ainda mais essencial nessa nova era.

Programas de fidelidade são valiosas ferramentas para o crescimento do negócio e para o planejamento estratégico da empresa. Empresários e empreendedores devem estar atentos a eles.

E-commerce Cross Border

A pandemia trouxe um aumento significativo do consumo em sites estrangeiros, segundos dados da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) 65% dos brasileiros estão comprando mais nesses sites e aplicativos. Isso se deve ao fato dos preços mais atrativos para o consumidor brasileiro, em sites da China, por exemplo, eles estão conseguindo diminuir o tempo de entrega e os valores de frete cada vez mais.

Por isso é importante estar de olho nesta concorrência que vem ganhando cada vez mais espaço. Segundo a pesquisa feita em parceria com a OpinionBox, o tíquete médio das compras dos brasileiros em sites ou aplicativos estrangeiros foi de R$482,00, representando 7% a mais do que o valor registrado no e-commerce brasileiro. Aplicar ofertas especiais e isenção de frete para consumidores fidelizados, por exemplo, pode ser uma boa alternativa para não perder espaço e incentivar a recorrência de compra.

O mais importante nesse novo cenário não é seguir todas as tendências, mas sim fazer uma análise de quais mais se encaixam para o seu perfil de negócio e aplicá-las. O consumo pós pandemia vem trazendo mudanças significativas ao tradicional modelo de fazer negócio e não atualizar seu negócio é sinônimo de perdas de oportunidades e atraso.

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A vida imita a arte e a arte imita a vida. Provavelmente você já escutou essa expressão várias vezes durante a sua vida. Porém, os clichês existem por alguma razão, não é mesmo? Nesse sentido, o cinema é uma forma de arte muito inspiradora e são diversos os filmes motivacionais que realmente podem fazer a diferença em momentos de desânimo. As histórias que vamos listar a seguir – baseadas em fatos reais ou não – são exemplos disso, elas conseguem nos comover e quem sabe, dar o empurrão necessário que precisamos para ir atrás de nossos sonhos e objetivos.

1. A Rede Social (The Social Network)

A Rede Social é um filme estadunidense de 2010, dirigido por David Fincher, com roteiro de Aaron Sorkin e Ben Mezrich baseado no livro de não ficção The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich, que conta a história da criação da rede social Facebook e seus desdobramentos.

Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), analista de sistemas graduado em Harvard, se senta em seu computador e começa a trabalhar em uma nova ideia. Apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso da rede social Facebook. O sucesso, no entanto, o leva a complicações em sua vida social e profissional. O filme apareceu em 78 listas de melhores filmes do ano, 22 delas como número um e recebeu oito indicações ao Oscar.

2. Joy: O Nome do Sucesso (Joy)

Joy: O Nome do Sucesso é um filme 2015, realizado por David O. Russell, com argumento escrito por ele e Annie Mumolo baseado na vida da inventora Joy Mangano.

Criativa desde a infância, Joy (Jennifer Lawrence) entrou na vida adulta conciliando a jornada de mãe solteira com a de inventora e tanto fez que tornou-se uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.

A performance de Lawrence recebeu aclamação, rendendo-lhe o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical e uma indicação ao Oscar de melhor atriz.

3. O Menino que Descobriu o Vento (The Boy Who Harnessed The Wind)

O Menino que Descobriu o Vento, é mais um na nossa lista de filmes motivacionais. Lançado em 2019 pela Netflix, com direção de Chiwetel Ejiofor e produção de Andrea Calderwood e Gail Egan, baseado na biografia de William Kamkwamba.

Sempre esforçando-se para adquirir conhecimentos cada vez mais diversificados, o jovem William do Malawi se cansa de assistir todos os colegas de seu vilarejo passando por dificuldades e começa a desenvolver uma inovadora turbina de vento.

4. Steve Jobs

Steve Jobs é um filme, baseado na vida de Steve Jobs, o cofundador da Apple, que protagonizou Michael Fassbender em seu papel. O filme foi realizado por Danny Boyle, produzido por Scott Rudin, e escrito por Aaron Sorkin, cujo argumento foi adaptado da biografia homónima escrita por Walter Isaacson. O filme foi lançado nos Estados Unidos em 2015, quatro anos após a morte de Steve Jobs, conta sobre três momentos importantes da vida do inventor: os bastidores do lançamento do computador Macintosh, em 1984; da empresa NeXT, doze anos depois e do iPod, no ano de 2001. 

