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Mais do que uma estação para trabalho com wifi e café a vontade, o coworking é uma comunidade feita por empresas e empreendedores o que agrega muito para a projeção de novos negócios.

Sendo assim, você tem ao seu alcance um imenso potencial para networking e geração de novas parcerias. Além de tudo, a união de empresas e indivíduos em diferentes hierarquias, grupos demográficos, empreendimentos e habilidades serão essenciais para construção de uma comunidade forte e com o crescimento sustentável dos negócios.

Pensando nisso, no artigo de hoje iremos falar sobre o que é a comunidade no ambiente de coworking e porque ela é tão importante para o seu funcionamento.

Afinal, o que é uma comunidade?  

Segundo um estudo realizado com 118 pessoas de diferentes origens sociais e étnicas, em 2001, o termo comunidade ficou definido como “um grupo de pessoas com características diversas unidas por vínculos sociais, que compartilham perspectivas comuns e se engajam em ações conjuntas em localidades ou ambientes geográficos”.

Quando falamos de uma comunidade de coworking, estamos falando de uma sensação de pertencimento que permeia todo o espaço, fazendo com que os membros estejam cada dia mais conectados.

Conexões que vão além do espaço compartilhado

Interações sociais e aprendizado mútuo também são incentivados por espaços de trabalho compartilhado. Esses espaços são projetados especialmente para que ocorra essa troca, afinal tudo é dividido com outras pessoas, seja o tempo que você passa na copa tomando café ou a utilização da área da impressora.

O objetivo desses espaços de convivência são justamente solidificar o vínculo entre diferentes colegas e indivíduos, assim como entre empresas e seus funcionários. De modo que seja possível compartilhar histórias e criar laços de amizade que se mantêm dentro e fora do trabalho.

Comunidade gera pertencimento

Muitas das empresas que trabalham em espaços compartilhados possuem uma sede fixa e várias regionais. Em certos casos, os colaboradores estão espalhados por diversos países, estados e cidades. Nem sempre existe um escritório fixo para que esses profissionais se instalem e isso pode gerar um desconforto.

Isso acontece porque ao trabalharem sozinhos, na maior parte dos casos em casa, esses profissionais se sentem “excluídos”. Essa sensação faz com que ele não se sinta parte da empresa, enfraquecendo o que poderia ser uma comunidade forte.

Ao enviar equipes menores para trabalhar em um coworking, esses colaboradores adquirem o sentimento de pertencimento novamente.

Oportunidades de negócios

A colaboração não se limita a aprender com o outro. As empresas que atuam em coworking geralmente encontram necessidades corporativas mútuas e podem colaborar em um nível de negócios para melhorar seu escopo de trabalho também.

A existência de um ambiente de negócios altamente favorável é fundamental para o sucesso dos espaços de coworking. Ele abre as portas para um mundo de infinitas possibilidades, liderado por alianças de negócios e troca de ideias por meio de inovações e associações business to business (B2B).

Podemos perceber o quanto espaços compartilhados fazem bem não só aos negócios como as pessoas que trabalham nessas empresas e geram muitos frutos.

Agora que você já sabe o que te espera em um ambiente de coworking, que tal começar na unidade Coworking Town mais próxima? Estamos te aguardando!

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Uma nova unidade Coworking Town está chegando ao Taguatinga Shopping, em Brasília. Mas você sabe o que isso representa? Quais as facilidades essa nova unidade trará ao seu dia a dia?

Pensando nisso, no artigo de hoje iremos mostrar as facilidades de ter sua empresa em nossa nova unidade.

Sobre o Taguatinga Shopping

Inaugurado em novembro de 2000, o Taguatinga Shopping está implantado na região de maior densidade demográfica e potencial construtivo do Distrito Federal, envolvendo 42% da população do local.

Atendendo moradores de Águas Claras, Vicente Pires, Park Way, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Guará, Núcleo Bandeirante, além da própria Taguatinga.

É o shopping center mais lembrado pela população do DF, segundo pesquisas realizadas pelo prêmio Top of Mind, no qual foi agraciado em onze edições. Premiado pela Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers em várias categorias e com vários reconhecimentos locais.

Com um faturamento anual em torno de R$ 700 milhões, o empreendimento é importante referência de consumo, e recebe, em média, um público de 1 milhão de pessoas por mês.

Taguatinga shopping e suas lojas

Abrigando 250 operações comerciais, com qualificado mix de produtos, serviços e entretenimento, distribuídos em quatro pisos. As maiores lojas de departamento do Brasil se fazem presentes, além de variedades em entretenimento e lazer.

O Taguatinga Shopping, com a vocação em receber famílias, torna o centro de compras uma opção de entretenimento e cultura para todas as idades: a diversidade de lojas consegue atender todas as necessidades dos consumidores em um único local, com praticidade e segurança, desfrutando de um ambiente confortável e acolhedor.

Suas salas

O shopping é parte do complexo comercial que conta, também, com duas torres de salas comerciais e um estacionamento amplo com capacidade de receber 200 mil veículos por mês.

Sua mobilidade

Além do estacionamento, o Taguatinga shopping está localizado em uma ótima região, que proporciona fácil acesso da população tanto de ônibus, quanto de metrô.

Porque escolher o Coworking Town?

Desde 2016 no mercado, o Coworking Town possui 3 unidades nos melhores pontos do Rio de Janeiro, atendendo a mais de 2.000 empresas e empreendedores até agora, economizando 2,4 milhões com custos de escritório e reduzindo mais de 23.000 horas de trabalho em rotinas administrativas.

Entre os serviços prestados oferecemos gestão de suas correspondências, salas de reunião de tamanhos variados, espaço de coworking, salas privativas, endereço fiscal, endereço comercial e secretárias virtuais. Além de já estarem incluídas todas as despesas como água, luz, internet rápida, café e água a vontade em um único boleto mensal, sem multas e sem fidelidade, você pode sair quando você quiser.

Nosso coworking está entre os 10 mais populares do Brasil, oferecendo soluções únicas para ajudar sua empresa 24 horas por dia em qualquer lugar.

Com localizações estratégicas, nossas unidades transmitem todo o profissionalismo que sua empresa precisa para impressionar seus clientes. Além disso, tendo um plano conosco, você pode utilizar as salas de reunião de qualquer uma de nossas unidades.

