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No último dia 03 de Janeiro, teve inicio o prazo para a Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DAS-SIMEI), ou simplesmente Declaração Anual do MEI é um dos principais deveres do Microempreendedor Individual (MEI).

Mas, muitas pessoas não sabem do que se trata essa declaração e como gera-la. Por isso, nesse artigo iremos tirar as principais dúvidas sobre o assunto, para que você possa fazer sua Declaração Anual sem problemas.

O que é a Declaração Anual do MEI?

Como o nome já diz, a Declaração Anual de Faturamento é uma declaração obrigatória correspondente ao faturamento do ano-calendário, ou seja, do ano anterior ao que está em exercício. Por tanto no ano de 2022 a declaração deve ser referente ao faturamento do ano de 2021.

A Declaração deve ser feita mesmo se não houver faturamento anual.

Até quando posso gerar a minha Declaração Anual do MEI?

O prazo para o envio dos dados de faturamento da sua empresa, devem ser enviados até o ultimo dia do mês de maio, ou seja, até o dia 31 de maio de 2022.

O que acontece se eu não fizer a Declaração Anual ou enviar com atraso?

O envio da Declaração fora do prazo, resulta em uma multa que vai de R$ 50,00 a até 20% dos tributos. Além do pagamento da multa, o profissional não poderá emitir boleto para pagar o imposto mensal (DAS), e ainda terá um multa aplicada em cima desse imposto.

Caso o MEI fiquei dois anos consecutivos sem enviar a Declaração Anual, seu CNPJ será cancelado e seus débitos serão transferidos para pessoa física.

O que devo informar na minha Declaração?

Basicamente existem três informações que devem constar na sua Declaração Anual: Se houve funcionário registrado durante o período, a receita bruta total recebida no ano anterior e a receita referente à venda de produtos e/ou serviços, também no ano anterior.

Para informar os ganhos, uma das melhores e mais fáceis maneiras é consultar as notas fiscais emitidas durante o ano anterior. Porém, independente de emitir u não a nota, realizar um bom controle financeiro mensal, com os valores recebidos, auxilia no preenchimento da Declaração Anual.

Como fazer a Declaração Anual pelo aplicativo do MEI Fácil:

  • Abra o aplicativo e digite o seu CPF para acessar os dados da sua MEI;
  • Clique no menu à esquerda e selecione a opção “declaração anual”.

Ali você confere todas as declarações do seu CNPJ, tanto as em atraso, já feitas ou pendentes;

  • Selecione a declaração em aberto;
  • Para fazer a declaração, informe no primeiro campo, o valor total de tudo que você recebeu em vendas ou comércio e indústria. Preencha esses valores com atenção, pois as informações serão fornecidas para a Receita Federal;

Se você presta somente serviços, então a receita referente à comércio e indústria terá o valor de zero e vice e versa, ok?

  • Informe, no segundo campo, tudo que você recebeu como prestador de serviços. Esses valores serão somados, automaticamente, com todos os outros valores, ao final da sua declaração.
  • Por ultimo, informe se você teve um funcionário registrado na sua MEI e autorize à MEI Fácil o envio da sua declaração;
  • Por último, basta clicar em “fazer declaração”.

Em alguns segundos, caso necessário, você poderá atualizar as informações das declarações no aplicativo e a declaração que você acabou de fazer aparecerá como “Entregue”.

Pronto, a sua declaração foi enviada e você receberá, por e-mail, o recibo dela.

Como corrigir a Declaração Anual?

Caso você queira corrigir a declaração anual MEI recém feita ou que ainda está dentro do prazo até o dia 31 de maio do ano vigente, é só entrar no aplicativo da MEI Fácil, clicar na declaração que deseja corrigir e atualizar as informações necessárias.

No caso de ter entregado alguma declaração errada nos últimos anos, também é possível corrigir, basta fazer uma declaração retificadora. A única coisa que não pode deixar de ser feita, é a entrega da  declaração anual MEI.

Sempre Importante Lembrar:

1) Não se pode confundir a DASN-SIMEI (Declaração Anual do MEI) com a Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física, que deve ser entregue até 30 de abril.

2) O Empreendedor deve separar o que se refere à Pessoa Física (CPF, dele) e à Pessoa Jurídica (CNPJ, da empresa).  A receita da atividade do MEI é da Pessoa Jurídica.

3) Os lucros retirados da empresa constituem a renda da Pessoa Física e são considerados rendimentos isentos e não tributáveis até o limite de 8% (para comércio e indústria) ou 16% (serviços) da receita bruta. Em caso de dúvidas, procure o Sebrae Amapá ou um profissional contabilista.

Agora que você já sabe como fazer a sua declaração anual de faturamento, chegou o momento de gera-la, o prazo está vigente e não é seguro deixar para fazer em cima da hora!

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São poucos os países com um sistema de impostos tão complexo como o Brasil e no setor imobiliário isso não seria diferente. Os encargos são divididos entre as esferas municipal, estadual e federal, assim as cidades acabam possuindo diferentes cargas tributárias. Para entender o custo real dos imóveis comerciais no Brasil é preciso ficar por dentro de todas essas taxas.

Conhecer os encargos imobiliários é fundamental para saber os custos reais de qualquer negócio. Confira nesse artigo as principais taxas e impostos sobre imóveis comerciais no Brasil.

Quais são os principais impostos sobre imóveis comerciais no Brasil?

Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU) 

Com certeza esse é um dos impostos sobre imóveis mais conhecidos. O IPTU é cobrado sobre os proprietários de imóveis uma vez por ano. Em caso de aluguel, o contrato pode definir que o inquilino será cobrado pelo imposto, mas as responsabilidade de pagá-lo ainda assim é do locatário.

Existes dois fatores base para a cobrança do IPTU: o valor venal, que é a avaliação de quanto o imóvel comercial em questão vale, e a alíquota, que é um percentual que cresce progressivamente de acordo com o valor do imóvel. Assim, o cálculo do valor do IPTU é feito a partir da multiplicação do valor venal do imóvel e a sua alíquota correspondente.

O Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana é competência municipal, por isso o IPTU de São Paulo, por exemplo, terá alíquotas e faixas de valor venal diferentes da cidade do Rio de Janeiro.

Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário

Imposto de competência federal e possui uma alíquota única de 15% e é cobrado sobre o lucro da venda de imóveis.

Suponhamos que você tenha comprado uma sala comercial por 500 mil reais e vendeu esse mesmo imóvel por 750 mil reais, será cobrado um imposto de 15% sobre os 250 de lucro com a venda, ou seja, 37,5 mil reais.

É importante ressaltar que caso você venda um imóvel e compre outro em até 6 meses, o valor a ser pago pelo Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário será deduzido.

Seguindo com o exemplo utilizado, caso você tenha vendido a sala comercial por 750 mil reais e comprado outra pelo mesmo valor, você será isento de pagar IR sobre o Lucro Imobiliário.