5. À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness)

Nossa lista de filmes motivacionais termina com À Procura da Felicidade, um filme estadunidense de 2006, dirigido por Gabriele Muccino, com roteiro de Steve Conrad no livro de memórias The Pursuit of Happyness, de Chris Gardner com Quincy Troupe, sobre a luta de quase um ano de Gardner.

Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

Embora inspirado em fatos reais, o filme tem cenas adicionadas à história. O filme rendeu a Will Smith indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro de melhor ator.

A grafia incomum do título, “happyness” (o correto seria happiness), vem do desenho feito no mural da creche frequentada pelo filho de Gardner.

Agora que você já tem uma lista recheada de filmes motivacionais, tá na hora de maratonar com direito a pipoca e tudo, temos certeza que no final você estará motivado a não desistir e a conquistar todos os seus objetivos!

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Atualmente existem muitos tipos de espaços de trabalho colaborativo, cada um deles focados em um público específico e com diferentes propostas de valor. Entretanto, levando em conta a oferta disponível no mercado e as inúmeras opções que pode replicar ou adaptar, como iniciar o seu próprio projeto de coworking? Por onde começar? Nesse artigo veremos diversas dicas de como colocar sua ideia prática sendo um proprietário de franquia.

Analise o seu contexto como proprietário de franquia

Antes de mais nada, poderia ser interessante que responda as seguintes perguntas de maneira rápida: Você imagina um espaço de coworking na cidade que planeja abrir seu negócio? Qual seria a localização mais adequada? É possível imaginar o tipo de pessoa que adquiria? Você uma ideia geral de suas necessidades e interesses? O mais importante antes de ser um proprietário de franquia de coworking é analisar o entorno do lugar de interesse. Faça um estudo rápido do lugar e localize a relevância de seu empreendimento na cidade: realmente há pessoas que possam aproveitar os serviços que serão oferecidos? Acredita que é possível, levando em conta o estilo de vida do lugar em questão, que um espaço colaborativo seja rentável e gere utilidade?

Além de questionar a viabilidade do projeto, também é importante analisar se em sua cidade existem outros espaços desse tipo ou se o seu seria o  primeiro: em caso de haver concorrência, imagine os valores agregados que poderia oferecer o seu coworking. Há cidades em que os espaços de coworking são abundantes e outras em que seus habitantes nunca ouviram falar nesse termo. Em caso de haver concorrência, é necessário estudar bem os serviços que oferecem, seus preços e que tipo de estratégias seguem para se promover e vender seus espaços, com a finalidade de agregar um valor extra ao seu projeto que te diferencie do demais. No caso do seu espaço ser pioneiro no local escolhido, é preciso estar consciente de que o caminho até a rentabilidade do projeto pode ser um pouco mais difícil se a cultura coworking ainda não for tão popular na localidade escolhida.

Estude modelos de franquias que funcionam

Muitos espaços de trabalho colaborativos estão dirigidos a nichos específicos de pessoas: há alguns que são voltados a profissionais somente de uma única área, outros especializados em apoiar projetos empreendedores, alguns voltados para mães e muitos outros voltados somente para freelancers, essas são só algumas possibilidades. Para ser um proprietário de franquia coworking é muito importante que você estude a concorrência, pegue os que chamam mais sua atenção como exemplo e veja características que possa te inspirar e aplicar em seu espaço: analise suas dimensões, seu modelo de negócio, quais facilidades são oferecidas, seus planos de pagamento ou adesões, suas estratégias de difusão em plataformas digitais, que tipo de evento organizam, etc.

É comum que você encontre características similares entre eles, mas o mais importante é lembrar que não há só um tipo de coworking e que cada um tem características únicas e por isso suas ofertas também serão diferentes.

Localize o perfil de seus coworkers

Você consegue imaginar os tipos de perfis que deseja receber em seu coworking? Você sabe, mesmo de uma forma muito geral, quais clientes poderão usufruir dos serviços e benefícios do seu espaço? É recomendável que você visualize o tipo de pessoa que nutrirá a sua comunidade que, no final das contas, atuará como seus clientes e como a “alma” de seu coworking. Para isso, pode-se lançar mão de metodologias de marketing como o buyer person, que é basicamente a construção de um arquétipo do seu cliente ideal: imagine quantos anos ele tem, o que faz, quantas horas trabalham por dia e em que horas, quais são seus interesses e hobbies, quais são suas principais rotinas, etc. Desta forma, você saberá o tipo de cliente que deseja atrair e ficará mais fácil para você tomar decisões pensando nesse mercado.