Agora que você já sabe todas as facilidades que nossa unidade no Taguatinga Shopping podem te oferecer, que tal nos fazer uma visita? Esperamos por você!

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Apesar de terem similaridades, coworking e hub de inovação são espaços compartilhados com objetivos distintos.

De acordo com o portal Forbes Brasil até o ano de 2029, escritórios colaborativos como os coworkings se descentralizarão das grandes cidades, rumo ao interior do Brasil. Estima-se que 157 mil profissionais utilizem estes espaços para desenvolverem suas tarefas e que movimentem 20 bilhões de reais em negócios.

Muitas pessoas já perceberam as vantagens proporcionadas por um coworking e hub de inovação. Porém, é necessário descobrir onde melhor se encaixam suas perspectivas corporativas. Nesse artigo vamos mostrar quais são as diferenças entre eles.

Como funciona o Coworking?

Quando falamos de coworking, estamos falando de um espaço de trabalho compartilhado, utilizado principalmente por empresas que buscam flexibilidade de contratos e redução de custos, assim como profissionais que buscam estrutura mais profissional e adequada do que trabalhar em casa.

Nos grandes centros você até encontra pontos de coworking que são gratuitos, mas eles são voltados para emergências, quando você realmente só precisa de internet para trabalhar, mas as empresas e profissionais que precisam do espaço com frequência optam pelo maior conforto e segurança de um Coworking pago. Para muitos, o Coworkings seria o modelo híbrido, unindo vantagens de um escritório convencional e do home office.

Coworkings apresentam toda a estrutura de um escritório, inclusive com pessoal para atendimento na recepção e recebimento de correspondência. Estão presentes as salas individuais ou para reuniões, que são alugadas de acordo com a necessidade da empresa ou do profissional interessado. Uma empresa pode alugar uma sala para o andamento de seus projetos. Um empresário pode escolher o local para marcar suas reuniões com clientes e parceiros. Tudo de acordo com as necessidades dessas pessoas.

O modelo Hub de inovação

O Hub de inovação também é um espaço dedicado ao trabalho, mas diferente do coworking nesse tipo de local são reunidos investidores e empreendedores dispostos a criar novos negócios, de preferência modelos inovadores.

São nesses espaços que surgem muitas das chamadas startups, empresas com base em tecnologia que possuem grande potencial de expansão no mercado. E para que isso aconteça e saia do papel há outros profissionais envolvidos, seja para investir financeiramente ou mesmo para dar mentoria. Podemos citar como exemplo diversos aplicativos que tornam a vida das pessoas mais prática.

Diferença entre Coworking e Hub de inovação

Afinal, qual é a diferença entre esses dois espaços? Como você já deve imaginar, apesar de serem compartilhados, os dois espaços são dedicados a fins diferentes. Se um é aberto a pessoas para o trabalho, o outro é dedicado ao surgimento de novas empresas. Porém é interessante destacar que os dois existem com base em tecnologia, seja presente ou em desenvolvimento, por isso os valores que unem essas espaços são tecnologia, inovação e networking.

Coworking e Hub de inovação, o que é melhor para você?

Bom, você pode acompanhar os nuances que separam os objetivos de cada um desses espaços de trabalho. Sem dúvidas será o modelo do seu negócio que determinará sua escolha.

Mas, ao contrário de um hub de inovação, o coworking não restringe seus residentes por atuação, ou seja, uma startup será bem vinda neste ambiente.

De qualquer forma, coworking e hub de inovação possuem vantagens e se enquadram perfeitamente na tendência de economia colaborativa. E sua iniciativa estará bem acomodada nestes ambientes.

Agora que você já sabe a diferença entre coworking e hub de inovação já pode escolher com tranquilidade o melhor formato para o seu negócio.

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Dicas de etiqueta são muito importantes para utilização de um espaço coworking, só assim conseguiremos manter uma convivência agradável entre todos. Afinal, trabalhar em um coworking é algo além de um escritório convencional. Nesses espaços é possível encontrar e conviver com profissionais de diversas áreas, afinal são locais que atendem desde o profissional liberal até empresas possibilitando um networking incrível.

Organização e empatia são a chave do trabalho em um ambiente compartilhado, pensando nisso, resolvemos listar dicas de etiqueta que achamos mais importante conseguir trabalhar e conviver em harmonia em um coworking.

10 Dicas de etiqueta para utilizar um espaço coworking

Tenha cuidado com o barulho  

Os espaços coworking são pensados para trazer mais foco e concentração de seus usuários. Por isso, o barulho não combina nenhum pouco com o cenário.

Se sua atividade exige que você fale ao telefone constantemente, então o ideal para você é optar por uma sala privativa. Caso você precise fazer vídeos chamadas ou até mesmo ligações de vez em quando agende horários em uma das salas de reunião.

Agora, se você é do tipo de pessoa que só consegue focar escutando uma musiquinha, o fone de ouvido é a solução perfeita para você.

Leve o seu material de trabalho

Embora esse seja um espaço compartilhado, materiais de uso pessoal não são.

Portanto, se você usa mesa digitalizadora, papel, caneta, mouse ou qualquer tipo de material extra, lembre-se de levá-los para o seu local de trabalho. Porque ao interromper a pessoa que está trabalhando ao seu lado para pedir esse tipo de coisa emprestada você definitivamente estará atrapalhando o trabalho e a concentração daquela pessoa.

Limpe sua sujeira

É sempre bom ter em mente que o coworking é um espaço compartilhado, você divide ele com outras pessoas e nem todas se sentem confortáveis com bagunça e sujeira por perto. Por isso, limpe sempre a sua sujeira, mesmo que ela esteja centralizada em seu espaço de trabalho.

Além disso, quando você sair outra pessoa ocupará o seu lugar, então pense em como você se sentiria se chegasse para trabalhar e encontrasse o local do jeito que você está deixando.

Respeite as áreas de uso comum

Uma das vantagens de se trabalhar em um coworking é conseguir ter acesso a um espaço muito maior do que o que você conseguiria alugando uma sala comercial. Por isso é importante lembrar que você não será o único a utilizar a recepção, a copa, as áreas de descanso.

Leve em conta a dica anterior e mantenha esses espaços limpos e organizados. No caso de espaços limitados que dependam de um sair para o outro usar, não esqueça da vez dos demais, tudo bem?