E no caso de permuta de imóveis em que não existe torna, ou sejam quando nenhum dos envolvidos recebe um valor adicional na troca dos imóveis, não ocorre incidência de IR. Porque, como já foi dito anteriormente o Imposto de Renda só é cobrado sobre lucro que nesse caso não existe na transação de bens.

Imposto de Renda sobre Aluguel

Para os aluguéis de imóveis comerciais no Brasil, também é necessário que o proprietário pague o Imposto de Renda da Pessoa Física, afinal o valor recebido fará parte de sua receita mensal.

A tabela de IR de Pessoa Física aruá com alíquotas progressivas, que variam de isenção total (caso a renda mensal seja inferior a 1.903,98 reais) até 27,5% para valores acima de 4.664,68 reais.

É importante acrescentar que o Imposto de Renda sobre Aluguel também deve ser declarado pelo inquilino, apesar do imposto não incidir sobre ele caso seja Pessoa Física.

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

Esse é um dos tributos mais  importantes e onerosos, sendo cobrado sobre a compra de propriedades. É de competência municipal e por isso seu valor varia de acordo com a cidade, porém, costuma ficar entre 2 e 3% do valor do imóvel.

O ITBI é sempre cobrado de quem está comprando imóveis comercias e deve ser pago no momento da transferência de propriedade. No caso de permuta, esse imposto incide em ambas as propriedades, independente se a transação foi feita com ou sem torna.

Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)

Assim como o ITBI, esse imposto também é cobrado na transferência de imóveis, mas somente para casos de doação ou herança, ou seja, nesses dois casos ao invés de cobrarem o ITBI, é cobrado o ITCMD.

O ITCMD geralmente possui uma tabela progressiva, com diferentes alíquotas, de acordo com o valor do imóvel em questão e o tipo de transmissão (herança ou doação). Porém, cada estado possui suas próprias regras, sendo necessário ficar de olho na legislação local.

Por exemplo, no Ceará existem alíquotas para o caso de herança, que variam de 2% a 8%, e somente 2 alíquotas para doações, que variam de 2% a 4%. Já no Piauí, o ITCMD será sempre de 4%, independente do valor e do tipo de transmissão de bem.

Na grande maioria dos casos, os contribuintes do ITCMD são os herdeiros e os donatários, ou seja, quem recebe a propriedade. Mas, caso o donatário seja de um outro estado, o doador pode ser o responsável por pagar esse imposto.

No caso de doação de propriedade para instituições educacionais ou de assistência social sem fins lucrativos, a lei prevê isenção do imposto.

Quais as principais taxas sobre imóveis comercias no Brasil?

Escritura do imóvel

A escritura é um documento assinado em cartório, após a assinatura do contrato, que serve para validar o acordo de compra e venda feito entre duas partes. O valor pago para fazer a escritura varias de acordo com o valor da propriedade e a unidade federativa em questão.

Esse documento é necessário apenas no caso de compra à vista. Em caso de financiamento, o contrato emitido pela instituição financeira substitui a escritura.

Registo de imóvel

Essa é uma etapa posterior a escritura do imóvel, sendo necessária para que a transferência de propriedade seja corretamente registrada na matrícula do imóvel. Isso significa que o imóvel só é oficialmente transferido para o novo proprietário após a realização do registro de imóvel.

O valor dessa taxa também varia de acordo com o estado e o valor venal da propriedade. Vale ressaltar que o registro deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis e não no Cartório de Notas e cada propriedade está registrada em um cartório específico, por isso é necessário fazer no local correto.

Taxa de corretagem

A taxa de corretagem é o valor pago pelos serviços prestados por imobiliárias, incorporadoras e corretores. Essa taxa é sempre  incluída como uma porcentagem do aluguel, compra ou venda de imóveis no Brasil e não existe um valor fixo.

De maneira geral, o responsável por pagar essa taxa é quem contrata o corretor, mas nem sempre é o caso. Em permutas, por exemplo, é comum que a responsabilidade seja compartilhada por ambas as partes.

Taxa de evolução da obra

Essa é uma taxa cobrada apenas na compra de imóveis na planta. Uma taxa paga às construtoras, sendo uma forma delas repassarem os juros que são cobrados pelos bancos ou instituições financeiras.

Essa taxa custa em média 2% do valor total do imóvel, sendo paga no início da edificação até a entrega final. No caso de eventuais atrasos na entrega desse imóvel, o comprador tem o direito de entrar em contato com a construtora para suspender a taxa enquanto a obra estiver atrasada.

Como o coworking pode te ajudar?

Como já deu pra ver, não é tão simples entender todas as taxas e impostos cobrados sobre imóveis comerciais em nosso país, mas ao contratar um Coworking, você tem a garantia que muitas das suas dores serão resolvidas.

Primeiro e melhor de tudo é que você faz um único pagamento de boleto e ele já inclui todas as taxas, impostos e contas que você precisaria se preocupar em pagar se alugasse uma sala comercial.

Segundo que você pode rescindir o contrato a qualquer momento, o único solicitado é um aviso com 30 dias de antecedência, sem multas e sem precisar de fiador ou nenhuma outra regra desproporcional.

É muito importante estar a par de todas os impostos e taxas cobrados por imóveis no Brasil, assim você consegue ter a dimensão real de quanto custa o seu negócio e começar a pensar em soluções melhores para o seu modelo de trabalho.

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Abrir o próprio negócio é um grande desafio, que geralmente requer um alto custo de investimento e envolver várias despesas.  Como uma solução alternativa e econômica, profissionais freelances, pequenas empresas ou até mesmo autônomos, investem nos coworkings como uma opção para tirar suas ideias do papel e isso vêm se tornando uma tendência no brasil.

Já virou tendência no Brasil 

Segundo um estudo realizado pela Coworking Brasil, em 2018, o modelo de negócio no país movimentava cerca de R$ 127 milhões. Em 2019, o Censo Coworking Brasil, revelou que o crescimento do mercado de escritórios compartilhados cresceu 25% no último ano, chegando a 195 municípios e somando 1.497 unidades em todo o país. Apenas no estado de São Paulo, foram registrados 198 novos espaços.

Mensalmente, aproximadamente de 214 mil pessoas frequentam os espaços compartilhados, seja em uma estação de trabalho, participando de reuniões ou mesmo indo a eventos realizados no local. O serviço está presente em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Segundo especialistas, o modelo estimula a rotatividade dos estabelecimentos comerciais e diminui a chance de ficarem ociosos.

Na lista de cidades com maior número de escritórios compartilhados figura em primeiro lugar São Paulo/SP (273), Rio de Janeiro/RJ (102), Belo Horizonte/MG (62), Curitiba/PR (42) e Brasília/DF (35).

Quem são os coworkers brasileiros?

A começar pelo básico, existe um equilíbrio de gêneros: 50% se identificam como homens; 49%, mulheres; e 1% outros gêneros. Dentro disso, a idade média ficou em 33 anos, mas a variação é bem grande. Existem coworkers de 18 até 60 anos, confirmando que, sim, coworking não tem idade e é válido pra todo mundo que quiser viver essa experiência!