Imagine sua comunidade

O conceito de comunidade na área do coworking é importante, visto que muitas vezes o sucesso deste tipo de espaço reside justamente na força e na solidificação da sua comunidade de membros. A organização de eventos e atividades internas ajudam a lançar as bases para a construção da comunidade dentro do coworking, além de reforçar o sentimento de pertencimento. Lembre-se de que os membros da comunidade gerada dentro de seu coworking também são os melhores embaixadores de sua marca, por isso é recomendável que, antes de ser um proprietário de franquia coworking, você pense em quais seriam algumas de suas táticas para motivar sua comunidade de clientes e envolvê-los. a essência do seu espaço.

Avalie suas possibilidades financeiras como proprietário de franquia

Quanto custa para ser um proprietário de franquia de coworking é uma questão um tanto complexa de esclarecer. A primeira coisa a se considerar é o custo por espaço: se for alugá-lo, leve em consideração a prorrogação do contrato de locação, custos de renovação e até multa de mora, além de possíveis descontos do locador para pagamento antecipado das prestações mensais. Posteriormente, inclua no seu investimento o condicionamento das instalações e liste as necessidades básicas  de eus futuros clientes: o local possui infraestrutura de internet, água, cozinha, banheiros? Então, considere uma parte do seu orçamento para investir na mobília e no design do espaço de acordo com o conceito da marca. Antes de fazer a primeira despesa, por menor que seja, lembre-se que é fundamental que você faça um balanço da sua situação financeira, do investimento total que está disposto a fazer e como e em quanto tempo vai recuperá-lo, ou seja, quanta receita irá gerar seu espaço e o prazo de que você precisa para começar a  obter resultados.

Defina a estratégia de Marketing

Que tal uma estratégia de divulgação antes da abertura do seu espaço? Pode ser uma boa ideia medir a aceitação do seu coworking, identificar seus clientes potenciais e orientar seu projeto. Uma vez inaugurada, é vital que você tenha uma estratégia de comunicação e marketing voltada para o seu público-alvo, na qual considere objetivos de curto, médio e longo prazo. Considere também uma parte do seu orçamento para esta área: você pode precisar de um designer e profissional de marketing em tempo integral para ajudá-lo com a estratégia ou, se preferir, pode encontrar uma agência para lidar com a comunicação e relações públicas de seu coworking de uma forma mais profissional.

Seja proprietário de franquia e tenha bons parceiros

Abrir um novo negócio é sempre uma aposta. No entanto, as redes franqueadoras ao criarem um modelo de sucesso já aplicam as boas práticas de gestão e observam os indicadores de performance que são importantes para aquele negócio.

Todo esse conhecimento será passado para o franqueado durante os treinamentos e saber quais indicativos acompanhar e o que significam estes números é muito importante para a saúde da unidade franqueada. Além disso, como a rede possui várias unidades é possível comparar dados como uma forma de medir os resultados e também traçar estratégias para melhoras os índices. Esta é uma vantagem muito grande que o franqueado tem ao fazer parte de uma rede.

Agora que já falamos sobre quais são os pontos principais desafios a ser completados para ser um proprietário de franquia, chegou o momento escolher a rede franqueadora que receberá o seu investimento.

Considerado o 10º coworking mais popular do Brasil em 2019, a Coworking Town analisa criteriosamente seus franqueados e dispõe de um riquíssimo treinamento, documentando todos os processos e dando suporte em todas as etapas, desde a implementação até o pleno funcionamento da franquia. Sendo um franqueado, todas preocupações são reduzidas à contratação da franquia, ou seja, se você não quer ter que se preocupar com todos esses detalhes que listamos nesse artigo, a Coworking Town com certeza é a melhor opção!

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A ferramentas de videoconferência tem feito com que nossa forma de nos comunicarmos seja mais rápida de direta, se tornando essenciais para os dias atuais após a pandemia da covid-19. Porém, quando falamos de fazer negócio, não há nada mais efetivo do que reuniões presenciais.  

E para provar, decidimos listar aqui sete razões pelas quais se o interesse for alto e é importante causar uma boa impressão, vale a pena investir seu tempo, dinheiro e energia em reuniões presenciais.  

Pode ser mais difícil entender um ao outro em reuniões não presenciais 

A comunicação pode ser prejudicada por problemas técnicos incômodos, Também pode ser difícil entender cada palavra dita durante uma ligação, especialmente se a outra pessoa tiver um sotaque com o qual você não está acostumado. As coisas podem ser facilmente mal interpretadas em chamadas ou vídeochamadas, porque você não confia na linguagem corporal da outra pessoa e podem não haver muitas oportunidades para esclarecimentos se você vir uma expressão facial que te confunda, por exemplo.  