Não abuse dos serviços prestados

É normal serviços complementares serem incluídos no pacote como o fornecimento de café água, o uso da geladeira, estacionamento etc. Embora esses serviços façam parte do que foi contratado, não significa que podem ser utilizados sem qualquer parcimônia. Lembre-se novamente, há outras pessoas para usar.

Por isso, não encha a geladeira só com suas coisas e não esqueça de esvaziá-la nas sextas feiras para que as coisas não acabem estragando, não deixe o carro no estacionamento quando não estiver utilizado o espaço, pegue café e água somente quando for realmente consumir, esses são alguns exemplos de como não abusar dos serviços prestados e  não gerar desperdício.

Seja autossuficiente

É totalmente comum ter dúvidas sobre o uso de algumas ferramentas, ou até mesmo sobre os recursos disponíveis no local. Mas isso não significa que os demais usuários precisam estar disponíveis para resolver seus problemas.

Por isso, embora ser solícito faça parte da etiqueta, evite fazer com que o outro seja obrigado a ser prestativo com você o tempo inteiro . Certamente interrupções no trabalho do outro irá atrapalhar e causar situações desagradáveis. Para evitar esse tipo de problema, caso haja alguma dúvida procure a pessoa responsável pela unidade e ela certamente te ajudará.

Seja prestativo e conecte-se com os demais

Já deixamos claro que é bom evitar pedir ajuda o tempo inteiro, porém isso não significa que se você presenciar alguém com alguma dificuldade e você seja capaz de ajudar a resolver sem que isso atrapalhe o seu trabalho, você não possa ajuda-lo.

Ser prestativo quando possível ajuda a criar conexões com os demais, abrindo portas para o networking.

Aceite e respeite o senso comum

Em espaços compartilhados é comum que haja algum tipo de discordância e  uma delas pode ser em relação a temperatura do ambiente. Nesse caso o que vale é o senso comum e a preferência da maioria. Portanto, se você está com frio e os demais com calor, é mais prático que você vista um casaco ao invés de brigar para aumentar a temperatura do ar-condicionado.

Seja pontual

Em um espaço coworking é necessário fazer agendamento para o uso de espaços como salas de reunião, por isso é muito comum ter outro usuário marcado para usar o local quando você sair. Se você atrasa a sua saída impede a entrada dessa outra pessoa e isso atrapalha todo o planejamento da unidade.

Mas é claro que imprevistos acontecem, por isso sempre mantenha uma comunicação clara com a pessoa responsável pela unidade, ela certamente encontrará uma solução viável para todos.

Divulgue o espaço que você utiliza

Nem todo mundo conhece os benefícios de trabalhar em um coworking, muito menos sabem da existência de espaços disponíveis por perto. A melhor maneira de ajudar o local que você utiliza a crescer e oferecer serviços cada vez melhores é divulgando ele. Por isso mostre a todos o que é um coworking e torne a unidade que você escolheu conhecida.

Todas essas dicas de etiqueta que listamos são com o objetivo de manter a satisfação geral, lembre-se sempre que esse é um espaço compartilhado com outras pessoas e essa organização é necessária para que as pessoas se sintam bem no ambiente, que não seja um lugar hostil e que preze pelo conforto de todos.

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Coworking não é apenas um lugar para trabalhar, ele abraça uma comunidade e acredita que juntos somos melhores e vamos prosperar no espaço compartilhado. A medida que o COVID aumentou, diminuiu e aumentou novamente, estamos vendo um crescimento explosivo de coworkings principalmente em locais mais distantes dos grandes centros, modificando as estruturas e criando novas tendências no local de trabalho.

Neste artigos separamos para vocês algumas apostas para o mercado de coworking esse ano de 2022 .

Quais as tendências no local de trabalho para 2022?

Hit das tendências no local de trabalho é a escolha

Os funcionários querem trabalhar onde quiserem e quando quiserem. Eles querem acreditar na empresa para a qual trabalham, isso também faz parte da sua identidade. As gerações mais jovens estão se casando mais tarde ou optando por permanecerem solteiras. Eles querem trabalhar para um  empregador que investe em causas que eles valorizam. O local de trabalho não mudou, o trabalhador sim.

Diferenciação de marca

Quando todos oferecem café, salas de telefone, salas de reunião e um bom sistema de reservas, como você se destaca? Todo mundo é “flexível”, e agora? Você tem que saber quem você é e como o que você oferece o diferencia em um mercado abarrotado. Pouca burocracia para entrada ainda são uma grande tendência. Quanto  tempo leva para se inscrever? Quão fácil é reservar uma sala de reunião? Essas são perguntas cruciais que os membros em potencial fazem.

Comodidades que fazem a diferença

Babysitting, salas de podcast, jardins verticais na cobertura, salas de meditação, salas de jantar privativas, serviços de holograma… Quais comodidades podem diferenciá-lo dos demais? Acreditamos que comodidades focadas no bem-estar e investimento em edifícios sustentáveis. Essas serão fundamentais no futuro.

Cálculo Imobiliário

Nos dias atuais você não pode simplesmente comprar um prédio, dividi-lo e esperar um contrato de 15 anos. É necessário ser flexível e fornecer espaço de comodidade. Para coworkings isso é obrigatório. Não há dono de prédio que não esteja olhando para o coworking, afinal novos espaço estão sendo abertos o tempo todo e em todos os lugares do mundo. O ideal é fazer parcerias com marcas de coworking estabelecidas ou contratar consultores para ajuda-los nesse novo mundo.

Novo modelo de escritório

É um ajuste natural. A pandemia da covid-19 nos mostrou que podemos, de fato, trabalhar em qualquer. Grandes marcas de coworking, vem montando seus escritórios em ótimos hotéis. A tendência é que novos coworkings sejam implementados em lugares cada vez mais improváveis.

Subúrbios e Zonas Rurais

Se você tem um espaço suburbano e não tem lista de espera, algo está errado. As pessoas querem trabalhar mais perto de casa e separar sua vida profissional da vida doméstica. A casa deve ser o seu refúgio, não o seu espaço de trabalho, um lindo home office é um privilégio.

Cultura em primeiro lugar

As corporações terão que lutar com sua identidade, pois seus funcionários mudaram o jogo e não são facilmente engajados. Já era difícil construir cultura, mas tente fazê-lo quando não puder reunir seus trabalhadores em um só lugar. Espaços de coworking inteligentes vão se concentrar em fornecer uma cultura e uma comunidade para refugiados corporativos e de home office.