Quando o assunto é a área de atuação dos coworkers, um dos levantamentos mais aguardados, o Censo concluiu que os três campos mais citados foram da administração e serviços; comunicação e informação; e artes e design.

Certamente esses números se devem ao fato de que todas essas áreas podem ser facilmente desenvolvidas de forma remota. Sem contar que esses campos se beneficiam muito das interações, networking e troca de conhecimento dos espaços compartilhados. A maioria das empresas (43%) que fazem uso dos escritórios compartilhados são de pequeno porte com faturamento mensal de até R$ 5 mil. Já os profissionais independentes (31%) ganham até R$ 3 mil.  Com uma média de idade relativamente jovem, também vimos que a maioria ainda não possui filhos. Ao que tudo indica, eles estão em um momento pós-estudos e de construção de carreira antes de aumentarem a família. Grande parte dos coworkers investiu na universidade, e uma grande maioria, inclusive, foi além da faculdade e já possui pós-graduação.

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O final de mais um ano vem chegando e com ele as tendências do mercado para o ano seguinte vão surgindo, mas o que esperar do mercado imobiliário em 2022?

No começo de 2020, com o início da pandemia da covid-19, havia um enorme receio de que o setor imobiliário sofresse prejuízo, porém o mercado se mostrou resiliente em 2021 e as projeções para 2022 são bastante otimistas.

Como foi o mercado imobiliário em 2021?

Como já destacamos a pandemia trouxe uma surpresa ao mercado imobiliário em 2021, ao invés de uma queda, ele conseguiu uma ascensão impressionante. Um dos pontos principais para tal crescimento é o avanço da tecnologia no setor e a permissão para a continuidade das obras nos canteiros.  Além disso, é necessário destacar que a taxa de juros permaneceu baixa durante 2021 e deve continuar assim no próximo ano. O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) teve uma alta de 17%, de junho de 2020 a junho de 2021. Esse valor deve ser refletir no preço dos imóveis no futuro, o que torna esse período ideal para compra.

Quais são as expectativas para o mercado imobiliário em 2022?

A pandemia modificou as prioridades de muitas pessoas quando o assunto é a procura de um imóvel, a busca por espaços maiores e áreas de lazer está cada vez maior. Veja a seguir as tendências para o mercado imobiliário:

Imóveis maiores

Com a necessidade do isolamento social muitas pessoas passaram a enxergar pontos que antes passavam despercebidos. O espaço é um deles.

Aqueles que precisaram ficar em home office, sentiram falta de contar com cômodos extras para acomodar escritórios de qualidade. Além disso, espaços com poucos ambientes acaba se tornando muito desconfortável para quem precisa passar tanto tempo em casa.

Por isso a busca por imóveis maiores, será uma tendência em 2022, para que as pessoas possam investir em infraestrutura no próprio lar, a intenção será ter imóveis que ampliem as funcionalidades. Independente de continuarem em home office ou não depois da pandemia.

Para se ter uma ideia, a Quinto Andar divulgou uma pesquisa feita por eles que diz que houve um aumento de 30% na busca por imóveis de dois quartos, assim como nas unidades com três e quatro quartos. Já os espaços com apenas um quarto tiveram uma queda e é justamente o que impede as pessoas de montarem uma boa estrutura de trabalho.

Imóveis com área de lazer

Antes da pandemia havia uma grande procura por apartamentos tipo studio, com espaços reduzidos e mais próximo aos grandes centros, porém também impactado pelo distanciamento social, a tendência será a procura por imóveis com área de lazer e varandas. Essa é mais uma comodidade para aqueles  que possuem trabalho remoto e passam muito tempo em casa. A distância do local de trabalho já não será mais uma preocupação e sim a qualidade de vida que as pessoas podem ganhar morando em uma casa com piscina, ou próximo de parques onde possam se exercitar e relaxar, por exemplo.

Processos digitais e sem burocracia

Mais uma tendência do mundo pós pandêmico é a procura e até mesmo a visita ao seu imóvel dos sonhos online. Antes o que era um processo longo e burocrático, agora pode ser feito com apenas alguns cliques e sem sair de casa.

O que necessitava de autorizações de fiadores, depósitos de até três meses de aluguel, hoje já não é mais necessário para alugar um espaço comercial ou residencial e isso não será mais um diferencial e sim uma necessidade do novo padrão de comportamento do consumidor.

Sustentabilidade

A preocupação com a sustentabilidade que já vem em um crescente aumento, se intensificou nos últimos meses e seguirá na busca por imóveis para o ano seguinte. Afinal, além de contribuir com o meio ambiente ajuda a reduzir custos das contas mensais, como água, luz entre outros que ficaram mais caros durante esse ano.

Imóveis com automações também vem ganhando destaque, porque são uma possibilidade de redução de consumo, oferecem mais segurança e praticidade na rotina do dia a dia (abrir e fechar cortinas, sensor de movimento para acender a luz, ligar aparelhos, etc.).

Como podemos observar o mundo mudou e o padrão de consumo mudou junto com ele. Não se adaptar a essa nova realidade pode trazer prejuízos para seu negócio uma vez que as pessoas buscam cada vez mais a praticidade e a desburocratização no momento de compra seja de um serviço ou de um imóvel. Só conhecendo as tendências do mercado imobiliário em 2022 e estudando novas formas de fazer negocio permitirá que a empresa possa agir de forma mais estratégica.

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Mais de um ano após o inicio da pandemia causada pela Covid-19, alguns hábitos do trabalhador brasileiro começam a apresentar análises mais concretas. Um deles, é o novo sistema de trabalho a distância que tem deixado o coworking em alta no Brasil.

Se no começo da pandemia o home office parecia uma solução ideal, cômoda e até mesmo promissora, após um ano aqueles que tiveram que migrar para o trabalho integral a distância já não pensam mais o mesmo. O que era um sonho se tornou uma nova dor de cabeça.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Consumoteca destaca que 73% dos brasileiros preferem nãotrabalhar em casa cem por cento do tempo. Os motivos que mais se destacam para esse descontentamento estão no aumento das contas de luz e internet, o uso de tecnologias pessoais e a falta de diferenciação entre os espaços de descanso e lazer e o do trabalho.

Ao menos, 53% deles disseram ter usado pela primeira vez as ferramentas pessoais para trabalhar. E ainda que uma parte das empresas tenham fornecido equipamentos (computadores e benefícios home office), a pesquisa destaca que os colaboradores sentem falta do ambiente do escritório, afinal muitas pessoas não contavam com espaço para escritório em suas casas e acabaram tendo que trabalhar na mesa de jantar da família, por exemplo.