Reuniões presenciais ajudam a manter a audiência cativada

Desde o tempo que leva até que todos participem da videoconferência até as distrações que os participantes podem encontrar durante a reunião virtual, podemos achar complicado chamar atenção das pessoas. E se for um dos participantes que está dominando a conversa, quem está ouvindo no modo “mudo” provavelmente estará realizando outras tarefas ao mesmo tempo que a escuta, como responder e-mails ou verificar as últimas notícias. Como em muitos casos pode ser difícil dar a palavras a todos os que nos ouvem, esse tipo de chamada geralmente não nos ajuda a construir um diálogo bidirecional. Oportunidades para expressar preocupações podem ser perdidas e potenciais soluções criativas podem ser perdidas.  

Você não pode analisar a linguagem corporal do seu interlocutor pelo telefone ou em uma tela de 20 polegadas 

De acordo com um estudo conduzido pelo professor Albert Mehrabian na década de 70, 93% do que transmitimos aos outros é expresso por meio de comunicação não verbal, incluindo linguagem corporal e tom de voz. Isso significa que o que dizemos como tal representa apenas 7% do que queremos dizer. Agora pense em como essa ideia se traduz em comunicação virtual versus comunicação face a face. Todos nós sabemos por experiência própria como as conotações de um e-mail podem ser mal interpretadas. E, é claro, seu tom de voz pode não ser tão claro ou nítido como quando a reunião acontece pessoalmente. 

Mas o mais importante é que você considere como a linguagem corporal pode desempenhar um papel fundamental durante uma negociação. Um sorriso caloroso pode indicar aprovação, enquanto uma sobrancelha levantada pode expressar dúvida ou aversão. Você pode capturar instantaneamente a atenção de uma pessoa e conhecê-la mais profundamente ao olhá-la diretamente nos olhos. 

É muito mais fácil rejeitar alguém por e-mail do que pessoalmente 

Se você vende um serviço, produto ou ideia a um cliente em potencial, é menos provável que consiga persuadi-lo se suas interações ocorrerem por e-mail. Podemos levar isso a um nível experimental, levando em consideração quantas mensagens ignoramos ou descartamos em nosso dia-a-dia, especialmente quando o remetente é alguém que não conhecemos pessoalmente. 

De acordo com um estudo publicado na Harvard Business Review, os pedidos face a face têm 34 vezes mais probabilidade de gerar uma resposta positiva em comparação com os e-mails. Lembre-se disso ao tentar convencer alguém sobre um tópico importante, independentemente de estar a 10 passos de sua mesa ou a milhares de quilômetros de distância. 

Para construir confiança, você precisa olhar nos olhos de alguém 

Construir um relacionamento profissional leva tempo, especialmente se você está tentando alcançar alguém cuja cultura é muito diferente da sua. Fazemos suposições sobre as personalidades das pessoas baseadas se elas nos olham no olho ou se desviam o olhar durante a conversa. 

Psicólogos e neurocientistas têm estudado o contato visual há décadas e suas descobertas revelam muito mais sobre seu poder, incluindo o que nossos olhos revelam e como o olho no olho muda o que pensamos sobre a outra pessoa que nos mira. Reuniões presenciais nos permitem essa interação, o que não acontece tanto com chamadas de vídeo. 

Há muitas informações que você pode obter em reuniões presenciais  

Quando você presta atenção, há muitos detalhes interessantes que você pode extrair durante uma reunião cara a cara, desde a linguagem corporal e o tom de voz da pessoa à sua frente até a maneira como ela entra na sala de reuniões ou pequena conversa que você mantém antes do início da reunião. Todas essas pistas podem ajudá-lo a encontrar a melhor maneira de lidar com isso. E lembre-se de que isso funciona nos dois sentidos, então a imagem que você projeta de si mesmo também é importante. 

A busca por uma sala de reunião não precisa ser exaustiva  

Muitas empresas hoje em dia abdicaram de seus escritórios e levaram sua empresa para o ambito digital, mas sem um escritório, não seria possível realizar reuniões presenciais e enocntrar um espaço para fazer isso pode ser exaustivo, afinal o local onde você marca suas reuniões se torna a cara da sua empresa, quanto mais informal, menos credibilidade a empresa irá passar. Mas a Coworking Town pode ajudá-lo com isso, são três unidades com todo o aparato disponível para você fazer suas reuniões e fechar seus negócios com conforto, segurança, escolhendo a unidade mais próxima de você. Aluguel fácil e sem burocracias.  

Agora que você já sabe todos os benefícios que uma reunião presencial pode trazer na hora de fechar um negócio, chegou a hora e começar a marcá-las!  

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