Novas aquisições e investimentos

À medida que as empresas imobiliárias continuam lutando para executar em coworking, elas continuarão a investir e comprar marcas de coworking. As empresas imobiliária também comprarão agregadores em vez de construir seus próprios.

O futuro é um trabalho sem fronteiras e essa é uma mudança gigante, seus clientes querem que você se preocupe com o que é importante para eles. Eles querem que você forneça um espaço saudável para eles, querem que você lute pela sustentabilidade, diversidade e inclusão, querem se inspirar no trabalho e querem que você saiba o nome deles. Nesse momento é necessário descobrir a identidade do seu coworking, e fazer mudanças caso necessário.

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São poucos os países com um sistema de impostos tão complexo como o Brasil e no setor imobiliário isso não seria diferente. Os encargos são divididos entre as esferas municipal, estadual e federal, assim as cidades acabam possuindo diferentes cargas tributárias. Para entender o custo real dos imóveis comerciais no Brasil é preciso ficar por dentro de todas essas taxas.

Conhecer os encargos imobiliários é fundamental para saber os custos reais de qualquer negócio. Confira nesse artigo as principais taxas e impostos sobre imóveis comerciais no Brasil.

Quais são os principais impostos sobre imóveis comerciais no Brasil?

Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU) 

Com certeza esse é um dos impostos sobre imóveis mais conhecidos. O IPTU é cobrado sobre os proprietários de imóveis uma vez por ano. Em caso de aluguel, o contrato pode definir que o inquilino será cobrado pelo imposto, mas as responsabilidade de pagá-lo ainda assim é do locatário.

Existes dois fatores base para a cobrança do IPTU: o valor venal, que é a avaliação de quanto o imóvel comercial em questão vale, e a alíquota, que é um percentual que cresce progressivamente de acordo com o valor do imóvel. Assim, o cálculo do valor do IPTU é feito a partir da multiplicação do valor venal do imóvel e a sua alíquota correspondente.

O Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana é competência municipal, por isso o IPTU de São Paulo, por exemplo, terá alíquotas e faixas de valor venal diferentes da cidade do Rio de Janeiro.

Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário

Imposto de competência federal e possui uma alíquota única de 15% e é cobrado sobre o lucro da venda de imóveis.

Suponhamos que você tenha comprado uma sala comercial por 500 mil reais e vendeu esse mesmo imóvel por 750 mil reais, será cobrado um imposto de 15% sobre os 250 de lucro com a venda, ou seja, 37,5 mil reais.

É importante ressaltar que caso você venda um imóvel e compre outro em até 6 meses, o valor a ser pago pelo Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário será deduzido.

Seguindo com o exemplo utilizado, caso você tenha vendido a sala comercial por 750 mil reais e comprado outra pelo mesmo valor, você será isento de pagar IR sobre o Lucro Imobiliário.

E no caso de permuta de imóveis em que não existe torna, ou sejam quando nenhum dos envolvidos recebe um valor adicional na troca dos imóveis, não ocorre incidência de IR. Porque, como já foi dito anteriormente o Imposto de Renda só é cobrado sobre lucro que nesse caso não existe na transação de bens.

Imposto de Renda sobre Aluguel

Para os aluguéis de imóveis comerciais no Brasil, também é necessário que o proprietário pague o Imposto de Renda da Pessoa Física, afinal o valor recebido fará parte de sua receita mensal.

A tabela de IR de Pessoa Física aruá com alíquotas progressivas, que variam de isenção total (caso a renda mensal seja inferior a 1.903,98 reais) até 27,5% para valores acima de 4.664,68 reais.

É importante acrescentar que o Imposto de Renda sobre Aluguel também deve ser declarado pelo inquilino, apesar do imposto não incidir sobre ele caso seja Pessoa Física.

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

Esse é um dos tributos mais  importantes e onerosos, sendo cobrado sobre a compra de propriedades. É de competência municipal e por isso seu valor varia de acordo com a cidade, porém, costuma ficar entre 2 e 3% do valor do imóvel.

O ITBI é sempre cobrado de quem está comprando imóveis comercias e deve ser pago no momento da transferência de propriedade. No caso de permuta, esse imposto incide em ambas as propriedades, independente se a transação foi feita com ou sem torna.

Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)

Assim como o ITBI, esse imposto também é cobrado na transferência de imóveis, mas somente para casos de doação ou herança, ou seja, nesses dois casos ao invés de cobrarem o ITBI, é cobrado o ITCMD.

O ITCMD geralmente possui uma tabela progressiva, com diferentes alíquotas, de acordo com o valor do imóvel em questão e o tipo de transmissão (herança ou doação). Porém, cada estado possui suas próprias regras, sendo necessário ficar de olho na legislação local.

Por exemplo, no Ceará existem alíquotas para o caso de herança, que variam de 2% a 8%, e somente 2 alíquotas para doações, que variam de 2% a 4%. Já no Piauí, o ITCMD será sempre de 4%, independente do valor e do tipo de transmissão de bem.

Na grande maioria dos casos, os contribuintes do ITCMD são os herdeiros e os donatários, ou seja, quem recebe a propriedade. Mas, caso o donatário seja de um outro estado, o doador pode ser o responsável por pagar esse imposto.

No caso de doação de propriedade para instituições educacionais ou de assistência social sem fins lucrativos, a lei prevê isenção do imposto.

Quais as principais taxas sobre imóveis comercias no Brasil?

Escritura do imóvel

A escritura é um documento assinado em cartório, após a assinatura do contrato, que serve para validar o acordo de compra e venda feito entre duas partes. O valor pago para fazer a escritura varias de acordo com o valor da propriedade e a unidade federativa em questão.

Esse documento é necessário apenas no caso de compra à vista. Em caso de financiamento, o contrato emitido pela instituição financeira substitui a escritura.

Registo de imóvel

Essa é uma etapa posterior a escritura do imóvel, sendo necessária para que a transferência de propriedade seja corretamente registrada na matrícula do imóvel. Isso significa que o imóvel só é oficialmente transferido para o novo proprietário após a realização do registro de imóvel.

O valor dessa taxa também varia de acordo com o estado e o valor venal da propriedade. Vale ressaltar que o registro deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis e não no Cartório de Notas e cada propriedade está registrada em um cartório específico, por isso é necessário fazer no local correto.