Alternativas para o home office deixa o coworking em alta

Uma das alternativas para evitar a insatisfação é possibilitar a jornada híbrida. Sendo assim, o trabalhador pode trabalhar tanto de casa quanto no escritório por alguns dias da semana, porém muitas empresas se desfizeram dos espaços físicos buscando uma redução de custos e flexibilidade no modelo de contrato. E é nesse cenário que vamos um crescimento na busca que tem tem deixado o coworking em alta no Brasil.

Após uma forte crise no faturamento do mercado que ocorreu no primeiro semestre de 2020 com o auge da pandemia, o futuro se mostrou benéfico. Segundo última pesquisa feita pela Coworking Brasil 75% dos empresários do setor de coworking estão otimistas em relação ao futuro desse segmento.

Os escritórios do futuro viraram por uma questão de necessidade, os escritórios do presente e a procura por espaços de escritórios compartilhados no brasil aumenta significativamente quando o empreendedor descobre que ele não precisa mais de um ambiente convencional para manter o seu negócio. Ele pode compartilhar o espaço com outras pessoas e empresas, sem a diminuição do foco e da produtividade de sua equipe. Muito pelo contrário, pesquisas apontam que 80% das pessoas que trabalham em espaços de coworking são mais motivadas e produtivas.

Entendendo as demandas do mercado e visando novas oportunidades, com a missão em fazer com que mais empreendedores prosperem, o Coworking Town cresceu e agora são três unidades em excelentes pontos do Rio de Janeiro (Cinelândia, Copacabana e Nova América) preparadas para receber sua empresa e seus colaboradores. A empresa que está entre os 10 coworkings mais populares do brasil, vem oferecendo soluções únicas em locais de trabalho, presença virtual, reuniões e serviços de escritório para ajudar sua empresa 24 horas por dia em qualquer lugar.

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Quando se trata de sucesso em um mundo de constante mudança, a capacidade de se manter ágil é fundamental. Falando do escritório da sua empresa, por que comprometer a sua empresa em locações de longo prazo que invariavelmente lidam com a utilização ineficiente do espaço ou lidam com despesas imprevisíveis ano após ano que atrapalham o planejamento orçamentário? Optar por um coworking faz muito mais sentido.

As soluções ágeis de espaço de trabalho podem resolver esses desafios e muito mais. É por isso que não só empreendedores iniciantes, mas também as maiores empresas do mundo já estão incorporando as soluções mais flexíveis para acomodar a sua força de trabalho.

Essa agilidade, é claro, se reflete também em ganhos financeiros que vamos abordar ao longo desse artigo.

1. Optar por um coworking para reduzir o investimento inicial

O coworking é um escritório pronto, ou seja, basta você contratar a quantidade de lugares que precisa para abrigar a sua equipe. Existem coworkings de diversos tamanhos e perfis e com certeza você vai conseguir encontrar o ideal para a sua empresa pagando apenas uma mensalidade. Aqui no Coworking Town por exemplo, temos soluções de escritório até para quem não precisa estar todos os dias no escritório.

Em um modelo tradicional, para ter um escritório próprio você teria que alugar um imóvel muitas vezes fazendo um depósito caução, teria que investir na adaptação do imóvel para as suas necessidades e em todo o mobiliário. Portanto, ao optar por um coworking nada disso será necessário.

2. Estabilizar despesas

As mensalidades do coworking são fixas, normalmente cobradas por pessoa e reajustadas anualmente. Isso garante um fluxo operacional constante fornecendo previsibilidade e estabilidade para todos os custos imobiliários.

Para muitos clientes, esta é uma mudança bem-vinda em relação à volatilidade causada por despesas variáveis.

3. Adequar o prazo de comprometimento

Os contratos no coworking são de curto prazo, especialmente se comparados as locações tradicionais, resultando em passivos financeiros reduzidos. Ou seja, você escolhe o que é certo para o seu negócio, com compromissos que podem ser de meses ou anos.

4. Flexibilidade ao optar por um coworking

Por não ser uma locação tradicional e sim uma prestação de serviços, os contratos para utilizar espaços de coworking são muito menos burocráticos e consequentemente muito mais flexíveis.

Uma das vantagens é poder rescindir o contrato mediante um aviso prévio e/ou uma pequena multa. Outra vantagem é poder adaptar os serviços contratos conforme a sua necessidade ao longo do tempo.

5. Aumentar a sua capacidade de adaptação

No coworking as empresas utilizam os imóveis de forma mais eficiente, pagando apenas pelo espaço de que precisam. Isso significa cortar espaço desperdiçado e, portanto, gastos desperdiçados.

Agora, as empresas têm a capacidade de adaptar o tamanho dos seus escritórios não importa com que frequência a contagem de funcionários possa flutuar.

6. Obter maior eficiência por metro quadrado

Os espaços de coworking permitem que as empresas usem o escritório de forma mais eficiente. Os membros têm acesso a uma gama diversificada de comodidades compartilhadas, como cozinhas, lounges, grandes salas de reuniões e áreas de treinamento.

Acessar esses recursos sob demanda permite que as empresas ampliem as suas capacidades sempre que necessário ao passo que reduzem a dependência de ter esses locais, muitas vezes ociosos, nos seus próprios espaços.

Agora que você já entendeu algumas das principais razões financeiras que fazem do coworking uma melhor opção que tal conhecer tudo que um coworking tem a oferecer?

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A maior parte da nossa vida cultural e econômica está centrada em narrativas. Por exemplo: religião, economia, esportes, família, casa e muito mais. Isso nos ajuda a colaborar e construir sociedades mais resilientes. Trabalho e o local de trabalho é uma daquelas grandes narrativas do nosso tempo. Costumávamos ir para o mesmo escritório, cinco dias por semana de 9:00 as 17:00 e isso tem mudado gradualmente nas últimas duas décadas. A pandemia de COVID-19 finalmente levou essa transformação ao ponto de inflexão fazendo surgir o coworking como o novo normal.

O reinado do escritório tradicional acabou e o coworking veio para ficar. Ele veio para ficar antes da pandemia do Coronavírus, mas o início da pandemia solidificou a posição do coworking como uma solução de espaço de trabalho preferida.

Evolução do coworking

Origem dessa forma de trabalho

Nos primeiros dias do coworking, muitos argumentavam que não passava de um movimento e tendência que acabaria por desaparecer.

Doze anos depois, o que começou como um movimento tornou-se uma indústria completa que interrompeu totalmente a maneira como as pessoas alugam e usam o espaço de escritório. À medida que a demanda por espaços de coworking aumentou e a indústria evoluiu, a terminologia também aumentou. Hoje, muitas pessoas usam o termo coworking, espaço de trabalho flexível e espaço de trabalho como serviço para se referir à mesma coisa.

Uma coisa é clara, independentemente do termo que você decidir usar, ambientes de trabalho flexíveis vieram para ficar.

A pandemia

A pandemia de COVID-19 foi um momento de cisne negro para essa nova maneira de trabalhar. Uma mudança que de outra forma levaria mais de uma década. Um modelo de trabalho híbrido que antes era usado apenas por um nicho da força de trabalho e em crescimento lento, estava agora sendo adotado por milhões de pessoas em todo o mundo.

Doze meses após o surto, a ideia de ir trabalhar que significa ir ao mesmo escritório todos os dias começa a soar ridícula. Uma abordagem mais híbrida em relação ao local de trabalho é o que a maioria das organizações adota e implementa atualmente em suas estratégias no local de trabalho. A partir de agora, o funcionário corporativo médio poderá ficar em casa alguns dias por semana ou apenas ir ao escritório por um motivo específico.

A pandemia mudou em alguns meses o que de outra forma levaria anos para se materializar.

Da tendência ao mainstream

Adaptação ao novo normal

Embora muitos pensassem que era uma moda passageira quando apareceu pela primeira vez, provou ser tudo menos isso. E a pandemia também provou que esses espaços podem até ser melhores do que os tradicionais.

O fato de ser versátil e flexível aumenta seu apelo no mundo do Covid e (espero) pós-Covid.

Atualmente, poucas empresas querem alugar espaço para escritórios a longo prazo, já que pode ser bastante caro agora, quando o retorno aos escritórios nem sequer é garantido. É por isso que os espaços de trabalho compartilhados apareceram como o substituto lógico.

Aumento da procura por coworking

O Oxford English Dictionary define normal como: “o estado ou condição usual, típico ou esperado”. O coworking então poderia ser classificado como uma “nova normalidade” para os requisitos do local de trabalho. E achamos que esse é o ponto.

Os espaços de coworking se tornaram o local de trabalho esperado e preferido da força de trabalho de hoje. Isso agora é mais verdadeiro do que nunca, especialmente à medida que mais empresas mudam para opções permanentes de trabalho remoto após a pandemia do coronavírus. As empresas que adotam modelos de trabalho híbrido estão incorporando soluções flexíveis de espaço de trabalho em suas estratégias imobiliárias, a fim de atender às necessidades de trabalhadores remotos em diferentes cidades e países.

Não é apenas o aumento da adoção das empresas que aponta para o coworking ser o novo e preferido normal, é também o aumento do interesse que a indústria de coworking está experimentando de proprietários, desenvolvedores imobiliários e investidores.

Convergência dos modelos de trabalho

Empresas como Facebook, Spotify e muitas outras mudaram para um modelo de trabalho remoto ou híbrido este ano. Eles não só precisam repensar a maneira como operam sua sede, mas também dependerão fortemente de provedores de espaço de trabalho flexíveis para hospedar seus funcionários remotos ou híbridos.

Fornecer espaço de escritório aos funcionários deixa de ser uma função primária da organização. E como um serviço secundário, pode muito bem ser tratado por provedores externos.

O coworking tem futuro brilhante

Coworking fora dos grandes centros

A indústria de coworking tem sido duramente atingida pela pandemia. Mas dias melhores estão por vir. Apesar de uma desaceleração no crescimento, pesquisas do ano passado mostram que a indústria de coworking sairá viva e forte após a pandemia da COVID-19.

Especificamente, relatos descobriram que os espaços de coworking suburbanos ganham mais em um mundo pós-pandêmico. À medida que o trabalho remoto é adotado, muitos estão optando por deixar as grandes cidades em favor de áreas mais suburbanas (e acessíveis).

O novo normal

Um novo mundo requer novas soluções, certo? E parece que o coworking pode realmente se encaixar perfeitamente às necessidades da nova era.

Quase parece que estamos entrando na era de ouro do coworking. Os princípios operacionais desses locais de trabalho comunitários originalmente independentes para freelancers, empreendedores e start-ups são agora o novo padrão para todos. Todos nós nos tornamos colegas de trabalho.

Ele ainda reduz a pegada ecológica do trabalho por causa da menor quantidade de deslocamentos e escritórios menores. E tudo aconteceu muito mais rápido e de uma maneira totalmente diferente do que teríamos pensado há vinte anos. O que mais podemos esperar?

A única coisa que ironicamente pode acontecer ao longo do caminho é que não o chamamos mais de coworking. Em vez disso, ele se tornará o novo normal de trabalhar.

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Nos últimos meses nós recebemos aqui no Coworking Town um número enorme de e-mails e telefonemas de pessoas que querem montar um coworking em um imóvel próprio. Ter uma sala comercial que não está alugada é sinônimo de prejuízo e muitos proprietários estão buscando formas de rentabilizar estes espaços.

Eu separei aqui neste artigo algumas informações importantes para quem busca alternativas para uma sala comercial vazia.

Planejamento

Preciso começar te falando uma verdade: montar um coworking não é tão simples quanto parece e se você acha que a tarefa é fácil, eu sinto te desapontar! Muitas pessoas acham que basta ter mesas e cadeiras modernas, uma sala de reuniões, wifi, café e pronto. Mas se você quer ganhar dinheiro com coworking você precisa ir MUITO além disso!

De acordo com os resultados que temos aqui no Coworking Town, os proprietários de imóveis podem ter um faturamento até 8x maior do que um aluguel tradicional. Mas esse resultado requer muito esforço, dedicação e investimento!

Antes de abrir um coworking em um imóvel próprio você deverá ter em mente que precisará estudar bastante! Sim! Estudar o mercado, fazer um plano de negócio, estudar o local onde seu imóvel fica localizado, fazer um projeto de arquitetura pensando no aproveitamento do espaço, na estética e na funcionalidade do local quando a operação estiver rodando. Estas são algumas das coisas que você precisa definir antes de tirar a sua ideia do papel.

Investimento para montar um coworking em um imóvel próprio

Passada a parte de planejamento e levantamento das informações, você precisará fazer um investimento inicial. Mesmo que seu imóvel já esteja “pronto” e tenha mobília e ar condicionado, você vai precisar adaptar a estrutura para que o coworking te dê o retorno esperado. Será necessário investir em mobiliário adequado, infraestrutura de rede, criação de novos pontos de energia e até mesmo fazer alterações na estrutura e paredes. Ah! Você precisará de capital de giro para manter o negócio funcionando enquanto sua receita ainda não é suficiente para pagar as despesas.

Além deste investimento financeiro você precisará dedicar muito tempo a esse negócio para traçar e executar estratégias de aquisição de clientes, escolher e implementar sistemas de gestão e de atendimento, estruturar um processo de vendas, dentre outras coisas que ninguém te conta quando o assunto é montar um coworking.

Muita coisa, não é?

Franquia de Coworking

Uma alternativa bem interessante para você que é dono de um imóvel é abrir uma franquia de coworking! Na avaliação da Associação Brasileira de Franchising (ABF), de acordo com estudos do SEBRAE, a taxa de mortalidade de uma unidade franqueadora em 10 anos é de 15% enquanto para uma unidade independente é de 75%. Ou seja, a possibilidade de você ter sucesso sendo um franqueado é 5x maior do que se você resolver criar uma empresa de forma independente.