Taxa de corretagem

A taxa de corretagem é o valor pago pelos serviços prestados por imobiliárias, incorporadoras e corretores. Essa taxa é sempre  incluída como uma porcentagem do aluguel, compra ou venda de imóveis no Brasil e não existe um valor fixo.

De maneira geral, o responsável por pagar essa taxa é quem contrata o corretor, mas nem sempre é o caso. Em permutas, por exemplo, é comum que a responsabilidade seja compartilhada por ambas as partes.

Taxa de evolução da obra

Essa é uma taxa cobrada apenas na compra de imóveis na planta. Uma taxa paga às construtoras, sendo uma forma delas repassarem os juros que são cobrados pelos bancos ou instituições financeiras.

Essa taxa custa em média 2% do valor total do imóvel, sendo paga no início da edificação até a entrega final. No caso de eventuais atrasos na entrega desse imóvel, o comprador tem o direito de entrar em contato com a construtora para suspender a taxa enquanto a obra estiver atrasada.

Como o coworking pode te ajudar?

Como já deu pra ver, não é tão simples entender todas as taxas e impostos cobrados sobre imóveis comerciais em nosso país, mas ao contratar um Coworking, você tem a garantia que muitas das suas dores serão resolvidas.

Primeiro e melhor de tudo é que você faz um único pagamento de boleto e ele já inclui todas as taxas, impostos e contas que você precisaria se preocupar em pagar se alugasse uma sala comercial.

Segundo que você pode rescindir o contrato a qualquer momento, o único solicitado é um aviso com 30 dias de antecedência, sem multas e sem precisar de fiador ou nenhuma outra regra desproporcional.

É muito importante estar a par de todas os impostos e taxas cobrados por imóveis no Brasil, assim você consegue ter a dimensão real de quanto custa o seu negócio e começar a pensar em soluções melhores para o seu modelo de trabalho.

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Abrir o próprio negócio é um grande desafio, que geralmente requer um alto custo de investimento e envolver várias despesas.  Como uma solução alternativa e econômica, profissionais freelances, pequenas empresas ou até mesmo autônomos, investem nos coworkings como uma opção para tirar suas ideias do papel e isso vêm se tornando uma tendência no brasil.

Já virou tendência no Brasil 

Segundo um estudo realizado pela Coworking Brasil, em 2018, o modelo de negócio no país movimentava cerca de R$ 127 milhões. Em 2019, o Censo Coworking Brasil, revelou que o crescimento do mercado de escritórios compartilhados cresceu 25% no último ano, chegando a 195 municípios e somando 1.497 unidades em todo o país. Apenas no estado de São Paulo, foram registrados 198 novos espaços.

Mensalmente, aproximadamente de 214 mil pessoas frequentam os espaços compartilhados, seja em uma estação de trabalho, participando de reuniões ou mesmo indo a eventos realizados no local. O serviço está presente em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Segundo especialistas, o modelo estimula a rotatividade dos estabelecimentos comerciais e diminui a chance de ficarem ociosos.

Na lista de cidades com maior número de escritórios compartilhados figura em primeiro lugar São Paulo/SP (273), Rio de Janeiro/RJ (102), Belo Horizonte/MG (62), Curitiba/PR (42) e Brasília/DF (35).

Quem são os coworkers brasileiros?

A começar pelo básico, existe um equilíbrio de gêneros: 50% se identificam como homens; 49%, mulheres; e 1% outros gêneros. Dentro disso, a idade média ficou em 33 anos, mas a variação é bem grande. Existem coworkers de 18 até 60 anos, confirmando que, sim, coworking não tem idade e é válido pra todo mundo que quiser viver essa experiência!

Quando o assunto é a área de atuação dos coworkers, um dos levantamentos mais aguardados, o Censo concluiu que os três campos mais citados foram da administração e serviços; comunicação e informação; e artes e design.

Certamente esses números se devem ao fato de que todas essas áreas podem ser facilmente desenvolvidas de forma remota. Sem contar que esses campos se beneficiam muito das interações, networking e troca de conhecimento dos espaços compartilhados. A maioria das empresas (43%) que fazem uso dos escritórios compartilhados são de pequeno porte com faturamento mensal de até R$ 5 mil. Já os profissionais independentes (31%) ganham até R$ 3 mil.  Com uma média de idade relativamente jovem, também vimos que a maioria ainda não possui filhos. Ao que tudo indica, eles estão em um momento pós-estudos e de construção de carreira antes de aumentarem a família. Grande parte dos coworkers investiu na universidade, e uma grande maioria, inclusive, foi além da faculdade e já possui pós-graduação.

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O final de mais um ano vem chegando e com ele as tendências do mercado para o ano seguinte vão surgindo, mas o que esperar do mercado imobiliário em 2022?

No começo de 2020, com o início da pandemia da covid-19, havia um enorme receio de que o setor imobiliário sofresse prejuízo, porém o mercado se mostrou resiliente em 2021 e as projeções para 2022 são bastante otimistas.

Como foi o mercado imobiliário em 2021?

Como já destacamos a pandemia trouxe uma surpresa ao mercado imobiliário em 2021, ao invés de uma queda, ele conseguiu uma ascensão impressionante. Um dos pontos principais para tal crescimento é o avanço da tecnologia no setor e a permissão para a continuidade das obras nos canteiros.  Além disso, é necessário destacar que a taxa de juros permaneceu baixa durante 2021 e deve continuar assim no próximo ano. O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) teve uma alta de 17%, de junho de 2020 a junho de 2021. Esse valor deve ser refletir no preço dos imóveis no futuro, o que torna esse período ideal para compra.

Quais são as expectativas para o mercado imobiliário em 2022?

A pandemia modificou as prioridades de muitas pessoas quando o assunto é a procura de um imóvel, a busca por espaços maiores e áreas de lazer está cada vez maior. Veja a seguir as tendências para o mercado imobiliário:

Imóveis maiores

Com a necessidade do isolamento social muitas pessoas passaram a enxergar pontos que antes passavam despercebidos. O espaço é um deles.

Aqueles que precisaram ficar em home office, sentiram falta de contar com cômodos extras para acomodar escritórios de qualidade. Além disso, espaços com poucos ambientes acaba se tornando muito desconfortável para quem precisa passar tanto tempo em casa.