Se você não sabe muito bem como funciona uma franquia eu vou te ajudar. As franquias são modelos de negócios que já foram testados junto ao público. Ou seja, já foi feito todo o trabalho de pesquisa de mercado, de construção e validação do modelo de negócios, definição de público-alvo, busca de fornecedores, precificação dos serviços/ produtos, elaboração de processos e muitas outras coisas que a rede franqueadora já conseguiu definir ao longo de todo esse tempo em que está no mercado. Estas são informações valiosíssimas que você levaria anos para reunir. Uma falha em qualquer um destes pontos citados acima pode significar o fracasso de uma empresa! Ao decidir por esse modelo de negócio a rede franqueadora vai transferir para você todo o conhecimento que ela adquiriu ao longo de anos e você vai replicar o modelo de sucesso que ela desenvolveu e testou.

Se você quiser saber mais sobre como uma franquia do Coworking Town pode aumentar em até 8x seu potencial de faturamento com o imóvel, é só clicar no link abaixo e conferir as informações no nosso site.

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4 minutos de leitura

As mudanças que o mundo tem passado em 2020 aceleraram as tendências por mais flexibilidade e mobilidade no local de trabalho. Isso significa que há um enorme desafio pela frente para os imóveis comerciais.

Um estudo feito pela JLL estima que 30% de todos os escritórios globalmente seja flexível de alguma forma até 2030. É esperado que o design dos escritórios continue a evoluir e tenha um papel ainda maior na promoção do bem-estar e da produtividade.

O objetivo da flexibilidade é fornecer aos trabalhadores opções que os ajudem a atender às suas demandas pessoais e profissionais, ao mesmo tempo que apoiam suas aspirações de carreira.

Nesse cenário, os executivos do setor imobiliário corporativo terão que navegar em um mundo mais complexo, aplicando soluções de espaço de trabalho em um espectro mais amplo de escolha, de espaço sob demanda a ativos mais tradicionais alugados ou próprios.

Flexibilidade em Imóveis Comerciais

Adaptação

A pandemia do Coronavírus está colocando pressão sobre os inquilinos, mas também tornando difícil para eles conhecerem exatamente as suas necessidades a médio prazo. Essa mudança está impulsionando a preferência por espaços de coworking ao invés dos imóveis comerciais tradicionais, já que nesses espaços os contratos são mais flexíveis e não tem necessidade de comprometimento a longo prazo, seguro fiança e outras burocracias.

O escritório continua sendo uma parte fundamental da cultura corporativa, mas à medida que mais empresas adotam ecossistemas corporativos mais distribuídos, a flexibilidade será a chave para a satisfação dos funcionários. Ao atrair e apoiar os melhores talentos, os formatos mais flexíveis têm o potencial de fortalecer as organizações e impulsionar o crescimento.

Descentralização

Para diminuir a densidade de seus locais de trabalho e apoiar programas de incentivo ao trabalho remoto, a maioria das grandes empresas está reconsiderando cuidadosamente a logística de suas equipes e as necessidades de seus imóveis comerciais.

A expectativa é uma mudança em direção a um modelo de hubs com escritórios mais próximos de onde as pessoas moram. Esses locais distribuídos podem ser facilmente instalados em espaços de coworking contratados conforme a necessidade específica de cada região.

Produtividade

Embora a capacidade de trabalhar em casa esteja se tornando perfeitamente possível, manter a produtividade fora do escritório pode ser difícil a longo prazo e os desafios enfrentados muitas vezes podem tornar o trabalho em casa uma escolha menos ideal.

As empresas estão deixando de enxergar o escritório como linha de despesa em uma planilha e passando a ver como um motor estratégico de transformação e desempenho dos funcionários. O foco será de manter os escritórios centrais que agreguem a cultura da empresa e resultem em melhores resultados financeiros no fim das contas.

Grandes Empresas

Escritórios Centrais

Os escritórios centrais estão se tornando cada vez mais um local de colaboração, conexão, inovação e interação social. O desejo por essas características não diminuiu.

Entretanto, os empregadores estão procurando soluções mais simples que economizem custos, reduzam o tempo de deslocamento e apoiem a boa saúde. Dessa forma, no longo prazo muitas grandes empresas podem ter menos demanda por longos aluguéis e estarão menos interessadas em possuir ativos.

Benefícios para funcionários

A lista de empresas que agora usam espaços de coworking está crescendo rapidamente. Algumas utilizam esses espaços conforme a necessidade, como para reuniões ou espaços para eventos maiores, enquanto outros já oferecem vouchers de coworking como parte da remuneração total de seus funcionários.

Para manter o moral alto e atrair novos funcionários, pode ser necessário oferecer uma solução mais flexível que permita às pessoas trabalharem como e onde quiserem e o coworking oferece essa flexibilidade.

Necessidade de Investimento

Sem estar vinculado a um contrato de longo prazo, o modelo de coworking permite que as empresas adicionem ou subtraiam o número de mesas que ocupam, o que simplifica tanto a contratação quanto o dimensionamento se comparado ao modelo tradicional em imóveis comerciais.

Esses espaços fornecem o máximo em agilidade para equipes em crescimento que atendem perfeitamente às necessidades de cada empresa em seu estágio particular de desenvolvimento. De modo geral, as empresas não precisam se preocupar com despesas de CAPEX ou OPEX, além da própria economia de custo.

Segurança da Informação

Trabalhar em casa também traz alguns perigos que muitas empresas ainda não consideraram, como por exemplo o descarte adequado de materiais confidenciais impressos e a falta de segurança na rede doméstica.

A segurança é crítica para os negócios e deve ser cuidadosamente planejada.

Coworking x Imóveis Comerciais

Mercado de Coworking

Com mais de 20.000 espaços de coworking já estabelecidos no mundo, o boom do coworking na última década pode ser identificado principalmente nos grandes centros urbanos.

No entanto, os especialistas estão prevendo que até 30% da força de trabalho global estará trabalhando remotamente vários dias por semana até o final de 2021. Essa tendência não apenas reforça a importância da flexibilidade, mas também marca um fenômeno emergente: o coworking está se movendo nas grandes cidades e nos subúrbios.

Além disso, a pandemia mudou a visão das pessoas sobre os centros das cidades, tornando-os menos desejáveis. Com quase todas as empresas (e economias) no mundo repensando suas estratégias de local de trabalho, os mercados em bairros longe do centro e em cidades menores estão se tornando cada vez mais ideais para espaços de coworking.

Lucratividade

A lucratividade nesses tipos de espaços de coworking é impulsionada pela alta densidade de assentos e serviços adicionais. Somado a isso, os operadores que possuem seus imóveis ou que firmaram acordos de parceria com proprietários e investidores estão mais propensos a ter melhores resultados.

Foi visando esse mercado crescente que moldamos o nosso modelo de franquia, buscando oferecer uma solução mais adequada para os imóveis comerciais. Nosso know-how permite que espaços antes ocupados por uma única grande empresa, agora sejam ocupados por dezenas de empresas menores.

Além de aumentar os lucros, a diversificação das receitas e o modelo dos contratos de prestação de serviços em vez do modelo convencional e burocrático do aluguel resultam em um fluxo constante de recebimentos com baixo risco de inadimplência.

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Publicado no blog dos nossos parceiros do Tiny ERP!

6 minutos de leituraParabéns! Sua organização foi bem-sucedida no trabalho remoto e se estabeleceu em uma nova rotina. Agora, é hora de começar a se preparar para o retorno aos espaços de trabalho.

Por mais que a adoção do home office tenha sido rápida e compulsória, a expectativa é que o sucesso desse modelo seja visto como uma alternativa para as empresas que já começaram a rever as suas necessidades. Entretanto, nem todos conseguem ser produtivos 100% do tempo em casa e um escritório oferece um ambiente colaborativo, com um senso de unidade e propósito, que inevitavelmente está ausente no trabalho remoto .

Precisamos de contato social para crescer, aprender, permanecer engajados e com boa saúde mental, e embora a tecnologia nos ajude em períodos de isolamento forçado, existe um desejo crescente de estar com os outros pelo estímulo que somente a interação física fornece.

Entretanto, nosso retorno ao antigo local de trabalho pode ser apenas um sonho do passado. O mundo já mudou e é daí que surge a necessidade urgente dos espaços de trabalho adequados à essa nova realidade que vamos abordar nesse artigo.

Espaços de Trabalho Híbridos

Tamanho dos Escritórios

Grandes escritórios deixarão de existir e as empresas manterão escritórios menores como “hubs” centrais. Haverá mais trabalho em casa ou fora do escritório e os funcionários visitarão os escritórios centrais para reuniões presenciais e realizar trabalhos que não podem ser executados remotamente.

O local de trabalho será híbrido para que as pessoas possam trabalhar de qualquer lugar e as empresas que adotarem essa estrutura dispersa e ágil, terão uma vantagem significativa sobre os players mais tradicionais.

Além disso, sem necessidade de um grande escritório central, os requisitos de contratação das organizações mudarão e a guerra por talentos não terá mais limite geográfico.

Flexibilidade no Contratos

Os modelos de negócios evoluem e certamente veremos ocupantes em escritórios tradicionais buscando maior flexibilidade em seus contratos de aluguel. A escolha de um espaço de trabalho que facilite no momento de reduzir ou aumentar o tamanho a curto prazo é fundamental, permitindo por exemplo que eles reduzam suas despesas fixas mais rapidamente em caso de recessões futuras ou ainda expandindo mais rapidamente com a retomada do crescimento econômico.

Com um contrato flexível, eles podem ter também espaços satélites, necessários para proporcionar a seus funcionários um ambiente de trabalho seguro perto das suas casas. A flexibilidade torna-se uma excelente alternativa para um plano de contingência durante esse período de adaptação.

Layout dos Espaços de Trabalho

É fundamental para o sucesso de nossos negócios e instituições que o nosso local de trabalho se adapte às mudanças, juntamente com o mundo em mudança. As grandes plantas abertas, projetadas para maximizar a capacidade de assentos talvez não funcionem mais e os impactos à saúde humana de nossas escolhas devem estar entre as principais considerações.

Considere paredes ou divisórias móveis para redesenhar os espaços de maneira a atender às necessidades atuais, mas que podem ser convertidos novamente conforme as coisas se modifiquem. Os espaços em que os membros da equipe precisam colaborar com os membros externos exigirão não apenas necessidades tecnológicas novas e diferentes, mas também necessidades acústicas diferentes.

Talvez essas preferências resultem em um aumento das áreas comuns, não apenas espaços para reuniões e brainstorming, mas lugares para socializar e colaborar, permitindo as interações que todos desejamos hoje em dia.

Escritório Virtual

Os planos virtuais, nos quais nenhuma presença física é necessária, se tornarão ainda mais presentes. Além de econômico e flexível, há vários benefícios na escolha de um escritório virtual.

Embora as equipes trabalhem em casa, as empresas se beneficiam dos serviços para ajudar nas suas rotinas diárias. Entre eles estão os serviços de recepção, endereço para divulgação comercial, endereço para registro de CNPJ, gestão de correspondências e até secretárias remotas.

Segurança dos Espaços de Trabalho

Um impacto direto do Coronavírus é o aumento do grau de segurança nos espaços de trabalhos das equipes. Para ter sucesso neste desafio, serão necessárias medidas eficientes, com papéis e responsabilidades bem definidas, e também uma comunicação clara sobre quais são as diretrizes e o que esperar de cada uma. Só assim todos poderão confiar que o escritório é um local seguro para trabalhar.

Transporte Público

Trabalhar perto de casa será fundamental para evitar que as pessoas precisem se aglomerar em transportes públicos para se dirigir ao trabalho. Nesse cenário os espaços de coworking se apresentam com uma grande alternativa, tendo em vista que muito provavelmente existe um perto da casa de cada um dos membros da sua equipe.

Limpeza do Escritório

Além do reforço nas limpezas diárias dos escritórios, devemos disponibilizar os produtos de higiene e desinfetantes em todas as salas de reunião e áreas comuns para uma rápida limpeza das superfícies e das as mãos, é claro. Será importante também desinfetar regularmente os espaços de trabalho com equipes especializadas.

Cuidado Pessoal

O cuidado preventivo é agora a chave para reduzir a probabilidade de contágio. Cada pessoa deverá assumir a sua parcela para contribuir com a segurança coletiva. Será importante que cada um tenha o seu próprio “arsenal de saúde” durante o trajeto diário e no local de trabalho. Outra medida importante é seguir as recomendações de higiene, como lembrar de limpar os nossos telefones regularmente.

Na maioria dos prédios da Ásia, estão verificando automaticamente a temperatura na entrada, e isso provavelmente acontecerá em diversos locais, conforme a tecnologia se torne mais acessível. À medida que essa prática se torna comum, os funcionários podem até começar a verificar a sua própria temperatura em casa todos os dias antes de ir para o escritório.

Pontos de Contato

Uma reformulação cuidadosa do local de trabalho pode incluir outras medidas, como torneiras ativadas por sensor e até leitores de cartão com abertura automática nas portas, o que reduziria o risco de infecção se espalhar pelo contato físico. Uma outra alternativa é deixar portas de entrada e saída podem abertas durante todo o dia para reduzir pontos de contato repetitivos.

Mesas de Trabalho

Para escritórios onde as pessoas têm mesas fixas, o ideal seria adotar uma política de “mesa limpa”, exigindo que os funcionários guardem pertences ou outros itens pessoais. Tradicionalmente, os serviços de limpeza são avisados ​​para não mexer nas mesas com pilhas de papel, deixando-as sujas e consequentemente com maior risco.

Respirar Ar Limpo e Fresco

O ar que respiramos tem muito a ver com a nossa saúde. Por isso, é importante que os espaços de trabalho tenham ar condicionado individual ou setorizado com filtros adicionais, diminuindo o risco de respirar o ar infectado. Também é recomendável que tenha locais ao ar livre para dar um refresco ao longo do dia para as pessoas que frequentam o escritório.