Por isso a busca por imóveis maiores, será uma tendência em 2022, para que as pessoas possam investir em infraestrutura no próprio lar, a intenção será ter imóveis que ampliem as funcionalidades. Independente de continuarem em home office ou não depois da pandemia.

Para se ter uma ideia, a Quinto Andar divulgou uma pesquisa feita por eles que diz que houve um aumento de 30% na busca por imóveis de dois quartos, assim como nas unidades com três e quatro quartos. Já os espaços com apenas um quarto tiveram uma queda e é justamente o que impede as pessoas de montarem uma boa estrutura de trabalho.

Imóveis com área de lazer

Antes da pandemia havia uma grande procura por apartamentos tipo studio, com espaços reduzidos e mais próximo aos grandes centros, porém também impactado pelo distanciamento social, a tendência será a procura por imóveis com área de lazer e varandas. Essa é mais uma comodidade para aqueles  que possuem trabalho remoto e passam muito tempo em casa. A distância do local de trabalho já não será mais uma preocupação e sim a qualidade de vida que as pessoas podem ganhar morando em uma casa com piscina, ou próximo de parques onde possam se exercitar e relaxar, por exemplo.

Processos digitais e sem burocracia

Mais uma tendência do mundo pós pandêmico é a procura e até mesmo a visita ao seu imóvel dos sonhos online. Antes o que era um processo longo e burocrático, agora pode ser feito com apenas alguns cliques e sem sair de casa.

O que necessitava de autorizações de fiadores, depósitos de até três meses de aluguel, hoje já não é mais necessário para alugar um espaço comercial ou residencial e isso não será mais um diferencial e sim uma necessidade do novo padrão de comportamento do consumidor.

Sustentabilidade

A preocupação com a sustentabilidade que já vem em um crescente aumento, se intensificou nos últimos meses e seguirá na busca por imóveis para o ano seguinte. Afinal, além de contribuir com o meio ambiente ajuda a reduzir custos das contas mensais, como água, luz entre outros que ficaram mais caros durante esse ano.

Imóveis com automações também vem ganhando destaque, porque são uma possibilidade de redução de consumo, oferecem mais segurança e praticidade na rotina do dia a dia (abrir e fechar cortinas, sensor de movimento para acender a luz, ligar aparelhos, etc.).

Como podemos observar o mundo mudou e o padrão de consumo mudou junto com ele. Não se adaptar a essa nova realidade pode trazer prejuízos para seu negócio uma vez que as pessoas buscam cada vez mais a praticidade e a desburocratização no momento de compra seja de um serviço ou de um imóvel. Só conhecendo as tendências do mercado imobiliário em 2022 e estudando novas formas de fazer negocio permitirá que a empresa possa agir de forma mais estratégica.

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Mais de um ano após o inicio da pandemia causada pela Covid-19, alguns hábitos do trabalhador brasileiro começam a apresentar análises mais concretas. Um deles, é o novo sistema de trabalho a distância que tem deixado o coworking em alta no Brasil.

Se no começo da pandemia o home office parecia uma solução ideal, cômoda e até mesmo promissora, após um ano aqueles que tiveram que migrar para o trabalho integral a distância já não pensam mais o mesmo. O que era um sonho se tornou uma nova dor de cabeça.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Consumoteca destaca que 73% dos brasileiros preferem nãotrabalhar em casa cem por cento do tempo. Os motivos que mais se destacam para esse descontentamento estão no aumento das contas de luz e internet, o uso de tecnologias pessoais e a falta de diferenciação entre os espaços de descanso e lazer e o do trabalho.

Ao menos, 53% deles disseram ter usado pela primeira vez as ferramentas pessoais para trabalhar. E ainda que uma parte das empresas tenham fornecido equipamentos (computadores e benefícios home office), a pesquisa destaca que os colaboradores sentem falta do ambiente do escritório, afinal muitas pessoas não contavam com espaço para escritório em suas casas e acabaram tendo que trabalhar na mesa de jantar da família, por exemplo.

Alternativas para o home office deixa o coworking em alta

Uma das alternativas para evitar a insatisfação é possibilitar a jornada híbrida. Sendo assim, o trabalhador pode trabalhar tanto de casa quanto no escritório por alguns dias da semana, porém muitas empresas se desfizeram dos espaços físicos buscando uma redução de custos e flexibilidade no modelo de contrato. E é nesse cenário que vamos um crescimento na busca que tem tem deixado o coworking em alta no Brasil.

Após uma forte crise no faturamento do mercado que ocorreu no primeiro semestre de 2020 com o auge da pandemia, o futuro se mostrou benéfico. Segundo última pesquisa feita pela Coworking Brasil 75% dos empresários do setor de coworking estão otimistas em relação ao futuro desse segmento.

Os escritórios do futuro viraram por uma questão de necessidade, os escritórios do presente e a procura por espaços de escritórios compartilhados no brasil aumenta significativamente quando o empreendedor descobre que ele não precisa mais de um ambiente convencional para manter o seu negócio. Ele pode compartilhar o espaço com outras pessoas e empresas, sem a diminuição do foco e da produtividade de sua equipe. Muito pelo contrário, pesquisas apontam que 80% das pessoas que trabalham em espaços de coworking são mais motivadas e produtivas.

Entendendo as demandas do mercado e visando novas oportunidades, com a missão em fazer com que mais empreendedores prosperem, o Coworking Town cresceu e agora são três unidades em excelentes pontos do Rio de Janeiro (Cinelândia, Copacabana e Nova América) preparadas para receber sua empresa e seus colaboradores. A empresa que está entre os 10 coworkings mais populares do brasil, vem oferecendo soluções únicas em locais de trabalho, presença virtual, reuniões e serviços de escritório para ajudar sua empresa 24 horas por dia em qualquer lugar.

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Quando se trata de sucesso em um mundo de constante mudança, a capacidade de se manter ágil é fundamental. Falando do escritório da sua empresa, por que comprometer a sua empresa em locações de longo prazo que invariavelmente lidam com a utilização ineficiente do espaço ou lidam com despesas imprevisíveis ano após ano que atrapalham o planejamento orçamentário? Optar por um coworking faz muito mais sentido.

As soluções ágeis de espaço de trabalho podem resolver esses desafios e muito mais. É por isso que não só empreendedores iniciantes, mas também as maiores empresas do mundo já estão incorporando as soluções mais flexíveis para acomodar a sua força de trabalho.