Iluminação

A iluminação dos ambientes pode ser adaptada com lâmpadas UV que fornecem benefícios desinfetantes, mas com luz visível e segura, inofensiva aos seres humanos.

Redução do Contato

Entre as medidas podemos incluir o aumento da distância entre as mesas, incluir barreiras entre elas ou modificar o layout para que um não sente de frente para o outro. Evitar o compartilhamento de mesas entre diversas pessoas, deixando-as fixas por enquanto e ainda podemos esperar que os tamanhos das reuniões sejam limitados e que sejam criadas zonas de segurança nas áreas comuns.

Trabalhar em turnos para evitar que todos cheguem ao escritório ao mesmo tempo também pode ser uma alternativa eficiente, assim como pode ser útil fornecer dicas para todos como por exemplo aguardar caso já houver duas pessoas no elevador.

Visitantes

O ideal é evitar visitas e quando necessário, realizar agendamento prévio para evitar muitas pessoas chegando ao mesmo tempo. No caso de espaços de coworking uma alternativa é realizar um tour virtual 3D ou via alguma outra ferramenta de vídeo conferência para apresentar os espaços de trabalho.

As políticas de retirada de correspondências podem envolver áreas separadas para entrega sem contato e podem ser incluídos quiosques de autoatendimento nas recepções, reduzindo a interação humana e limitando a exposição.

Horário de Almoço

Dependendo do tamanho da sua organização, os turnos programados para o almoço podem aliviar o agrupamento de pessoas em torno do micro-ondas e lava-louças. O primeiro turno come e limpa as superfícies antes que o segundo turno chegue, e assim por diante.

Faça um Plano para Volta aos Espaços de Trabalho

Todo mundo está ansioso para voltar ao normal, mas é importante organizar quanto e como voltaremos. Pode haver pessoas cujas funções são mais adequadas para trabalhar remotamente por mais algum tempo ou outros que enfrentaram dificuldades para trabalhar de casa.

É importante entender as necessidades de cada um enquanto mantém as bases para uma volta segura. Portanto, é fundamental equilibrar as necessidades individuais e empresariais para que tudo seja feito no tempo certo.

Esta é uma oportunidade única de permanecer aberto a novas maneiras de trabalhar, abraçar o que está funcionando bem e fazer um balanço de como esse evento não planejado e sem precedentes pode moldar o futuro do seu local de trabalho.

E não deixe de nos contactar caso precise de ajuda para adequar o seu escritório próprio ou de uma plano de contingência para a sua empresa.

3 minutos de leituraUm espaço de coworking está se tornando uma alternativa para profissionais autônomos ou empreendedores que iniciaram a operação do negócio há pouco tempo. Obviamente, o uso de um escritório compartilhado significa ter um mix de informações diferentes e uma gama inimaginável de networking.

A troca de ideias, informações e experiências é vista com bons olhos por muitas pessoas. Entretanto, aquelas que se distraem facilmente enxergam esses aspectos como um grande empecilho da produtividade.

Mas, não devemos ver essas situações como pontos para desistir de frequentar esses espaços. Existem medidas simples e eficazes para solucioná-los e transformar o ambiente, deixando-o produtivo e funcional.

Interessou-se? Então, continue a leitura deste artigo e conheça 5 dicas para melhorar o trabalho num espaço de coworking.

1. Use alguns acessórios

O uso de alguns acessórios pode ser fundamental para que você consiga se concentrar em suas tarefas sem se preocupar com o que os demais coworkers estão fazendo.

Uma alternativa interessante em locais muito movimentado e barulhento (o que é normal, pois as pessoas conversam constantemente entre si, pelo telefone, em conference calls, etc.) é a utilização de fones de ouvido. Eles são amplamente utilizados para aumentar a concentração, pois conseguem abafar o ruído externo. Vale a pena fazer o teste!

Além da utilização dos fones de ouvido, procure deixar seu celular de lado. As redes sociais são um atrativo e tanto para tirar nossa atenção.

Contudo, realizar pequenas pausas durante o trabalho, será de grande valia para aumentar a sua capacidade de concentração. Durante as pausas, verifique o seu celular e as redes sociais.

2. Organize-se

Mesmo que um espaço de coworking seja conhecido por sua irreverência e por caracterizar ambientes descontraídos e diferentes de um escritório convencional, a organização é um conceito que deve permanecer.

Analise a sua mesa. Todos os equipamentos dispostos são úteis? Papéis, canetas, blocos de anotações e outros itens são utilizados? Você realiza faxinas periódicas?

Avalie estes pontos, reorganize o seu espaço de trabalho, descarte tudo que é desnecessário e veja como a sua mente trabalha melhor em um ambiente organizado. Outra prática que deve se tornar recorrente é a limpeza. Verifique o estado da tela do seu computador, do mouse e do teclado. Limpá-los de vez em quando é necessário.

3. Planeje o seu dia

O planejamento é uma das práticas mais valiosas que um profissional pode ter, seja em um espaço de coworking, em trabalhos home office ou em escritórios convencionais.

Planejar a execução das atividades será extremamente útil para o gerenciamento do seu tempo e, principalmente, para o controle da produtividade. Para isso, use a tecnologia a seu favor. Já existem aplicativos, extensões para navegadores e, até mesmo, funcionalidades disponíveis em serviços de e-mail que podem auxiliá-lo a planejar o seu dia.

Essa é uma das principais maneiras de definir as tarefas prioritárias. Escolha a ferramenta que mais se adéqua ao seu perfil e comece já! Não deixe para depois.

4. Propicie a ergonomia

A ergonomia é a utilização de posturas corretas na relação homem-máquina, no sentido físico. Então preocupe-se com a altura de sua cadeira, da mesa, a posição de seus braços, entre outras coisas.

A produtividade será diretamente afetada, além de evitar problemas futuros, como LER (Lesão por Esforço Repetitivo), dores nas articulações e ossos.

Portanto, antes de escolher o seu espaço de coworking avalie, criteriosamente, à disposição e a qualidade do mobiliário, garantindo que ele possa ser ajustado de acordo com as suas características.

5. Dê o seu toque pessoal

O seu toque pessoal pode ser um grande diferencial em um espaço de coworking. Por mais que algumas pessoas considerem itens decorativos como uma fonte de distração, alguns deles podem ser utilizados.

Um porta retrato lembrando de sua família ou do seu hobby pode ser fundamental para levantar o seu astral e aumentar a sua produtividade. A combinação de elementos profissionais e pessoais é uma excelente alternativa para mostrar a todos que um dos seus objetivos é aliar a vida pessoal à vida profissional.

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou das dicas para melhorar o trabalho num espaço de coworking? Deseja estar por dentro de outros assuntos como este? Então, assine nossa newsletter e passe a recebê-los em primeira mão.