Essa agilidade, é claro, se reflete também em ganhos financeiros que vamos abordar ao longo desse artigo.

1. Optar por um coworking para reduzir o investimento inicial

O coworking é um escritório pronto, ou seja, basta você contratar a quantidade de lugares que precisa para abrigar a sua equipe. Existem coworkings de diversos tamanhos e perfis e com certeza você vai conseguir encontrar o ideal para a sua empresa pagando apenas uma mensalidade. Aqui no Coworking Town por exemplo, temos soluções de escritório até para quem não precisa estar todos os dias no escritório.

Em um modelo tradicional, para ter um escritório próprio você teria que alugar um imóvel muitas vezes fazendo um depósito caução, teria que investir na adaptação do imóvel para as suas necessidades e em todo o mobiliário. Portanto, ao optar por um coworking nada disso será necessário.

2. Estabilizar despesas

As mensalidades do coworking são fixas, normalmente cobradas por pessoa e reajustadas anualmente. Isso garante um fluxo operacional constante fornecendo previsibilidade e estabilidade para todos os custos imobiliários.

Para muitos clientes, esta é uma mudança bem-vinda em relação à volatilidade causada por despesas variáveis.

3. Adequar o prazo de comprometimento

Os contratos no coworking são de curto prazo, especialmente se comparados as locações tradicionais, resultando em passivos financeiros reduzidos. Ou seja, você escolhe o que é certo para o seu negócio, com compromissos que podem ser de meses ou anos.

4. Flexibilidade ao optar por um coworking

Por não ser uma locação tradicional e sim uma prestação de serviços, os contratos para utilizar espaços de coworking são muito menos burocráticos e consequentemente muito mais flexíveis.

Uma das vantagens é poder rescindir o contrato mediante um aviso prévio e/ou uma pequena multa. Outra vantagem é poder adaptar os serviços contratos conforme a sua necessidade ao longo do tempo.

5. Aumentar a sua capacidade de adaptação

No coworking as empresas utilizam os imóveis de forma mais eficiente, pagando apenas pelo espaço de que precisam. Isso significa cortar espaço desperdiçado e, portanto, gastos desperdiçados.

Agora, as empresas têm a capacidade de adaptar o tamanho dos seus escritórios não importa com que frequência a contagem de funcionários possa flutuar.

6. Obter maior eficiência por metro quadrado

Os espaços de coworking permitem que as empresas usem o escritório de forma mais eficiente. Os membros têm acesso a uma gama diversificada de comodidades compartilhadas, como cozinhas, lounges, grandes salas de reuniões e áreas de treinamento.

Acessar esses recursos sob demanda permite que as empresas ampliem as suas capacidades sempre que necessário ao passo que reduzem a dependência de ter esses locais, muitas vezes ociosos, nos seus próprios espaços.

Agora que você já entendeu algumas das principais razões financeiras que fazem do coworking uma melhor opção que tal conhecer tudo que um coworking tem a oferecer?

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A maior parte da nossa vida cultural e econômica está centrada em narrativas. Por exemplo: religião, economia, esportes, família, casa e muito mais. Isso nos ajuda a colaborar e construir sociedades mais resilientes. Trabalho e o local de trabalho é uma daquelas grandes narrativas do nosso tempo. Costumávamos ir para o mesmo escritório, cinco dias por semana de 9:00 as 17:00 e isso tem mudado gradualmente nas últimas duas décadas. A pandemia de COVID-19 finalmente levou essa transformação ao ponto de inflexão fazendo surgir o coworking como o novo normal.

O reinado do escritório tradicional acabou e o coworking veio para ficar. Ele veio para ficar antes da pandemia do Coronavírus, mas o início da pandemia solidificou a posição do coworking como uma solução de espaço de trabalho preferida.

Evolução do coworking

Origem dessa forma de trabalho

Nos primeiros dias do coworking, muitos argumentavam que não passava de um movimento e tendência que acabaria por desaparecer.

Doze anos depois, o que começou como um movimento tornou-se uma indústria completa que interrompeu totalmente a maneira como as pessoas alugam e usam o espaço de escritório. À medida que a demanda por espaços de coworking aumentou e a indústria evoluiu, a terminologia também aumentou. Hoje, muitas pessoas usam o termo coworking, espaço de trabalho flexível e espaço de trabalho como serviço para se referir à mesma coisa.

Uma coisa é clara, independentemente do termo que você decidir usar, ambientes de trabalho flexíveis vieram para ficar.

A pandemia

A pandemia de COVID-19 foi um momento de cisne negro para essa nova maneira de trabalhar. Uma mudança que de outra forma levaria mais de uma década. Um modelo de trabalho híbrido que antes era usado apenas por um nicho da força de trabalho e em crescimento lento, estava agora sendo adotado por milhões de pessoas em todo o mundo.

Doze meses após o surto, a ideia de ir trabalhar que significa ir ao mesmo escritório todos os dias começa a soar ridícula. Uma abordagem mais híbrida em relação ao local de trabalho é o que a maioria das organizações adota e implementa atualmente em suas estratégias no local de trabalho. A partir de agora, o funcionário corporativo médio poderá ficar em casa alguns dias por semana ou apenas ir ao escritório por um motivo específico.

A pandemia mudou em alguns meses o que de outra forma levaria anos para se materializar.

Da tendência ao mainstream

Adaptação ao novo normal

Embora muitos pensassem que era uma moda passageira quando apareceu pela primeira vez, provou ser tudo menos isso. E a pandemia também provou que esses espaços podem até ser melhores do que os tradicionais.

O fato de ser versátil e flexível aumenta seu apelo no mundo do Covid e (espero) pós-Covid.

Atualmente, poucas empresas querem alugar espaço para escritórios a longo prazo, já que pode ser bastante caro agora, quando o retorno aos escritórios nem sequer é garantido. É por isso que os espaços de trabalho compartilhados apareceram como o substituto lógico.

Aumento da procura por coworking

O Oxford English Dictionary define normal como: “o estado ou condição usual, típico ou esperado”. O coworking então poderia ser classificado como uma “nova normalidade” para os requisitos do local de trabalho. E achamos que esse é o ponto.

Os espaços de coworking se tornaram o local de trabalho esperado e preferido da força de trabalho de hoje. Isso agora é mais verdadeiro do que nunca, especialmente à medida que mais empresas mudam para opções permanentes de trabalho remoto após a pandemia do coronavírus. As empresas que adotam modelos de trabalho híbrido estão incorporando soluções flexíveis de espaço de trabalho em suas estratégias imobiliárias, a fim de atender às necessidades de trabalhadores remotos em diferentes cidades e países.

Não é apenas o aumento da adoção das empresas que aponta para o coworking ser o novo e preferido normal, é também o aumento do interesse que a indústria de coworking está experimentando de proprietários, desenvolvedores imobiliários e investidores.

Convergência dos modelos de trabalho

Empresas como Facebook, Spotify e muitas outras mudaram para um modelo de trabalho remoto ou híbrido este ano. Eles não só precisam repensar a maneira como operam sua sede, mas também dependerão fortemente de provedores de espaço de trabalho flexíveis para hospedar seus funcionários remotos ou híbridos.

Fornecer espaço de escritório aos funcionários deixa de ser uma função primária da organização. E como um serviço secundário, pode muito bem ser tratado por provedores externos.

O coworking tem futuro brilhante

Coworking fora dos grandes centros

A indústria de coworking tem sido duramente atingida pela pandemia. Mas dias melhores estão por vir. Apesar de uma desaceleração no crescimento, pesquisas do ano passado mostram que a indústria de coworking sairá viva e forte após a pandemia da COVID-19.

Especificamente, relatos descobriram que os espaços de coworking suburbanos ganham mais em um mundo pós-pandêmico. À medida que o trabalho remoto é adotado, muitos estão optando por deixar as grandes cidades em favor de áreas mais suburbanas (e acessíveis).

O novo normal

Um novo mundo requer novas soluções, certo? E parece que o coworking pode realmente se encaixar perfeitamente às necessidades da nova era.

Quase parece que estamos entrando na era de ouro do coworking. Os princípios operacionais desses locais de trabalho comunitários originalmente independentes para freelancers, empreendedores e start-ups são agora o novo padrão para todos. Todos nós nos tornamos colegas de trabalho.

Ele ainda reduz a pegada ecológica do trabalho por causa da menor quantidade de deslocamentos e escritórios menores. E tudo aconteceu muito mais rápido e de uma maneira totalmente diferente do que teríamos pensado há vinte anos. O que mais podemos esperar?

A única coisa que ironicamente pode acontecer ao longo do caminho é que não o chamamos mais de coworking. Em vez disso, ele se tornará o novo normal de trabalhar.

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Nos últimos meses nós recebemos aqui no Coworking Town um número enorme de e-mails e telefonemas de pessoas que querem montar um coworking em um imóvel próprio. Ter uma sala comercial que não está alugada é sinônimo de prejuízo e muitos proprietários estão buscando formas de rentabilizar estes espaços.

Eu separei aqui neste artigo algumas informações importantes para quem busca alternativas para uma sala comercial vazia.

Planejamento

Preciso começar te falando uma verdade: montar um coworking não é tão simples quanto parece e se você acha que a tarefa é fácil, eu sinto te desapontar! Muitas pessoas acham que basta ter mesas e cadeiras modernas, uma sala de reuniões, wifi, café e pronto. Mas se você quer ganhar dinheiro com coworking você precisa ir MUITO além disso!

De acordo com os resultados que temos aqui no Coworking Town, os proprietários de imóveis podem ter um faturamento até 8x maior do que um aluguel tradicional. Mas esse resultado requer muito esforço, dedicação e investimento!

Antes de abrir um coworking em um imóvel próprio você deverá ter em mente que precisará estudar bastante! Sim! Estudar o mercado, fazer um plano de negócio, estudar o local onde seu imóvel fica localizado, fazer um projeto de arquitetura pensando no aproveitamento do espaço, na estética e na funcionalidade do local quando a operação estiver rodando. Estas são algumas das coisas que você precisa definir antes de tirar a sua ideia do papel.

Investimento para montar um coworking em um imóvel próprio

Passada a parte de planejamento e levantamento das informações, você precisará fazer um investimento inicial. Mesmo que seu imóvel já esteja “pronto” e tenha mobília e ar condicionado, você vai precisar adaptar a estrutura para que o coworking te dê o retorno esperado. Será necessário investir em mobiliário adequado, infraestrutura de rede, criação de novos pontos de energia e até mesmo fazer alterações na estrutura e paredes. Ah! Você precisará de capital de giro para manter o negócio funcionando enquanto sua receita ainda não é suficiente para pagar as despesas.

Além deste investimento financeiro você precisará dedicar muito tempo a esse negócio para traçar e executar estratégias de aquisição de clientes, escolher e implementar sistemas de gestão e de atendimento, estruturar um processo de vendas, dentre outras coisas que ninguém te conta quando o assunto é montar um coworking.

Muita coisa, não é?

Franquia de Coworking

Uma alternativa bem interessante para você que é dono de um imóvel é abrir uma franquia de coworking! Na avaliação da Associação Brasileira de Franchising (ABF), de acordo com estudos do SEBRAE, a taxa de mortalidade de uma unidade franqueadora em 10 anos é de 15% enquanto para uma unidade independente é de 75%. Ou seja, a possibilidade de você ter sucesso sendo um franqueado é 5x maior do que se você resolver criar uma empresa de forma independente.

Se você não sabe muito bem como funciona uma franquia eu vou te ajudar. As franquias são modelos de negócios que já foram testados junto ao público. Ou seja, já foi feito todo o trabalho de pesquisa de mercado, de construção e validação do modelo de negócios, definição de público-alvo, busca de fornecedores, precificação dos serviços/ produtos, elaboração de processos e muitas outras coisas que a rede franqueadora já conseguiu definir ao longo de todo esse tempo em que está no mercado. Estas são informações valiosíssimas que você levaria anos para reunir. Uma falha em qualquer um destes pontos citados acima pode significar o fracasso de uma empresa! Ao decidir por esse modelo de negócio a rede franqueadora vai transferir para você todo o conhecimento que ela adquiriu ao longo de anos e você vai replicar o modelo de sucesso que ela desenvolveu e testou.

Se você quiser saber mais sobre como uma franquia do Coworking Town pode aumentar em até 8x seu potencial de faturamento com o imóvel, é só clicar no link abaixo e conferir as informações no nosso site.

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